A Conduta Maravilhosa Não Persistente

Sutra:

“Além disso, Subhuti, com respeito aos dharmas, um Bodhisattva não deve persistir no que quer que seja quando os concede. Ele não deve persistir nas formas quando os concede, nem deve persistir nos sons, odores, sabores, objetos tangíveis ou leis quando ele os concede. Subhuti, um Bodhisattva deve fazer a doação assim: ele não deve persistir nas marcas. E por quê? Se um Bodhisattva não persiste nas marcas quando faz doação, suas bênçãos e virtudes são imensuráveis.”

“Subhuti, o que você pensa, o espaço ao leste é mensurável?”

“Não, Honrado pelo Mundo.”

“Subhuti, o espaço ao sul, oeste, norte, ou nas direções intermediárias, ou acima, ou abaixo, é mensurável?”

“Não, Honrado pelo Mundo.”

“Subhuti, as bênçãos e virtudes de um Bodhisattva que não persiste nas marcas quando doa são igualmente imensuráveis. Subhuti, um Bodhisattva deve somente persistir no que é ensinado assim.”

Sutra Diamante – Capítulo 4 –A Conduta Maravilhosa Não Persistente.

Original

O Nirvana não-residual e a Extinção

Eu devo levá-los todos a entrar no Nirvana não-residual e conduzi-los à extinção.  O Eu aqui é o falso “Eu” do Bodhisattva, usado expedientemente para comunicar-se com os seres viventes que ainda possuem uma visão do eu.

Todas as dez classes de seres viventes nos três reinos (da existência) são levados a entrar no Nirvana não-residual. Nirvana é uma palavra do Sânscrito que se traduz como “quietude perfeita”. Atravessar para a extinção significa por um fim aos dois obstáculos – o obstáculo das aflições e o obstáculo do que é conhecido. Também significa que os seres transcenderam as Duas Mortes: compartilhar do nascimento e morte, e mudar o nascimento e morte.

Há quatro tipos de Nirvana:

  1. Nirvana da natureza-própria pura e limpa. A natureza-própria é inerente a todos. Não está sujeita ao nascimento e morte, e não é maior nos sábios ou menor nas pessoas comuns.
  2. Nirvana residual. Ao usar a chama da sabedoria sobre o combustível das aflições, os laços secundários da ilusão são cortados; mas o laço fundamental do corpo permanece. O corpo que permanece está sujeito a compartilhar no nascimento e morte; isto se diz ser Nirvana “com resíduos”.
  3. Nirvana não-residual. Quando as aflições e o resíduo do compartilhamento no nascimento e morte são extintos, a multidão de sofrimentos é eternamente aquietada. Não há mais resíduo.
  4. Nirvana da não permanência. Aqui sabedoria e compaixão são mutuamente interativas. Aqueles que atingiram o Nirvana da não permanência continuam a atravessar os seres viventes, mas eles mesmos não estão sujeitos ao nascimento e morte.

O Nirvana sem resíduo mencionado no texto abrange os últimos dois dos quatro tipos de Nirvana.

Embora os Bodhisattvas conduzam inumeráveis seres à extinção, na realidade não há seres viventes a atravessar. Esta é a manifestação da substância perfeita e a grande função do prajna. A substância do prajna da marca real é sem a menor desigualdade. Conforme é dito posteriormente no sutra: “Esse Dharma é liso e plano, sem altos ou baixos”. A função do prajna contemplativo é originalmente sem uma marca; conforme o texto seguinte diz: “Aqueles que renunciaram a todas as marcas são Budas”.

Se um Bodhisattva atravessa seres viventes e ainda se apega a um eu que lhes atravessa, as quatro marcas ainda não estão vazias, e o falso coração ainda não foi subjugado. Tal pessoa vira as costas para o prajna e torna-se envolvida pelas quatro marcas que se unem para formar um eu. A marca do eu é a raiz de todas as marcas. Se alguém pode transformar a ilusão em torno de si, então ele pode conduzir (atravessar) os seres viventes ao Nirvana. Ele pode apartar-se das quatro marcas, subjugar seu coração, e assim tornar-se um verdadeiro Bodhisattva.

Sutra Diamante – Capítulo 3 –A Doutrina Ortodoxa do Grande Veículo.

Original

Nagarjuna como Médico Ayurvedic

Nagarjuna

Estátua de Ouro de Nagarjuna no Monastério de Samye Ling – Imagem Via Wikipedia

De acordo com Frank John Ninivaggi, Nagarjuna era também um praticante do Ayurveda, ou a Medicina Ayurvedic Tradicional Indiana. Descritas pela primeira vez no Tratado Médico em Sânscrito intitulado Sushruta Samhita (do qual ele foi o compilador da redação), muitas dessas conceituações, tais como suas descrições do sistema circulatório e do tecido sanguíneo (descrito como rakta dhātu), e seu trabalho pioneiro sobre a propriedade terapêutica dos minerais especialmente tratados conhecidos como bhasmas, que lhe valeram o título de “pai da iatroquímica (quimiatria)”.

[Fonte: Frank John Ninivaggi Ayurveda: A Comprehensive Guide to Traditional Indian Medicine for the West, page 23. (Praeger/Greenwood Press, 2008 – Via Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Nagarjuna).

Tradução livre para português brasileiro por muccamargo.

O Mahasattva e Todos os Seres Viventes

Deve-se subjugar seus pensamentos, pensando: “devo fazer com que todos os seres viventes entrem no Nirvana não-residual e sejam conduzidos à extinção. Todos os seres viventes podem ser divididos em Doze Categorias. Das doze, que são discutidas em detalhes no Sutra Surangama, dez são listadas no texto deste sutra. Aquelas não listadas correspondem a “aqueles não totalmente com forma” e “aqueles não totalmente sem forma”. Aqueles não totalmente com forma incluem seres viventes que basicamente possuem forma, mas que a mantém apenas através de relações parasitárias com outros seres viventes, tais como a medusa transparente que não tem olhos e usa o camarão para atuar como sua faculdade visual. Aqueles não totalmente sem forma incluem seres viventes que basicamente não possuem forma, mas que voluntariamente aparecem quando evocados através de mantras, tais como espíritos e fantasmas mântricos.

As quatro primeiras das Doze Categorias são:

  1. Nascidos de ovos devido ao pensamento,
  2. Nascidos do útero devido à emoção,
  3. Nascidos da umidade devido a um processo de união, e
  4. Nascidos pela transformação devido a um processo de separação.

Nos processos que envolvem o pensamento, a emoção, união e separação, a dúvida é criada. Com o surgimento da dúvida, o karma é formado; com a existência do karma, sujeita-se à retribuição, cada um segundo a sua espécie. Cada um e todos os nascimentos dependem das condições causais que determinam a retribuição a ser recebida.

Seres que nascem de ovos devido ao pensamento. Um exemplo por analogia é a galinha chocando seus ovos de manhã à noite, pensando: “Meus pintinhos devem surgir em breve. Saiam, saiam, pintinhos”. Ela assim pensa por um longo tempo até que finalmente ela os encontra para fora das suas cascas. Os ovos quebram-se em pintinhos, oriundos do pensamento.

Seres que nascem do útero devido à emoção. O útero existe em razão do amor e da emoção que ocorre entre o macho e a fêmea. O intercurso desse amor e emoção resulta, sob certas condições, na gravidez no útero.

Seres que nascem da umidade devido à união. A união do karma com o calor produz, sob certas condições, criaturas nascidas da umidade, como bactérias, virus e semelhantes.

Seres que nascem pela transformação devido à separação. Quando uma formação cármica separa-se de algo velho e torna-se algo novo, existe o nascimento pela transformação, como por exemplo a metamorphose de uma borboleta.

Seres com forma se refere a seres tais como essências (substâncias) auspiciosas (favoráveis) e desfavoráveis que resultam de fenômenos astrológicos. Tais seres tomam forma, mas a forma não é permanente.

Seres sem forma se refere a seres nos Quatro Céus da Amorfia (sem forma): o Céu do Vazio Ilimitado, o Céu da Consciência Ilimitada, o Céu do Nada Absoluto, e o Céu de Nem Pensamento e Nem Não-Pensamento.

Seres com pensamento se refere a fantasmas, espíritos e essências, bem como boas manifestações como Bodhisattvas, ou as más como aberrações estranhas.

Seres sem pensamento se refere àqueles que se transformaram em terra, árvores, metais ou rochas. Um exemplo através da analogia é uma montanha em Hong Kong chamada “Olhando à Procura de Seu Marido”. Tal nome é em virtude de que no passado existiu uma mulher que escalava a montanha diariamente com sua criança a fim de olhar para o mar à procura de seu marido que havia partido para a guerra e nunca retornou. Em razão de ter sustentado aquele pensamento solitário por um longo tempo, a mulher finalmente se transformou em pedra. No alto da montanha ainda pode ser vista a figura de uma mulher em pedra segurando a sua criança como se olhasse para o mar.

Seres não totalmente com pensamento se refere a seres viventes que são involuntariamente nascidos na forma de uma outra criatura devido ao poder do pensamento daquela criatura, tais como a larva da mariposa de amoreira cujo corpo é transformado no de uma vespa através do poder do pensamento de uma “única vespa”. A vespa prepara o seu ninho e coloca dentro dele alguma larva da mariposa de amoreira. Ela então, ao longo de sete dias, recita um mantra sobre os insetos. O mantra é simples: “Seja como eu! Seja como eu!”. Após sete dias, a larva da mariposa de amoreira se torna uma vespa.

Seres não totalmente sem pensamento se refere àqueles cujos corpos são originalmente matéria destituída de pensamento, mas que vem a existir naquela forma devido ao desejo do pai. Consequentemente esses seres tornam-se possuídos por pensamentos extremamente bizarros.

Sutra Diamante – Capítulo 3 –A Doutrina Ortodoxa do Grande Veículo.

Original

O Mahasattva busca a Grande Fruição

7.    O Mahasattva busca a Grande Fruição. A Via do Bodhisattva é cultivada por aqueles que buscam a Grande Fruição. Terras estrangeiras não são procuradas, pois Bodhisattvas não são pequenos proprietários que começam a conquistar outras terras visando construir um império. Somente o Anuttara-Samyak-Sambodhi, a mais elevada fruição do cultivo, é o objetivo de grandes seres.

Um Mahasattva, alguém cuja conduta abrange aqueles Sete Aspectos, deve Assim subjugar os seus pensamentos.

“Como?”

De nenhum modo particular, mas antes, Assim. Assim é uma afirmação direta (um comando direto do Buda). É a substância primordial da marca real, e por isso se diz não haver nenhum modo particular de execução. A ausência de distinção é referida a como Assim, em vez de descrita em termos superficiais.

Sutra Diamante – Capítulo 3 –A Doutrina Ortodoxa do Grande Veículo.

Original

O Mahasattva passa através de Grandes Kalpas

6.    O Mahasattva passa através de Grandes Kalpas. O cultivo de um Bodhisattva implica em plantar boas raízes, mas não diante de apenas um Buda. Aquele que cultiva plenamente passa através de três grandes asamkhyas de kalpas.

Sutra Diamante – Capítulo 3 –A Doutrina Ortodoxa do Grande Veículo.

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O Mahasattva cultivou a Grande Conduta

5.    O Mahasattva cultivou a Grande Conduta. No cultivo, não se deve ao obter um pequeno sucesso, dar-se por satisfeito, confundindo a cidade transformada (metáfora da cidade fantasma) com a  realidade última. Pessoas dos dois veículos obtêm pequenas vantagens e dão-se por satisfeitas. Sua satisfação com a certificação para a primeira, segunda, terceira ou quarta fruição do Arhatship, impede-lhes de transitar do pequeno para o grande.

Alguns chegam à metade do caminho e pensam que alcançaram o objetivo. Há o caso do monge ignorante que obteve o estágio do quarto dhyana e pensou que ele havia se certificado para a quarta fruição do Arhatship, dizendo: “Eu já atingi minha meta”. De fato, ele estava apenas a meio caminho dela.

Pessoas comuns vão até metade do caminho, e então voltam. Sem sequer alcançar os céus do quarto dhyana, começam a se arrepender: “É tão distante, tão difícil, para os nossos semelhantes”, eles dizem.

Alguns são emboscados numa cidade transformada (fantasma), como aquela descrita no Capítulo 7 do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa. Por que essa cidade insurgiu? Seguidores dos dois veículos cultivaram um ou dois dias à busca da Via do Bodhisattva sem atingi-la. Então eles cultivaram um outro dia, e ainda não se tornaram Bodhisattvas. No dia seguinte, embora tenham encontrado a Via do Bodhisattva, eles não encontraram o seu fim, e decidiram que o processo era muito longo. Esses “dias” representam anos, décadas, kalpas de dedicação. Quanto mais os cultivadores procuravam atingir sua meta, mais amargos se tornavam seus sofrimentos. Quanto mais cansados se tornavam, menos capazes de continuar se sentiam: “Não posso seguir. É muito longe. Não sabia que esse caminho era tão longo. Estou muito cansado”, eles lamentavam.

Vendo a sua situação, o Buda conjurou uma cidade por transformação e lhes chamou: “Olhem! Existe uma cidade adiante onde podemos descansar por alguns dias. Nosso objetivo está a uma curta distância além da cidade”. Quando eles entraram na cidade, as pessoas dos dois veículos ficaram extasiadas com a abundância em ouro, prata e gemas preciosas, e decidiram se estabelecer lá. “Este lugar é uma verdadeira casa do tesouro”, eles pensaram.

No cultivo, deve-se ser paciente com o sofrimento e a fadiga. Ao se praticar a grande conduta, deve-se ser paciente, complacente, e generoso. Deve-se praticar as Seis Perfeições, a primeira das quais é a doação para o benefício dos outros e não buscar apenas ajudar-se.

“Eu vi membros da Sangha esmolando”, alguém diz: “Seu cultivo da Via está envolvido unicamente com o pedido por dinheiro, e não com a sua doação”.

Ah, mas quando os monges dão dinheiro eles não o anunciam. Eu conheci Mestres do Dharma que eram tão sinceramente empenhados em ajudar as pessoas que, se solicitados, ofereceriam a sua carne para comer, e o sangue para beber. Para o benefício dos outros, eles se disporiam a oferecer sua própria carne e ossos para céus e terra. É justo que você não tenha conhecido uma pessoa que tenha realmente devotado seu coração ao Bodhi, e que cultive a Grande Conduta. Ou talvez você tenha conhecido, mas não o reconheceu, pois tal pessoa não pode lhe dizer: “Eu sou alguém que cultiva a Grande Conduta”. Uma vez que ele não pode dizer-lhe, você não tem meios de saber que ele é alguém que pode resistir ao vento, chuva, frio, calor, fome e sede; suportanto o que as pessoas não podem suportar, concedendo o que as pessoas não podem conceder, comendo o que as pessoas não podem comer, e resistindo ao que as pessoas não podem resistir.

Por outro lado, aqueles que imitam o estilo de um cultivador experiente visando impressionar as pessoas são inúteis. “Olhe para mim. Eu posso comer o que outros não podem comer”. Isso é falsa doação. Fingir ser o grande mártir, abandonar a casa e o lar, família e riqueza em prol das aparências, é falsa doação. Não importa quão boa é sua propriedade, ou quão bela é sua esposa; se o auto-sacrifício é feito como uma exibição pública, a doação não é verdadeira. Se não é feito em prol das aparências, então o doador está cultivando a Grande Conduta.

Sutra Diamante – Capítulo 3 –A Doutrina Ortodoxa do Grande Veículo.

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Menlo Park, California, United States

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Nagarjuna e a Relatividade

Nagarjuna

Estátua de Ouro de Nagarjuna no Monastério de Samye Ling – Imagem Via Wikipedia

Nagarjuna também ensinou a ideia da relatividade; no Ratnāvalī, ele dá o exemplo de que o curto existe somente com relação à ideia do longo. A determinação de uma coisa ou objeto é somente possível em relação às outras coisas e objetos, especialmente por meio do contraste. Ele considerava que a relação entre as ideias de “curto” e “longo” não é devida à natureza intrínseca (svabhāva). Essa ideia também é encontrada nos Nikāyas em Pali e nos Āgamas em Chinês, nos quais a ideia de relatividade é expressa de maneira similar: “Aquele que é o elemento da luz, é visto existir por conta da [em relação à] escuridão; aquele que é o elemento do bem, é visto existir por conta do mal; aquele que é o elemento do espaço, é visto existir por conta da forma”

[Fonte: David Kalupahana, Causality: The Central Philosophy of Buddhism. The University Press of Hawaii, 1975, pages 96-97. In the Nikayas the quote is found at SN 2.150 – Via Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Nagarjuna%5D.

Tradução livre para português brasileiro por muccamargo.

O Mahasattva compreende o Grande Princípio

4.    O Mahasattva compreende o Grande Princípio. Isto é a compreensão de que uma pessoa é, em si, originalmente um Buda. O principio é Buda; Buda é o principio. O Buda é alguém que já alcançou o Estado de Buda. O Mahasattva compreende que ele próprio ainda não alcançou o Estado de Buda, mas que basicamente o Buda e ele são um, não dois e não diferentes. O cultivo da virtude do Buda é aprefeiçoado, o (cultivo) dos seres viventes não é. Os seres viventes são Budas ainda não-realizados; Budas são seres viventes já realizados. Uma pessoa não deve se tornar confusa sobre isto e professar ser um Buda, dizendo: “Eu sou Buda e o Buda sou eu”. O Buda é um ser vivente que realizou o Estado de Buda; os seres viventes são Budas ainda não realizados.

“Como nós somos originalmente Budas?”

A prajna da marca real não é separada dos corações dos seres viventes. O Buda é o coração (âmago) dos seres viventes. Nosso verdadeiro coração é o Buda. No presente, todavia, não escavamos e descobrimos a nossa própria verdadeira natureza, e usamos um coração de pensamentos falsos para administrar nossos interesses. Por analogia, o coração de pensamentos falsos é como um homem cego, e o verdadeiro coração é como um homem que pode ver.

“Por que nos conduzimos exclusivamente baseados nos falsos pensamentos? Perdemos nosso verdadeiro coração?”

Não, o verdadeiro coração não foi perdido. O Sutra Surangama explica que usamos falsos pensamentos porque “um pensamento não iluminado produz as três marcas penais”. Essas três – a marca do karma, a marca da retribuição e a marca da manifestação – ocluem a verdadeira natureza de tal forma que o precioso repositório do Tathagata não pode ser visto. Quando realmente acreditarmos que somos o Buda e tivermos realmente aperfeiçoadas as marcas da sabedoria e virtude do Tathagata, compreenderemos o Grande Princípio.

Sutra Diamante – Capítulo 3 –A Doutrina Ortodoxa do Grande Veículo.

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