Nesses lugares há pessoas que visitam Cristal Perfeito. Faça-lhes uma visita de cortesia!
Click na imagem e arraste.
View Larger Map
Esta é a casa onde nasci, no. 594 – Marcos Ubirajara.
Se for da sua vontade, click no botão abaixo e diga:
.
31/05/2011 às 22:37 (Lugares Visitantes de Cristal Perfeito, Rede de Localidades)
Tags: Brasil, Brazil, Cristal Perfeito, Locus, Osasco, São Paulo
Se for da sua vontade, click no botão abaixo e diga:
.
31/05/2011 às 11:45 (Pérolas do Universo, Sutra do Nirvana)
Tags: Carma, Karma, Meditação, Sutra do Nirvana
“Também, além disso, oh bom homem! Tendo meditado completamente dessa maneira sobre o desejo, a pessoa sábia em seguida medita sobre o Carma. Por quê? A pessoa sábia pensa: ‘Sentimento, imagem, toque e desejo são impurezas. As impurezas realmente geram o carma vivido, mas não o carma colhido. Essa impureza acompanha o carma e é composta de dois tipos: 1) carma vivido, e 2) carma colhido. Por isso, a pessoa sábia deve meditar bem sobre o carma. Esse carma é de três tipos: corpo, boca, e mente’. Oh bom homem! O par, corpo e boca, são chamados carma, e também resultado cármico (carma colhido). A mente é chamada meramente ‘carma’(carma vivido), e não ‘resultado’ (carma colhido). Como ela é a causa do carma, dizemos ‘carma’. Oh bom homem! Chamamos os carmas do corpo e da boca de carma externo (colhido), e o carma mental de interno (vivido). Esses três carmas acompanham (caminham juntos com) as impurezas. Assim, temos dois carmas, a saber: 1) carma vivido, e 2) carma sentido (colhido).
Oh bom homem! ‘Carma direto’ é o carma mental. Dizemos ‘carma temporal’. Isto se refere aos carmas do corpo e da mente. Sendo o que aparece primeiro, dizemos ‘carma mental’. Aquele que surge do (carma) mental são os carmas corporal e oral. Assim, aquele que é mental é chamado ‘direto’. Tendo meditado sobre o carma, uma pessoa sábia deve meditar sobre a causa do carma.”
Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.
30/05/2011 às 8:36 (Pérolas do Universo, Sutra do Nirvana)
Tags: Ações Puras, Himalayas, Meditação, Nobre Caminho Óctuplo, Sutra do Nirvana, Tathagata
“Também, além disso, oh bom homem! Alguém que seja sábio medita sobre o desejo. Desejo é cor, som, fragrância, sabor e toque. Oh bom homem! Assim o Tathagata fala do resultado (efeito) no estágio de causa. A partir dessas cinco coisas, o desejo sobe à cabeça. E (essas coisas) não são desejo, (são a sua causa).
Oh bom homem! Uma pessoa que é ignorante procura avidamente compartilhar delas. Nessas formas materiais, a pessoa adquire uma imagem invertida. E essa aquisição de uma imagem invertida se estende até o ‘toque’. E da relação causal da inversão, surge o sentimento. Esse é o porquê Eu digo que dessa imagem invertida o mundo adquire as dez imagens.
Da relação causal do desejo, se colhe más conseqüências cármicas no mundo. A maldade é dirigida aos pais, Shramanas, e Brâmanes. Faz-se o que não se deveria fazer, e se faz isso deliberadamente, da cabeça aos pés. Assim, uma pessoa que seja sábia percebe o fato de que essa relação causal do mal evoca uma mente ambiciosa. Tendo percebido a causa do mal, a pessoa sábia medita primeiro sobre a causa da cobiça e então pensa sobre os resultados cármicos. Quando há muito desejo, lá surgirão muitos maus resultados, tais como [os reinos do] inferno, espíritos famintos, animais, humanos e celestiais. Isto é o que chamamos de percepção dos maus resultados.
Se alguém for capaz de acabar com a má imagem, nenhum pensamento de cobiça surgirá. Quando não há uma mente ambiciosa, não surge qualquer mau sentimento. Sem um mau sentimento, não pode haver qualquer mau resultado. Esse é o porquê Eu acabo primeiro com a má imagem. Uma vez que se acaba com a imagem do mal, coisas como essas morrem naturalmente. Por isso, a pessoa sábia pratica o Nobre Caminho Óctuplo, no sentido de acabar com a má imagem. Isto é o que chamamos de ‘ação pura’. Este é o porquê dizemos que no corpo envenenado de um ser, há um remédio todo-maravilhoso, como no caso dos Himalayas, onde embora haja gramas venenosas, há um remédio todo-maravilhoso, também.”
Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.
27/05/2011 às 7:38 (Pérolas do Universo, Sutra do Nirvana)
Tags: Dharma, Pérolas do Universo, Sutra do Nirvana, Tathagata
“É difícil nascer como humano. Isto pode ser comparado ao desabrochar da flor de Udumbara. Mas agora o alcancei [isto é, o estado de um ser humano]. É difícil encontrar o Tathagata, mas agora o encontrei. É difícil ver e ouvir o tesouro prístino do Dharma, mas agora o ouvi. Isto é como acontecer de uma tartaruga cega encontrar um buraco num pedaço de madeira flutuante. A vida é muito mais breve e fugaz do que a água corrente de um córrego da montanha. Vive-se hoje, mas não se pode ter a certeza do amanhã. Como alguém pode abandonar o seu pensamento por aquilo que está errado? O auge da vida se esvai tão rapidamente quanto um cavalo galopante. Como pode alguém depender [do que é transitório] e ser arrogante? É como a situação onde um demônio senta-se à espera da realização das ações erradas por um humano. É o mesmo com os demônios dos quatro grandes elementos. Eles sempre vêm e procuram por alguma falha de alguém. Como pode alguém oferecer oportunidade para as más sensações?”
Leia mais em Pérolas do Universo – Fascículo 10.
Conteúdo deste Fascículo:
A Tartaruga Cega e o Tronco Flutuante 3
As Serpentes Venenosas dos Quatro Elementos 3
Simpatia Fingida 5
O Corpo e a Mente do Bodhisattva 5
A Purificação das Terras Búdicas – Primeira Oração 8
A Purificação das Terras Búdicas – Segunda Oração 9
A Purificação das Terras Búdicas – Terceira Oração 9
A Purificação das Terras Búdicas – Quarta Oração 10
A Purificação das Terras Búdicas – Quinta Oração 10
A Purificação das Terras Búdicas – Sexta Oração 11
A Purificação das Terras Búdicas – Sétima Oração 12
A Purificação das Terras Búdicas – Oitava Oração 12
A Purificação das Terras Búdicas – Nona Oração 13
A Purificação das Terras Búdicas – Décima Oração 13
A Terra Pura de Todos os Budas 14
O Samadhi Diamante 15
A Gema Mais Soberba 16
Como a Chuva da Primaveril 16
O Poder da Transformação 17
A Voz, a Cor e o Caminho 18
Por Que Dizemos Samadhi Diamante? 19
O Bom Mestre da Via 19
Encontro com o Bom Mestre da Via 20
Audição e Prática 21
Por Que Bons Mestres da Via 22
Por Que Bons Médicos 22
Doce Chuva do Dharma 23
O Bom Amigo do Via 24
Dar Ouvido ao Dharma 25
Pensar Sobre o Dharma 25
Praticar a Via de Acordo com o Dharma 27
A Fase do Nirvana 28
A Fase da Natureza de Buda 28
A Fase do Tathagata 29
A Fase do Dharma 29
A Fase do Sacerdote 30
A Fase do Estado Real 30
A Fase do Vazio 31
26/05/2011 às 7:29 (Pérolas do Universo, Sutra do Nirvana)
Tags: Ações Puras, Apego, Himalayas, Meditação, Nobre Caminho Óctuplo, Sutra do Nirvana
“Como todas as inumeráveis imagens surgem? Sabe-se que elas surgem do contato. E esse contato é de dois tipos, a saber: 1) contato pelas impurezas, e 2) contato pela Emancipação. Se a imagem surge da ignorância, chamamos isto de ‘contato pela impureza’. O que surge do ‘brilho’ é chamado ‘contato pela Emancipação’. O contato da ignorância evoca uma imagem invertida, e aquele da Emancipação evoca uma imagem não-invertida. Quando alguém tem meditado sobre a causa da imagem, em seguida medita sobre o resultado cármico.”
O Bodhisattva Kashyapa disse ao Buda: “A imagem invertida surge da imagem da impureza. Todas as pessoas sagradas, para dizer a verdade, possuem imagens invertidas e, no entanto, não possuem impurezas. Como faço para compreender isto?”
O Buda disse: “Oh bom homem! De que maneira uma pessoa sagrada possui uma imagem invertida?”
O Bodhisattva Kashyapa disse: “Oh Honrado pelo Mundo! Todos os sagrados, ao verem uma vaca, adquirem a imagem de uma vaca e dizem que isto é uma vaca. Ao ver um cavalo, adquirem a imagem de um cavalo e dizem que isto é um cavalo. O mesmo se aplica ao homem, mulher, grande e pequeno, casa, veículo, ir e vir. Isto é uma inversão.”
“Oh bom homem! Todos os seres possuem dois tipos de imagens, a saber: 1) a imagem circulante (conceitual) no mundo, e 2) a imagem do apego. Todas as pessoas sagradas têm apenas a imagem circulante no mundo, mas não qualquer imagem do apego. Todos os seres adquirem a imagem do apego por causa da meditação através de maus sentidos. Todas as pessoas sagradas não adquirem a imagem do apego, em razão do [seu] despertar para o bem. Portanto, todos os mortais comuns são classificados como de (imagens) invertidas, enquanto as pessoas sagradas não são classificadas assim, embora as conheçam.
Tendo meditado sobre a causa da imagem, uma pessoa que seja sábia medita em seguida sobre os resultados cármicos. Sofre-se esses resultados cármicos das más imagens nos reinos do inferno, dos espíritos famintos, dos animais, e dos humanos e celestiais. Como Eu acabei com a imagem do despertar do mal, Eu cortei a ignorância e o contato. Assim a imagem se foi. Quando se acaba com a imagem, a pessoa também remove as conseqüências cármicas. Para cortar a causa da imagem, a pessoa sábia pratica o Nobre Caminho Óctuplo. Oh bom homem! Qualquer pessoa que medita assim é chamada de alguém que pratica ações puras.
Oh bom homem! Assim Eu digo: ‘No corpo envenenado do ser há um remédio todo-maravilhoso. Embora nos Himalayas exista [um tipo de] grama venenosa, há [também] um remédio todo-maravilhoso’.”
Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.
meditate on the cause of the image.mp3
Compartilhado no facebook por Rossella Pan.
25/05/2011 às 9:54 (Budismo, Pérolas do Universo, Sutra do Nirvana)
Tags: Meditação, Sutra do Nirvana
“Também, além disso, oh bom homem! Uma pessoa sábia medita e reflete por que o casal, sentimento e contato surgem, e vê que eles surgem através da imagem. Como? Os seres vêem formas materiais e não adquirem desejo. E também, por ocasião do sentimento, nenhum desejo surge. Se alguém adquire uma imagem invertida com relação à forma material e diz que a forma material é o Eterno, o Êxtase, o Eu, e o Puro, e que não pode haver mudança; esse alguém, através dessa inversão, adquirirá cobiça, má-vontade, e ignorância. Assim o sábio deve meditar sobre imagem.
Como se medita sobre imagem? Deve-se pensar que todos os seres ainda não alcançaram a Via Correta, e que todos eles têm imagens invertidas. O que é uma imagem invertida? Ao estar no que não é Eterno (o corpo carnal), uma pessoa tem uma imagem do [isto é, vê isto como] Eterno; estando no não-Êxtase, a pessoa tem uma imagem do Êxtase; estando no que é não Puro, ela tem uma imagem do que é Puro; estando no que é vazio, ela tem uma imagem do Eu; estando no que não é homem ou mulher, grande ou pequeno, dia ou noite, mês ou ano, roupas, casa, ou cama, ela tem imagens desde homem e mulher, até cama.”
Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.
24/05/2011 às 7:41 (Budismo, Pérolas do Universo, Sutra do Nirvana)
Tags: Ações Puras, Buddhism, Himalayas, Sutra do Nirvana, Tathagata
O Bodhisattva Kashyapa disse ao Buda: “Todos os seres colhem o fruto cármico das impurezas. Impureza é maldade. A impureza que surge das más impurezas é [também] má. Caso afirmativo, há dois tipos. Um é a ‘causa’, e o outro o ‘efeito’. Como a causa é má, o efeito é mau. Como a fruição é má, a semente é má. Isso é como a fruta ‘nimba’. Como a semente é amarga, a flor, a fruta, a haste e as folhas são todas amargas. Isso é como a semente de uma árvore venenosa, onde como a semente é venenosa, a fruta também é venenosa. A causa é o ser e o efeito é o ser. A causa é impura, e o efeito também é impuro. A causa e o efeito das impurezas são os seres, e os seres são a causa e o efeito das impurezas. Se esta é, de fato, a inferência, por que o Tathagata emprega a parábola da grama nos Himalayas que é venenosa, mas [também] um remédio todo-maravilhoso? Se dissermos que impureza é o ser e o ser é impureza, como podemos dizer que há um remédio maravilhoso no corpo de um ser?”
O Buda disse: “Bem falado, bem falado, oh bom homem! Inumeráveis seres têm a mesma dúvida. Você agora faz bem de indagar por uma resposta. Tornarei esse ponto claro também. Ouça bem, ouça bem! Pense bem a respeito disto. Estabelecerei isto claramente agora e explicarei para você.
Oh bom homem! Eu falo dos Himalayas na minha parábola, em alusão aos seres ali. A grama venenosa refere-se às impurezas, e o remédio todo-maravilhoso refere-se às ações puras. Oh bom homem! Quando os seres praticam essas ações puras, dizemos que eles possuem um remédio todo-maravilhoso dentro deles.”
Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.
23/05/2011 às 8:03 (Grandes Mestres da Física)
Tags: Paul Dirac, Physics, Principles of Quantum Mechanics, Quantum mechanics, Royal Society
Paul Dirac nasceu em 8 de agosto de 1902 em Bristol, Inglaterra, sendo seu pai Suiço e sua mãe Inglesa. Ele foi educado na Escola Secundária de Merchant Venturer, em Bristol, e então seguiu para a Universidade de Bristol. Ali, ele estudou Engenharia Elétrica, obtendo o grau de Bacharel em Ciências (na área de Engenharia) em 1921. Ele então estudou matemática durante dois anos na Universidade de Bristol, e mais tarde foi para o Colégio de St. John, em Cambridge, como um pesquisador discente de matemática. Ele recebeu seu grau de Ph.D. em 1926. No ano seguinte ele tornou-se um Fellow (Companheiro) do Colégio St. John e, em 1932, Professor Emérito (Lucasian – Supremo Grau Acadêmico) de Matemática em Cambridge.
O trabalho de Dirac concernia aos aspectos matemáticos e teóricos da mecânica quântica. Ele começou trabalhar com a recente mecânica quântica tão logo ela foi introduzida por Heisenberg em 1928 – produzindo independentemente um equivalente matemático que consistia essencialmente de uma álgebra não-comutativa (notação de Dirac) para cálculo das propriedades atômicas – e escreveu uma série de publicações sobre o assunto, publicadas principalmente nos Processos da Royal Society, que levaram à sua teoria relativística do elétron em 1928, e à teoria dos buracos em 1930. Essa última teoria preconizava a existência de uma partícula positiva tendo a mesma massa e carga do já conhecido elétron. Esta, o pósitron, foi descoberta experimentalmente em uma data posterior (1932) por C. D. Anderson, ao passo que sua existência foi igualmente comprovada por Blackett e Occhialini (1933) no fenômeno de “produção e aniquilação de pares”.
A importância do trabalho de Dirac reside essencialmente na sua famosa equação de onda, a qual introduziu a relatividade restrita na equação de Schrödinger. Levando em consideração o fato de que, matematicamente falando, a teoria da relatividade e a teoria quântica eram não apenas distintas uma da outra, mas também opostas, o trabalho de Dirac poderia ser considerado uma fecunda reconciliação entre as duas teorias.
As publicações de Dirac incluem os livros Quantum Theory of the Electron (1928) e The Principles of Quantum Mechanics (1930; 3a. ed. 1947).
Ele foi eleito Fellow (Companheiro) da Royal Society em 1930, sendo agraciado com a ‘Royal Medal’ e a ‘Copley Medal’ da Sociedade. Também, foi eleito membro da Pontifícia Academia de Ciências em 1961.
Dirac viajou extensivamente e estudou em várias Universidades estrangeiras, incluindo Copenhagen, Göttingen, Leyden, Wisconsin, Michigan, e Princeton (em 1934, como Professor Visitante). Em 1929, depois de ter passado cinco meses nos Estados Unidos, ele viajou ao redor do mundo, visitando o Japão em companhia de Heisenberg, e então retornou através da Sibéria.
Em 1937 ele casou-se com Margit Wigner, de Budapeste. Paul Dirac morreu em 1984.
Fonte: Nobel Lectures, Physics 1922-1941, Elsevier Publishing Company, Amsterdam.
Tradução livre de Marcos Ubirajara.
20/05/2011 às 8:15 (O Mais Profundo Eu, Resposta aos Leitores, Sutra de Lótus)
Tags: Dharma Maravilhoso, Lei Maravilhosa, Sutra de Lótus
William escreveu: “Recebi há algum tempo o Sutra de Lótus da Lei Maravilhosa, demorei muito para entregar à Firmina, pois não desejava entregar a ela nas circunstâncias em que me encontrava.
Diante da retomada de forças que me impulsionaram no desafio da contínua transformação cármica, adentrei o ambiente sombrio e triste de uma delegacia de polícia, e entreguei a gema preciosa.”
O Buda disse:
“Bons homens,
após a minha extinção,
quem poderá receber, ostentar,
ler e recitar este Sutra?
Agora, na presença dos Budas,
façam seu voto.
Este Sutra é difícil de ostentar,
se alguém ostentá-lo mesmo que por um instante,
eu rejubilarei,
bem como todos os outros Budas.
Uma pessoa assim será elogiada por todos os Budas:
‘Isto é coragem!
Isto é diligência,
isto é o que se chama observar os preceitos e praticar Dhutas’.”
Sutra de Lótus – Capítulo 11 – O Aparecimento da Torre de Tesouro.
Caro William,
os esforços para o cumprimento dos votos que fizemos no passado nunca serão em vão. Parabenizo-o pela façanha.
Marcos Ubirajara.
Em 19 de maio de 2011.
19/05/2011 às 7:43 (Pérolas do Universo, Sutra do Nirvana)
Tags: Bodhisattva, Cinco Skandhas, Sutra do Nirvana
“As impurezas (da ignorância) são todas aquelas más sensações mentais nos mundos da forma (matéria) e da não-forma (espírito), e as relações causais que operam a partir de fora, com exceção de todas as relações causais que operam a partir de fora e as sensações mentais do mundo do desejo (já descritas acima – as três existências são os mundos da forma, não-forma, e desejo). Chamamos isso de impurezas. Falemos da impureza da ilusão. Quando alguém não conhece a si próprio e o que lhe pertence, e quando falha em ver a diferença entre as coisas dentro e fora, dizemos que há impurezas da ignorância.
Oh bom homem! A ignorância é a raiz de todas as impurezas. Por quê? Todos os seres, devido às relações causais da ignorância, evocam todas as imaginações e formas nos campos dos cinco skandhas, das 12 esferas, e dos 18 reinos [dos sentidos]. Estas são noções invertidas quanto à imagem, mente, e visão de mundo. Disto, todas as impurezas surgem. Portanto, Eu estabeleço nos 12 tipos de sutras: ‘A ignorância é a causa da cobiça, a causa da má-vontade (indolência), e a causa da (própria) ignorância’.”
Leia mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 43 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 4.