PI e o Pé de Feijão – Episódio 1
PI e o Pé de Feijão – Episódio 2
PI e o Pé de Feijão – Episódio 3
PI e o Pé de Feijão – Episódio 5
Pi e o Pé de Feijão – Episódio 4
23/05/2008 às 7:45 (A Física do Estado Insólito)
Tags: PI e o Pé de Feijão
PI e o Pé de Feijão – Episódio 3
16/05/2008 às 9:00 (A Física do Estado Insólito)
Tags: PI e o Pé de Feijão
PI e o Pé de Feijão – Episódio 2
09/05/2008 às 12:07 (A Física do Estado Insólito)
Tags: PI e o Pé de Feijão
PI e o Pé de Feijão – Episódio 1
01/05/2008 às 11:51 (A Física do Estado Insólito)
Tags: PI e o Pé de Feijão
Cristal Perfeito
03/03/2008 às 9:57 (A Física do Estado Insólito, O Budismo e a Física do Estado Sólido)
Tags: Cristal Perfeito
As Bases da Ciência
08/02/2008 às 22:50 (A Física do Estado Insólito, O Budismo e a Física do Estado Sólido)
O Teorema da Convolução no Budismo
23/01/2008 às 11:51 (A Física do Estado Insólito, O Mais Profundo Eu, Sonhos)
Tags: Mundo Tríplice, Samsara
Enunciado: para compreender um sistema físico, é necessário perturbá-lo e, então, observar como ele evolui para o novo estado.
Começo com alguns movimentos no sentido de encaixar um óculo no meu rosto. Não é meu tamanho, há dificuldades. Era um óculo com lentes redondas e muito, muito escuras.
Tudo pronto! Jorginho, o guitarra-base da minha primeira banda de rock, solta os primeiros acordes de Satisfaction: tan, tan, tan ran ran … e tal. Começo a cantar: I can’t get no satisfaction … e tal.
Os rifs da guitarra do Jorginho começam a eletrificar tudo ao meu redor, e a mim. Coloco as mãos na parede ao lado da cama. Ao toque dos meus dedos, a parede responde como um poderoso teclado. Meus dedos faiscantes o percorrem, se entrecruzam, e só os vejo através das lentes negras porque eles faíscam em acordes sonoros fantásticos. Em harmonia com estes, os rifs absurdos do Jorginho e uma bateria precisa e demolidora. Canto tudo, até o fim, num banho de energia cintilante, neons que posso ver através das lentes negras.
Acordes finais: I can’t get no, I can’t get no, I can’t get no, No satisfaction.
Passo alguns momentos paralisado, luzes ainda cintilam. Retiro o óculo e experimento outros. Há outros óculos em minhas mãos. Eles não se encaixam e, assim, vou desexitando. Faço alguns movimentos. Obrigado Jorginho. Nu!!! Que viagem, ainda digo.
Acordo no sonho. O quarto e a cama são da minha irmã Enoê. Nem ela e nem aquele lugar existem mais.
Acordo de novo, agora para a realidade “concreta”. Ainda permeado pela boa energia, já estava a escrever o que houvera acontecido. O que há de “concreto” na experiência humana? Nada!
Pois, o estado resultante dessa experiência é o residual de algo que estava ali.
Este ciclo se repete, de forma completa, a cada existência momentânea da vida. O que estava ali é o ser místico, indecifrável pela razão humana.
Acordo pela terceira vez, agora para a realidade última, que aponta para a saída do Mundo Tríplice, Samsara. Porta estreita, decisão difícil de ser tomada. A terra treme de seis modos diferentes.
Em 04/01/2008 às 00:30 hs.
Ler também:
Um Novo Universo
09/11/2007 às 12:02 (O Cristalino)
Tags: Carga Magnética, Cristalino, Universo
Devemos agora especular sobre a história, uma muito longa história, da primeira partícula criada, ou partículas, e a construção do nosso Universo. As leis governantes do Universo no nível fundamental, além das interações magnéticas e gravitacionais, incluem agora um número infinito de interações de curto alcance (ou fortes) induzidas pelo espectro infinito de valores de carga magnética. Há correlações entre os valores de g e a correspondente força de curto alcance. De acordo com essa teoria, é assumido que a básica realidade física é agora um CAMPO e foi, no passado “infinito”, também um CAMPO. Assim, a origem do nosso universo presente pode ser discutida do ponto de vista de um “campo primordial”, ao invés de um “átomo primordial”, deduzido da relatividade geral por George Lamaitre e mais tarde generalizada por George Gamow na teoria do “big-bang” do Universo. De acordo com a teoria do “big-bang”, o Universo, há uns 10 ou 18 bilhões de anos, emergiu de um ponto de densidade infinita de matéria a uma temperatura infinita. Em poucos segundos sua temperatura caiu para a faixa de centenas de milhões de graus Kelvin e permitiu a formação de elementos como o Hélio, Hidrogênio e outros, seguidos pela formação de estrelas, galáxias, etc.
No sentido de se ter acesso às implicações cosmológicas desta teoria, vejamos a ordem de grandeza estimada da energia de ligação do próton:
mc2=Mc2-Es
onde se tomarmos m como sendo a massa de Planck, então,
mc2≈1016ergs.
Assim, a temperatura requerida (mínima) no campo primordial teria sido da ordem de T0≈1032K. Assim, T0 é a temperatura requerida para reunir as camadas de carga magnética para produzir um próton e um antipróton. Uma dessas partículas deve ter sido a primeira a ser produzida no campo primordial causando uma “avalanche” ou cascata cósmica, iniciando o processo de criação, quase que simultaneamente, de todas as partículas e antipartículas do Universo que nascia do campo primordial.
No modelo do campo Cristalino deste trabalho, esse evento corresponde a uma fusão local do vácuo; Todavia, discordamos que o evento tenha sido único. Podemos, ainda hoje, observar esses processos na aparição de novas estrelas que, em outras palavras, nada mais são que a fusão local de regiões do campo Cristalino, onde as tensões são tais que a ordem anteriormente existente (simetria) é quebrada, ocorrendo, então, uma amorfização local semelhante a uma ponta de temperatura no sólido, iniciando o primeiro estágio da evolução de um sistema estelar. Pelo que sustenta a teoria do campo Cristalino, torna-se muito pouco provável a existência de sequer dois sistemas estelares idênticos; pois, suas origens serão fortemente dependentes não só da seqüência de precipitação das fases materiais, mas também de todo o histórico da região do Cristalino onde a transformação se verifica.
A teoria do “big-bang” sobre a origem do Universo, baseada na relatividade geral, tem que assumir a existência de uma “singularidade primordial”, isto é, um ponto de infinita densidade de matéria num estado de infinita temperatura. A nova teoria infere o passado do Universo como consistindo de um vácuo do tipo descrito anteriormente, de dimensões infinitas, cuja evolução sob sua própria “condensação gravitacional” culminou na criação de partículas e antipartículas como descrito acima. Assim, a idade do Universo é reconciliada com a idade de seus constituintes fundamentais: as partículas elementares. A formação de matéria em larga escala, e também de antimatéria, e a eventual distribuição desses dois componentes do Universo foi, naturalmente, implementada de acordo com as leis da Física. O encontro de partícula antipartícula leva à aniquilação da qual os produtos resultantes são, principalmente, fótons, ou partículas com massa como os mesons, etc.. A existência material do Universo versus sua transformação completa num campo de radiação pela aniquilação partícula-antipartícula requer que a probabilidade de aniquilação de uma partícula por sua antipartícula seja menor que a probabilidade de seu escape e acumulação em regiões onde existam preponderantemente partículas, ou antipartículas. Na criação de uma partícula ou antipartícula, uma energia equivalente a sua energia de ligação, isto é, 1016ergs, é emitida. Essa imensa energia pode ser explicada parcialmente pela radiação e, principalmente, como a energia cinética da partícula, que a acelera a distâncias de bilhões de anos luz do ponto de sua criação. É claro que temos ainda que conseguir da teoria as probabilidades envolvidas na efetivação da separação da matéria e antimatéria e da acomodação delas no Universo.
Devido à natureza das mensagens (radiação, explosões supernovas, sinais de radio de quasares, etc.) que nós recebemos aqui na terra, não é licito decidir se essas mensagens se originaram de regiões de matéria ou antimatéria. O desvio cosmológico para o vermelho devido ao afastamento dos quasares (objetos quase-estrelas) e seus sinais de radio observados revelam-nos como enormes fontes de energia. Os eventos observados referem-se a processos que ocorreram, presumivelmente, nos primeiros segundos do Universo e, portanto, é perfeitamente admissível que quasares sejam os demonstradores cósmicos da aniquilação de matéria e antimatéria em estados colapsados. Uma partícula ou antipartícula elementar teria, num campo gravitacional muito forte, consumida sua própria energia de ligação e colapsada num “mini-buraco-negro” ou “anti-mini-buraco-negro” de raio 10-33cm e massa de 10-5gramas. A aniquilação de um mini-buraco-negro com um anti-mini-buraco-negro emitiria energia 1018 vezes maior que a energia emitida num encontro entre um próton e um anti-próton. Assim, o fenômeno do quasar pode, presumivelmente, ser usado como possível evidência para a existência em grande escala de matéria e antimatéria no Universo.
Algumas evidências mais sobre a existência de matéria e antimatéria no Universo são encontradas na radiação dominante observada no Universo. A razão do número de fótons para o número de partículas com massa é observada ser da ordem de 109. A discussão acima sobre a origem do Universo apresenta uma explicação muito mais razoável para essa radiação dominante que a teoria do “big-bang”. Além disso, a recente observação de uma “radiação fóssil” ou “microonda de fundo” de 2.7 K deixa como um resultado que a expansão e o resfriamento do Universo não estão, se interpretados corretamente, em conflito com a presente teoria. Isto é o porquê do “princípio de correspondência” da teoria que a reduz à relatividade geral para a região além do horizonte de cargas magnéticas.
Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.
Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica
A Idéia de Behram Kursunoglu
Um Novo Papel para a Força Gravitacional
Uma Nova Energia Própria
Uma Nova Energia Própria
07/11/2007 às 10:30 (O Cristalino)
Tags: Carga Magnética, Universo
Na introdução do conceito de energia própria, foi elaborado e também mostrado ser ele um muito importante problema não resolvido da Física. Nesta teoria ele tem em vez do valor infinito obtido na eletrodinâmica quântica, um valor finito. Ele emerge da definição de massa de uma partícula na forma de:
±M=(1/2)m±2Es/c2 (12)
onde Es é a energia eletromagnética própria que é finita. A razão do valor finito de Es na equação (12) é devida à existência de uma carga magnética g. De fato, para g=0, Es torna-se infinita, como é descoberto na eletrodinâmica quântica. Os sinais de + e – em (12) referem-se à existência de partículas e antipartículas que foram anteriormente preditas, por via de outras teorias, por Dirac no início dos anos 20. Todavia, nesta teoria o conceito antipartícula, em vista da inclusão do campo gravitacional, assume um papel mais fundamental que aquele predito por Dirac. Na próxima seção é apresentada, como conseqüência cosmológica da presença de antipartículas, uma predição para a existência em larga escala de antimatéria no Universo.
Foi assinalado anteriormente que tanto a teoria da relatividade especial como a geral não permitem uma extensão mecânica rígida para um objeto; e, portanto, o único modelo possível para uma partícula elementar era a descrição dela como um evento num ponto do espaço-tempo. Na teoria que está sendo apresentada aqui, o modelo do ponto é substituído por uma estrutura que tem uma extensão no espaço-tempo e está também em completo acordo com os princípios da relatividade geral. A razão fundamental para isto reside na indeterminância no espaço do número infinito de superfícies de densidade de carga magnética neutra. Essa indeterminância se estende ao comprimento de onda de Compton28 do próton ou do nêutron que é dado por ђ/mc, onde ђ é a constante de Planck dividida por 2П. Nesta teoria, a rigidez, incompatível com o princípio da relatividade, é substituída pelo princípio da indeterminância (o único compatível com o princípio da covariância geral) e esta é a única maneira compatível com a relatividade de se introduzir uma partícula de núcleo estendido. A predição da indeterminância para a distribuição de cargas magnéticas neutras no âmago das partículas pela teoria é, na opinião de Kursunoglu, o mais significante resultado e, num senso geral, faz um primeiro contato com o comportamento teórico-quântico da natureza. Kursunoglu compreende que isto é a solução final do problema crônico da energia própria, bem como uma solução para incorporá-la numa partícula de âmago de estrutura estendida.
A estrutura composta da partícula demonstra que num processo de espalhamento é natural esperar uma dependência da seção transversal S(E,gn), n=1,2…, da carga magnética contida numa camada e de sua espessura média. Por exemplo, duas partículas idênticas podem se espalhar pela interpenetração de suas respectivas camadas estratificadas de densidade de carga magnética. A carga magnética g assume um espectro de valores, e o total da carga magnética em cada camada é conservado de tal maneira que a soma da distribuição total nas camadas estratificadas é zero. Portanto, no espalhamento de duas partículas idênticas, a máxima interação ocorrerá sempre que o encontro for entre camadas idênticas da distribuição de carga magnética, em cujo caso a força é repulsiva. O encontro entre camadas de sinais opostos leva à atração magnética e essa força é, em geral (para partículas idênticas), menor que as forças de repulsão. A freqüência com a qual forças atrativas ou repulsivas ocorrem, dependerá da energia. A interação de camadas iguais requisitará uma crescente quantidade de energia no sentido de atravessar de uma camada para outra. Cada cruzamento de uma barreira neutra, na direção das camadas mais internas, requisitará uma escala de energia ainda maior. Quantum mecanicamente, o encontro entre duas camadas idênticas contribuirá para um efeito “exchange” de espalhamento.
Assim, em geral, essa teoria prediz, para altas energias, diferentes comportamentos para o espalhamento de próton de próton, próton de nêutron, e nêutron de nêutron. Além disso, a produção e a distribuição angular de mesons destes vários processos de espalhamento será diferente.
Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.
Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica
A Idéia de Behram Kursunoglu
Um Novo Papel Para a Força Gravitacional
30/10/2007 às 10:21 (O Cristalino)
No sentido de ilustrar a produção de partículas nesta teoria, nós consideramos, por exemplo, experiências de um “storage ring” onde colisões de feixes de e- e e+ produzem várias partículas-estado. Assim, o caso mais simples envolve a produção do par νe e νe- do vácuo e leva à reação:
e++e-→(e+e-)+(νe-ne)=(e+νe)+(e-νe-)=ρ++ρ-(9)
onde os pions ρ+e ρ- são estados profundamente ligados de dois órbitons, isto é,
ρ+=(e+νe), ρ-=(e-νe-)(10)
O próximo estado superior corresponde à energia de colisão do feixe onde ambos os pares (νe, νe-) e (νμ, νμ-) podem ser criados do vácuo e combinar (por várias leis de conservação) com e+e e- para produzir:
e++e-→(e+e-)+(νe-νe)+(νμ-νμ)=
(e+νeνμ-)+(e-νe-νμ)=μ++μ-(11)
onde os muons μ+ e μ- são criados como estados profundamente ligados de três órbitons.
Um significado teórico adicional para o modelo de partículas elementares acima, pode ser visto a partir da teoria considerando-se g=0. A relatividade geral e a eletrodinâmica são válidas somente em cima ou além do horizonte magnético (onde g=0). A região abaixo do horizonte magnético é o âmago da partícula e é descrita pela teoria da gravitação generalizada. Essa região é formada pela “condensação gravitacional” das cargas magnéticas parciais gn. Assim, a força gravitacional, indiferente de quão fraca ela possa ser, assume o papel de um “fermento” (levedura) para a formação de uma partícula. Para g=0, todos os resultados da teoria existente são recuperados (princípio da correspondência) desta teoria geral quando o âmago da partícula (em vista dos infinitos discutidos anteriormente) é excluído da consideração e seu papel é representado ou por um esquema de “renormalização” ou pela teoria dos quarks e partons de partículas elementares.
Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.
Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica
A Idéia de Behram Kursunoglu


















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