Ciência Humana

Em ‘Ciência Humana’ A ciência humana ocupa-se com a observação e compreensão dos dharmas (fenômenos), os quais são essencialmente impermanentes e transitórios. Ademais, toda a sua lógica, desde os princípios mais elementares, baseia-se na discriminação e na diferenciação daquilo que se entende como matéria e forças, portanto é uma ciência do ´é´ ou ´não é´,… Continuar lendo Ciência Humana

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A Pluralidade Contida no Singular

Em ‘A Pluralidade Contida no Singular’ Sempre ternamente, IZ se dirigiu a PI com as seguintes palavras: “PI, há um Sutra Chamado Diamante – Vajra Prajna Paramita, e as considerações abaixo são do Venerável Mestre Hsüan Hua em suas explanações”. “Vajra (Diamante) é uma analogia. Prajna Paramita (Consecução Plena da Grande Sabedoria) é um dharma.… Continuar lendo A Pluralidade Contida no Singular

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Diamante

Exausto, esgotado, pulverizado pelo Diamante, minúsculas partículas sem natureza própria. Apenas a natureza do vento permanece: inefável, sem substância real, o vento do Dharma Maravilhoso. Poeira a dar umas voltas por aí.

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Fim do Sutra Vajra Prajna Paramita

Sutra: Após o Buda ter pregado esse sutra o Longevo Subhuti, todos os monges, monjas, leigos, leigas, e o mundo com seus deuses, humanos e asuras, ouviram o que o Buda pregara, regozijaram, acreditaram, receberam, reverenciaram, e praticaram com alegria. Comentário: Após o Buda encerrar a pregação da Prajna da verdadeira vacuidade, o Sutra Diamante,… Continuar lendo Fim do Sutra Vajra Prajna Paramita

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O Verso Adamantino

E por quê? Por que se necessita da prajna literária, da contemplativa, e da marca real? O Buda Shakyamuni falou um verso de quatro linhas que aqueles que estudam o Sutra Diamante devem recitar regularmente: Todos os Dharmas Condicionados, São Como Sonhos, Ilusões, Bolhas, Sombras, Como Gotas de Orvalho e um Lampejo: Contemple-os assim. Tudo… Continuar lendo O Verso Adamantino

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A Prajna Literária, a Contemplativa, e a Marca Real

Sutra: Como ele deveria ser explicado para outros? Sem apego às marcas: assim, assim, imóvel. E por quê? Todos os dharmas condicionados são como sonhos, ilusões, bolhas, sombras, como gotas de orvalho e um lampejo: contemple-os assim. Comentário: Explicá-los extensivamente para outros refere-se à prajna literária. Sem apego às marcas refere-se à prajna contemplativa. Assim,… Continuar lendo A Prajna Literária, a Contemplativa, e a Marca Real

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A Suprema Doação

Sutra: “Subhuti, alguém poderia preencher imensuráveis asamkhyas de sistemas de mundos com as sete gemas preciosas e oferecê-las como uma doação. Mas se um bom homem, ou uma boa mulher, que tenha devotado seu coração ao Bodhi pegasse mesmo que tão pouco quanto um verso de quatro linhas deste sutra e recebesse, ostentasse, lesse, recitasse… Continuar lendo A Suprema Doação

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A Equanimidade de Todas as Visões

 5.    A equanimidade de todas as visões. O que é a visão do ‘eu’, a visão dos outros, a visão dos seres viventes, e a visão de uma vida? Não há nenhuma. Isto é a equanimidade de todas as visões. O remédio é prescrito de acordo com a doença mas, uma vez curado, você não… Continuar lendo A Equanimidade de Todas as Visões

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A Equanimidade de Todos os Dharmas

3.    A equanimidade de todos os dharmas. O Sutra Diamante diz: “Esse dharma é liso e plano, sem altos ou baixos, porquanto é chamado Anuttara-Samyak-Sambodhi”. Isto é equanimidade de todos os dharmas. “O Tathagata nem vem ou vai”. Isto é equanimidade de todos os dharmas. Disto advém, 4.    A equanimidade de um e muitos. Sutra… Continuar lendo A Equanimidade de Todos os Dharmas

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