Sutra do Nirvana – TOMO IV – O Rugido do Leão

“Oh Manjushri! Todos vocês! Disseminem o Grande Dharma em meio às quatro classes de pessoas. Eu agora confio este sutra a vocês. Igualmente, quando Mahakashyapa e Ananda chegarem, confiem-lhes o Dharma Maravilhoso também.” – Buda Shakyamuni ao deixar seu Corpo Transformado.

SUTRA DO NIRVANA - TOMO IV

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Quarto de 4 (quatro) Volumes.

Sutra do Nirvana – TOMO III – As Virtudes Sagradas

“Oh Manjushri! Todos vocês! Disseminem o Grande Dharma em meio às quatro classes de pessoas. Eu agora confio este sutra a vocês. Igualmente, quando Mahakashyapa e Ananda chegarem, confiem-lhes o Dharma Maravilhoso também.” – Buda Shakyamuni ao deixar seu Corpo Transformado.

SUTRA DO NIRVANA - TOMO III

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Terceiro de 4 (quatro) Volumes.

Sutra do Nirvana – TOMO II – Ações Sagradas

“Oh Manjushri! Todos vocês! Disseminem o Grande Dharma em meio às quatro classes de pessoas. Eu agora confio este sutra a vocês. Igualmente, quando Mahakashyapa e Ananda chegarem, confiem-lhes o Dharma Maravilhoso também.” – Buda Shakyamuni ao deixar seu Corpo Transformado.

SUTRA DO NIRVANA - TOMO II

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Segundo de 4 (quatro) Volumes.

O Princípio Maravilhoso da Verdadeira Vacuidade

O Sutra Diamante expressa a Prajna, o princípio maravilhoso da verdadeira vacuidade, e também expressa o portal do dharma da equanimidade encontrada dentro do princípio maravilhoso da prajna. Em geral, há Cinco Aspectos da Equanimidade evidentes no sutra:

  1. A equanimidade dos seres viventes e Budas.
  2. A equanimidade da vacuidade e existência.
  3. A equanimidade de todos os dharmas.
  4. A equanimidade de um e muitos.
  5. A equanimidade de todas as visões.

A maioria das pessoas não compreende os portais do dharma da equanimidade, e assim colocam uma cabeça no topo de uma cabeça, adicionam marcas às marcas, e trocam (confundem) o que é basicamente igual com o que é desigual.

Sutra Diamante – Capítulo 31 – Nem Conhecimento e Nem Visão são Produzidos.

Original

Marcas e Visões

Sutra:

“Subhuti, se alguém disser que a visão de um ‘eu’, a visão dos outros, a visão dos seres viventes, e a visão de uma vida são pregadas pelo Buda, o que você pensa, Subhuti? Aquela pessoa compreende o significado dos meus ensinamentos?”

Não Honrado pelo Mundo, aquela pessoa não compreende o significado dos ensinamentos do Tathagata. E por quê? A visão de um ‘eu’, a visão dos outros, a visão dos seres viventes, e a visão de uma vida são pregadas pelo Honrado pelo Mundo como nenhuma visão do ‘eu’, nenhuma visão dos outros, nenhuma visão dos seres viventes, e nenhuma visão de uma vida. Porquanto são chamadas a visão do ‘eu’, a visão dos outros, a visão dos seres viventes, e a visão de uma vida”.

“Subhuti, aqueles que devotaram seus corações ao Anuttara-Samyak-Sambodhi devem assim conhecer, assim ver, assim acreditar e compreender todos os dharmas, e não produzir as marcas dos dharmas. Subhuti, as marcas dos dharmas são pregadas pelo Tathagata como nenhuma marca dos dharmas; porquanto são chamadas marcas dos dharmas”.

Comentário:

Subhuti disse que alguém que mantenha a opinião de que o Buda pregou uma visão do ‘eu’, dos outros, dos seres viventes, e de uma vida não compreende a doutrina que o Buda ensinou. Aquela pessoa não alcançou uma compreensão da doutrina da vacuidade das pessoas, dos dharmas, e da vacuidade em si encontrada no ensinamento da prajna, que expressa o princípio da vacuidade.

Anteriormente, o Buda havia pregado sobre as “marcas” do ‘eu’, dos outros, dos seres viventes, e de uma vida; então, neste ponto ele falou da visão do ‘eu’, dos outros, dos seres viventes, e de uma vida. Qual é a diferença entre marcas e visões? Marcas são objetos externos (tangíveis) com os quais nos envolvemos através do olho orgânico. Visões, por outro lado, são discriminações da mente às quais nos tornamos apegados e às quais nos prendemos. Visões são apegos sutis; marcas são apegos grosseiros. As marcas superficiais externas são fáceis de descartar, mas é muito difícil obliterar os apegos sutis da consciência mental. Portanto, o Buda menciona ambos, para capacitar as pessoas a não somente subjugar seus corações e abandonar as marcas, mas também subjugar as suas mentes e erradicar as visões. Quando se liberta das visões, pode-se realmente chegar ao estado de vacuidade das pessoas, dos dharmas, e da vacuidade em si.

Mas o Buda pregou sobre aquelas visões apenas do ponto de vista da verdade comum. Se explicado em termos da verdade real, elas não são visões. Quando expressas do ponto de vista do Caminho Médio, porquanto são chamadas a visão do ‘eu’, a visão dos outros, a visão dos seres viventes, e a visão de uma vida. Originalmente não há marcas e nem visões, mas no Dharma Maravilhoso da Prajna o Buda lhes dá falsos nomes.

Não apenas as visões do ‘eu’, dos outros, dos seres viventes, e de uma vida; mas todos os dharmas devem assim ser conhecidos. Assim ver, assim acreditar e compreender todos os dharmas, e não produzir a marca dos dharmas. Isto significa não ser apegado a quaisquer dharmas.

Todo o dharma pregado pelo Buda

foi em prol dos corações dos seres viventes;

Se não houvesse corações,

de que utilidade seria o dharma?

As marcas dos dharmas são pregadas pelo Tathagata como nenhuma marca dos dharmas; porquanto são chamadas marcas dos dharmas. A elas são meramente dados falsos nomes.

Sutra Diamante – Capítulo 31 – Nem Conhecimento e Nem Visão são Produzidos.

Original

A Origem de Nossas Ofensas

Comentário:

Esta parte do texto do sutra fala de uma pessoa com graves ofensas que recebe uma retribuição leve. Preocupado com que os seres viventes possam não compreender a Marca Real, o Dharma Maravilhoso do Grande Veículo, e consequentemente darem origem às dúvidas, o Buda Shakyamuni assim falou para dirimir quaisquer dúvidas. Que dúvidas teriam os seres viventes? Eles se perguntariam como é possível que alguém ao recitar o Sutra Diamante, o qual o Buda Shakyamuni afirmou ser profundo e maravilhoso, ainda fosse ridicularizado pelos outros por assim fazer.

“Vazio Nato”, o Buda disse: “Por que um homem ou mulher que tenha cultivado os cincos preceitos e as dez boas ações, e que receba o sutra com seu coração, e o ostente com o seu corpo, seria ridicularizado pelas pessoas ao ler e recitar o sutra?” Por que as pessoas depreciariam-no e diriam: “Olhem-no, ele ainda recita sutras! Ele ainda recita o nome do Buda! É só fachada. Ele está içando uma cabeça de carneiro, mas vendendo carne de cachorro. Ele estuda o Budadharma e recita o nome do Buda, e ainda assim ele rouba,mata, envolve-se em práticas sexuais impróprias, e uso tóxicos. Ele fará qualquer coisa, e ainda assim recitará os sutras. É blasfêmia! Isto equivale a caluniar o Buda.”

Alguém que ouvisse tal discurso perguntaria por que alguém ao recitar um sutra estaria sujeito a tal ridicularização. O Buda Shakyamuni explicou que tal pessoa teria cometido incalculáveis ofensas cármicas no passado – talvez até as cinco ofensas graves:

  1. matar um pai
  2. matar uma mãe
  3. matar um Santo (Arhat)
  4. destruir a harmonia da Sangha
  5. derramar o sangue do Buda

Talvez aquela pessoa tivesse caluniado outros ou tivesse sempre causado-lhes problemas. Como resultado de tais ações essa pessoa basicamente deveria cair nos três maus caminhos do inferno, espíritos famintos, e animalidade. Mas um vez que ela tenha recebido o sutil, maravilhoso e profundo Budadharma da Marca Real do Grande Veículo, a retribuição pelas suas graves ofensas anteriores é aliviada. A retribuição toma a forma de ter pessoas a ridicularizarem-na quando ela recita sutras. Assim aquela pessoa tem graves ofensas, mas um retribuição leve.

Sutra Diamante – Capítulo 16 – Obstruções Cármicas Podem Ser Purificadas.

Original

Sutra do Nirvana – Cap. 44 – Bodhisattva Kashyapa 5

“O Bodhisattva medita: ‘Se a membrana não fosse não-eterna, ela não poderia tornar-se (tecido) esponjoso. E se o auge da vida não fosse não-eterno, a velhice nunca chegaria. Se o tempo não fosse fugaz, momento após momento, ele nunca poderia durar muito. Tudo teria que crescer ao mesmo tempo e ser pleno no tamanho. Por isso, deve-se saber definitivamente que há existências de minúsculas partículas não-eternas, as quais têm que seguir existindo continuamente [isto é, mudando de momento a momento]. Também, vemos uma pessoa com todos os seus sentidos orgânicos perfeitos, e de uma fisionomia brilhante e resplandecente, [apenas para] tudo isto desaparecer (ser consumido) num estado debilitado’.”

Leia mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

Steve Jobs

Steve Jobs

Obrigado Steve Jobs, por ter feito da sua passagem por este mundo, os meios para promulgação ampla e irrestrita do Dharma Maravilhoso; e da sua própria vida, os meios para compreendê-lo.

Minhas sinceras homenagens a quem tanto fez para que isso fosse possível hoje.Minhas condolências aos seus familiares e entes próximos – Marcos Ubirajara.

SUTRA DO NIRVANA - CAPITULO 44

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Destaques deste Capítulo:

O Remédio Todo-Maravilhoso dos Himalayas 3

Meditar Sobre Imagem 7

Meditar Sobre a Causa da Imagem 9

Meditar sobre o Desejo 11

Meditar Sobre o Carma 12

Meditar Sobre a Causa do Carma 13

Meditar Sobre o Resultado Cármico 13

O Carma Imaculado 14

Meditar Sobre o Sofrimento 17

A Casa do Tesouro 18

Da Raiz ao Ultimado 24

O Toque do Brilho 26

Do Sentimento à Consecução 26

A Meditação Grosseira 30

A Meditação Minuciosa 32

O Brilho da Sabedoria 38

Extinção Momentânea 39

O Toque do Brilho

“Oh Honrado pelo Mundo! O que você quer dizer quando fala que ‘o toque do brilho’ é a causa?”

“Oh bom homem! O Tathagata às vezes fala sobre brilho e diz que é Sabedoria; e às vezes (ele quer dizer) ‘Fé’. Oh bom homem! Através das relações causais da fé, uma pessoa se aproxima de um Bom Mestre da Via. Isto é toque [contato]. A relação causal dessa aproximação leva a pessoa a dar ouvido ao Dharma Maravilhoso. Isto é ‘toque’. Quando alguém ouve o Dharma Maravilhoso, o corpo, a boca e a mente dessa pessoa tornam-se puros. Isto é ‘toque’. Através da pureza das três ações, ganha-se uma vida correta. Isto é ‘toque’. Através de uma vida correta, ganha-se os shila (preceitos) que purificam os sentidos orgânicos. Por conta dos preceitos que purificam os sentidos orgânicos, procura-se um lugar silencioso. Na quietude, pensa-se sobre o bem. Através do bom pensamento, pensa-se sobre uma vida em concordância com o Dharma. Através da vida correta (em concordância com o Dharma), ganha-se os 37 elementos da Iluminação. Assim, uma pessoa aniquila completamente as inumeráveis más impurezas.

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

Resposta a William Garcia

Sutra de Lótus

William escreveu: “Recebi há algum tempo o Sutra de Lótus da Lei Maravilhosa, demorei muito para entregar à Firmina, pois não desejava entregar a ela nas circunstâncias em que me encontrava.

Diante da retomada de forças que me impulsionaram no desafio da contínua transformação cármica, adentrei o ambiente sombrio e triste de uma delegacia de polícia, e entreguei a gema preciosa.”

Fifa recebendo o Sutra de Lótus

Firmina ao receber o Sutra de Lótus das mãos de William Garcia

O Buda disse:

“Bons homens,

após a minha extinção,

quem poderá receber, ostentar,

ler e recitar este Sutra?

Agora, na presença dos Budas,

façam seu voto.

Este Sutra é difícil de ostentar,

se alguém ostentá-lo mesmo que por um instante,

eu rejubilarei,

bem como todos os outros Budas.

Uma pessoa assim será elogiada por todos os Budas:

‘Isto é coragem!

Isto é diligência,

isto é o que se chama observar os preceitos e praticar Dhutas’.”

Sutra de LótusCapítulo 11 – O Aparecimento da Torre de Tesouro.

Caro William,

os esforços para o cumprimento dos votos que fizemos no passado nunca serão em vão. Parabenizo-o pela façanha.

Marcos Ubirajara.

Em 19 de maio de 2011.

response to william garcia.mp3

Resposta à Gislene Macedo

Gislene escreveu:

“No post – O Vazio Como ‘Não-É’ – Elemento – há essa parte que me inquieta: “Oh bom homem! Eu nunca brigo com o mundo. Por que não? Se o conhecimento mundano diz ‘é’, Eu digo ‘é’; se o conhecimento mundano diz ‘não-é’, Eu, também, digo ‘não-é’.” É aí que engancho porque, como assim essa aceitação?”

O Sutra diz a seguir:

O Bodhisattva Kashyapa disse ao Buda: “Oh Honrado pelo Mundo! Você, o Buda, diz que se diz ‘é’ se o conhecimento mundano disser ‘é’, e se o conhecimento mundano disser ‘não-é’, diz-se ‘não-é’. Mas, o que vem a ser ‘é’ e ‘não-é’ do conhecimento mundano?”

O Buda disse: “Oh bom homem! Isso é como quando o mundo diz: ‘A matéria é não-eterna, sofrimento, vazio, e não-Eu’, e as coisas se passam assim até a consciência. Oh bom homem! Isto é o que o conhecimento mundano diz que é um ‘é’, e Eu, também, digo que é um ‘é’. Oh bom homem! O conhecimento mundano diz que a matéria nada tem do Eterno, Êxtase, do Eu e do Puro. Assim se diz do sentimento, percepção, volição, e consciência. Oh bom homem! Isto é onde o conhecimento mundano diz ‘não-é’. Eu, também, digo ‘não-é’.”

Sutra do Nirvana, Capítulo 42 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 3.

O Buda diz: “É como quando…”, significando que se trata de um exemplo. Portanto, creio que essas palavras do Buda, acima, referem-se ao aspecto do ‘Zêlo pelo Dharma Maravilhoso’. Há outros 9(nove) aspectos concernentes a ‘Não Brigar com o Mundo’, e estes estão no post: “Como a Utpala – O Lótus Azul”.

No post “A Qualidade Daquele Que Indaga” lê-se: “Também, ainda há dois tipos de pessoas. Um indaga sobre o que é difícil, e o outro responde bem. Você é o tipo de pessoa que indaga bem sobre o que é difícil; o Tathagata é aquele que responde bem. Oh bom homem! Através dessas questões bem colocadas, pode ocorrer o Giro da Roda-da-Lei, a morte da grande árvore dos 12 elos da causação, a passagem das pessoas através do imenso oceano do nascimento e da morte, o bom combate contra o Rei Marapapiyas, e a derrubada do estandarte vitorioso dos Papiyas.”

Então Gislene, obrigado pela pergunta.

Respeitosamente,

Marcos Ubirajara.

response to gislene macedo.mp3

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