Um Novo Trabalho

Em 08/10/2008, obtive um original do Sutra Mahayana do Mahaparinirvana traduzido para o Inglês por Kosho Yamamoto; editado e revisado pelo Dr. Tony Page (Nirvana Publications, London, 1999-2000) em http://www.nirvanasutra.org.uk. Comecei a lê-lo, sempre lembrando as referências que o Grande Mestre Nitiren Daibossatsu fazia ao Nehankyo – O Sutra do Nirvana em Japonês. O desafio era grande, pois, além do enorme volume – cerca de 1.500 páginas, o inglês não era simples, pois se tratava de uma tradução feita na década de 20. Mas senti uma verdadeira compulsão de aceitar o desafio e traduzir o Sutra do Nirvana, mais para apreendê-lo do que por outro motivo. Iniciei esse novo trabalho no dia 10 daquele mês de outubro de 2008. Essa tradução viria a ser concluída exatos 2 (dois) anos após, em 04/10/2010. Os 46 (quarenta e seis) capítulos do Sutra Mahayana do Mahaparinirvana estão disponíveis no blog Cristal Perfeito, bem como uma coleção de 17 (dezessete) fascículos intitulada “Pérolas do Universo”, contendo passagens do Sutra do Nirvana, a qual considero uma fonte inesgotável de aprendizado para aqueles que buscam o Caminho. Eis os hiperlinks:

Sutra do Nirvana

SUTRA DO NIRVANA - CAPITULO 46

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Pérolas do Universo

Pérolas do Universo 17

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Continua no próximo episódio semanal de:

A História da Tradução do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa

por Marcos Ubirajara de Carvalho e Camargo.

Episódios Anteriores:

O Fato Motivador da Tradução do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa

O Último Dia

O Avatar

Um Novo Original do Sutra de Lótus

O Lótus Azul

A correspondência com a BTTS

A Criação dos Blogs e os Primeiros Volumes do Sutra de Lótus

A Decisão por uma Autopublicação do Sutra de Lótus

A Nitiren Shoshu

Missiva a Mattuzalem Lopes Cançado

Missiva a William Garcia

A Natureza de Buda

Antes de morrer, o Bem-Aventurado decidiu empreender uma longa jornada. Ele queria visitar alguns dos seus discípulos e exortá-los a manter em observância os seus ensinamentos com escrupuloso cuidado. Tendo somente Ananda em sua companhia, ele deixou a cidade de Rajagriha.

Certo dia, enquanto estava descansando à beira de um campo, ele disse a Ananda:

“Virá o tempo em que os homens se perguntarão porque outrora eu entrei no útero de uma mulher. Eles questionarão a pureza perfeita do meu nascimento, e duvidarão que eu sempre tive poder supremo. Esses homens ignorantes nunca compreenderão que, para aquele que devota a sua vida às obras de santidade, o corpo está livre da impureza do nascimento. Aquele que quiser buscar a sabedoria suprema deve entrar no útero de uma mulher; ele deve, por piedade pela humanidade, nascer no mundo dos homens. Pois, se ele fosse um Deus, como poderia colocar em movimento a Roda-da-Lei? Imagine o Buda como um Deus, Ananda; os homens logo perderiam o ânimo. Eles diriam: ‘O Buda, que é um Deus, tem a felicidade, a santidade, a perfeição; mas nós, como poderíamos atingi-las’? E cairiam em profundo desespero. Oh, deixe-os assim pensarem, essas criaturas ignorantes! Que não tentem roubar a lei, porque fariam mau uso dela. É melhor que considerem a Natureza de Buda incompreensível, esses homens que nunca serão capazes de medir a minha eminência!”

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

O Buda Ensina a Doutrina

O Mestre foi envelhecendo. Quando ele estava em Rajagriha, convocou uma assembleia dos Monges, e pregou-lhes longamente:

“Monges, não esqueçam os preceitos que lhes dei. Mantenha-os em observância cuidadosamente. Vocês reunir-se-ão duas vezes ao mês, e confessarão suas transgressões uns aos outros. Se sentirem que cometeram o mal, e guardá-lo para si, serão culpados de uma mentira. Admitam a sua transgressão: a confissão lhes trará conforto e paz. Os quatro mais graves pecados que um Monge pode cometer, como vocês sabem, são: manter relações sexuais com uma mulher; roubar o que quer que seja; matar um ser humano ou instigar um assassinato; e pretender possuir um poder sobre-humano que ele sabe não possuir. Um Monge que cometeu um desses quatro pecados deve ser expulso da comunidade. Monges, não troquem palavras com mulheres, e não corrompa-lhes. Não levantem falso testemunho contra seus irmãos. Não tentem plantar a discórdia na comunidade. Não relutem para escapar de uma repreensão. Nunca mintam, ou insultem alguém. Observem cuidadosamente, oh Monges, todos os preceitos que lhes dei.”

Ele ainda disse:

“Seriedade é o domínio da imortalidade; frivolidade, o domínio da morte. Aqueles que são sérios não morrem; os que são frívolos estão sempre mortos. Portanto, o sábio deve ser sério. O sábio atinge a suprema benção, Nirvana. Aquele que é enérgico vê a sua glória crescer e pode reconhecer quem pensa honestamente e age deliberadamente, quem é casto, quem vive dentro da lei, e quem é sério. Os tolos e aqueles de mente fraca buscam a frivolidade; o sábio entesoura a seriedade assim como um avarento o seu ouro. O Monge que seja sério, que veja o perigo da frivolidade, sacode as más leis como o vento o faz com as folhas; ele rompe as amarras que atam-lhe ao mundo; ele está próximo do Nirvana. Do terraço da sabedoria, liberto de todos os sofrimentos, o homem sério que conquistou a frivolidade contempla a multidão infeliz; assim como, do cume de uma montanha, pode-se contemplar a multidão nas planícies abaixo.”

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

Seriate, Lombardia, Italy

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Barking, England, United Kingdom

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Zaventem, Vlaams Gewest, Belgium

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Missiva a William Garcia

Naquela ocasião, mantive correspondência com um grande amigo, hoje membro da HBS – Honmon Butsuryu Shu, e também ex-membro da Nitiren Shoshu, onde nos conhecemos, com o seguinte teor:

Belo Horizonte, 16 de janeiro de 2008.

Estimado William,

Estou anexando a esta missiva uma cópia do eBook do futuro livro “Passagens Selecionadas do Sutra de Lótus”. Reverentemente, é para o vosso deleite e benefício, e também das muitas outras pessoas amigas que buscam o caminho, para as quais você poderá enviá-lo desde já. Desfrute da Paz do Dharma Maravilhoso!

Estive imensamente atribulado nos últimos tempos. A razão é uma só: o livro do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa, em sua íntegra, ficará pronto nos próximos dias. Imagine o que isso exigiu de esforços e concentração para obtermos o polimento adequado da Jóia do Sutra de Lótus. Esse trabalho, agora, é a minha vida. Para sempre, e sem descanso, trabalharei para o seu aperfeiçoamento e para a propagação dos ensinos dourados do Buda, em benefício de todos os seres. A propósito, o eBook que estou anexando tem o exato objetivo de conduzir as pessoas às profundas doutrinas do Sutra de Lótus.

Considero-me um discípulo do Grande Mestre Nitiren Daibossatsu. Suas escrituras e seus muitos ensinamentos me conduziram ao Sutra de Lótus. Se não tivermos em mente que ele, Nitiren Daishonin, se utilizou dos meios hábeis do Buda para conduzir-nos ao Grande Veículo; o que pensar, então? Com toda a certeza, tudo isso se deu pela graça e benevolência do Buda Shakyamuni, Honrado pelo Mundo. Portanto, se eu puder dar alguma contribuição no trabalho de tradução das escrituras de Nitiren Daishonin, o farei com imensa alegria. Todavia, há que considerar as minhas limitações.

Entenda! Para fazer esse tipo de tradução, antes que saber inglês, você precisa ser penetrado pela intenção do Buda. Você tem que saber o que está escrito lá, e como deve ser vertido em outro idioma. Essa penetração não se dá ao nosso bel prazer. No caso do Sutra de Lótus, de posse dos originais em inglês, durante um ano, empreendi esforços de leitura, escrita e recitações. Acima de tudo, orava muito, fazia oferecimentos para os volumes dos originais, até que um dia comecei a sentir que sabia o que o Buda dizia. Dai em diante, passei um ano escrevendo e revisando.

Então, a ajuda que posso oferecer a partir do acesso aos textos originais das escrituras, passa pela minha prática diária. Não poderia fazê-lo atrelado a compromissos de prazos. Você entende, né? Mas, vamos estudar as escrituras sim.

Fico muito contente em saber que você, freqüentemente, encontra-se com a minha filha Fernanda. Considero isso um benefício pelo zelo que sempre tivemos por nossas relações. Respeito-os profundamente, você e sua família, por continuarem a recitar o Namu-Myoho-Rengue-Kyo a despeito dos percalços deste caminho. Lembranças a todos.

Marcos Ubirajara.

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por Marcos Ubirajara de Carvalho e Camargo.

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O Último Dia

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O Lótus Azul

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A Decisão por uma Autopublicação do Sutra de Lótus

A Nitiren Shoshu

Missiva a Mattuzalem Lopes Cançado

Prasenajit e Ajatasatru

Embora o Buda houvesse purificado o espírito de Ajatasatru, houve ocasiões em que o rei ainda dava lugar à ira. Certo dia, por causa de uma desavença entre um homem de Rajagriha e um outro de Cravasti, ele declarou guerra contra o Rei Prasenajit.

Ele recrutou um vasto exército. Havia infantaria e cavalaria; havia alguns montados em carros de combate, outros colocados em blindagens carregadas por elefantes, e espadas e lanças brilhavam ao sol enquanto marchavam para a batalha.

O Rei Prasenajit também reuniu suas tropas. Ele também trazia carros de combate, cavalos e elefantes, e avançou para encontrar Ajatasatru.

Foi uma batalha terrível. Durou quatro dias. No primeiro dia, Prasenajit perdeu seus elefantes; no segundo dia ele perdeu seus cavalos; no terceiro, seus carros de combate foram destruídos; e no quarto dia, seus soldados de infantaria foram mortos ou feitos prisioneiros; e o próprio Prasenajit, derrotado e em pânico, fugiu na única carruagem salva do desastre, e escapou para Cravasti.

Lá, num pequeno e sombrio salão, ele atirou-se num divã. Ficou em silêncio, preso aos seus melancólicos pensamentos. Não se mexia, parecia estar morto, exceto pelas lágrimas que escorriam pelo seu rosto.

Um homem entrou; era o mercador Anathapindika.

“Meu senhor”, disse ele, “viva longamente, e a maré da vitória poderá voltar!”

“Meus soldados estão mortos”, o rei lamentou, “todos os meus soldados estão mortos! Meus soldados! Meus soldados!”

“Não se aflija, oh Rei! Levante um outro exército.”

“Eu perdi a minha fortuna quando perdi meu exército.”

“Rei”, disse Anathapindika, “darei a você o ouro de que necessitar, e você será vitorioso.”

Prasenajit levantou-se, ficou de pé.

“Você me salvou, Anathapindika!”, ele exclamou. “Estou grato!”.

Com o ouro de Anathapindika, Prasenajit levantou uma formidável legião. E marchou contra Ajatasatru.

Quanto os dois exércitos se defrontaram, o retinir das armas aterrorizou os próprios Deuses. Prasenajit usou uma estratégia de batalha que a ele foi ensinada por homens de uma terra distante. Ele atacou rapidamente; Ajatasatru não tinha defesa. Afinal, foi derrotado e capturado.

“Mate-me!”, ele implorou a Prasenajit.

“Pouparei sua vida”, disse Prasenajit. “Eu o levarei ao Mestre Bem-Aventurado, e ele decidirá o seu destino.”

O Mestre houvera chegado recentemente ao Parque de Jeta. Prasenajit disse-lhe:

“Veja só, oh Bem-Aventurado! O Rei Ajatasatru é meu prisioneiro. Ele odeia-me, embora eu não nutra qualquer má vontade contra ele. Ele atacou-me, por algum motivo banal, e derrotou-me uma primeira vez, mas agora ele está à minha mercê. Não desejo matá-lo, oh Bem-Aventurado. Por causa de seu pai, Bimbisara, que foi meu amigo, eu gostaria de libertá-lo.”

“Então liberte-o!”, disse o Mestre. “A vitória gera o ódio; a derrota gera o sofrimento. Aqueles que são sábios renunciarão tanto à vitória quanto à derrota. Insulto nasce do insulto, e a ira da ira. Aqueles que são sábios renunciarão tanto à vitória quanto à derrota. Todo o assassino é derrubado por um assassino; todo o conquistador é derrubado por um conquistador. Aqueles que são sábios renunciarão tanto à vitória quanto à derrota.”

Na presença do Mestre, Ajatasatru prometeu ser um fiel amigo de Prasenajit.

“E”, ele acrescentou, “sejamos mais que amigos. Eu tenho um filho, como você sabe, e você tem uma filha, Kshema, que ainda é solteira. Você daria a mão de sua filha ao meu filho?”

“Assim seja”, disse Prasenajit. “E que esse feliz casamento seja o penhor da nossa feliz amizade.”

O Mestre aprovou. Os dois reis para sempre viveram em paz um com o outro, e Ajatasatru (ou Prasenajit? – N.T.) tornou-se conhecido pela sua gentileza.

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

Telde, Islas Canarias, Spain

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A Vilania de Devadatta e Sua Punição

Ajatasatru emitiu uma proclamação banindo Devadatta do reinado, e ordenando aos habitantes fecharem suas portas a ele, caso ele buscasse refúgio em seus lares.

Então, Devadatta foi para as proximidades de Cravasti, onde ele esperava ser recebido pelo Rei Prasenajit, mas foi-lhe negada uma audiência desdenhosamente, e foi-lhe dito para deixar o reinado. Frustrado em suas tentativas para atrair seguidores, ele finalmente partiu para Kapilavastu.

Ele entrou na cidade ao anoitecer. As ruas estavam escuras, quase desertas; ninguém o reconhecia quando ele passava, pois como poderia esse monge magro e miserável, esgueirando-se nas sombras das paredes, ser indentificado como o orgulhoso Devadatta? Ele foi direto ao palácio onde a Princesa Gopa vivia em solidão.

Ele foi admitido em sua presença.

“Monge”, disse Gopa, “por que você deseja ver-me? Você me trouxe uma mensagem de felicidade? Você vem com ordens de um esposo que eu reverencio profundamente?”

“Seu marido? Ele pouco se importa com você! Pense no tempo em que ele impiedosamente lhe abandonou!”

“Ele deixou-me em prol da salvação do mundo.”

“Você ainda o ama?”

“Meu amor macularia a pureza da sua vida.”

“Então odei-o com todo o seu coração.”

“Respeito-lhe com todo o meu coração.”

“Mulher, ele rejeitou-lhe; vingue-se!”

“Cale-se, monge. Sua palavras são maldosas.”

“Você não me reconhece? Sou Devadatta, aquele que lhe ama.”

“Devadatta, Devadatta, eu sabia que você era falso e mau; eu sabia que você seria um monge infiel, mas nunca suspeitei da profundidade da sua vilania.”

“Gopa, Gopa, Eu amo você! Seu marido desprezou-lhe, ele foi cruel. Vingue-se. Ama-me!”

Gopa enrubesceu. De seus olhos gentis caíram lágrimas de vergonha.

“É você que me despreza! Seu amor já seria um insulto se fosse sincero, mas você mente quando diz que me ama. Você raramente notou-me nos dias da minha juventude, quando eu era bela! E agora que você me vê, uma mulher velha, desgastada pelos meus deveres austeros, me fala do seu amor, do seu amor vil! Você é o mais desprezível dos homens, Devadatta! Suma! Vá-se embora!”

Em sua ira, ele saltou sobre ela. Ela estendeu sua mão para proteger-se, e ele caiu ao chão. Conforme ele rolava, o sangue jorrava de sua boca.

Ele fugiu. Os Shakyas ouviram que ele estava em Kapilavastu; fizeram-lhe deixar a cidade sob uma escolta de guardas, e ele foi levado para o Buda que decidiria o seu destino. Ele fingiu estar arrependido, mas havia imergido suas unhas num veneno mortal, e conforme se prostrou diante de Mestre, ele tentou arranhar seu tornozê-lo. O Mestre o empurrou com o dedo do pé; então o chão abriu-se; violentas chamas irromperam, e tragaram o infame Devadatta.

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

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