O auto-conhecimento não é um processo através do qual se conclui “o quê” você é. Nem é um processo, mas um mergulho através do qual se descobre “quem” você é. O “o quê” representa o impermanente, o transitório. O “quem” abarca o presente, o passado e o futuro; o Carma, o Ser Universal, sua Verdadeira Identidade. Então, lá diz:
“A multidão dos quatro tipos de crentes, com alegria,
olha para você, humano, e para mim.
Por que o Honrado pelo Mundo emitiu tal resplandecente luz?
Discípulo do Buda, responda agora,
elimine nossas dúvidas, para que possamos exultar.
Que benefício está para ser ganho a partir da emissão dessa luz brilhante?
Que Lei maravilhosa o Buda alcançou quando ele tomou o assento do Dharma?
Ele deseja pregá-la agora?
Ou ele fará profecias?
As manifestações das terras Búdicas,
adornadas com muitas jóias e purificadas,
bem como a visão dos Budas não prenuncia pequenas coisas.
Manju, como seria de se esperar,
a assembléia dos quatro tipos de crentes, dragões e espíritos,
olha para você, humano, com esperança;
o que está para ser pregado?”
Leitor atento, humano, quem é você?












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