Ajanta (Maharashtra)

Ajanta (Maharashtra)

A natureza rústica em forma de ravina em elevação, perfurada com mais de vinte cavernas-templo budistas, torna este um dos mais espectaculares lugares da Índia. Muitos estilos de arte sacra do início da era medieval, desde os salões monásticos elaboradamente entalhados, até as esculturas e paredes pintadas, estão aqui representados, e em meio a essas proeminentes glórias de Ajanta estão os murais pintados em púrpuros vermelhos, azuis e verdes. Rara na tradição Budista Indiana, a pintura, no mais alto estilo Gupta, nos fornece uma visão da generosidade do Mahayana: uma mistura de formas humanas, divinas e naturais numa transcendência entre o mundano e o elevado.

Mais sublime na graça, compaixão e serenidade é a incomparável figura de Padmapani, o lotus incorporando o aspecto do bodhisattva Avalokitesvara (da caverna 1). Cenas de narrativas em Jataka adornam as paredes de vários outros mosteiros no complexo.

Ajanta
As Cavernas de Ajanta.

Fonte da Imagem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Metáfora do Corpo Físico

A compreensão dos sábios e longevos Subhuti, Mahakatyayana, Mahakashyapa, Mahamaudgalyayana[1]

 “Nós, que pertencemos à cúpula da Sangha e somos avançados na idade[2], dissemos a nós mesmos havermos já atingido o Nirvana, que não tínhamos mais nenhuma responsabilidade, e que não seguiríamos adiante para alcançar o Anuttara-Samyak-Sambodhi”.

 “O Honrado pelo Mundo, desde o passado, tem pregado a Lei exaustivamente. Sentados aqui por todo esse tempo, com nossos corpos cansados, estivemos meramente meditando sobre o vazio, sem forma e sem desejos; não nos deleitando nas Leis dos Bodhisattvas, nos seus Samadhis plenos de encanto, na sua ação de purificação das terras Búdicas, ou na sua ação de aprimoramento dos seres viventes”.

 “Qual é a razão disto? O Honrado pelo Mundo levou-nos a escapar do Mundo Tríplice, obtendo a certificação para o Nirvana. Além disso, agora já estamos avançados nos anos e quando o Buda instruiu os Bodhisattvas sobre o Anuttara-Samyak-Sambodhi, nós não elevamos um simples pensamento no anseio de alcançá-lo”.

 “Agora, na presença do Buda, tendo ouvido-lhe profetizar sobre o Anuttara-Samyak-Sambodhi dos discípulos Ouvintes, nossos corações regozijaram entusiasticamente e obtivemos o que nunca houvéramos obtido antes. Nunca pensamos que agora pudéssemos subitamente estar aptos a ouvir esta Lei rara. Alegramo-nos profundamente, tendo ganhado incomensuráveis benefícios”.

 “É como se, sem que as tivéssemos procurado, incontáveis gemas preciosas tivessem tornado-se nossas”.


[1] Subhuti, Mahakatyayana, Mahakashyapa e Mahamaugdalyayana; também chamados discípulos maiores.

[2] No Capítulo 3 – A Parábola (da Casa em Chamas), o Buda tece uma analogia em torno de uma casa velha e arruinada, comparando-a ao Mundo Tríplice. A mesma analogia poderá ser feita com o nosso corpo físico, cujo destino é a velhice e a decrepitude. Por essa razão, esses discípulos maiores manifestam-se após a pregação daquele capítulo, confessando nunca terem pensado na carruagem do grande búfalo branco.

Excerto do CAP. 04 – Fé e Compreensão, pág. 103.

Metáfora do Corpo Fsico
Foto de Dôra. Local: Sítio da Dôra em 29/03/2008.

Ver em Cristal Perfeito

A Metáfora do Mundo Saha

A Metáfora do Mundo Saha

Assim estava aquela casa:

aterrorizante ao extremo,

com inumeráveis perigos e conflagrações,

uma infinidade de problemas, não apenas um.

 

Naquela ocasião,

o proprietário da casa estava do lado de fora da porta quando ouviu alguém dizer:

‘Todas as suas crianças, há instantes atrás,

entraram naquela casa para brincar.

Sendo jovens e incautos,

eles se deleitam na brincadeira e apegam-se à diversão’.

 

Tendo ouvido isto,

o velho homem entrou apavorado na casa em chamas.

Com a intenção de salvá-las,

evitando que fossem queimadas,

ele advertiu suas crianças daquela infinidade de perigos e calamidades:

‘Os espíritos malévolos, os insetos venenosos,

a iminente conflagração,

uma infinidade de sofrimentos, em sucessão,

contínuos e sem interrupção[1].


[1] Eis uma boa descrição do “Inferno dos Incessantes Sofrimentos”. Seu lugar é o Mundo Tríplice; seu caminho é a ampla estrada de seis pistas, quais sejam os seis caminhos da existência, desde os estados da alegria e da tranqüilidade, onde se encontravam as crianças, até os mais baixos estados passando pela ira, animalidade, fome e inferno, todos descritos em detalhes; seus meandros são os três maus caminhos da existência, quais sejam a avareza, a ira e a estupidez; sua metáfora é uma decrépita casa em chamas; e sua saída é a estreita porta, a estrada de uma única pista, qual seja Grande Veículo que o Buda, utilizando-se de um meio hábil, prega como sendo três: Ouvinte (erudição), Pratyekabuda (absorção) e Bodhisattva.

Excerto do CAP. 03 – A Parábola (da Casa em Chamas), pág. 85.

Ver em Cristal Perfeito

Inferno? Onde?

A Metáfora do Corpo Físico

Libertando-se das Amarras

Quem amaria soldados?

Com pesados capacetes amarrados sobre as cabeças,
Com pesados pentes de balas amarrados sobre o peito,
Com pesados fuzis amarrados aos braços,
Com pesados cinturões de granadas, punhais e pistolas amarrados sobre a cintura,
Com pesados coturnos amarrados aos pés.

Quem os amaria?

Deve-se começar pela cabeça.
Uma mente liberta logo se desfaz dos outros pesares,
Libertando corações, braços, mãos, quadris e pernas.

Para nunca mais o temor das batalhas,
O negror dos blackouts,
O furor dos tanques.

Então,
Uma brisa suave fará tremular os dosséis da paz.
Sentirás o potente, seguro e profundo som do Dharma,
Propagando-se através de ti, como num diapasão.

Não olhes para trás,
Para a cidadela em chamas do mundo tríplice.

Em 25/03/2008 às 02:30 hs.

STOP ABUSE !


Pegue este Sêlo

Veja em Cristal Perfeito

Mianmar: Voluntários do Dharma, Uní-vos.

Veja no blog Samsara

Tibet é importante.
Apoio ao Dalai Lama

Sanchi – Madhya Pradesh

Sanchi (Madhya Pradesh)

Talvez o mais fino e mais completo monumento Budista na India seja a Grande Torre de Sanchi com os seus quatro magnificientes portões (toranas). A imensa torre de tijolos em si data do século 3 AC, mas seus potões, balaustres e parapeitos entalhados foram executados provavelmente dois séculos mais tarde, durante a dinastia Satavahana. Sanchi foi escavada nos primórdios do século 19, e a restauração do local por arqueólogos britânicos e franceses foi iniciada em 1912.

Hoje, os visitantes, bem como os tradicionais devotos do Budismo, podem circundar a torre no sentido horário e contemplar suas portentosas formas esculturais que preenchem os pilares dos portões e seus magníficos arcos. Narrativas em Jataka, elefantes e leões reais, deidades Indo-Budistas e estranhos espíritos de natureza feminina preenchem cada parte dos quatro portões (toranas). Um pequeno museu arquelógico abriga esculturas escavadas; sendo que outras importantes peças de Sanchi se encontram nos museus em Delhi, Londres e Los Angeles.

Sanchi
Torre de Sanchi

Fonte da Imagem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Transposição do Grande Portal

“Shariputra, semelhantemente àquele velho homem que, vendo todas as suas crianças escaparem corajosamente da casa em chamas para um lugar seguro, e considerando suas posses de ilimitados bens e fortuna, deu a todos os seus filhos uma grande carroça; assim o faz o Tathagata, que igualmente é o pai de todos os seres viventes. Quando ele vê incontáveis milhões de seres viventes usando o portal dos ensinamentos do Buda para fugir do temeroso e perigoso caminho do sofrimento do Mundo Tríplice para atingir o bem-estar do Nirvana, ele tem esse pensamento: ‘Eu tenho uma ilimitada e vasta sabedoria, poderes, coragem, e assim o completo repositório das leis Búdicas. Todos os seres viventes são meus filhos. Darei a todos eles uma grande carroça, não lhes permitindo ganhar a extinção individual, mas fazendo-os transpor a extinção individual obtendo a verdadeira extinção do Tathagata[1]. Tendo escapado do Mundo Tríplice, todos os seres viventes estarão aptos a brincar com os dons da meditação Dhyana, da concentração e da emancipação do Buda, e assim por diante, todos esses dons de uma mesma característica e tipo, apreciados pelos sábios e capazes de produzir o mais puro, maravilhoso e supremo bem-estar”.

 


[1] Observe-se que quando, acima, o Buda faz a distinção entre os Veículos do Ouvinte, do Pratyekabuda e do Bodhisattva; enquanto os dois primeiros são distintos pela prática individual (para si), o Bodhisattva é distinto pela prática em prol dos seres viventes. Enquanto os dois primeiros buscam a extinção individual, o Bodhisattva transpõe o Grande Portal para a verdadeira e absoluta extinção do Tathagata.

Excerto do CAP. 03 – A Parábola (da Casa em Chamas), pág. 80.

Grande Portal
Foto de Marcos Ubirajara. Local: sítio da Dôra em 21/03/2008.

O Grande Veículo do Buda ou do Bodhisattva: o Mesmo Veículo!

“Shariputra, se existirem seres viventes que interiormente possuam a sabedoria inata, e ouvindo a Lei do Buda, o Honrado pelo Mundo, compreenderem-na e aceitarem-na, diligentemente fazendo avanços, desejando rapidamente escapar do Mundo Tríplice e buscando o Nirvana para si; eles são chamados aqueles do Veículo do Ouvinte. Eles são como as crianças que buscaram a carroça puxada por carneiros e com isso escaparam da casa em chamas”.

 “Se existirem seres viventes que ouvindo a Lei do Buda, o Honrado pelo Mundo, compreenderem-na e aceitarem-na, diligentemente fazendo avanços, e que busquem a sabedoria que vem por si própria, deleitando-se na solidão, procurando o silêncio, compreendendo profundamente as condições causais de todos os Fenômenos, eles são chamados aqueles do Veículo do Pratyekabuda. Eles são como as crianças que buscaram a carroça puxada por cervos e assim escaparam da casa em chamas”.

 “Se existirem seres viventes que ouvindo a Lei do Buda, o Honrado pelo Mundo, compreenderem-na e aceitarem-na, sinceramente dedicando-se com vigor, buscando a emancipação, o conhecimento e a visão do Tathagata, seus poderes e coragem, compadecendo-se e confortando inúmeros seres viventes, beneficiando seres celestiais e humanos, salvando a todos, eles são chamados aqueles do Grande Veículo[1]. Em razão dos Bodhisattvas buscarem esse veículo, eles são chamados Mahasattvas. Eles são como as crianças que buscaram a carroça puxada por bois e assim escaparam da casa em chamas”.

 


[1]Estabelece-se aqui a grande e profunda diferença entre os veículos menores (do Ouvinte e do Pratyekabuda) e o Grande Veículo (do Bodhisattva Mahasattva). Enquanto os primeiros se restringem às práticas para si, visando a própria salvação, o Grande Veículo se notabiliza pelo despertar do ser universal “compadecendo-se e confortando inúmeros seres viventes, beneficiando seres celestiais e humanos, salvando a todos”.

Excerto do CAP. 03 – A Parábola (da Casa em Chamas), pág. 79.

Compreendendo os Meios Hábeis dos Três Veículos

“E ele (o Tathagata) lhes diz: ‘Não tenham prazer em residir na casa em chamas do Mundo Tríplice. Não se seduzam por formas vulgares e demoníacas, sons, odores, sabores e formas tangíveis (tato)[1]. Se vocês apegarem-se avidamente a essas coisas e nutrirem amor por elas, serão queimados[2]. Vocês devem urgentemente escapar do Mundo Tríplice e obter os Três Veículos: o veículo do Ouvinte, o veículo do Pratyekabuda, e o veículo do Buda. Eu agora empenho minha promessa nisto, e ela nunca se tornará falsa. Vocês precisam apenas dedicar-se diligente e vigorosamente. O Tathagata, utilizando-se desses meios hábeis, conduz todas as criaturas”.

Ele ainda diz: “Todos vocês devem saber que os Ensinos dos Três Veículos foram enaltecidos pelos sábios. Eles promovem a sua liberdade, desapego e autoconfiança. Perseverando nestes Três Veículos, por meio da erradicação das falhas, da consecução dos poderes, da busca da iluminação, do exercício da boa conduta, das práticas meditativas Dhyana, dos esforços das concentrações, da emancipação, da obtenção de Samadhis, e assim por diante, todos vocês divertir-se-ão e atingirão ilimitadas paz e alegria”.


[1] Todas essas sensações impermanentes, assim como o são os seus agentes.

[2] Nos fogos do nascimento, velhice, doença, morte, dor, miséria, estupidez, indolência e dos Três Venenos (da avareza da ira e da estupidez).

Excerto do CAP. 03 – A Parábola (da Casa em Chamas), pág. 79.

A Verdadeira Causa do Advento do Buda no Mundo Tríplice

“Shariputra, o Tathagata também é assim. Ele é um pai para todos os seres no mundo. Ele erradicou para sempre todos os temores, fraquezas, aflições, ignorância e obscuridade. Ele atingiu completamente a ilimitada sabedoria, visão, poder e coragem. Ele possui grande poder espiritual e o poder da sabedoria. Ele consumou os Paramitas dos Meios Hábeis e da Sabedoria. Ele é grandemente benevolente e compassivo. Incansável, sempre busca o bem, beneficiando a todos. E assim, ele nasce no Mundo Tríplice[1] que é como uma casa em chamas, com a intenção de salvar os seres viventes dos fogos do nascimento, velhice, doença, morte, dor, miséria, estupidez, indolência e dos Três Venenos[2]. Ele ensina-os e converte-os, levando-os a atingir o Anuttara-Samyak-Sambodhi”.

 “Ele vê todos os seres viventes sendo chamuscados pelo nascimento, velhice, doença, morte, dor e miséria. Eles se sujeitam aos vários sofrimentos em função dos Cinco Desejos[3], da riqueza e do lucro. Em razão do apego e da ganância, além de no presente se sujeitarem a todo tipo de sofrimentos, no futuro sujeitar-se-ão aos sofrimentos do inferno, em meio aos animais ou espíritos famintos. Se nascidos no mundo celestial ou em meio aos seres humanos, eles sofrerão da pobreza e da aflição, do sofrimento de serem separados de quem amam, do sofrimento de estarem juntos de quem odeiam, e todos os vários sofrimentos como esses. Mesmo assim, os seres viventes mergulham neste marasmo, nos esportes recreativos, inconscientes, desavisados, sem susto ou temor. Eles não se tornam saciados em seus desejos e nem buscam a libertação. Na casa em chamas do Mundo Tríplice, eles correm de um lado para outro. Embora encontrem tremendos sofrimentos, eles não estão preocupados”.


[1] Mundo Tríplice, onde imperam os três maus domínios da existência, a saber: o domínio dos desejos, o domínio da matéria e o domínio espiritual. Referindo-se ao Honrado pelo Mundo: “Ele nasce no Mundo Tríplice”; isto é, Ele, o Buda é o mortal comum que, nascido no mundo tríplice, numa casa em chamas, o faz dentre os seres viventes “para ensiná-los e convertê-los permitindo-lhes alcançar
anuttara-samyak-sambhodi”. Assim como a via do Bodhisattva é o único e verdadeiro portal para o estado de Buda, esta via é também o único e verdadeiro portal para o ingresso do Buda no mundo tríplice, ou a única e verdadeira causa do advento do Buda neste mundo. Assim, chamamo-la Via Recíproca

[2] Três Venenos: avareza, ira e a estupidez.

[3] Cinco Desejos: comida e bebida; sono; sexo; bens materiais; e fama.

Excerto do CAP. 03 – A Parábola (da Casa em Chamas), pág. 77.

O Grande Veículo como Retribuição pela Fé

“Naquele momento, o velho homem, ao ver que todos os seus filhos haviam saído em segurança e encontravam-se sentados no chão à beira da rua[1], sem mais nenhum obstáculo; sentiu-se em paz e cheio de satisfação”.

 “Então, todas as crianças falaram ao seu pai, dizendo: ‘Pai, os finos brinquedos que o senhor prometeu-nos instantes atrás, os carros puxados por carneiros, os carros puxados por cervos e os carros puxados por bois, por favor, dê-nos agora’”.

 “Shariputra, naquela ocasião o velho homem deu igualmente a todos os seus filhos uma grande carroça. A carroça era alta e ampla, adornada com uma infinidade de jóias entrelaçadas, circundada por balaústres e pêndulos com sinos nos seus quatro lados. Além disso, era coberta com pálios adornados com vários tipos de jóias preciosas e raras, estirados com cordas de jóias e pingentes com borlas floridas. A carroça era forrada com belos tapetes e seus assentos de almofadas rosadas. Era puxada por um grande boi branco de delicada aparência, de grande força muscular, que tinha um pisar suave, tão leve como o vento, tendo também muitos criados que a seguiam e protegiam[2]”.

 “E por que é assim? Aquele velho homem possui ilimitados bens e fortuna, e todas as espécies de armazéns lotados até transbordar. Portanto, ele refletiu assim: ‘Minhas posses são ilimitadas. Eu não daria às minhas crianças carros pequenos e inferiores[3]. Todos esses adolescentes são crianças a quem eu amo sem parcialidade. Possuindo tais grandes carroças feitas das sete jóias, infinitas em número, eu as darei igualmente a cada um. Por quê? Se eu as desse para um país inteiro elas não escasseariam; quanto menos se as desse para minhas crianças’!”.

 “Entretanto, todas as minhas crianças estão andando em torno das grandes carroças, uma vez que obtiveram o que nunca esperavam; muito além das suas expectativas originais”.

 


[1] Essa rua onde se encontravam as crianças, após sairem da casa em chamas do mundo tríplice, é a Via Insuperável do Buda, que é alcançada através do grande poder da fé; uma vez que, até então, as crianças tinham apenas uma promessa de seu pai de premiá-los com brinquedos raros.

[2] Essa magnífica carroça puxada pelo grande boi branco é o Grande Veículo do Buda.

[3] São os veículos do Ouvinte e do Pratyekabuda, conduzindo ao chamado Nirvana provisório.

Excerto do CAP. 03 – A Parábola (da Casa em Chamas), pág. 75.

« Older entries

%d blogueiros gostam disto: