Pérolas do Universo – Fascículo XVII

“A pessoa sábia pensa profundamente sobre o mundo. Ela vê: ‘Ele não é um lugar para se refugiar, para adquirir Emancipação, quietude, amor, não é a outra margem, e nada tem do Eterno, Êxtase, do Eu, e do Puro. Se eu procurar o mundo avidamente, como posso afastar-me dele? Isto é como com um homem que, abominando a escuridão, busca a luz e, no entanto, volta novamente para a escuridão. A escuridão é o mundo; a luz é o Supramundano. Se eu aderir ao mundo, mergulharei na escuridão e me afastarei da luz. Escuridão é ignorância, e luz é o Brilho da Sabedoria. A causa do Brilho da Sabedoria é a imagem onde não se sente qualquer expectativa de deleitar-se nas coisas mundanas. Toda a cobiça nada mais é que o laço da impureza. Agora buscarei avidamente a luz da Sabedoria, e não o mundo’. A pessoa sábia medita assim. Essa é a imagem onde não se busca (nada) para si.”

Neste Fascículo XVII, que foi o último de série Pérolas do Universo.

Pérolas do Universo 17

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Conteúdo deste Fascícul

A CASA DO TESOURO    3

DA RAIZ AO ULTIMADO     7

O TOQUE DO BRILHO     9

DO SENTIMENTO À CONSECUÇÃO     10

A MEDITAÇÃO GROSSEIRA    11

A MEDITAÇÃO MINUCIOSA    13

O BRILHO DA SABEDORIA      14

EXISTÊNCIA OU EXTINÇÃO MOMENTÂNEA      16

TRÊS TIPOS DE DOENÇAS DOS SERES      17

A CONVERSÃO DE VASISTHA     17

AS VIRTUDES DE VASISTHA     19

EU FANTASMA      19

ORGULHO      21

OS DOIS LADOS E O INTERMÉDIO       22

POR QUE DOMINAR A MENTE      23

 

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Pérolas do Universo – Fascículo XVI

“A causa do carma é o toque da ignorância. Devido ao toque da ignorância, os seres vêem ‘existência’. A relação causal da existência é ‘desejo’. Devido à relação causal do desejo, uma pessoa perpetra as três ações do corpo, da boca, e da mente.”

Leia mais em Pérolas do Universo, Fascículo 16.

Perolas do Universo 16

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Conteúdo deste Fascículo

OS SETE TIPOS DE FRUIÇÕES      3

FRUIÇÃO ATRAVÉS DOS MEIOS                3

FRUIÇÃO DOS DÉBITOS DE GRATIDÃO  3

FRUIÇÃO DA AMIZADE 4

FRUIÇÃO DAQUILO QUE PERDURA         4

FRUIÇÃO EQUÂNIME    5

FRUIÇÃO DA RECOMPENSA       5

FRUIÇÃO DA SEGREGAÇÃO        6

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’             6

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – NIRVANA     6

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – LUZ 7

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – LUGAR          7

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – GRADUAL    8

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – TRÊS COISAS              8

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – DESIMPEDIMENTO  9

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – CO-EXISTÊNCIA         9

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – ETERNO        10

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – DUAL             10

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – DIREÇÃO      11

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – ELEMENTO  12

COMO O UTPALA – O LÓTUS AZUL         13

MEDITAR SOBRE IMPUREZAS    14

OS SKANDHAS DO SÁBIO            16

A IMPUREZA DO DESEJO – O PRECONCEITO       17

AS IMPUREZAS DA IGNORÂNCIA            18

O REMÉDIO TODO-MARAVILHOSO DOS HIMALAYAS     19

MEDITAR SOBRE IMAGEM          20

MEDITAR SOBRE A CAUSA DA IMAGEM               21

MEDITAR SOBRE O DESEJO         22

MEDITAR SOBRE O CARMA        24

MEDITAR SOBRE A CAUSA DO CARMA  25

MEDITAR SOBRE O RESULTADO CÁRMICO          25

O CARMA IMACULADO                26

MEDITAR SOBRE O SOFRIMENTO            26

Pérolas do Universo – Fascículo XV

“Embora exista a diferença do tempo, o corpo é um. O mesmo é o caso com a Natureza de Buda dos seres. ‘Se alguém diz que no ser existe uma Natureza de Buda separada, isto não é assim. Por quê? Porque o ser é a Natureza de Buda, e a Natureza de Buda é o ser. Através da diferença no tempo, temos a diferença do Puro e o não-Puro’.”

Leia mais em Pérolas do Universo, Fascículo 15.

Perolas do Universo 15

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Conteúdo deste Fascículo:

Sete Tipos de Pessoas às Margens do Ganges 3

Primeiro Tipo de Pessoas 4

Segundo Tipo de Pessoas 5

Terceiro Tipo de Pessoas 5

Quarto Tipo de Pessoas 6

Quinto Tipo de Pessoas 7

Sexto Tipo de Pessoas 7

Sétimo Tipo de Pessoas 8

A Parábola dos Cegos e o Elefante 9

A Vida, a Cor e a Fama do Bodhisattva 11

A Terra Sobre a Unha do Dedo 12

Inumeráveis Nomes para Uma Coisa 13

Um Significado para Inumeráveis Nomes 14

Inumeráveis Significados para Inumeráveis Nomes 15

Inumeráveis Nomes para Um Significado 16

Um Monge Chamado Kutei 16

A Virtude da Dúvida 17

O Aspecto Temporal dos Seres 18

Quando Falo da Minha Própria e Livre Vontade 19

Quando Falo Seguindo a Vontade de Outros 20

Quando Falo Seguindo Minha Própria Vontade e a de Outros  22

Aquele que Sempre Afunda 23

Aquele que Afunda e Flutua Novamente 24

Aquele que Flutua e Permanece 26

Aquele que Flutua e Olha Tudo ao Redor 28

Aquele que Olha Tudo ao Redor e Então se Vai 29

Aquele que Sai e Então Permanece Lá 30

Aquele que Alcança a Outra Margem  31

Pérolas do Universo – Fascículo XIV

O Buda disse: “Oh bom homem! [Suponha que] exista uma estrada plana. Os seres caminham [ao longo dela], e não há nada que obstaculize o seu avanço. No meio da estrada existe uma árvore, cuja sombra é fresca. Os viajantes fazem uma parada nesse lugar com o seu palanquim e descansam. Mas, existe sempre a sombra da árvore nesse lugar, e não há diferença. A sombra não se acaba, e ninguém a leva embora. A estrada é a Via Sagrada, e a sombra a Natureza de Buda.”

Leia mais em Pérolas do Universo, Fascículo 14.

Perolas do Universo 14

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Conteúdo deste Fascículo:

A História do Castelo de Kushinagar  3

A História do Castelo de Kapilavastu   6

A História do Monastério de Jetavana  8

O Menino Insuperável  11

As Onze Virtudes da Lua-Cheia  12

Tempo Correto Para a Prática da Meditação   13

Tempo Correto Para a Prática da Sabedoria  13

Tempo Correto Para a Prática da Equanimidade  14

As Dez Virtudes do Bodhisattva  15

Fé. 15

Preceitos. 15

Amizade com Bons Amigos da Via. 16

Quietude. 16

Esforço. 17

Memória. 17

Gentileza. 17

Proteção do Dharma. 18

Doação. 18

Sabedoria. 19

Carma Determinado e Indeterminado   20

A Retribuição Cármica do Bodhisattva  21

Palavra Verdadeira  22

Dois Tipos de Pessoas  23

O Corpo e o Fogo. 24

A Prática do Corpo   25

A Prática dos Preceitos  26

A Prática da Mente  27

A Prática da Sabedoria  28

Fuga do Inferno. 29

A Árvore Bodhi 30

Pérolas do Universo – Fascículo XIII

“No Caminho do Bodhi, não há alguém que retorne. Oh bom homem! Aquele que se arrependeu após ter começado, agora vê os que foram antes e que obtiveram tesouros, os vê voltarem imperturbáveis, e fazerem oferecimentos aos seus pais, darem aos seus parentes, desfrutando de muita paz. Ao ver isto, um fogo queima novamente em sua mente, ele adorna o seu corpo, reinicia no caminho outra vez, não mede esforços, enfrenta todos os tipos de dificuldades, e vai à Montanha dos Sete Tesouros.”

Leia mais em Pérolas do Universo – Fascículo XIII

Perolas do Universo 13

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Conteúdo deste Fascículo:

OS PRECEITOS DO BODHISATTVA 3
POR QUE DEFENDER PRECEITOS 4
SOBRE VER O TATHAGATA E A NATUREZA DE BUDA 5
VER O QUE TEMOS EM COMUM 6
CAUSA E CONDIÇÃO DO INSUPERÁVEL BODHI 7
SANGHA É HARMONIA 8
TREZE FATORES CONDUCENTES À RETROAÇÃO DO BODHISATTVA 9
SEIS FATORES QUE DESTROEM A MENTE DO BODHI 10
A MENTE QUE NÃO RETROAGE 11
PARÁBOLA DA FONTE LÍMPIDA 11
DE VOLTA À MONTANHA DOS SETE TESOUROS 13
AVAIVARTIKA – 1 14
AVAIVARTIKA – 2 15
AVAIVARTIKA – 3 15
AVAIVARTIKA – 4 16
AVAIVARTIKA – 5 17
AVAIVARTIKA – 6 17
AVAIVARTIKA – 7 18
AVAIVARTIKA – 8 19
AVAIVARTIKA – 9 19
AVAIVARTIKA – 10 20
A ESTAMPA E O BARRO 21
A EXTINÇÃO DOS CINCO SKANDHAS 21
OS PILARES DO SAMSARA 22
A PRÁTICA DA VIA 23
COMO PRATICAR PRECEITOS 24
COMO PRATICAR SAMADHI 25
COMO PRATICAR SABEDORIA 26
POR QUE PRATICAMOS 27

Pérolas do Universo – Fascículo XII

“O que é fé? O Bodhisattva-Mahasattva acredita que existe recompensa nos Três Tesouros e na doação. As duas realidades [isto é, a relativa e a ultimada] e a Via do Veículo Único [‘ekayana’] não são diferentes. Ele acredita que todos os Budas e Bodhisattvas desdobram as coisas em três (veículos), de tal maneira que todos os seres alcancem rapidamente a Emancipação. Ele acredita na ‘Paramartha-satya’ [‘a verdade da Realidade Última’] e nos bons meios hábeis. Isto é fé.

Uma pessoa que assim acredita não pode ser derrotada por quaisquer Shramanas, Brâmanes, Marapapiyas, Brahma, ou quem quer que seja. Quando uma pessoa baseia-se nessa fé, ela ganha a natureza de um sábio sagrado. Ela pratica a doação – quer seja grande ou pequena – e tudo isto leva ao Mahaparinirvana, e dessa forma essa pessoa não cai no (ciclo do) nascimento e morte. O mesmo se passa com a observância dos preceitos morais, com a audição da Via, e com a Sabedoria, também. Isto é fé.”

Leia mais em Pérolas do Universo – Fascículo XII.

Perolas do Universo 12

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English Version

Conteúdo deste Fascículo:

As Profundezas do Caminho Médio   3

O Que é Fé. 4

O Que é Mente Correta  5

A Qualidade Daquele Que Indaga  5

Os Nove Fatores das Relações Causais nas Doenças  6

A Harpa e o Rei 7

A Natureza da Nata  8

Pais e Filhos. 9

A Natureza Original de Todas as Coisas  10

O Rugido do Leão. 11

Os Passos do Leão. 14

Natureza de Buda. 15

A Visão dos 12 Elos da Interdependência  17

A Iluminação Insuperável Final de Todos os Seres  18

O Absoluto. 19

A Natureza de Buda de Todos os Seres  20

Cores à Luz do Dia  21

Os Doze Elos do Surgimento Interdependente  22

A Grama dos Himalayas  24

Desejar Pouco e Sentir-se Satisfeito   25

Os Três Tipos de Desejo   25

O Esforço para o Mahaparinirvana  26

Visão e Audição Sobre a Natureza de Buda  27

Por que Dominar a Mente

“Oh você! Se alguém alcançasse o Caminho através da penitência [prática de austeridades], todos os animais deveriam atingi-lo. Esse é o porquê alguém primeiro subjuga a mente e não o corpo. Por isso, Eu digo no meu sutra que se deve derrubar a floresta, mas não a árvore. Por quê? Da floresta, adquire-se medo, mas não da árvore. Se uma pessoa deseja ajustar o seu corpo, ela deve primeiro ajustar a mente. A mente é a floresta, e o corpo é a árvore. Assim devemos comparar as coisas.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 46 – Sobre o Bodhisattva Kaundinya 2.

why subdue the mind.mp3

Os Dois Lados e o Intermédio

O Brahmacarin (chamado Kasaya) disse: “Se esse corpo carnal está baseado nas impurezas e no carma, podemos extirpar as impurezas e o carma?”

O Buda disse: “É assim, é assim!”

O Brahmacarin ainda disse: “Oh Honrado pelo Mundo! Por favor, seja gentil o bastante para analisar e expor a mim, tal que eu possa realmente ouvir e imediatamente cortar as amarras.”

O Buda disse: “Oh bom homem! Se uma pessoa vem a saber que os dois lados e o intermédio são desimpedidos [desobstruídos], essa pessoa de fato aparta-se das impurezas e do carma.”

“Oh Honrado pelo Mundo! Agora sei e adquiri o Olho-do-Dharma correto.”

O Buda disse: “De que maneira você sabe?”

“Oh Honrado pelo Mundo! Os dois lados são ‘forma material’ e ‘emancipação da forma material’, e o intermédio é o ‘Nobre Caminho Óctuplo’. Assim também se dá com o sentimento, percepção, volição, e consciência.”

O Buda disse: “Bem falado, bem falado, oh bom homem! Agora você veio a saber dos dois lados e cortar as impurezas e o carma.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 46 – Sobre o Bodhisattva Kaundinya 2.

the two Sides and the in-between.mp3

Orgulho

Senika disse: “Oh Honrado pelo Mundo! Grande Compassivo! Explique-me, eu rogo, como faço para atingir o Eterno, Êxtase, o Eu, e o Puro, sobre o qual você fala.”

O Buda disse: “Nobre filho, o mundo inteiro possui um grande orgulho [mana] desde os primórdios, o qual aumenta o (próprio) orgulho e também funciona como a causa de [mais] orgulho e ações orgulhosas. Portanto, os seres agora experimentam os resultados (retribuições) do orgulho e não são capazes de eliminar todas as klesas [impurezas mentais/morais] e atingir o Eterno, Êxtase, o Eu, e o Puro. Se os seres desejam acabar com todas as impurezas, o que eles necessitam fazer, antes de tudo, é acabar com o orgulho.” [Nota: a palavra do Sânscrito para orgulho, mana, tem um alcance semântico diferente do Inglês ‘orgulho/arrogância’. Ela é derivada da raiz verbal ‘man’ (pensar, acreditar, medir, conceituar, julgar, valorar, considerar como) e também significa ‘medida’, ‘cômputo’, ‘meios de prova’. O sentido de ‘orgulho’ aqui implica os processos de geração ou projeção que são construtos mentais implicitamente falsos. Ele se refere ao processo descrito no capítulo anterior do sutra sobre as quatro inversões (visões distorcidas). – Stephen Hodge].

Read More on the Nirvana Sutra, Chapter 45 – On Bodhisattva Kaundinya 1.

pride.mp3

Eu Fantasma

Senika disse: “Oh Gautama! Se não existe o eu, quem vê e quem ouve?”

O Buda disse: “Tem-se as seis esferas (dos sentidos) dentro, e as seis poeiras [isto é, os seis campos dos sentidos] fora. O interno e o externo se associam, e se ganha os seis tipos de consciência. Ora, essas seis consciências adquirem seu nome através das relações causais.

Por exemplo, um fogo surge de uma árvore, e falamos de ‘fogo da árvore’. A grama pega fogo, e falamos de ‘fogo da grama’. O farelo pega fogo, e falamos de ‘fogo do farelo’. O estrume de vaca pega fogo, e falamos de ‘fogo do estrume de vaca’. É a mesma coisa com a consciência dos seres, também. ‘Adquirimos consciência por meio dos olhos, cor, luz e desejo (que são as relações causais da visão); e dizemos ‘consciência dos olhos’.

Oh bom homem! Essa consciência dos olhos não existe no olho, nem no desejo, etc. As quatro coisas se associam e adquirimos essa consciência. É o mesmo com a consciência da mente. Se as coisas vêm a ser assim, não podemos dizer que conhecimento e visão são o eu, e que o tato é o eu.

Oh bom homem! Esse é o porquê dizemos que o eu é (o que abrange) desde a consciência do olho até a consciência da mente (passando pelos seis órgãos sensoriais), e que todas as coisas são fantasmas. Como elas são como fantasmas? Em vista do fato de que ‘o que originalmente não era, é o que é agora; e o que certa vez foi, agora não é mais’. Oh bom homem! Por exemplo, a mistura de manteiga, cevada, farinha, mel, gengibre, pimenta, pippali [tipo de pimenta comprida], uva, nozes, romã, e suishi [um tipo de ameixa] é chamada ‘kangigan’ [possivelmente o nome de uma droga]. A não ser a partir dessa mistura, não pode haver ‘kangigan’. As seis esferas do interior e exterior (dos sentidos) são o que chamamos de ser, eu, humano, macho, ou fêmea. A não ser a partir das seis esferas de dentro e de fora, não pode haver o ser, ou o humano.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 45 – Sobre o Bodhisattva Kaundinya 1.

self phantom.mp3

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