Um Novo Papel Para a Força Gravitacional

No sentido de ilustrar a produção de partículas nesta teoria, nós consideramos, por exemplo, experiências de um “storage ring” onde colisões de feixes de e e e+ produzem várias partículas-estado. Assim, o caso mais simples envolve a produção do par νe e νe do vácuo e leva à reação:

e++e(e+e)+(νene)=(e+νe)+(eνe)=ρ++ρ(9)

onde os pions ρ+e ρ são estados profundamente ligados de dois órbitons, isto é,

ρ+=(e+νe), ρ=(eνe)(10)

O próximo estado superior corresponde à energia de colisão do feixe onde ambos os pares (νe, νe) e (νμ, νμ) podem ser criados do vácuo e combinar (por várias leis de conservação) com e+e e para produzir:

e++e(e+e)+(νeνe)+(νμνμ)=

(e+νeνμ)+(eνeνμ)=μ++μ(11)

onde os muons μ+ e μ são criados como estados profundamente ligados de três órbitons.

Um significado teórico adicional para o modelo de partículas elementares acima, pode ser visto a partir da teoria considerando-se g=0. A relatividade geral e a eletrodinâmica são válidas somente em cima ou além do horizonte magnético (onde g=0). A região abaixo do horizonte magnético é o âmago da partícula e é descrita pela teoria da gravitação generalizada. Essa região é formada pela “condensação gravitacional” das cargas magnéticas parciais gn. Assim, a força gravitacional, indiferente de quão fraca ela possa ser, assume o papel de um “fermento” (levedura) para a formação de uma partícula. Para g=0, todos os resultados da teoria existente são recuperados (princípio da correspondência) desta teoria geral quando o âmago da partícula (em vista dos infinitos discutidos anteriormente) é excluído da consideração e seu papel é representado ou por um esquema de “renormalização” ou pela teoria dos quarks e partons de partículas elementares.

 

Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.

Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica

A Idéia de Behram Kursunoglu

Uma Nova Carga

Um Novo Vácuo

Um Novo Spin

Uma Nova Força


Uma Nova Energia Própria

Um Novo Universo

O Portal

Naquela ocasião, o Buda disse a Práticas Superiores e a todos os grandes Bodhisattvas na assembléia: “Os poderes espirituais de todos os Budas são ilimitados, incomensuráveis e inconcebíveis como esses. Se, utilizando-me desses poderes espirituais, eu pregasse a respeito das virtudes meritórias deste Sutra durante ilimitados, incomensuráveis centenas de milhares de miríades de kotis de asamkhyas de kalpas, eu não terminaria de fazê-lo. Em essência, todas as Leis do Tathagata, todos os poderes espirituais superiores do Tathagata, todos os repositórios secretos do Tathagata e todas as profundas doutrinas do Tathagata são todas proclamadas e reveladas neste Sutra”.

“Portanto, todos vocês, após a passagem do Tathagata à extinção, deveriam com um pensamento único recebê-lo, ostentá-lo, lê-lo, recitá-lo e explicá-lo, copiá-lo e praticá-lo como ensinado. Aqueles que receberem-no, ostentarem-no, lerem-no, recitarem-no, explicarem-no, copiarem-no e praticarem-no como ensinado, qualquer que seja a terra onde estejam, naquele lugar onde o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa for ostentado, seja num jardim, numa floresta ou sob uma árvore; nos aposentos da Sangha; na casa dos governantes, num palácio ou salão, nas montanhas, vales ou selvas; em todos esses lugares dever-se-ia construir uma torre e fazer-lhe oferecimentos”.

 “Por que razão? Saibam que este lugar é o Portal através do qual os Budas alcançam o Anuttara-Samyak-Sambodhi, onde todos os Budas giram a Roda-da-Lei, e onde todos os Budas entram no Nirvana”.

 

Extraído do CAP. 21: Os Poderes Espirituais do Tathagata.

O Portal
Foto de Marcos Ubirajara. Local: Sítio da Dôra em 28/10/2007.

Torre de Babel – O Tormento de Arrabal

Na Torre de Babel, As pessoas acham que podem acabar com as coisas assim: categorizando-as como problemas!

Esta Torre é um lugar onde ninguém se entende? Ou não entendemos a Torre?

Revoada de cupins no sítio da Dôra em 20/10/2007.

A Profecia do Sutra de Lótus

Aqueles que ostentam este Sutra já viram a mim,

e também viram ao Buda Muitos Tesouros,

e a todas as minhas emanações.

Também me vêem hoje ensinando e convertendo os Bodhisattvas[1].

 

Aqueles que ostentam este Sutra fazem com que minhas emanações e o Buda pretérito, Muitos Tesouros,

todos nos alegremos.

Eles também verão e farão oferecimentos aos Budas das dez direções no presente,

no passado e no futuro,

causando-lhes alegria igualmente.

 

A Lei secreta e essencial obtida pelos Budas sentados em seus Lugares de Prática,

também será obtida sem demora por aquele que ostentar este Sutra.

 

Aqueles que puderem ostentar este Sutra deleitar-se-ão na pregação, sem fim,

dos significados das Leis, seus nomes e expressões,

e como o vento viajando através do espaço,

o farão sem obstáculos.

Após a passagem do Tathagata à extinção,

eles compreenderão os Sutras pregados pelo Buda,

as causas e relações em sua ordem correta,

e as pregarão verdadeiramente,

de acordo com os seus significados.

Como a luz do sol e da lua dispersando toda a escuridão,

essas pessoas andarão através do mundo dispersando a escuridão dos seres viventes,

ensinando incontáveis Bodhisattvas a finalmente residirem no Veículo Único.

 

Portanto, aqueles de sabedoria,

ouvindo sobre a grandeza deste mérito e virtude,

após a minha extinção,

receberão e ostentarão este Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa.

Essas pessoas, mais do que certamente e sem dúvida,

atingirão a Via do Buda”.

 


[1] Significando que a pessoa que promove o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa esteve presente na pregação original, e é um discípulo original do Buda Shakyamuni.

Extraído do CAP. 21: Os Poderes Espirituais do Tathagata.

A Profecia do Sutra de Lótus
Foto de Marcos Ubirajara. Local: Sítio da Dôra em 20/10/2007.

A Iluminação de Todos os Seres das Dez Direções

Naquela ocasião, na presença de Manjushri e outros, ilimitadas centenas de milhares de miríades de kotis de Bodhisattvas Mahasattvas que há longo tempo residiam no mundo Saha, bem como dos Monges, Monjas, Leigos, Leigas, seres celestiais, dragões, yakshas, gandharvas, asuras, garudas, kinnaras, mahoragas, humanos, não-humanos, e assim por diante; o Honrado pelo Mundo manifestou grandes poderes espirituais.

Ele estendeu sua vasta e longa língua até alcançar os céus Brahma. De todos os seus poros ele emitiu luzes de ilimitadas, incontáveis cores, e cujo poder de penetração iluminou os mundos das dez direções. Da mesma forma, todos os Budas sentados nos seus tronos de leão sob as árvores de jóias também estenderam suas vastas e longas línguas e emitiram ilimitadas luzes. Após o Buda Shakyamuni e os Budas sentados sob as árvores de jóias terem manifestado seus poderes espirituais durante cem mil anos[1], eles recolheram suas línguas. Então, eles tossiram e estalaram seus dedos, e aqueles dois sons por eles produzidos penetraram os mundos Búdicos das dez direções.

A terra tremeu de seis formas diferentes e os seres viventes naqueles mundos, sejam seres celestiais, dragões, yakshas, gandharvas, asuras, garudas, kinnaras, mahoragas, humanos, não-humanos, e assim por diante; através dos poderes espirituais do Buda, todos viram, no mundo Saha, os ilimitados, incomensuráveis centenas de milhares de miríades de kotis de Budas sentados em tronos de leão sob as árvores de jóias. Eles também viram o Buda Shakyamuni, junto com o Tathagata Muitos Tesouros, sentados no trono de leão dentro da torre de tesouros. Além disso, eles viram ilimitadas, incomensuráveis centenas de milhares de miríades de kotis de Bodhisattvas Mahasattvas, bem como as assembléias dos quatro tipos de crentes, reverentemente circundando o Buda Shakyamuni. Tendo visto isto, eles alegraram-se enormemente, tendo ganhado o que nunca tiveram antes[2].

 


[1] A nossa galáxia, a Via Láctea, tem a sua extensão maior estimada em cem mil anos luz. Isto significa que os raios de luz emitidos pelo Buda Shakyamuni e suas emanações, pelo período de cem mil anos, abrangeriam toda a galáxia chamada Via Láctea, com seus bilhões de estrelas e incontáveis mundos em todas as direções.

[2] Neste caso, o que nunca haviam possuído antes significa os olhos Búdicos: viram no mundo Saha. O que o Buda revela nesta passagem é a sua iluminação original, a iluminação de suas emanações e de todos os seres viventes naqueles mundos. Evidentemente, aqueles seres viram tal incontável número de Bodhisattvas e Mahasattvas por uma imposição da reciprocidade da via de Buda. Esse poder do Buda decorre da virtude revelada no Capítulo Vinte – O Bodhisattva Sem Desprezo.

Extraído do CAP. 21: Os Poderes Espirituais do Tathagata.

A Iluminação de Todos os Seres
Foto de Marcos Ubirajara. Local: Sítio da Dôra em 20/10/2007.

Os Ensinos do Buda D’água

A multidão de quinhentos Bodhisattvas nesta assembléia,

e os homens e mulheres de pura fé na assembléia dos quatro tipos de crentes,

que estão agora diante de mim ouvindo o Dharma,

em existências prévias,

eu exortei essas pessoas a ouvir e receber este Sutra,

que é a mais suprema Lei.

Eu os instruí e levei-os a residir no Nirvana,

e vida após vida, a receber e ostentar um Sutra como este.

Somente em milhões e milhões de miríades de kalpas,

inconcebíveis em número,

pode-se vir a ouvir O Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa.

E somente em milhões e milhões de miríades de kalpas,

inconcebíveis em número,

os Budas, Honrados pelo Mundo,

fazem acontecer de este Sutra ser pregado.

Portanto, os praticantes após a extinção do Buda,

ao ouvir este Sutra,

não deveriam dar lugar às dúvidas,

mas, com um pensamento único,

deveriam proclamar extensivamente este Sutra,

tal que vida após vida eles possam encontrar-se com Budas[1]

e rapidamente realizarem a Via do Buda”.


[1] Budas, neste contexto, são os Budas “vistos” pelo Bodhisattva Sem-Desprezo em quaisquer pessoas que encontrasse. Este capítulo sobre o Bodhisattva Sem-Desprezo segue uma longa exposição do Buda sobre a severa retribuição recebida por aqueles que insultam, falam mal ou caluniam o devoto do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa; e também sobre os benefícios auferidos por aqueles que o abraçam. Por quê? Entende-se que, sob o rigor da Lei, este sutra faz distinções entre os benefícios ou as retribuições, mas não faz distinções entre as pessoas e os seres em geral. Ao fazerem-se distinções entre os seres, fere-se o exato âmago deste Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa, tornando impossível para quem as fazem agir como o Bodhisattva Sem-Desprezo. A prova disto está que mesmo os quatro tipos de crentes que desprezaram constantemente o Bodhisattva Sem-Desprezo, encontram-se agora na assembléia onde é pregado o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa. Um verdadeiro Mahasattva ou Bodhisattva do ensino de Lótus será capaz de fazer distinções entre as retribuições ou benefícios recebidos por cada um dos seres, bem como as causas e relações que cercam suas vidas. Não fará, entretanto, distinções entre os seres. Este é um ensino sutil. Esse Bodhisattva tratará equanimente todos os seres, encontrando e reverenciando os incontáveis Budas que repousam na natureza intrínseca de todos aqueles seres. Na verdade, só nos encontramos com este Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa em razão das causas e relações estabelecidas com esse Bodhisattva Sem-Desprezo no passado. Representamos também a sua função neste mundo ao abraçarmos este profundo ensino. A essência da vida das pessoas e de todos os seres é inequivocamente boa porque possuem a natureza de Buda. Más poderão ser as causas ou relações que determinam a sua função existencial. Deve-se compreender a própria vida sob esta ótica, e nunca mais vir a pensar que é diferente. Assim eu ouvi: “Vá para o jardim e você encontrará o Buda D’água. Depois de encontrá-lo, você o verá por toda a parte”. (em 17/02/2006 – 03h00min)

Extraído do CAP. 20: O Bodhisattva Sem-Desprezo.

Um Ato de Pura Fé

Naquela ocasião, o Honrado pelo Mundo, desejando enfatizar este significado, falou versos, dizendo:

 

“No passado existiu um Buda chamado Rei do Som Maravilhoso.

Com seus ilimitados poderes espirituais e grande sabedoria,

ele conduziu todos os seres viventes.

Seres Celestiais, humanos,

dragões e espíritos fizeram-lhe oferecimentos.

Após esse Buda ter passado à extinção,

quando a sua Lei estava para tornar-se extinta,

existiu um Bodhisattva chamado Sem-Desprezo.

 

Naquela ocasião,

a assembléia dos quatro tipos de crentes era apegada à Lei.

O Bodhisattva Sem-Desprezo aproximava-se deles e dizia-lhes:

‘Não ouso desprezá-los,

porque vocês estão praticando a Via e tornar-se-ão Budas’.

Ouvindo aquilo, eles desprezaram-no,

caluniaram-no e insultaram-no;

mas o Bodhisattva Sem-Desprezo resistiu a tudo.

Quando sua punição acabou, ao final da sua vida,

ele veio a ouvir este Sutra,

e as suas seis faculdades sensitivas foram purificadas[1].

Através do poder das penetrações espirituais,

sua duração de vida foi acrescida,

e em benefício dos outros,

ele vastamente pregou este Sutra.

As multidões, que viviam apegadas à Lei,

receberam os ensinamentos deste Bodhisattva,

e foram levadas a residir na Via do Buda com sucesso.

 

Quando a vida de Sem-Desprezo acabou,

ele encontrou-se com incontáveis Budas,

e em razão de ter pregado este Sutra,

obteve ilimitadas bênçãos.

Gradualmente galgando seus méritos e virtudes,

ele rapidamente realizou a Via do Buda.

O Bodhisattva Sem-Desprezo daquele tempo era eu próprio!

Os quatro tipos de crentes na assembléia daquele tempo eram apegados à Lei.

Ouvindo as palavras de Sem-Desprezo:

‘vocês tornar-se-ão Budas’,

através daquelas causas e relações criadas,

encontraram incontáveis Budas[2].

 


[1] Nomeadamente correspondem às purificações dos seus olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo e mente; expostas no Capítulo 19 – Os Méritos e Virtudes do Mestre da Lei.

[2] Como fica constatada nesta passagem, a adesão à Lei não se deve à compreensão da mesma, mas a um ato de pura fé. Dentre os quatro tipos de crentes, aqueles que ouviram e tiveram pura fé no Bodhisattva Sem Desprezo ao dizer, “Vocês tornar-se-ão Budas”, criaram as causas para encontrarem numerosos Budas.

Extraído do CAP. 20: O Bodhisattva Sem-Desprezo.

Os Três Tesouros, O Grande Peixe e o Pescador Benevolente

“Grande Força, em razão dos quatro tipos de crentes, Monges, Monjas, Leigos e Leigas daquela época terem me injuriado odiosamente, durante duzentos kotis de kalpas eles não mais encontraram um Buda ou sequer ouviram o Dharma ou encontraram-se com a Sangha[1]. Durante mil kalpas eles sofreram grande tormento no Inferno Avichi. Tendo recebido a sua punição, eles novamente encontraram o Bodhisattva Sem-Desprezo, que ensinou-os e converteu-os ao Anuttara-Samyak-Sambodhi”.

 “Grande Força, o quê você pensa? Poderiam os quatro tipos de crentes na assembléia daquele tempo, que constantemente desprezaram este Bodhisattva, serem desconhecidos para você? Eles são nada mais que o Bodhisattva Bhadrapala e seu grupo de quinhentos Bodhisattvas presentes nesta assembléia, Leão da Lua e seu grupo de quinhentos Monges[2], e Sugatachetana e seu grupo de quinhentos Leigos, todos tendo alcançado o estágio de não regressão na busca pelo Anuttara-Samyak-Sambodhi”.

 


[1] Que são os três tesouros do Budismo: O Buda, a Lei e a Sangha.

[2] Esses Monges são como o Grande Peixe que, enredado nas malhas dos ensinos provisórios, debatendo-se, acaba por agarrar-se na singela linha do Pescador Benevolente. Dando à praia, esse Pescador Benevolente, com a ajuda do seu filho, cuidará de libertá-lo das amarras e grilhões que o ferem e aprisionam, devolvendo-lhe às águas para recuperar-se da sua fadiga e ferimentos. Por mais que o Grande Peixe desejasse demonstrar a sua gratidão dando à praia novamente para fazer oferecimentos ao Pescador Benevolente e seu filho, este lhe devolveria sempre às águas para, junto dos demais, levar adiante a sua função existencial. Perguntado sobre seu nome, o Grande Peixe respondeu: “Monge. Meu nome é Monge”. O Grande Peixe é aquele Monge que caluniou o Bodhisattva Sem-Desprezo; a tênue e singela linha é o ensino do Grande Veículo, difícil de encontrar; e o Pescador Benevolente é o advento do Buda neste mundo, cujo propósito é libertar todos os seres viventes das amarras e grilhões dos ensinos inferiores. (em 30/05/2006 – 03h30min).

Extraído do CAP. 20: O Bodhisattva Sem-Desprezo.

Uma Nova Força

O conceito do fóton em si e seu spin, também não é necessariamente uma conseqüência da teoria quântica convencional apenas. A observação de um fóton requer a sua emissão ou absorção pela matéria. Assim, requer-se uma densidade material para se conceituar o fóton. Por exemplo, no caso da aniquilação de pares (e + e+, etc.) em fótons, a conservação do momento angular do spin não induz necessariamente uma propriedade de spin aos fótons. Na presente teoria, a energia e momento de um fóton de menor massa resulta da integração da “densidade de carga magnética” sobre o espaço e tempo do par partícula-antipartícula “localizado”. A dependência do tempo da densidade de força localizada tem um finito mas curto comprimento de pulso, tal que o pacote de energia é produzido como soma de um número infinito de “freqüências parciais” vezes ћ. Assim, para a energia do fóton obtemos o resultado:

Eγ=ћΣn=0,1,2,…∞Wn=ћW(8 )

onde a freqüência parcial Wn ou “energia parcial” En(=ћWn) representam a aniquilação da n-ésima camada magnética do par e e e+. A presente criação do par de fótons cobriria um intervalo de tempo da ordem de rc/c≈10-23sec, rc é o tamanho médio da partícula e antipartícula.

Em princípio, todos os sistemas físicos, além dos órbitons e anti-órbitons, como, por exemplo, nêutron, muon, pion, etc.; bem como núcleo, átomos, moléculas, correspondem à solução de equações de campo não lineares numa simetria de espaço-tempo específica. Por exemplo, os nêutrons ou muons como estados profundamente ligados de três partículas, resultariam como soluções dependentes do tempo das equações de campo num sistema de coordenadas elipsoidal ou esfericamente simétrico.

Essas simetrias de campo são soluções também para as zonas de influência de defeitos em cristais.

Similares considerações podem ser estendidas aos mais complicados sistemas com maiores simetrias de espaço-tempo. As forças interatômicas e intermoleculares, tanto as atrativas como as repulsivas, podem, esperançosamente, ser explicadas não somente pela distribuição de carga elétrica e as correspondentes relativamente de curto alcance forças eletromagnéticas, mas também pelas forças de curto alcance contribuintes através do “acoplamento magnético” dos átomos e moléculas, respectivamente. Embora a extensão da distribuição das camadas magnéticas seja muito menor que o alcance infinito das forças eletromagnéticas e gravitacionais, elas podem ainda acoplarem-se nas distâncias moleculares. Assim, as chamadas forças nucleares correspondem ao acoplamento de camadas magnéticas das partículas para gn2 muito maior (isto é, pequenos valores de n) que aquele correspondente ao acoplamento atômico ou molecular (isto é, para grandes valores de n). Para gn2 maiores que aqueles da força nuclear ordinária, o acoplamento magnético de órbitons leva, através da formação de um estado profundamente ligado, a novos
tipos de forças (convencionais ligações fracas) resultando na produção de uma infinita variedade de partículas-estado.

Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.

Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica

A Idéia de Behram Kursunoglu

Uma Nova Carga

Um Novo Vácuo

Um Novo Spin

Um Novo Papel para a Força Gravitacional

Uma Nova Energia Própria

Um Novo Universo

As Profundas Práticas do Buda

“Grande Força, o Bodhisattva Mahasattva Sem-Desprezo fez oferecimentos a tantos Budas quanto aqueles citados[1]: reverenciando-os, honrando-os e louvando-os; e assim plantando as raízes da benevolência. Mais tarde ele encontrou mil miríades de Budas, e durante a vigência da Lei daqueles Budas, ele pregou este Sutra. Quando seus méritos e virtudes se completaram, ele tornou-se um Buda”.

 “Grande Força, o quê você pensa? Poderia o Bodhisattva Sem-Desprezo ser desconhecido para você? Ele não era outro senão eu mesmo! Não tivesse eu nas vidas anteriores recebido, ostentado, lido e recitado este Sutra, e lhe explicado para outros, não seria capaz de atingir o Anuttara-Samyak-Sambodhi tão rapidamente. Em razão de ter recebido, ostentado, lido e recitado este Sutra na presença dos Budas anteriores, e lhe explicado para outros, eu rapidamente alcancei o Anuttara-Samyak-Sambodhi[2]”.

 


[1] Aqui, “tantos Budas quanto aqueles citados” indica também as pessoas comuns às quais esse Bodhisattva sempre fez reverência. Portanto, servir a um vasto número de Budas, segundo este Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa, significa fazer reverência, honrar e louvar todos os seres. Esta revelação, certamente, constitui um dos mais profundos segredos deste sutra. Encontrar um Buda neste mundo é extremamente raro. Então, como servir a incontáveis Budas para, somente então, atingir a iluminação? Este é um longo caminho que exigiria incontáveis kalpas para se atingir a iluminação. Este Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa, todavia, revela o caminho curto através desta passagem. Servir a incontáveis Budas é uma tarefa que pode ser levada a cabo numa existência momentânea da vida, bastando para isso “enxergar” o Buda que existe inerentemente em todos os seres, reverenciá-lo e louvá-lo. Isto estará sendo feito ao expor e ensinar este Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa por toda a parte, a todos os seres, revelando-lhes que, infalivelmente, tornar-se-ão Budas. Mesmo seres insensíveis, aos quais não cabe ensinar o sutra, poderão ser beneficiados uma vez o sutra lhes seja exposto.

[2] Tão rapidamente em comparação com a necessidade de incontáveis kalpas para se atingir a iluminação através dos três veículos praticados por aqueles monges de grande arrogância. O Veículo Único é o caminho curto seguido pelo Buda Shakyamuni desde o infinito passado.

Extraído do CAP. 20: O Bodhisattva Sem-Desprezo.

Flor de Lotus
Foto de Marcos Ubirajara. Local: Sítio da Dôra em 14/10/2007.

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