Terapia para Sessentões Solitários

Apaixone-se por uma “menina”, uma Trintona. Vintonas não servem, nada sabem sobre você. Quarentonas e Cinquentonas também não servem, só querem vingança. As Trintonas te conhecem, como a seus Pais.

Bem, não sei como você vai conseguir se apaixonar ainda, mas um bom começo é ouvir Marisa Monte sem parar. Não procure Psicólogos(as), pois não saberão que você está querendo enlouquecer, e tentarão evitar o que você mais deseja. Não pense em voltar no deserto da solidão porque, objetivamente, nada encontrará quando chegar. Siga em frente!

Em pouco tempo, porque já não há muito tempo, você perceberá que mais louco é quem te diz, e não é feliz…

Agora, você atingiu o estágio do não-desejo de posse, ou mesmo da necessidade de invadir a vida alheia, melhor dizendo, de quem você ama. Pode cultivar e praticar a mais elevada das virtudes que é a doação, conhecer o desapego no mais profundo, e talvez mais cruel dos sentidos, que é a impotência de continuar nutrindo a arrogância da sua juventude. Você não terá escolha, mesmo que lhe falte a coragem. Mas, conquistará esse deserto do Eu que você inventou, o único responsável por essa solidão. Abandone-o por completo.

O Teorema da Inconsequência

3ª Lei da Fatalidade

“Se um irresponsável diz para uma pessoa que ela é inteligente, e essa pessoa acreditar, isso poderá acarretar diversos problemas, futura e fatalmente”.

Em “A Teoria Geral da Fatalidade – O Cristalino“.

O Manifesto da Terra

O Manifesto da Terra

“… Bandidos, degredados de outras esferas de mundo, o que querem aqui?”

“Sou a Terra que lhes fala, feita da mais pura gema jamais imaginada ou encontrada pelos próprios humanos, meus hóspedes neste sistema de mundos. O que querem aqui?…”

“. ..Aqui, estarão sujeitos ao Caminho Médio, quer sejam boas ou más as suas devidas retribuições. Aqui, o coxo poderá andar livremente, pensando estar sonhando. Aqui, o magnífico tomará da mesma água, da mesma fonte daqueles destituídos da sorte que lhes fora atribuída por suas obras passadas. Aqui, o pêndulo irá para o repouso, forçosamente, porque o Cristal Perfeito, a gema das gemas, dissolverá a iniqüidade em suas mais diversas vertentes, que os estudiosos da Via, entre vocês, chamam de “energias”. Aqui, certamente, não será o lugar para a perpetuação da vilania que impera nos mundos de onde vieram. Então, o que querem aqui?”

“A Terra é Sagrada, o Mundo Saha é Sagrado. Como podem imaginá-lo à sua semelhança, semelhança essa que nem lhes pertence? Vocês são semelhança da negação. Mais além, são semelhança da dualidade da vida e da morte, que atormenta seus sonhos de poder e auto-pertencimento. A Terra não lhes proverá o tesouro que almejam. Então, o que querem aqui?”

“Mas, não tenham dúvidas, a Terra lhes proverá um destino, qual seja o lugar de onde vieram”.

Os Três Requisitos para o Estado de Buda

“Tudo neste mundo – uma folha de capim, uma árvore, uma pedra ou mesmo um punhado de pó – tem os três requisitos para o Estado de Buda: uma Natureza de Buda inata, o potencial para compreendê-lo e a causa para levar a Natureza de Buda a se desenvolver”.

O Capítulo 2 – Meios Hábeis, do Sutra de Lótus, contém a passagem: “Os Budas aparecem neste mundo a fim de possibilitar às pessoas desenvolverem a sabedoria do Buda”.

Nitiren Daishonin em “O Verdadeiro Objeto de Adoração” ou “Kanjin no Honzon Sho” – em 25/abril/1273.

Por que Tudo Isto

Oh, Orroz! Você me indaga por que tudo isto?

Digo-lhe que é porque você perdeu a compostura devida a um magistrado, em primeiro lugar. Ato contínuo, perdeu a compostura devida a um humano, seja da alta ou da mais baixa casta, ao despojar sua alma pelo poder mundano.

Aqui, Orroz, neste Tribunal da Equanimidade, este é um crime de grau superlativo, que reclassifica todos os demais crimes possíveis como meros meios expedientes de um serviçal do Reino Obscuro; e isto já está estampado em suas “caras e bocas”, em sua postura insolente ao tomar assento na Casa do Povo daquele país distante, que fica a oeste daqui, e que se chama Ingratidão.

Basta, Orroz!

“Aquela gente aprenderá a ficar de pé, ironicamente por causa de ti”.

Por que as aspas? Porque essa é a sua sentença!

A Lenda de ORROZ

Orroz em “O Diário de um Tolo

No Palácio das Retribuições

Aquela voz interpenetrava de átomos a estrelas, galáxias…

Dizia: “Fiquem tranquilos, pois não restará um de vós sem a merecida retribuição!”

É assim, é assim!

Antigos, Angkor, Templos De Angkor Wat, Budismo

Site de origem: Pixabay – Visite-o clicando no link.

 

Diálogo com Inhaki

05/12/2018 – Diálogo com Inhaki

[5/12 09:25] Inhaki: Bom día Marco. Soy Iñaki, o amigo de Dôra. Eu gustaría moito, si é posible, saber alguna coisa sobre la causa de la morte, i os últimos meses de Dôra, e ter alguna lembrança dela. Si você pode ayudarme, estaría moito agradecido. Un forte abraço a você. Obrigado. Iñaki.

[5/12 18:39] Marcos Ubirajara: Sim, Inhaki. A causa da morte foi “Fratura de 2(duas) vértebras cervicais, com consequente tetraplegia (perda de todos os movimentos), internação durante 90 (noventa) dias, e morte por insuficiência respiratória e outras causas menores. Estou publicando meus registros diários de tudo o que aconteceu em meu site pessoal chamado “Cristal Perfeito”, em https://muccamargo.com.

[5/12 19:17] Marcos Ubirajara: Neste site, você encontrará a categoria “A Saga de Dôra”, onde estou publicando os registros de seus últimos dias entre nós. Por favor, me informe se estiver acompanhando as publicações. Forte abraço! Obrigado!

[7/12 09:25] Inhaki: Bom día Marco.
Moito obrigado perque eu posso conocer un po os últimos días de Dôra. Eu tenho dor da morte dura e difícil de Dôra.
Estoy moito obrigado a você.
Posso ver bêm a sus página a internet.
Até pronto. 🌹

A Balada das Irmãs Inseparáveis

A cegueira e a ignorância, irmãs inseparáveis, nasceram de um karma de ofensas. Mesmo assim, mergulham nesse marasmo, como se a vida lhes devesse alguma coisa. Uma veio primeiro, a outra depois e vice-versa, tanto faz, de tão inseparáveis. Por essa razão, o mundo que vêem, de cabeça-para-baixo, lhes parece normal. Trajadas na ignorância, sem nada enxergar para além de suas mesquinhas necessidades, tentam dramaticamente firmar suas bengalas no vazio, pois o chão está acima de suas cabeças.

Contudo, certas da impunidade das suas ofensas, seguem brincando, cantarolando e fartando-se das brincadeiras oferecidas naquela casa em chamas, que pensam lhes pertencer, prestes a ruir. Mas, de todas as diversões possíveis ali, a que mais lhes encanta é falar, falar e falar tecendo intrigas. Não percebem que essa rede de intrigas, tecida por elas próprias, acabará por capturá-las e aprisioná-las.

A descrença incorrigível, o orgulho e a arrogância desmedida, tudo com uma boa dose de emotividade e volúpia, as seguirão como a sombra segue o corpo, indistintamente, pois que são inseparáveis.

A cobiça é um dos sete pecados capitais. Quem não sabe disso? E possui um aspecto peculiar: enlouquece quem o comete.

A Partida

11/10/2018

Não são só tristes as recordações. Observem que a data de publicação desse vídeo foi a exata data de falecimento da nossa querida Dôra, 28 de Setembro. Ah! Coincidência.

Observem a última frase da música do Djavan: “Por ser amor, invade e fim”. Vejam como ela vai embora há 7 (sete) anos atrás. Desculpem-me, mas tenho obrigação de tentar compreender as escrituras. Foi isso que vim fazer aqui no Mundo Saha!

Mensagem de Esperança

11/10/2018

Num esforço brutal na tentativa de organizar melhor as coisas de Dôra, e também as minhas, deparei-me com esse registro que segue:

“Às 05:00 horas daquele dia 23/12/2011, o meu irmão Guara, então recém falecido a 13/12/2011, conversou longamente comigo. Com uma voz límpida e tranquila, saudou-me dizendo:

“Olá Marcos! Tudo bem?”.

“Guara!”, exclamei.

Ele: “Eu mesmo. Você viu aquilo?”.

“Mas, Guara…”, interpelei-o.

Ele: “Estou vivo, Marcos. Aquilo lá não era eu!”

Então, ele perguntou pelas pessoas enquanto eu andava rápido para levar as boas novas para a família.

A história, da qual não me lembrava mais dos detalhes, era que alguém, uma pessoa vil, estava “no lugar dele”. E isso foi tramado para fazer algumas coisas acontecerem. Ao me aproximar de uma grande árvore, sob ela, o sinal foi interrompido e não se restabeleceu mais.

Como Budista que sou, entendi tudo e gostaria de transmitir aos familiares e amigos essa mensagem de esperança, paz e tranquilidade que ele me passou:

“Estou vivo, Marcos! Aquilo lá não era eu!”

Marcos, em 23/12/2011, às 05:00 horas.

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