Sutra do Nirvana – Cap. 45 – Bodhisattva Kaundinya 1

O Buda disse: “Nobre filho, o mundo inteiro possui um grande orgulho [mana] desde os primórdios, o qual aumenta o (próprio) orgulho e também funciona como a causa de [mais] orgulho e ações orgulhosas. Portanto, os seres agora experimentam os resultados (retribuições) do orgulho e não são capazes de eliminar todas as klesas [impurezas mentais/morais] e atingir o Eterno, Êxtase, o Eu, e o Puro. Se os seres desejam acabar com todas as impurezas, o que eles necessitam fazer, antes de tudo, é acabar com o orgulho.”

[Nota: a palavra do Sânscrito para orgulho, mana, tem um alcance semântico diferente do Inglês ‘orgulho/arrogância’. Ela é derivada da raiz verbal ‘man’ (pensar, acreditar, medir, conceituar, julgar, valorar, considerar como) e também significa ‘medida’, ‘cômputo’, ‘meios de prova’. O sentido de ‘orgulho’ aqui implica os processos de geração ou projeção que são construtos mentais implicitamente falsos. Ele se refere ao processo descrito no capítulo anterior do sutra sobre as quatro inversões (visões distorcidas). – Stephen Hodge].

Leia mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 45 – Sobre Kaundinya 1.

Sutra do Nirvana - CAPITULO 45

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Destaques deste Capítulo:

Três Tipos de Doenças dos Seres    19

A Conversão de Vasistha       20

As Virtudes de Vasistha         21

Eu Fantasma       31

Orgulho      34

Sutra do Nirvana – Cap. 44 – Bodhisattva Kashyapa 5

“O Bodhisattva medita: ‘Se a membrana não fosse não-eterna, ela não poderia tornar-se (tecido) esponjoso. E se o auge da vida não fosse não-eterno, a velhice nunca chegaria. Se o tempo não fosse fugaz, momento após momento, ele nunca poderia durar muito. Tudo teria que crescer ao mesmo tempo e ser pleno no tamanho. Por isso, deve-se saber definitivamente que há existências de minúsculas partículas não-eternas, as quais têm que seguir existindo continuamente [isto é, mudando de momento a momento]. Também, vemos uma pessoa com todos os seus sentidos orgânicos perfeitos, e de uma fisionomia brilhante e resplandecente, [apenas para] tudo isto desaparecer (ser consumido) num estado debilitado’.”

Leia mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

Steve Jobs

Steve Jobs

Obrigado Steve Jobs, por ter feito da sua passagem por este mundo, os meios para promulgação ampla e irrestrita do Dharma Maravilhoso; e da sua própria vida, os meios para compreendê-lo.

Minhas sinceras homenagens a quem tanto fez para que isso fosse possível hoje.Minhas condolências aos seus familiares e entes próximos – Marcos Ubirajara.

SUTRA DO NIRVANA - CAPITULO 44

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Destaques deste Capítulo:

O Remédio Todo-Maravilhoso dos Himalayas 3

Meditar Sobre Imagem 7

Meditar Sobre a Causa da Imagem 9

Meditar sobre o Desejo 11

Meditar Sobre o Carma 12

Meditar Sobre a Causa do Carma 13

Meditar Sobre o Resultado Cármico 13

O Carma Imaculado 14

Meditar Sobre o Sofrimento 17

A Casa do Tesouro 18

Da Raiz ao Ultimado 24

O Toque do Brilho 26

Do Sentimento à Consecução 26

A Meditação Grosseira 30

A Meditação Minuciosa 32

O Brilho da Sabedoria 38

Extinção Momentânea 39

Sobre Abraçar o Sutra de Lótus

“Além disso, Ajita, se alguém ouvir a respeito da longa duração da extensão da vida do Buda e compreender a importância dessas palavras, os méritos e virtudes que tal pessoa obterá serão sem fronteiras ou limites, porque possibilitarão àquela pessoa ascender à suprema sabedoria do Tathagata. Quanto mais não será o caso para aquele que possa ouvir este Sutra extensivamente; induzir outros a ouvir; mantê-lo para si; induzir outros a mantê-lo; copiá-lo em si; induzir outros a copiá-lo; ou usar flores, incenso, contas, estandartes, bandeiras, dosséis de seda, óleos fragrantes ou velas para fazer oferecimentos a este Sutra. Os méritos e virtudes de tal pessoa serão ilimitados e infinitos, porque possibilitarão àquela pessoa ascender à Sabedoria que Abarca Todos os Fenômenos ”.

“Ajita! Se um bom homem ou uma boa mulher ouvirem a respeito da longa duração da extensão da vida do Buda, e com um profundo sentimento compreender e entender, ele ou ela, então, verão o Buda sempre presente no Monte Gridhrakuta juntamente com os grandes Bodhisattvas e a assembléia de Ouvintes circundando-o enquanto ele prega a Lei. Ele ou ela também verão o solo do mundo Saha transformar-se em lápis-lazúli. Eles o verão liso e plano, com as oito estradas maiores delimitadas com ouro de Jambunada e ladeadas com árvores de jóias. No espaço adjacente às estradas, existirão pavilhões e torres feitas de jóias, onde as multidões de Bodhisattvas residirão. A contemplação deste caminho é indicativa de profunda fé e compreensão”.

“Além disso, após a passagem do Tathagata à extinção, se uma pessoa ouvir este Sutra e não difamá-lo, mas ao invés disso regozijar-se com ele, saiba que isto indica que ela já possui profunda fé e compreensão. Quanto mais não será o caso para aquele que o lê, o recita, o recebe e o mantém. Esta pessoa carrega o Tathagata no topo da sua cabeça”.

“Ajita! Este bom homem ou boa mulher não necessitam construir torres votivas ou templos para mim, nem construir aposentos para a Sangha, nem fazer os quatro tipos de oferecimentos à Sangha. Por que não? Este bom homem ou boa mulher, recebendo, ostentando, lendo e recitando este Sutra, já construíram torres votivas, erigiram aposentos para a Sangha e fizeram oferecimentos à Sangha. Eles construíram torres votivas feitas dos sete tesouros para as relíquias do Buda. As torres votivas que construíram são altas e amplas, alcançando os céus Brahma, e são decoradas com estandartes e dosséis que delas pendem. Eles também ofereceram muitos sinos cravejados de jóias, flores, incenso, contas, incenso granulado, em pasta e para queimar, bem como muitos tambores, músicas instrumentais, trompas, flautas, conchas, várias danças e cantos de louvor com sons maravilhosos. Eles já fizeram tais oferecimentos ao longo de ilimitados milhares de miríades de milhões de kalpas”.

“Ajita! Se, após a minha passagem à extinção, uma pessoa, ouvindo este Sutra, puder recebê-lo e ostentá-lo, copiá-lo, ou induzir outros a copiá-lo…, desse modo ela construirá aposentos à Sangha e fará trinta e dois salões de sândalo vermelho, adornados, medindo oito árvores tala na altura, largura e profundidade, com centenas de milhares de Monges residindo dentro deles, repletos de jardins, bosques, lagos para banho, trilhas, grutas para meditação dhyana, indumentárias, comidas, bebidas, aposentos, remédios e músicas instrumentais. Tais aposentos para a Sangha, salões e pavilhões, feitos aos milhares de miríades de milhões, serão incontáveis em número e se manifestarão como um oferecimento diante de mim e da Sangha de Monges. Portanto, eu digo que após o Tathagata ter entrado em extinção, se uma pessoa receber, ostentar, ler, recitar ou expor este Sutra para outros, se ela copiá-lo, induzir outros a copiá-lo, ou a fazer oferecimentos a este Sutra, ela não necessitará, além disso, construir torres votivas, monastérios, ou aposentos para a Sangha, nem necessitará fazer oferecimentos à Sangha. Quanto mais isso não se aplicará a uma pessoa que possa ostentar este Sutra e ao mesmo tempo praticar a doação, observando preceitos, possuindo a paciência, o vigor, o pensamento único e a sabedoria . Sua virtude será suprema, ilimitada e incomensurável. Assim como o espaço ao norte, ao leste, ao sul, ao oeste, no centro, no zenith e no nadir é ilimitado e infinito; assim também os méritos e virtudes dessa pessoa serão ilimitados e infinitos, e ela rapidamente atingirá a Sabedoria que Abarca Todos os Fenômenos ”.

“Uma pessoa pode ler, recitar, receber, e manter este Sutra, explicá-lo aos outros, copiá-lo, ou induzir os outros a copiá-lo, e pode, além disso, construir torres votivas ou aposentos para a Sangha. Ela pode fazer oferecimentos e louvar a Sangha de Ouvintes, e louvar os méritos e virtudes dos Bodhisattvas através de centenas de milhares de miríades de milhões de modos. Além disso, ela pode explicar os significados contidos no Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa para outros, de acordo com as suas várias causas e condições. E mais, ela pode observar puramente os preceitos, viver em harmonia com as pessoas, ser paciente e sem ódio, e ter uma sólida decisão e determinação. Ela pode sempre valorizar a meditação dhyana, obtendo a profunda concentração. Ela pode ser vigorosa e heróica, desenvolvendo-se em todas as boas doutrinas. Ela pode possuir faculdades apuradas e sabedoria, e ser hábil na resposta às questões”.

“Ajita! Se houver um bom homem ou uma boa mulher que, após a minha passagem à extinção, seja apto a receber, manter, ler e recitar este Sutra, e que também seja capaz de acumular essas outras boas ações e virtudes meritórias ditas acima, tal pessoa já está em direção ao Bodhimanda, ela já está próxima do Anuttara-Samyak-Sambodhi, e está sentada sob a árvore da Via. Ajita! Onde quer que tal bom homem ou boa mulher se encontrem, se ele ou ela estiverem sentados, em pé ou caminhando, uma torre votiva deveria ser construída naquele local, e todos os seres celestiais e humanos deveriam fazer oferecimentos para eles como se fosse uma torre votiva do Buda ”.

Excerto do CAP. 17: Distinção dos Méritos e Virtudes, pág. 308.

Sobre a Eternidade da Vida do Buda

Para aqueles que recitam o Hoben-Pon e Ji-ga-gue, os versos que seguem correspondem à parte final em versos do Capítulo Juryo. Onde recitamos:

Ji_ga_toku_ bu_rai
Sho_kyo sho_ko – shu
Mu_ryo hyaku sen man
Oku sai a_so gui…

E assim por diante…

“Desde quando atingi o Estado de Buda,
os kalpas, que então se passaram,
são em número de ilimitadas centenas de milhares de miríades de kotis de asamkhyas.
Desde então, eu tenho pregado a Lei para ensinar e converter incontáveis milhões de seres viventes,
tal que eles possam entrar na Via do Buda.
Através desses ilimitados kalpas,
no sentido de salvar seres viventes,
expedientemente manifesto o Nirvana.
Mas, na verdade, eu nunca passo à extinção.
Eu permaneço aqui, sempre pregando a Lei.
Eu sempre estou exatamente aqui,
e usando o poder das penetrações espirituais,
faço com que os seres viventes em sua embriaguez,
embora próximos a mim, não me vejam.

Quando as multidões vêem-me passando à extinção,
fazem extensivamente oferecimentos para minhas relíquias.
Com todos sentindo um forte enternecimento por mim,
em seus corações surge o desejo de ver-me.
Quando os seres viventes tornam-se fiéis e dóceis,
fortes e de pensamentos condescendentes,
e em mente única desejam ver o Buda,
sem poupar as suas próprias vidas, naquele momento,
eu e a Sangha, em assembléia,
apareceremos juntos no Pico da Águia,
onde eu digo para os seres viventes que estou sempre aqui e nunca cesso de ser.
Mas usando o poder dos meios hábeis,
eu manifesto ‘cessando’ e ‘não cessando’ de ser.
Para os seres viventes em outras terras,
que sejam reverentes, fiéis e desejosos (de ver o Buda),
eu também prego a Lei Insuperável.
Mas aqueles que não ouvem isto,
pensam que passei à extinção.

Quando eu vejo os seres viventes afogando-se na miséria,
ainda assim, refreio-me em manifestar-me para eles,
para causar-lhes o sincero desejo de ver-me.
Então, quando seus corações encherem-se desse desejo,
eu apareço para pregar a Lei.
Dotado de tais poderes de penetrações espirituais,
através de asamkhyas de kalpas,
eu permaneço sempre no Pico da Águia,
e também resido em outros lugares.
Enquanto os seres vêem o final do kalpa,
e tudo ser consumido pelo grande fogo,
minha terra está em paz e segurança,
sempre repleta de seres celestiais e humanos ,
jardins e bosques, salões e pavilhões,
e variados adornos preciosos.
Há árvores de jóias com muitas flores e frutos,
onde seres viventes passeiam e deleitam-se.
Seres celestiais tocam tambores celestiais,
constantemente fazendo vários tipos de música,
e flores de mandarava são espalhadas sobre o Buda e a grande assembléia.
Minha Terra Pura é indestrutível,
embora as multidões vejam-na sendo queimada inteiramente.

Aflitos, aterrorizados e miseráveis,
os seres viventes encontram-se por toda parte.
Todos esses seres com suas ofensas,
em razão das suas más causas e relações cármicas,
passam através de asamkhyas de kalpas sem ouvir sequer o nome dos Três Tesouros.
Mas todos aqueles que tenham cultivado méritos e virtudes,
que são complacentes, agradáveis e honestos;
ver-me-ão aqui, pregando a Lei.

Às vezes para esta assembléia,
eu prego sobre a ilimitada duração da vida do Buda.
Para aqueles que vêem o Buda somente após um longo tempo,
eu prego o Buda como sendo difícil de encontrar.
O poder da minha sabedoria,
a ilimitada iluminação da minha sabedoria,
é tal que a minha duração de vida é de incontáveis kalpas,
tendo atingido isto através de longa prática e trabalho.
Aqueles que são sábios dentre vocês,
não devem ter dúvidas sobre isto.
Erradiquem-nas, eliminem-nas por completo,
porque as palavras do Buda são verdadeiras, e não falsas.
Elas são como os inteligentes meios hábeis do médico que,
para curar suas crianças insanas,
está de fato vivo, contudo diz que está morto,
e ninguém pode dizer que ele pregue falsidades.
Eu, também, sou como um pai para o mundo,
salvando todos do sofrimento e da aflição.

Mas para os seres viventes, embriagados como estão,
eu prego sobre a extinção, embora de fato aqui permaneça.
De outra forma, se constantemente me vissem,
tornar-se-iam crescentemente arrogantes e preguiçosos.
Teimosos e apegados aos cinco desejos,
cairiam nos maus caminhos.
Estou sempre ciente do que fazem os seres viventes.
Aqueles que praticam a Via e aqueles que não praticam.
Eu prego várias Doutrinas em seu benefício,
para salvá-los da maneira apropriada.
Medito constantemente:
‘Como posso levar os seres viventes a adentrar a Via Insuperável e, rapidamente,
adquirir o corpo de um Buda’?”.

Excerto do CAP. 16: A Duração da Vida do Tathagta, pág. 294.

Sobre o Sutra de Lótus

“Manjushri, através de ilimitados kalpas, não é possível sequer ouvir o nome do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa, muito menos ver, receber, manter, ler ou recitá-lo”.

“Manjushri, é como um poderoso rei sábio girador-de-roda que deseja subjugar outros países através da força, mas todos os demais reis menores não seguem seus comandos. O rei girador-de-roda então mobiliza suas várias tropas e avança para puni-los. Vendo suas tropas triunfarem na guerra, ele sente-se grandemente gratificado e retribui-lhes de acordo com os seus méritos, dando terras, casas, vilas, cidades, países; ou mesmo roupas, ornamentos pessoais; ou vários tipos de tesouros preciosos feitos de ouro, prata, lápis-lazúli, madrepérola, carnelian, coral e ágata; ou elefantes, cavalos, carruagens, servos ou empregados”.

“Somente aquela solitária pérola brilhante no alto da sua cabeça ele não dá a ninguém. Por que não? Somente um rei pode ostentar esta pérola em sua coroa. Se ele a desse, seguramente os seguidores do rei ficariam grandemente atônitos”.

“Manjushri, o Tathagata também é assim. Através do uso dos poderes do Samadhi Dhyana e da sabedoria, ele conquistou o país da Lei e tornou-se rei dos três domínios da existência. Ainda assim, os reis demônios recusam-se a se submeter. Os generais do Tathagata, dignos e sábios, travam batalha com eles. Com aqueles que triunfam, ele alegra-se. Para a assembléia dos quatro tipos de crentes, ele prega os Sutras, alegrando seus corações. Ele confere-lhes a meditação dhyana, a liberdade, a ausência de falhas, as raízes e poderes, e toda a riqueza da Lei. Além disso, ele concede-lhes a cidade do Nirvana, dizendo-lhes que eles atingiram a cessação dos sofrimentos. Ele guia seus pensamentos, trazendo felicidade a todos”.

“Mas, ele não prega o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa”.

“Manjushri, eventualmente, o rei girador-de-roda vendo em meio às suas tropas aqueles que têm sido muito bem sucedidos, fica ultra-satisfeito e finalmente concede-lhes a incrível pérola que ele há tempos ostenta no seu turbante e que ele nunca daria casualmente”.

“Assim, também, é com o Tathagata. Como grande rei da Lei nos três domínios da existência, ele usa a Lei para ensinar e converter todos os seres viventes. Vendo o exército daqueles que são dignos e sábios travando batalhas com demônios dos cinco componentes, os demônios das aflições e os demônios da morte ; e sendo bem sucedidos extinguindo os três venenos , escapando do mundo tríplice e rasgando as redes dos demônios, o Tathagata sente-se grandemente gratificado. Ele então lhes prega o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa, que pode levar todos os seres viventes à Sabedoria que abarca todos os fenômenos, que erradica o ressentimento e a desavença no mundo, e que ele nunca pregou antes”.

“Manjushri, o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa é supremo dentre os ensinamentos do Tathagata. Em meio a todos os ensinamentos ele é o mais profundo, e somente é concedido em última instância, como é o caso daquela pérola brilhante que o poderoso rei há muito a detém e finalmente a concede. Manjushri, o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa é o tesouro secreto de todos os Budas, Tathagatas. Dentre todos os Sutras ele é o mais elevado. Na longa noite do tempo ele foi guardado e nunca descuidadamente exposto. Hoje, pela primeira vez, eu o estou pregando para você”.

Excerto do CAP. 14: Conduta Para a Prática Bem-Sucedida, pág. 262.

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