Uma Nova Energia Própria

Na introdução do conceito de energia própria, foi elaborado e também mostrado ser ele um muito importante problema não resolvido da Física. Nesta teoria ele tem em vez do valor infinito obtido na eletrodinâmica quântica, um valor finito. Ele emerge da definição de massa de uma partícula na forma de:

±M=(1/2)m±2Es/c2 (12)

onde Es é a energia eletromagnética própria que é finita. A razão do valor finito de Es na equação (12) é devida à existência de uma carga magnética g. De fato, para g=0, Es torna-se infinita, como é descoberto na eletrodinâmica quântica. Os sinais de + e em (12) referem-se à existência de partículas e antipartículas que foram anteriormente preditas, por via de outras teorias, por Dirac no início dos anos 20. Todavia, nesta teoria o conceito antipartícula, em vista da inclusão do campo gravitacional, assume um papel mais fundamental que aquele predito por Dirac. Na próxima seção é apresentada, como conseqüência cosmológica da presença de antipartículas, uma predição para a existência em larga escala de antimatéria no Universo.

Foi assinalado anteriormente que tanto a teoria da relatividade especial como a geral não permitem uma extensão mecânica rígida para um objeto; e, portanto, o único modelo possível para uma partícula elementar era a descrição dela como um evento num ponto do espaço-tempo. Na teoria que está sendo apresentada aqui, o modelo do ponto é substituído por uma estrutura que tem uma extensão no espaço-tempo e está também em completo acordo com os princípios da relatividade geral. A razão fundamental para isto reside na indeterminância no espaço do número infinito de superfícies de densidade de carga magnética neutra. Essa indeterminância se estende ao comprimento de onda de Compton28 do próton ou do nêutron que é dado por ђ/mc, onde ђ é a constante de Planck dividida por 2П. Nesta teoria, a rigidez, incompatível com o princípio da relatividade, é substituída pelo princípio da indeterminância (o único compatível com o princípio da covariância geral) e esta é a única maneira compatível com a relatividade de se introduzir uma partícula de núcleo estendido. A predição da indeterminância para a distribuição de cargas magnéticas neutras no âmago das partículas pela teoria é, na opinião de Kursunoglu, o mais significante resultado e, num senso geral, faz um primeiro contato com o comportamento teórico-quântico da natureza. Kursunoglu compreende que isto é a solução final do problema crônico da energia própria, bem como uma solução para incorporá-la numa partícula de âmago de estrutura estendida.

A estrutura composta da partícula demonstra que num processo de espalhamento é natural esperar uma dependência da seção transversal S(E,gn), n=1,2…, da carga magnética contida numa camada e de sua espessura média. Por exemplo, duas partículas idênticas podem se espalhar pela interpenetração de suas respectivas camadas estratificadas de densidade de carga magnética. A carga magnética g assume um espectro de valores, e o total da carga magnética em cada camada é conservado de tal maneira que a soma da distribuição total nas camadas estratificadas é zero. Portanto, no espalhamento de duas partículas idênticas, a máxima interação ocorrerá sempre que o encontro for entre camadas idênticas da distribuição de carga magnética, em cujo caso a força é repulsiva. O encontro entre camadas de sinais opostos leva à atração magnética e essa força é, em geral (para partículas idênticas), menor que as forças de repulsão. A freqüência com a qual forças atrativas ou repulsivas ocorrem, dependerá da energia. A interação de camadas iguais requisitará uma crescente quantidade de energia no sentido de atravessar de uma camada para outra. Cada cruzamento de uma barreira neutra, na direção das camadas mais internas, requisitará uma escala de energia ainda maior. Quantum mecanicamente, o encontro entre duas camadas idênticas contribuirá para um efeito “exchange” de espalhamento.

Assim, em geral, essa teoria prediz, para altas energias, diferentes comportamentos para o espalhamento de próton de próton, próton de nêutron, e nêutron de nêutron. Além disso, a produção e a distribuição angular de mesons destes vários processos de espalhamento será diferente.

 

Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.

Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica

A Idéia de Behram Kursunoglu

Uma Nova Carga

Um Novo Vácuo

Um Novo Spin

Uma Nova Força

Um Novo Papel para a Força Gravitacional

Um Novo Universo

4 Comentários

  1. 05/12/2007 às 14:47

    Resposta aos Philosophy Doctors:Ha tempos sustento a tese da Analogia Corporal,a Vida(5ºelemento).pV/T=Admissão x Cinese. Relacionei,pela 1ª vez,uma experiência isolada,adiabática,ao sideral macrocósmico.Admissão equivale a Alimentação;Cinese,à velocidade metabólica;p,Pressão;V,Volume;e T,Temperatura. A 5ª variável,Pressão,só veio a existir,após a Condensação,materialização.Algumas Ondas têm propriedade material. Ivanildo Capito!!!Solucionei Cosmo!!!Resolvi!!,veja álbum

  2. 05/12/2007 às 14:50

    Resposta aos Philosophy Doctors:Ha tempos sustento a tese da Analogia Corporal,a Vida(5ºelemento).pV/T=Admissão x Cinese. Relacionei,pela 1ª vez,uma experiência isolada,adiabática,ao sideral macrocósmico.Admissão equivale a Alimentação;Cinese,à velocidade metabólica;p,Pressão;V,Volume;e T,Temperatura. A 5ª variável,Pressão,só veio a existir,após a Condensação,materialização.Algumas Ondas têm propriedade material. Ivanildo Capito!!! O 5ºelemento, Vida, veio muito após a 5ªVariável,Pressão!!!

  3. muccamargo said,

    05/12/2007 às 22:00

    Prezado Ivanildo,
    No Budismo, chamamos o 5ºelemento de “kuu”, cuja tradução é “harmonia”; ou seja, as inumeráveis harmonias possíveis entre os quatro elementos (terra, água, fogo e vento) determinam a vida em todas as suas diversidades.
    Você chama essa “harmonia” de “Vida”? Rapaz, tudo a ver!!!
    Apareça sempre.

    Um abraço.

  4. Ruy Colamarino said,

    09/01/2008 às 19:38

    Tudo isso, a meu ver, são estudos infinitos que levarão muitos anos até que se chegue a conclusões definitivas. Mas, tudo isso cairá por terra quando um invento recente e ainda não divulgado for de dominio publico daqui ‘a alguns anos.
    Trata-se de uma erergia gerada por ela mesma que cairá por terra todos os conseitos existentes no planeta. Como um ovo de Colombo. um motor eletrico se auto alimente pela própria energia gerada infinitamente, necessitando somente da primeira partida. Petroleio, energia atomica, biocombustiveis e outros processos de geração perderão seus valores com este novo invento.


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