O Sermão de Bailva

Ele cruzou o rio. Partiu para Vaisali, mas na aldeia de Bailva ele ficou gravemente doente. Sofreu dores intensas. Ananda chorava, pois pensava que o Mestre estava morrendo. Mas o Mestre lembrou os muitos discípulos que ele ainda tinha que visitar; ele não queria entrar no Nirvana até que lhes tivesse dado as instruções finais. Pela força da sua vontade, ele superou a doença, e a vida não lhe abandonou. Ele recuperou-se.

Quando sentiu-se bem de novo, ele saiu da casa que havia lhe dado abrigo, e tomou um assento que havia sido preparado para ele próximo à porta. Ananda veio e sentou-se ao seu lado.

“Meu Senhor”, disse ele, “vejo que você recuperou a sua saúde. Quando lhe vi tão doente, faltou-me força; estava fraco. Houve momentos em que eu não assimilava que o Mestre estava doente. Ficava tranquilo, pois lembrava que você ainda não havia revelado as suas intenções com relação à comunidade, e sabia que você não entraria no Nirvana sem antes revelar-lhes.”

O Buda em Bailva

O Buda em Bailva

O Bem-Aventurado proferiu essas palavras:

“O que mais a comunidade deseja de mim, Ananda? Já estabeleci a doutrina, e já a preguei; não há um simples detalhe que eu não tenha exposto! Aquele que pensa: ‘eu quero governar a comunidade’, revela as suas intenções com relação à comunidade. O Bem-Aventurado, Ananda, nunca pensa: ‘eu quero governar a comunidade’. Por que então ele revelaria as suas intenções? Sou um homem velho, Ananda; meus cabelos estão brancos, e tornei-me fraco. Sou um velho de oitenta anos; cheguei ao fim da estrada. Sejam agora, cada um de vocês, a sua própria tocha; não recorram a ninguém para trazer-lhes luz. Aquele que é sua própria tocha, após eu ter deixado o mundo, mostrará que ele compreendeu o significado das minhas palavras; será meu verdeiro discípulo, Ananda; ele saberá a maneira correta de viver.”

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

Pataliputra

O Mestre veio para as margens do Ganges, ao lugar onde a cidade de Pataliputra (Patna)[1] estava sendo construída. Ele curvou-se diante das muralhas que estavam começando a se levantar do chão, e exclamou:

“Esta cidade, um dia, terá grandeza e fama; muitos heróis aqui nascerão, aqui reinará um rei famoso. Serás uma cidade próspera, oh Pataliputra, e através das eras os humanos louvarão o seu nome.”

Pataliputra

Ruínas das fortificações de Pataliputra

Cidade de Patna

Cidade de Patna no Rio Ganges em pintura do século 19. Fonte: Wikipedia.


[1] Os registros históricos de Pataliputra começaram com Ajatasatru, o segundo dos reis de Magadha, que estabeleceu uma pequena fortificação em Pataligram 490 A.C,  no encontro dos rios Ganges e Sone, com o propósito de melhor combater os seus inimigos, os Licchavis. De acordo com os textos Budistas, o Buda visitou Pataligram durante a construção dessa fortificação em sua última viagem para o norte. Fonte: http://www.ancientworlds.net/aw/Places/Place/419417.

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

O Buda e o Pastor

Um pastor estava cruzando o campo. Ele tinha a serenidade de um homem que está realizando tranquilamente um trabalho com alegria.

“Quem é você, pastor?”, o Mestre indagou-lhe.

“Meu nome é Dhaniya”, respondeu o pastor.

“Para onde vai?”, perguntou o Mestre.

“Estou indo para casa, para minha esposa e filhos.”

“Você parece conhecer a pura felicidade, pastor?”

“Eu tenho meu arroz cozido, tenho minhas vacas ordenhadas”, disse o pastor Dhaniya; “eu vivo com a minha família às margens do rio; minha casa é bem coberta, meu fogo está sempre aceso; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“Estou livre da ira, estou livre da obstinação”, disse o Mestre; “eu espero pela noite às margens do rio, minha casa não tem cobertura, o fogo das paixões está extinto em meu ser; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“As moscas varejeiras nunca atormentam o meu rebanho”, disse o pastor Dhaniya; “minhas vacas pastam em prados verdejantes; elas podem suportar a chuva que vem; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“Eu construi uma jangada resistente, eu zarpei para o Nirvana”, disse o Mestre; “eu cruzei a torrente das paixões e atingi as margens da santidade; não necessito mais da jangada; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“Minha esposa é obediente, é casta e boa”, disse o pastor Dhaniya; “ela tem vivido comigo há muitos anos; ela é agradável e gentil, ninguém fala mal dela; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“Minha mente é obediente, está livre de todos os laços”, disse o Mestre; “eu a tenho domado esses anos todos; é tranquila e dócil, nenhuma maldade restou em mim; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“Eu mesmo pago aos meus criados o seu salário”, disse o pastor Dhaniya; “minhas crianças recebem alimentos saudáveis em minha mesa; ninguém jamais tentou falar mal deles; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“Não sou criado de ninguém”, disse o Mestre; “com aquilo que eu ganho, eu viajo o mundo todo; não tenho a necessidade de um criado para mim; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“Eu tenho vacas, eu tenho bezerros, eu tenho novilhos”, disse o pastor Dhaniya; “e tenho um cão que é senhor do meu rebanho; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“Eu não tenho vacas, nem bezerros, e nem novilhos”, disse o Mestre; “e não tenho cão para ficar de guarda; então, caia se quiser, ooh chuva do céu!”

“As estacas são cravadas fundas no chão, nada pode movê-las”, disse o pastor Dhaniya; “as cordas são novas e feitas de gramíneas fortes; as vacas nunca lhes romperão agora; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

“Como o cão que arrebentou sua corrente”, disse o Mestre, “como o elefante que quebrou suas algemas, nunca mais entrarei num útero; então, caia se quiser, oh chuva do céu!”

O pastor Dhaniya curvou-se diante do Mestre e disse:

“Agora sei quem é você, oh Bem-Aventurado; venha comigo à minha casa.”

Quando eles estavam para entrar na casa, a chuva caiu torrencialmente e cavou pequenos sulcos pelos quais a água corria sobre o chão. Quando Dhaniya ouviu a chuva, disse essas palavras:

“Em verdade, adquirimos grandes riquezas uma vez que vimos o Buda. Oh Mestre, você é nosso refúgio, você que nos olhou com os olhos da sabedoria. Seja nosso protetor, oh Santo! Somos obedientes, minha esposa e eu; se levarmos uma vida de santidade, conquistaremos o nascimento e a morte, e acabaremos com o sofrimento.”

Então uma voz foi ouvida, e Mara, o Maligno, pôs-se diante deles. Ninguém o tinha visto chegar.

“Aquele que possui filhos é feliz por ver seus filhos”, disse Mara, o Maligno; “aquele que possui vacas é feliz por ver suas vacas; feliz é o homem que tem substância, e aquele que não tem substância não tem felicidade.”

“Aquele que tem filhos está preocupado ao ver seus filhos”, disse o Mestre; “aquele que tem vacas está preocupado ao ver suas vacas; preocupado é o homem que tem substância, e aquele que não tem substância não tem preocupações (aflições).”

Mas Mara havia fugido. Dhaniya e sua esposa ficaram a ouvir o Mestre falar.

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

Um Novo Trabalho

Em 08/10/2008, obtive um original do Sutra Mahayana do Mahaparinirvana traduzido para o Inglês por Kosho Yamamoto; editado e revisado pelo Dr. Tony Page (Nirvana Publications, London, 1999-2000) em http://www.nirvanasutra.org.uk. Comecei a lê-lo, sempre lembrando as referências que o Grande Mestre Nitiren Daibossatsu fazia ao Nehankyo – O Sutra do Nirvana em Japonês. O desafio era grande, pois, além do enorme volume – cerca de 1.500 páginas, o inglês não era simples, pois se tratava de uma tradução feita na década de 20. Mas senti uma verdadeira compulsão de aceitar o desafio e traduzir o Sutra do Nirvana, mais para apreendê-lo do que por outro motivo. Iniciei esse novo trabalho no dia 10 daquele mês de outubro de 2008. Essa tradução viria a ser concluída exatos 2 (dois) anos após, em 04/10/2010. Os 46 (quarenta e seis) capítulos do Sutra Mahayana do Mahaparinirvana estão disponíveis no blog Cristal Perfeito, bem como uma coleção de 17 (dezessete) fascículos intitulada “Pérolas do Universo”, contendo passagens do Sutra do Nirvana, a qual considero uma fonte inesgotável de aprendizado para aqueles que buscam o Caminho. Eis os hiperlinks:

Sutra do Nirvana

SUTRA DO NIRVANA - CAPITULO 46

Click na imagem para leitura on-line ou download.

Pérolas do Universo

Pérolas do Universo 17

Click na imagem para leitura on-line ou download.

Continua no próximo episódio semanal de:

A História da Tradução do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa

por Marcos Ubirajara de Carvalho e Camargo.

Episódios Anteriores:

O Fato Motivador da Tradução do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa

O Último Dia

O Avatar

Um Novo Original do Sutra de Lótus

O Lótus Azul

A correspondência com a BTTS

A Criação dos Blogs e os Primeiros Volumes do Sutra de Lótus

A Decisão por uma Autopublicação do Sutra de Lótus

A Nitiren Shoshu

Missiva a Mattuzalem Lopes Cançado

Missiva a William Garcia

A Natureza de Buda

Antes de morrer, o Bem-Aventurado decidiu empreender uma longa jornada. Ele queria visitar alguns dos seus discípulos e exortá-los a manter em observância os seus ensinamentos com escrupuloso cuidado. Tendo somente Ananda em sua companhia, ele deixou a cidade de Rajagriha.

Certo dia, enquanto estava descansando à beira de um campo, ele disse a Ananda:

“Virá o tempo em que os homens se perguntarão porque outrora eu entrei no útero de uma mulher. Eles questionarão a pureza perfeita do meu nascimento, e duvidarão que eu sempre tive poder supremo. Esses homens ignorantes nunca compreenderão que, para aquele que devota a sua vida às obras de santidade, o corpo está livre da impureza do nascimento. Aquele que quiser buscar a sabedoria suprema deve entrar no útero de uma mulher; ele deve, por piedade pela humanidade, nascer no mundo dos homens. Pois, se ele fosse um Deus, como poderia colocar em movimento a Roda-da-Lei? Imagine o Buda como um Deus, Ananda; os homens logo perderiam o ânimo. Eles diriam: ‘O Buda, que é um Deus, tem a felicidade, a santidade, a perfeição; mas nós, como poderíamos atingi-las’? E cairiam em profundo desespero. Oh, deixe-os assim pensarem, essas criaturas ignorantes! Que não tentem roubar a lei, porque fariam mau uso dela. É melhor que considerem a Natureza de Buda incompreensível, esses homens que nunca serão capazes de medir a minha eminência!”

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

O Buda Ensina a Doutrina

O Mestre foi envelhecendo. Quando ele estava em Rajagriha, convocou uma assembleia dos Monges, e pregou-lhes longamente:

“Monges, não esqueçam os preceitos que lhes dei. Mantenha-os em observância cuidadosamente. Vocês reunir-se-ão duas vezes ao mês, e confessarão suas transgressões uns aos outros. Se sentirem que cometeram o mal, e guardá-lo para si, serão culpados de uma mentira. Admitam a sua transgressão: a confissão lhes trará conforto e paz. Os quatro mais graves pecados que um Monge pode cometer, como vocês sabem, são: manter relações sexuais com uma mulher; roubar o que quer que seja; matar um ser humano ou instigar um assassinato; e pretender possuir um poder sobre-humano que ele sabe não possuir. Um Monge que cometeu um desses quatro pecados deve ser expulso da comunidade. Monges, não troquem palavras com mulheres, e não corrompa-lhes. Não levantem falso testemunho contra seus irmãos. Não tentem plantar a discórdia na comunidade. Não relutem para escapar de uma repreensão. Nunca mintam, ou insultem alguém. Observem cuidadosamente, oh Monges, todos os preceitos que lhes dei.”

Ele ainda disse:

“Seriedade é o domínio da imortalidade; frivolidade, o domínio da morte. Aqueles que são sérios não morrem; os que são frívolos estão sempre mortos. Portanto, o sábio deve ser sério. O sábio atinge a suprema benção, Nirvana. Aquele que é enérgico vê a sua glória crescer e pode reconhecer quem pensa honestamente e age deliberadamente, quem é casto, quem vive dentro da lei, e quem é sério. Os tolos e aqueles de mente fraca buscam a frivolidade; o sábio entesoura a seriedade assim como um avarento o seu ouro. O Monge que seja sério, que veja o perigo da frivolidade, sacode as más leis como o vento o faz com as folhas; ele rompe as amarras que atam-lhe ao mundo; ele está próximo do Nirvana. Do terraço da sabedoria, liberto de todos os sofrimentos, o homem sério que conquistou a frivolidade contempla a multidão infeliz; assim como, do cume de uma montanha, pode-se contemplar a multidão nas planícies abaixo.”

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

Seriate, Lombardia, Italy

Nesses lugares há pessoas que visitam Cristal Perfeito. Faça-lhes uma visita de cortesia!

Click na imagem e arraste.

View Larger Map

Se for da sua vontade, click no botão abaixo e diga:

.

Barking, England, United Kingdom

Nesses lugares há pessoas que visitam Cristal Perfeito. Faça-lhes uma visita de cortesia!

Click na imagem e arraste.

View Larger Map

Se for da sua vontade, click no botão abaixo e diga:

.

Zaventem, Vlaams Gewest, Belgium

Nesses lugares há pessoas que visitam Cristal Perfeito. Faça-lhes uma visita de cortesia!

Click na imagem e arraste.

View Larger Map

Se for da sua vontade, click no botão abaixo e diga:

.

Missiva a William Garcia

Naquela ocasião, mantive correspondência com um grande amigo, hoje membro da HBS – Honmon Butsuryu Shu, e também ex-membro da Nitiren Shoshu, onde nos conhecemos, com o seguinte teor:

Belo Horizonte, 16 de janeiro de 2008.

Estimado William,

Estou anexando a esta missiva uma cópia do eBook do futuro livro “Passagens Selecionadas do Sutra de Lótus”. Reverentemente, é para o vosso deleite e benefício, e também das muitas outras pessoas amigas que buscam o caminho, para as quais você poderá enviá-lo desde já. Desfrute da Paz do Dharma Maravilhoso!

Estive imensamente atribulado nos últimos tempos. A razão é uma só: o livro do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa, em sua íntegra, ficará pronto nos próximos dias. Imagine o que isso exigiu de esforços e concentração para obtermos o polimento adequado da Jóia do Sutra de Lótus. Esse trabalho, agora, é a minha vida. Para sempre, e sem descanso, trabalharei para o seu aperfeiçoamento e para a propagação dos ensinos dourados do Buda, em benefício de todos os seres. A propósito, o eBook que estou anexando tem o exato objetivo de conduzir as pessoas às profundas doutrinas do Sutra de Lótus.

Considero-me um discípulo do Grande Mestre Nitiren Daibossatsu. Suas escrituras e seus muitos ensinamentos me conduziram ao Sutra de Lótus. Se não tivermos em mente que ele, Nitiren Daishonin, se utilizou dos meios hábeis do Buda para conduzir-nos ao Grande Veículo; o que pensar, então? Com toda a certeza, tudo isso se deu pela graça e benevolência do Buda Shakyamuni, Honrado pelo Mundo. Portanto, se eu puder dar alguma contribuição no trabalho de tradução das escrituras de Nitiren Daishonin, o farei com imensa alegria. Todavia, há que considerar as minhas limitações.

Entenda! Para fazer esse tipo de tradução, antes que saber inglês, você precisa ser penetrado pela intenção do Buda. Você tem que saber o que está escrito lá, e como deve ser vertido em outro idioma. Essa penetração não se dá ao nosso bel prazer. No caso do Sutra de Lótus, de posse dos originais em inglês, durante um ano, empreendi esforços de leitura, escrita e recitações. Acima de tudo, orava muito, fazia oferecimentos para os volumes dos originais, até que um dia comecei a sentir que sabia o que o Buda dizia. Dai em diante, passei um ano escrevendo e revisando.

Então, a ajuda que posso oferecer a partir do acesso aos textos originais das escrituras, passa pela minha prática diária. Não poderia fazê-lo atrelado a compromissos de prazos. Você entende, né? Mas, vamos estudar as escrituras sim.

Fico muito contente em saber que você, freqüentemente, encontra-se com a minha filha Fernanda. Considero isso um benefício pelo zelo que sempre tivemos por nossas relações. Respeito-os profundamente, você e sua família, por continuarem a recitar o Namu-Myoho-Rengue-Kyo a despeito dos percalços deste caminho. Lembranças a todos.

Marcos Ubirajara.

Continua no próximo episódio semanal de:

A História da Tradução do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa

por Marcos Ubirajara de Carvalho e Camargo.

Episódios Anteriores:

O Fato Motivador da Tradução do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa

O Último Dia

O Avatar

Um Novo Original do Sutra de Lótus

O Lótus Azul

A correspondência com a BTTS

A Criação dos Blogs e os Primeiros Volumes do Sutra de Lótus

A Decisão por uma Autopublicação do Sutra de Lótus

A Nitiren Shoshu

Missiva a Mattuzalem Lopes Cançado

« Entradas mais antigas Entradas mais recentes »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 1.194 other followers