Brasil, Osasco – São Paulo

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Esta é a casa onde nasci, no. 594 – Marcos Ubirajara.

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Meditar Sobre o Carma

“Também, além disso, oh bom homem! Tendo meditado completamente dessa maneira sobre o desejo, a pessoa sábia em seguida medita sobre o Carma. Por quê? A pessoa sábia pensa: ‘Sentimento, imagem, toque e desejo são impurezas. As impurezas realmente geram o carma vivido, mas não o carma colhido. Essa impureza acompanha o carma e é composta de dois tipos: 1) carma vivido, e 2) carma colhido. Por isso, a pessoa sábia deve meditar bem sobre o carma. Esse carma é de três tipos: corpo, boca, e mente’. Oh bom homem! O par, corpo e boca, são chamados carma, e também resultado cármico (carma colhido). A mente é chamada meramente ‘carma’(carma vivido), e não ‘resultado’ (carma colhido). Como ela é a causa do carma, dizemos ‘carma’. Oh bom homem! Chamamos os carmas do corpo e da boca de carma externo (colhido), e o carma mental de interno (vivido). Esses três carmas acompanham (caminham juntos com) as impurezas. Assim, temos dois carmas, a saber: 1) carma vivido, e 2) carma sentido (colhido).

Oh bom homem! ‘Carma direto’ é o carma mental. Dizemos ‘carma temporal’. Isto se refere aos carmas do corpo e da mente. Sendo o que aparece primeiro, dizemos ‘carma mental’. Aquele que surge do (carma) mental são os carmas corporal e oral. Assim, aquele que é mental é chamado ‘direto’. Tendo meditado sobre o carma, uma pessoa sábia deve meditar sobre a causa do carma.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

Meditar sobre o Desejo

“Também, além disso, oh bom homem! Alguém que seja sábio medita sobre o desejo. Desejo é cor, som, fragrância, sabor e toque. Oh bom homem! Assim o Tathagata fala do resultado (efeito) no estágio de causa. A partir dessas cinco coisas, o desejo sobe à cabeça. E (essas coisas) não são desejo, (são a sua causa).

Oh bom homem! Uma pessoa que é ignorante procura avidamente compartilhar delas. Nessas formas materiais, a pessoa adquire uma imagem invertida. E essa aquisição de uma imagem invertida se estende até o ‘toque’. E da relação causal da inversão, surge o sentimento. Esse é o porquê Eu digo que dessa imagem invertida o mundo adquire as dez imagens.

Da relação causal do desejo, se colhe más conseqüências cármicas no mundo. A maldade é dirigida aos pais, Shramanas, e Brâmanes. Faz-se o que não se deveria fazer, e se faz isso deliberadamente, da cabeça aos pés. Assim, uma pessoa que seja sábia percebe o fato de que essa relação causal do mal evoca uma mente ambiciosa. Tendo percebido a causa do mal, a pessoa sábia medita primeiro sobre a causa da cobiça e então pensa sobre os resultados cármicos. Quando há muito desejo, lá surgirão muitos maus resultados, tais como [os reinos do] inferno, espíritos famintos, animais, humanos e celestiais. Isto é o que chamamos de percepção dos maus resultados.

Se alguém for capaz de acabar com a má imagem, nenhum pensamento de cobiça surgirá. Quando não há uma mente ambiciosa, não surge qualquer mau sentimento. Sem um mau sentimento, não pode haver qualquer mau resultado. Esse é o porquê Eu acabo primeiro com a má imagem. Uma vez que se acaba com a imagem do mal, coisas como essas morrem naturalmente. Por isso, a pessoa sábia pratica o Nobre Caminho Óctuplo, no sentido de acabar com a má imagem. Isto é o que chamamos de ‘ação pura’. Este é o porquê dizemos que no corpo envenenado de um ser, há um remédio todo-maravilhoso, como no caso dos Himalayas, onde embora haja gramas venenosas, há um remédio todo-maravilhoso, também.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

meditate on desire.mp3

Pérolas do Universo – Fascículo 10

“É difícil nascer como humano. Isto pode ser comparado ao desabrochar da flor de Udumbara. Mas agora o alcancei [isto é, o estado de um ser humano]. É difícil encontrar o Tathagata, mas agora o encontrei. É difícil ver e ouvir o tesouro prístino do Dharma, mas agora o ouvi. Isto é como acontecer de uma tartaruga cega encontrar um buraco num pedaço de madeira flutuante. A vida é muito mais breve e fugaz do que a água corrente de um córrego da montanha. Vive-se hoje, mas não se pode ter a certeza do amanhã. Como alguém pode abandonar o seu pensamento por aquilo que está errado? O auge da vida se esvai tão rapidamente quanto um cavalo galopante. Como pode alguém depender [do que é transitório] e ser arrogante? É como a situação onde um demônio senta-se à espera da realização das ações erradas por um humano. É o mesmo com os demônios dos quatro grandes elementos. Eles sempre vêm e procuram por alguma falha de alguém. Como pode alguém oferecer oportunidade para as más sensações?”

Leia mais em Pérolas do Universo – Fascículo 10.

pearls of universe 10.mp3

Perolas do Universo 10

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Conteúdo deste Fascículo:

A Tartaruga Cega e o Tronco Flutuante  3

As Serpentes Venenosas dos Quatro Elementos  3

Simpatia Fingida 5

O Corpo e a Mente do Bodhisattva  5

A Purificação das Terras Búdicas – Primeira Oração   8

A Purificação das Terras Búdicas – Segunda Oração   9

A Purificação das Terras Búdicas – Terceira Oração   9

A Purificação das Terras Búdicas – Quarta Oração   10

A Purificação das Terras Búdicas – Quinta Oração   10

A Purificação das Terras Búdicas – Sexta Oração   11

A Purificação das Terras Búdicas – Sétima Oração   12

A Purificação das Terras Búdicas – Oitava Oração   12

A Purificação das Terras Búdicas – Nona Oração   13

A Purificação das Terras Búdicas – Décima Oração   13

A Terra Pura de Todos os Budas  14

O Samadhi Diamante  15

A Gema Mais Soberba  16

Como a Chuva da Primaveril  16

O Poder da Transformação   17

A Voz, a Cor e o Caminho   18

Por Que Dizemos Samadhi Diamante?  19

O Bom Mestre da Via  19

Encontro com o Bom Mestre da Via  20

Audição e Prática 21

Por Que Bons Mestres da Via  22

Por Que Bons Médicos  22

Doce Chuva do Dharma  23

O Bom Amigo do Via  24

Dar Ouvido ao Dharma  25

Pensar Sobre o Dharma  25

Praticar a Via de Acordo com o Dharma  27

A Fase do Nirvana  28

A Fase da Natureza de Buda  28

A Fase do Tathagata  29

A Fase do Dharma  29

A Fase do Sacerdote  30

A Fase do Estado Real  30

A Fase do Vazio   31

Meditar Sobre a Causa da Imagem

“Como todas as inumeráveis imagens surgem? Sabe-se que elas surgem do contato. E esse contato é de dois tipos, a saber: 1) contato pelas impurezas, e 2) contato pela Emancipação. Se a imagem surge da ignorância, chamamos isto de ‘contato pela impureza’. O que surge do ‘brilho’ é chamado ‘contato pela Emancipação’. O contato da ignorância evoca uma imagem invertida, e aquele da Emancipação evoca uma imagem não-invertida. Quando alguém tem meditado sobre a causa da imagem, em seguida medita sobre o resultado cármico.”

O Bodhisattva Kashyapa disse ao Buda: “A imagem invertida surge da imagem da impureza. Todas as pessoas sagradas, para dizer a verdade, possuem imagens invertidas e, no entanto, não possuem impurezas. Como faço para compreender isto?”

O Buda disse: “Oh bom homem! De que maneira uma pessoa sagrada possui uma imagem invertida?”

O Bodhisattva Kashyapa disse: “Oh Honrado pelo Mundo! Todos os sagrados, ao verem uma vaca, adquirem a imagem de uma vaca e dizem que isto é uma vaca. Ao ver um cavalo, adquirem a imagem de um cavalo e dizem que isto é um cavalo. O mesmo se aplica ao homem, mulher, grande e pequeno, casa, veículo, ir e vir. Isto é uma inversão.”

“Oh bom homem! Todos os seres possuem dois tipos de imagens, a saber: 1) a imagem circulante (conceitual) no mundo, e 2) a imagem do apego. Todas as pessoas sagradas têm apenas a imagem circulante no mundo, mas não qualquer imagem do apego. Todos os seres adquirem a imagem do apego por causa da meditação através de maus sentidos. Todas as pessoas sagradas não adquirem a imagem do apego, em razão do [seu] despertar para o bem. Portanto, todos os mortais comuns são classificados como de (imagens) invertidas, enquanto as pessoas sagradas não são classificadas assim, embora as conheçam.

Tendo meditado sobre a causa da imagem, uma pessoa que seja sábia medita em seguida sobre os resultados cármicos. Sofre-se esses resultados cármicos das más imagens nos reinos do inferno, dos espíritos famintos, dos animais, e dos humanos e celestiais. Como Eu acabei com a imagem do despertar do mal, Eu cortei a ignorância e o contato. Assim a imagem se foi. Quando se acaba com a imagem, a pessoa também remove as conseqüências cármicas. Para cortar a causa da imagem, a pessoa sábia pratica o Nobre Caminho Óctuplo. Oh bom homem! Qualquer pessoa que medita assim é chamada de alguém que pratica ações puras.

Oh bom homem! Assim Eu digo: ‘No corpo envenenado do ser há um remédio todo-maravilhoso. Embora nos Himalayas exista [um tipo de] grama venenosa, há [também] um remédio todo-maravilhoso’.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

meditate on the cause of the image.mp3


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Meditar Sobre Imagem

“Também, além disso, oh bom homem! Uma pessoa sábia medita e reflete por que o casal, sentimento e contato surgem, e vê que eles surgem através da imagem. Como? Os seres vêem formas materiais e não adquirem desejo. E também, por ocasião do sentimento, nenhum desejo surge. Se alguém adquire uma imagem invertida com relação à forma material e diz que a forma material é o Eterno, o Êxtase, o Eu, e o Puro, e que não pode haver mudança; esse alguém, através dessa inversão, adquirirá cobiça, má-vontade, e ignorância. Assim o sábio deve meditar sobre imagem.

Como se medita sobre imagem? Deve-se pensar que todos os seres ainda não alcançaram a Via Correta, e que todos eles têm imagens invertidas. O que é uma imagem invertida? Ao estar no que não é Eterno (o corpo carnal), uma pessoa tem uma imagem do [isto é, vê isto como] Eterno; estando no não-Êxtase, a pessoa tem uma imagem do Êxtase; estando no que é não Puro, ela tem uma imagem do que é Puro; estando no que é vazio, ela tem uma imagem do Eu; estando no que não é homem ou mulher, grande ou pequeno, dia ou noite, mês ou ano, roupas, casa, ou cama, ela tem imagens desde homem e mulher, até cama.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

meditate on image.mp3

O Remédio Todo-Maravilhoso dos Himalayas

O Bodhisattva Kashyapa disse ao Buda: “Todos os seres colhem o fruto cármico das impurezas. Impureza é maldade. A impureza que surge das más impurezas é [também] má. Caso afirmativo, há dois tipos. Um é a ‘causa’, e o outro o ‘efeito’. Como a causa é má, o efeito é mau. Como a fruição é má, a semente é má. Isso é como a fruta ‘nimba’. Como a semente é amarga, a flor, a fruta, a haste e as folhas são todas amargas. Isso é como a semente de uma árvore venenosa, onde como a semente é venenosa, a fruta também é venenosa. A causa é o ser e o efeito é o ser. A causa é impura, e o efeito também é impuro. A causa e o efeito das impurezas são os seres, e os seres são a causa e o efeito das impurezas. Se esta é, de fato, a inferência, por que o Tathagata emprega a parábola da grama nos Himalayas que é venenosa, mas [também] um remédio todo-maravilhoso? Se dissermos que impureza é o ser e o ser é impureza, como podemos dizer que há um remédio maravilhoso no corpo de um ser?”

O Buda disse: “Bem falado, bem falado, oh bom homem! Inumeráveis seres têm a mesma dúvida. Você agora faz bem de indagar por uma resposta. Tornarei esse ponto claro também. Ouça bem, ouça bem! Pense bem a respeito disto. Estabelecerei isto claramente agora e explicarei para você.

Oh bom homem! Eu falo dos Himalayas na minha parábola, em alusão aos seres ali. A grama venenosa refere-se às impurezas, e o remédio todo-maravilhoso refere-se às ações puras. Oh bom homem! Quando os seres praticam essas ações puras, dizemos que eles possuem um remédio todo-maravilhoso dentro deles.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

the all-wonderful medicine of the himalayas.mp3

Paul Adrien Maurice Dirac

Dirac 4

Image via Wikipedia

Paul Dirac nasceu em 8 de agosto de 1902 em Bristol, Inglaterra, sendo seu pai Suiço e sua mãe Inglesa. Ele foi educado na Escola Secundária de Merchant Venturer, em Bristol, e então seguiu para a Universidade de Bristol. Ali, ele estudou Engenharia Elétrica, obtendo o grau de Bacharel em Ciências (na área de Engenharia) em 1921. Ele então estudou matemática durante dois anos na Universidade de Bristol, e mais tarde foi para o Colégio de St. John, em Cambridge, como um pesquisador discente de matemática. Ele recebeu seu grau de Ph.D. em 1926. No ano seguinte ele tornou-se um Fellow (Companheiro) do Colégio St. John e, em 1932, Professor Emérito (Lucasian – Supremo Grau Acadêmico) de Matemática em Cambridge.

O trabalho de Dirac concernia aos aspectos matemáticos e teóricos da mecânica quântica. Ele começou trabalhar com a recente mecânica quântica tão logo ela foi introduzida por Heisenberg em 1928 – produzindo independentemente um equivalente matemático que consistia essencialmente de uma álgebra não-comutativa (notação de Dirac) para cálculo das propriedades atômicas – e escreveu uma série de publicações sobre o assunto, publicadas principalmente nos Processos da Royal Society, que levaram à sua teoria relativística do elétron em 1928, e à teoria dos buracos em 1930. Essa última teoria preconizava a existência de uma partícula positiva tendo a mesma massa e carga do já conhecido elétron. Esta, o pósitron, foi descoberta experimentalmente em uma data posterior (1932) por C. D. Anderson, ao passo que sua existência foi igualmente comprovada por Blackett e Occhialini (1933) no fenômeno de “produção e aniquilação de pares”.

A importância do trabalho de Dirac reside essencialmente na sua famosa equação de onda, a qual introduziu a relatividade restrita na equação de Schrödinger. Levando em consideração o fato de que, matematicamente falando, a teoria da relatividade e a teoria quântica eram não apenas distintas uma da outra, mas também opostas, o trabalho de Dirac poderia ser considerado uma fecunda reconciliação entre as duas teorias.

As publicações de Dirac incluem os livros Quantum Theory of the Electron (1928) e  The Principles of Quantum Mechanics (1930; 3a. ed. 1947).

Ele foi eleito Fellow (Companheiro) da Royal Society em 1930, sendo agraciado com a ‘Royal Medal’ e a ‘Copley Medal’ da Sociedade. Também, foi eleito membro da Pontifícia Academia de Ciências em 1961.

Dirac viajou extensivamente e estudou em várias Universidades estrangeiras, incluindo Copenhagen, Göttingen, Leyden, Wisconsin, Michigan, e Princeton (em 1934, como Professor Visitante). Em 1929, depois de ter passado cinco meses nos Estados Unidos, ele viajou ao redor do mundo, visitando o Japão em companhia de Heisenberg, e então retornou através da Sibéria.

Em 1937 ele casou-se com Margit Wigner, de Budapeste. Paul Dirac morreu em 1984.

Fonte: Nobel Lectures, Physics 1922-1941, Elsevier Publishing Company, Amsterdam.

Tradução livre de Marcos Ubirajara.

Resposta a William Garcia

Sutra de Lótus

William escreveu: “Recebi há algum tempo o Sutra de Lótus da Lei Maravilhosa, demorei muito para entregar à Firmina, pois não desejava entregar a ela nas circunstâncias em que me encontrava.

Diante da retomada de forças que me impulsionaram no desafio da contínua transformação cármica, adentrei o ambiente sombrio e triste de uma delegacia de polícia, e entreguei a gema preciosa.”

Fifa recebendo o Sutra de Lótus

Firmina ao receber o Sutra de Lótus das mãos de William Garcia

O Buda disse:

“Bons homens,

após a minha extinção,

quem poderá receber, ostentar,

ler e recitar este Sutra?

Agora, na presença dos Budas,

façam seu voto.

Este Sutra é difícil de ostentar,

se alguém ostentá-lo mesmo que por um instante,

eu rejubilarei,

bem como todos os outros Budas.

Uma pessoa assim será elogiada por todos os Budas:

‘Isto é coragem!

Isto é diligência,

isto é o que se chama observar os preceitos e praticar Dhutas’.”

Sutra de LótusCapítulo 11 – O Aparecimento da Torre de Tesouro.

Caro William,

os esforços para o cumprimento dos votos que fizemos no passado nunca serão em vão. Parabenizo-o pela façanha.

Marcos Ubirajara.

Em 19 de maio de 2011.

response to william garcia.mp3

As Impurezas da Ignorância

“As impurezas (da ignorância) são todas aquelas más sensações mentais nos mundos da forma (matéria) e da não-forma (espírito), e as relações causais que operam a partir de fora, com exceção de todas as relações causais que operam a partir de fora e as sensações mentais do mundo do desejo (já descritas acima – as três existências são os mundos da forma, não-forma, e desejo). Chamamos isso de impurezas. Falemos da impureza da ilusão. Quando alguém não conhece a si próprio e o que lhe pertence, e quando falha em ver a diferença entre as coisas dentro e fora, dizemos que há impurezas da ignorância.

Oh bom homem! A ignorância é a raiz de todas as impurezas. Por quê? Todos os seres, devido às relações causais da ignorância, evocam todas as imaginações e formas nos campos dos cinco skandhas, das 12 esferas, e dos 18 reinos [dos sentidos]. Estas são noções invertidas quanto à imagem, mente, e visão de mundo. Disto, todas as impurezas surgem. Portanto, Eu estabeleço nos 12 tipos de sutras: ‘A ignorância é a causa da cobiça, a causa da má-vontade (indolência), e a causa da (própria) ignorância’.”

Leia mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 43 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 4.

the defilements of ignorance.mp3

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