Absoluta Mente Nada

Delta Do Amazonas Camargo A mão direita está dizendo nada, além de denunciar as oitavas altas do piano, desafinadas. No entanto, a mão esquerda balbucia como a criança de colo arriscando palavras. Deixou de ser nada!

Marcos Camargo Pois é Sergio, a mão esquerda é o baixo que tanto amamos, meu guia na escuridão.

Delta Do Amazonas Camargo Tenho à minha frente, “O Livro Sobre Nada” de Manuel de Barros. Quase tudo que ele chamou de nada, está lá, a nos dizer tantas coisas.

Por exemplo:

“Carrego meus primórdios num andor.
Minha voz tem vicio de fontes.
Eu queria avançar para o começo.
Chegar ao criançamento das palavras.
Lá onde elas ainda urinam na perna.
Antes mesmo que sejam modeladas pelas mãos.
Quando criança garatuja o verbo para falar o que não tem.
Pegar no estame do som.
Ser a voz de um lagarto escurecido.
Abrir um descortínio para o arcano.”

Meu irmão, a sua coragem, ousadia e humildade me comoveram às lágrimas.

Tenho orgulho de você!

Delta Do Amazonas Camargo Sua mão esquerda, chega “ao criançamento das palavras.”

Marcos Camargo Nada, nada mesmo guiava as minhas mãos sobre o piano, diga-se desafinado. Um instrumento que não conheço, não tenho a menor noção, você sabe! Mas, deixei minhas mãos , cansadas da escrita, descansarem sobre ele. Acredite, não há cortes, não houve edição de NADA. Terminou tudo por si, assim como começou.

Delta Do Amazonas Camargo Eu notei!

Talvez por sentir o seu cansaço, nas suas mãos e na sua mente, li o que escrevera no teclado.

 

O Sistema de Meditação de Tien-t’ai

Chih-i

Pintura do Shramana Chih-i. Imagem Via Wikipédia.

Chih-i e seu mestre Hui-ssu, ambos eram mestres de meditação, e dois dos trabalhos de Chih-i, o Mo-ho chih-kuan (Grande Quietude e Contemplação) e Hsiao chih-kuan (Pequena Quietude e Contemplação) pegam um grande número de métodos de meditação e os sistematizam. Embora uma exposição completa desses métodos esteja para além do escopo desse trabalho, deve-se notar que essa classificação global das técnicas influenciou outras tradições que surgiriam à mesma época ou depois de Tien-t’ai. Por exemplo, ela inclui métodos de exercitação de atenção plena (mindfulness) nas atividades diárias e de percepção da realidade última através da contemplação da realidade fenomenológica, o que influenciaria diretamente o desenvolvimento do Ch’an. Ela também inclui métodos de invocação do nome e visualização da forma do Buda Amitābha, que daria um novo ímpeto para a já existente tradição da Terra Pura.

Fonte: DAMIEN KEOWN. T’ien-t’ai.” A Dictionary of Buddhism. 2004.Extraído  da  Encyclopedia.com: http://www.encyclopedia.com/doc/1O108-Tientai.html

Tradução livre para português brasileiro por muccamargo.

Pérolas do Universo – Fascículo XVII

“A pessoa sábia pensa profundamente sobre o mundo. Ela vê: ‘Ele não é um lugar para se refugiar, para adquirir Emancipação, quietude, amor, não é a outra margem, e nada tem do Eterno, Êxtase, do Eu, e do Puro. Se eu procurar o mundo avidamente, como posso afastar-me dele? Isto é como com um homem que, abominando a escuridão, busca a luz e, no entanto, volta novamente para a escuridão. A escuridão é o mundo; a luz é o Supramundano. Se eu aderir ao mundo, mergulharei na escuridão e me afastarei da luz. Escuridão é ignorância, e luz é o Brilho da Sabedoria. A causa do Brilho da Sabedoria é a imagem onde não se sente qualquer expectativa de deleitar-se nas coisas mundanas. Toda a cobiça nada mais é que o laço da impureza. Agora buscarei avidamente a luz da Sabedoria, e não o mundo’. A pessoa sábia medita assim. Essa é a imagem onde não se busca (nada) para si.”

Neste Fascículo XVII, que foi o último de série Pérolas do Universo.

Pérolas do Universo 17

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Conteúdo deste Fascícul

A CASA DO TESOURO    3

DA RAIZ AO ULTIMADO     7

O TOQUE DO BRILHO     9

DO SENTIMENTO À CONSECUÇÃO     10

A MEDITAÇÃO GROSSEIRA    11

A MEDITAÇÃO MINUCIOSA    13

O BRILHO DA SABEDORIA      14

EXISTÊNCIA OU EXTINÇÃO MOMENTÂNEA      16

TRÊS TIPOS DE DOENÇAS DOS SERES      17

A CONVERSÃO DE VASISTHA     17

AS VIRTUDES DE VASISTHA     19

EU FANTASMA      19

ORGULHO      21

OS DOIS LADOS E O INTERMÉDIO       22

POR QUE DOMINAR A MENTE      23

 

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Sutra do Nirvana – Cap. 44 – Bodhisattva Kashyapa 5

“O Bodhisattva medita: ‘Se a membrana não fosse não-eterna, ela não poderia tornar-se (tecido) esponjoso. E se o auge da vida não fosse não-eterno, a velhice nunca chegaria. Se o tempo não fosse fugaz, momento após momento, ele nunca poderia durar muito. Tudo teria que crescer ao mesmo tempo e ser pleno no tamanho. Por isso, deve-se saber definitivamente que há existências de minúsculas partículas não-eternas, as quais têm que seguir existindo continuamente [isto é, mudando de momento a momento]. Também, vemos uma pessoa com todos os seus sentidos orgânicos perfeitos, e de uma fisionomia brilhante e resplandecente, [apenas para] tudo isto desaparecer (ser consumido) num estado debilitado’.”

Leia mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

Steve Jobs

Steve Jobs

Obrigado Steve Jobs, por ter feito da sua passagem por este mundo, os meios para promulgação ampla e irrestrita do Dharma Maravilhoso; e da sua própria vida, os meios para compreendê-lo.

Minhas sinceras homenagens a quem tanto fez para que isso fosse possível hoje.Minhas condolências aos seus familiares e entes próximos – Marcos Ubirajara.

SUTRA DO NIRVANA - CAPITULO 44

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Destaques deste Capítulo:

O Remédio Todo-Maravilhoso dos Himalayas 3

Meditar Sobre Imagem 7

Meditar Sobre a Causa da Imagem 9

Meditar sobre o Desejo 11

Meditar Sobre o Carma 12

Meditar Sobre a Causa do Carma 13

Meditar Sobre o Resultado Cármico 13

O Carma Imaculado 14

Meditar Sobre o Sofrimento 17

A Casa do Tesouro 18

Da Raiz ao Ultimado 24

O Toque do Brilho 26

Do Sentimento à Consecução 26

A Meditação Grosseira 30

A Meditação Minuciosa 32

O Brilho da Sabedoria 38

Extinção Momentânea 39

Três Tipos de Doenças dos Seres

“Todos os seres possuem três enfermidades, as quais são: 1) a cobiça, 2) a má-vontade, e 3) a ignorância. Três tipos de remédio curarão essas três doenças. A meditação sobre as impurezas agirá como um remédio contra o desejo; (a meditação) sobre o amor-benevolente agirá como um remédio contra a má-vontade; (a meditação) sobre o conhecimento das relações causais agirá contra a ignorância.

Oh bom homem! No sentido de acabar com o desejo, medita-se sobre o não-desejo; para acabar com a má-vontade, a meditação sobre a não-má-vontade é feita; para acabar com a ignorância, medita-se sobre não-ignorância. Nas três doenças não temos os três tipos de remédio, e nos três tipos de remédio não temos os três tipos de doença. Oh Bom homem! Como não há os três tipos de remédio nos três tipos de doença (ou seja, não há pureza nas doenças), isto é não-eterno, não-êxtase, não-eu, e não-puro. Nos três tipos de remédio não há os três tipos de doença (ou seja, não há impurezas nos remédios). Por isso, o Eterno, Êxtase, o Eu, e o Puro.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 45 – Sobre o Bodhisattva Kaundinya 1.

three kinds of illnesses of the beings.mp3

Existência ou Extinção Momentânea

O Bodhisattva Kashyapa disse: “Oh Honrado pelo Mundo! Como uma pessoa sábia medita sobre a extinção momentânea?”

“Oh bom homem! Por exemplo, há quatro pessoas, todas exímias atiradoras. Elas se reúnem num lugar, e cada uma atira uma flecha numa direção [particular]. Todas elas pensam: ‘Nós todos atiramos flechas juntos, todas as quais cairão’. E uma pessoa pensa: ‘Antes que as quatro flechas caiam ao chão, eu as capturarei com minhas mãos’. Assim ele pensa. Oh bom homem! Essa pessoa age rapidamente ou não?”

O Bodhisattva Kashyapa disse: “Ela faz isso de maneira muito rápida, oh Honrado pelo Mundo!”

O Buda disse: “Oh bom homem! O demônio que vive sobre a terra move-se mais rapidamente do que essa pessoa. Há um demônio voador que se move mais rápido que aquele sobre a terra. Os quatro guardiões da terra movem-se ainda mais rápido que o demônio voador. O sol e a lua, e os seres celestiais movem-se mais rápido que os quatro guardiões da terra. O garuda se move mais rápido que o sol e a lua. A duração de vida de um humano se vai mais rapidamente que um garuda. Oh bom homem! Em uma respiração e num piscar de olhos, a vida de um ser surge e morre 400 vezes. Se uma pessoa sábia medita sobre a vida humana assim, isto é meditar sobre a extinção momentânea.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

momentary extinction.mp3

O Brilho da Sabedoria

“Oh bom homem! A pessoa sábia pensa profundamente sobre o mundo. Ela vê: ‘Ele não é um lugar para se refugiar, para adquirir Emancipação, quietude, amor, não é a outra margem, e nada tem do Eterno, Êxtase, do Eu, e do Puro. Se eu procurar o mundo avidamente, como posso afastar-me dele? Isto é como com um homem que, abominando a escuridão, busca a luz e, no entanto, volta novamente para a escuridão. A escuridão é o mundo; a luz é o Supramundano. Se eu aderir ao mundo, mergulharei na escuridão e me afastarei da luz. Escuridão é ignorância, e luz é o Brilho da Sabedoria. A causa do Brilho da Sabedoria é a imagem onde não se sente qualquer expectativa de deleitar-se nas coisas mundanas. Toda a cobiça nada mais é que o laço da impureza. Agora buscarei avidamente a luz da Sabedoria, e não o mundo’. A pessoa sábia medita assim. Essa é a imagem onde não se busca (nada) para si.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

the brightness of wisdom.mp3

O Brilho da Sabedoria

Foto de Diego Raphael em 24/06/2011 - Sítio da Dôra

A Meditação Minuciosa

“Ao meditar-se sobre o grosseiro, medita-se em seguida sobre as partes em detalhes. Como meditamos?

O Bodhisattva Mahasattva medita sobre todas as coisas, tanto dentro como fora, até a existência das partículas. O que quer que possa surgir no futuro será não-eterno. Por quê? Porque todas as coisas são perfeitas na forma de desintegração [isto é, completamente sujeitas à dissolução]. Se as coisas não fossem não-eternas no futuro, não poderíamos dizer que há diferenças nos dez tipos (estágios) da forma física. Quais são as dez? No momento, elas são: 1) membrana, 2) (tecido) esponjoso (espumoso), 3) pústula (pox), 4) bola de carne, 5) membros, 6) criança pequena, 7) criança, 8 ) jovem, 9) auge da vida, 10) velho decrépito. O Bodhisattva medita: ‘Se a membrana não fosse não-eterna, ela não poderia tornar-se (tecido) esponjoso. E se o auge da vida não fosse não-eterno, a velhice nunca chegaria. Se o tempo não fosse fugaz, momento após momento, ele nunca poderia durar muito. Tudo teria que crescer ao mesmo tempo e ser pleno no tamanho. Por isso, deve-se saber definitivamente que há existências de minúsculas partículas não-eternas, as quais têm que seguir existindo continuamente [isto é, mudando de momento a momento]. Também, vemos uma pessoa com todos os seus sentidos orgânicos perfeitos, e de uma fisionomia brilhante e resplandecente, [apenas para] tudo isto desaparecer (ser consumido) num estado debilitado’.

Também, ele pensa: ‘Existe o não-eterno com essa pessoa [isto é, o que é impermanente] sucedendo-se momento após momento’. Também, ele medita sobre os quatro grandes elementos e as quatro condutas. Também, ele medita sobre a causa do sofrimento, a fome, a sede, o frio e o calor que existem dentro e fora. Também, ele medita: ‘Se essas quatro coisas não fossem não-eternas, (sucedendo-se) momento após momento, não poderíamos falar desses quatro sofrimentos’.

Se o Bodhisattva medita bem assim, chamamos isto de meditação minuciosa (refinada) do Bodhisattva sobre o não-eterno.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

the minute meditation.mp3

A Meditação Grosseira

“O Bodhisattva que recém aspirou ao Bodhi, quando ele medita sobre a imagem do não-eterno, pensa: ‘Há dois tipos de coisa que se obtém no mundo: 1) interna, e 2) externa. O que é interno é não-eterno e muda. Quando se nasce, vê-se que as coisas que se obtém são diferentes conforme as fases da vida como ao nascer, quando se é pequeno, grande, no auge da vida, na velhice, e quando se morre. Vejo que em todas essas fases da vida, as coisas não são as mesmas. Por isso, tenho que saber que o que está comigo é não-eterno’.

Também, esse pensamento lhe ocorre: ‘Quando olho para os seres, um é bem nutrido e jovem, é perfeito na força física e nos movimentos do ir e vir, no caminhar adiante ou parar; e todas as coisas se procedem de forma desimpedida e sem obstáculos. Ou por causa da doença, a força física de uma pessoa é fraca e seu semblante é caído e assustador, nada de altivez e liberdade. Ou vejo que os armazéns de uma pessoa estão abarrotados, ou que outra pessoa é pobre e indigente. Ou vejo alguém que é pleno em virtudes, ou vejo alguém cheio de maldades. Assim, definitivamente sei que o que está dentro de alguém é não-eterno. Também, com respeito ao mundo externo, vejo que as coisas são diferentes umas das outras como, por exemplo, nas fases de semente, broto, haste, folha, flor, e fruto. Tudo o que se estabelece [lá] no mundo externo, ou é perfeito ou imperfeito. E sei que todas as coisas definitivamente são não-eternas’.

Ao assim perceber que todas as coisas são não-eternas, em seguida se medita sobre o que se ouve nos sermões: ‘Ouvi que embora os devas [deuses, seres celestiais] desfrutem dos melhores prazeres, e embora sejam desimpedidos nos poderes divinos, eles estão sujeitos aos cinco presságios de declínio [indicação do seu eventual declínio pessoal do status de ser um deva]. Devido a isto, sabe-se que o que existe é não-eterno’.

‘Também, ouvi que nos primórdios do kalpa [aeon, era], havia muitos seres. Cada um era trajado nas melhores virtudes. A luz que emanava dos seus corpos era tão intensa que não se dependia em nada das luzes do sol e da lua. [Mas,] devido ao poder do não-eterno, a luz desvaneceu e as virtudes diminuíram. Também, ouvi que viveu, em tempos passados, um Chakravartin [imperador do mundo] que governou sobre os quatro continentes. As sete gemas [que ele possuía] eram perfeitas, e seu poder era altamente irrestrito. E ainda assim, ele não podia derrotar o não-eterno’.

Também, ele medita que sobre a grande terra, num tempo passado, inumeráveis seres estavam totalmente estabilizados na vida e desfrutavam de paz, tal que nenhum sulco de roda se sobrepunha a outro. Remédios maravilhosos estavam à mão, e as pessoas cresciam e prosperavam. Arbustos, árvores e frutos eram abundantes. Os seres foram [gradualmente] menos abençoados e essa grande terra tinha pouca força. Tudo o que crescia se desperdiçava. Por isso, deve-se saber que todas as coisas são não-eternas.

Isto é o que chamamos (de imagem) ‘grosseira’ e não-eterna.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

the coarse meditation.mp3

Do Sentimento à Consecução

“Oh bom homem! Sentimento é chamado ‘assimilação’ (‘taking-in’). Os seres praticam o bem ou o mal na fase do sentimento. Por isso, dizemos que sentimento é a assimilação. Oh bom homem! Através da relação causal do sentimento, todos os tipos de impurezas surgem. Os 37 elementos do Bodhi realmente as aniquilam. Em razão disto, chamamos sentimento de assimilação. Bons pensamentos aniquilam totalmente as impurezas. Por isso falamos de ‘aumento’. Por quê? Fazemos esforços e tentamos aprender. E assim, chegamos àqueles 37 elementos da Iluminação. A meditação realmente destrói as más impurezas. Isto sempre está fundamentado na atenção exclusiva. Assim, meditar é o mestre. No mundo, todas as quatro forças armadas movem-se conforme a vontade do general-comandante. É o mesmo com os 37 elementos da Iluminação. Todos seguem a vontade do mestre, que é a mente.

Quando alguém entra em dhyana [meditação], os 37 elementos da Iluminação discriminam bem todas as fases do Dharma. Por isso, a meditação é o que conduz alguém. Olhamos para dentro dos 37 elementos da Iluminação e vemos que a Sabedoria é o mais superior. Por essa razão, a Sabedoria é o mais superior (dos 37 elementos). Este é o porquê [se estabelece] a Sabedoria como sendo superior. Assim, a Sabedoria vê as impurezas. Através do poder da Sabedoria, as impurezas morrem.

No mundo, as quatro forças armadas aniquilam os inimigos. Pode haver um ou dois que são valentes e fortes, e que o fazem bem. Assim é com os 37 elementos concernentes à Iluminação. Através do poder da Sabedoria, acaba-se com as impurezas. Por isso, a Sabedoria é aquele (elemento) que é superior.

Oh bom homem! Ao se aprender e praticar os 37 elementos da Iluminação, ganha-se os quatro dhyanas, os poderes divinos miraculosos, e a paz. Mas, isto não é chamado ‘real’. Quando se acaba com as impurezas e a Emancipação é encontrada, dizemos ‘real’. Uma pessoa pode aspirar aprender e praticar os 37 elementos da Iluminação, e ser abençoada com a felicidade mundana, a felicidade supramundana, a fruição da prática do Shramana, e a Emancipação. No entanto, não podemos chamar isto de ‘Ultimado’. Quando se acaba com todas as práticas dos 37 elementos da Iluminação, isto é Nirvana. Este é o porquê Eu digo que Ultimado é Grande Nirvana.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

from feeling up to attainment.mp3

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