Cascais, Lisboa, Portugal

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Almada, Setubal, Portugal

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Portugal, Vila Nova de Famalicão, Braga

Encontro Tiago

Encontro com Tiago e Hermínia em Famalicão. Foto de Joana.

Da esquerda para a direita, aqui estão Iara e Evandro Lima, Hermínia Saraiva, Tiago Figueiredo, Marcos Camargo e Dôra Gomes. Tiago, com seu “pé quebrado”, e Hermínia viajaram cerca de 400 km desde Lisboa à Vila Nova de Famalicão, em Braga-PT, para esse encontro maravilhoso, graças à Hermínia que se propôs a dirigir. Nosso elo de amizade se estabeleceu no ano de 2008, em Belo Horizonte-BR, quando através de Cristina Granado conheceríamos Tiago e João em viagem de trabalho ao Brasil. Aqueles momentos inesquecíveis selariam para sempre essa amizade. O encontro se deu ao sabor de uma deliciosa Cachupa, um prato típico do Cabo Verde, preparada com muito carinho por Joana e Evandro Lima para recepcionarmos. Saudade de todos.

Abaixo, Joana e Pedro entram em cena em foto tirada por Evandro Lima.

Encontro com Tiago

Encontro com Tiago e Hermínia em Famalicão. Foto de Evandro.

Ainda, o Jardim da Câmara Municipal da bela Vila Nova de Famalicão, onde se respira tranquilidade e qualidade de vida urbana.

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Sépia Real

Sépia

Marcos em foto de Dôra em Póvoa de Varzim – Portugal – em 15/03/2013, às 15:14 hs.

Sépia Real

Quase homem,
quase pedra,
quase cais,
quase porto.

Quase ave,
quase céu,
um pontal,
quase tosco.

Azul do céu,
azul do tosco,
um homem torto
ao léu, ao léu…

Porto.

Em 31/03/2013.

Portugal, Lisboa

Velhos amigos

O encontro de velhos amigos em Lisboa.

Este foi um encontro de Marcos Camargo, Cristina Granado, e Dôra Gomes em Lisboa, proporcionado pela sorte. Cristina esteve duas vezes no Brasil trabalhando em sua tese de doutoramento, ocasiões em que ficou hospedada na casa de Dôra. De volta para Portugal, foi para a Guiné-Bissau onde permaneceu por cerca de um ano, e estava recém chegada à Lisboa quando tivemos a sorte de poder encontrá-la, pois ali permanecemos apenas um dia. Foi uma feliz coincidência.

Abaixo, a vista de rua do Hotel Fênix Lisboa na Praça Marquês de Pombal, o mesmo que se vê ao fundo da foto tirada por Evandro Lima.

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A Pessoa Mais Rara

Sutra:

O Buda disse a Subhuti: “É assim, é assim. Se alguém ouve este sutra e não fica amedrontado, ou alarmado, ou aterrorizado, saiba que aquela pessoa é a mais rara. E por quê? Subhuti, o paramita supremo é pregado pelo Tathagata como nenhum paramita supremo, porquanto é chamado paramita supremo.”

“Subhuti, o paramita da paciência é pregado pelo Tathagata como nenhum paramita da paciência. Porquanto é chamado paramita da paciência. E por quê? Subhuti, é como no passado, quando o Rei de Kalinga desmembrou o meu corpo. Naquela ocasião, eu não tinha a marca do eu, nem a marca dos outros, nem a marca dos seres viventes, e nem a marca de uma vida.”

Comentário:

Após o Buda ter ouvido a explanação de Subhuti, ele disse: “É assim, é assim”. Você pensa dessa maneira, e eu penso dessa maneira, também. A doutrina que você prega é correta.

“Se alguém ouve o Sutra Vajra Prajna Paramita e não fica amedrontado, ou alarmado, ou aterrorizado.” Por que assustaria as pessoas? As pessoas comuns são sempre apegadas à marca do eu, de tal forma que se a elas for dito que não há um eu, elas ficam muito assustadas.

“O quê?”, elas exclamam, “Para onde eu vou? Como posso não existir? Estou sempre aqui. Como posso eu próprio não existir?”

Aqueles dos Dois Veículos compreenderam a vacuidade do eu, mas ainda não compreenderam a vacuidade dos dharmas. Quando eles ouvem que “mesmo os dharmas devem ser renunciados”, eles ficam aterrorizados.

Como eu posso conceder os dharmas? Se descarto os dharmas, o que usarei na cultivação? Não terei nada.”

Embora Bodhisattvas plenamente realizados tenham se certificado para a vacuidade do eu e para a vacuidade dos dharmas, eles ainda não obtiveram a vacuidade da vacuidade. Eles não compreenderam (ainda) que o vazio também deve ser esvaziado. Com o vazio remanescente, há um apego a este. O Budadharma ensina não ser apegado ao eu e não ser apegado aos dharmas. Todavia, quando não há (mais) o eu e nem os dharmas, surge o vazio. O envolvimento com o vazio pode levar alguém a ser tomado de assalto por ele. Permanecer no vazio, parado em silêncio, simplesmente guarda-se o vazio dentro do qual se habita. Isto também é um engano. Assim, quando Bodhisattvas que ainda não compreenderam a vacuidade da vacuidade ouvem sobre a marca real, a substância primordial da prajna que sequer admite a vacuidade, eles também ficam alarmados e aterrorizados.

Uma pessoa que ouve o sutra e não fica amedrontada, ou alarmada, ou aterrorizada, compreende o verdadeiro dharma apropriado da prajna paramita. Portanto, o Buda Shakyamuni disse: “Saiba que aquela pessoa é a mais rara.”

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

Em Vila Nova de Famalicão – Portugal.

Portugal, Porto, Vila Nova de Gaia

Caves do Porto

O pequeno Pedro mostra o teleférico das Caves em Vila Nova de Gaia. Foto de Dôra.

Esses pequenos barcos descem o Rio Douro trazendo das regiões produtivas o vinho sagrado, o conhecido Vinho do Porto. Este, envelhecido e engarrafado nas lendárias caves, levará para o mundo o inconfundível paladar depurado ao longo de séculos. Ao fundo, uma vista da monumental Cidade do Porto.

Abaixo, a vista de rua do restaurante Beira Rio na Avenida Diogo Leite, Vila Nova de Gaia, onde pudemos degustar um delicioso vinho.

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Sobre Tornar-se Buda

Em razão de Subhuti haver cultivado boas raízes ao longo de ilimitados kalpas, não foi difícil para ele acreditar. Ele percebeu, todavia, que alguém na Era do Fim do Dharma, num tempo quando as pessoas são amantes da luta, que pudesse acreditar, compreender, receber e ostentar o sutra, seria um indivíduo muito raro e supremo. E por quê? Tais pessoas não terão a marca do eu, significando que não têm a cobiça. Nem a marca dos outros, significando que não têm a ira. Nem a marca dos seres viventes, significando que não são estúpidos. Nem a marca de uma vida, significando que não têm desejo. Essas pessoas não têm cobiça, ira, estupidez, ou desejo – esses quatro tipos de apego. As quatro marcas são sem uma marca. Nenhuma marca é marca real. Marca real é nenhuma marca. E por quê? Porque a marca real também é diferente de tudo que não possui marcas. Se você pode obter a marca real, isto é obter a substância primordial da Natureza própria de todos os Budas. Aqueles que renunciaram a todas as marcas são chamados Budas. Portanto, você também pode certamente tornar-se um Buda.

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

Em Vila Nova de Famalicão – Portugal.

As Boas Raízes

“Honrado pelo Mundo, no presente, Eu, Subhuti, ouço o Sutra Vajra Prajna Paramita e com pura fé eu compreendo o dharma maravilhoso da prajna, posso recebê-lo em meu coração, ostentá-lo com o meu corpo, e nunca esquecê-lo. Eu assim o faço sem dificuldade”. Por que foi tão fácil para Subhuti? Porque ele havia plantado boas raízes ao longo de muitos kalpas. Se ele fosse carente de boas raízes, então ao ouvir o dharma maravilhoso da prajna a sua fé teria sido contaminada pela dúvida e pelo cepticismo. Todavia, no passado ele houvera feito oferecimentos para incontáveis Budas e houvera plantado todas as boas raízes das quais há onze tipos:

1.    fé;
2.    pudor;
3.    remorso,

Você deve fazer o bem para produzir um coração que guarde o pudor e o remorso, reconhecendo as suas próprias más ações e transformando o mal em bem. Nesse caminho você planta boas raízes. Carência de pudor e remorso indica carência de boas raízes;

4.    ausência de cobiça;
5.    ausência de hostilidade;
6.    ausência de estupidez;
7.    vigor;
8.    tranquilidade,

que se refere ao suave conforto de sentar-se em Dhyana;

9.    não-lassidão,

que significa não ser descuidado ou preguiçoso, não enfurecer e ser casual. Também significa não desobedecer as regras. Se você não é lasso, então segue as regras;

10.    não-agressividade,

que significa não ferir outras criaturas; e

11.    renúncia,

que significa praticar a doação sem apego à marca da doação.

Esses são os onze bons dharmas dos cinquenta e um dharmas que dizem respeito ao coração.

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

Em Vila Nova de Famalicão – Portugal.

Os Budas da Era do Fim do Dharma

Sutra:

“Honrado pelo Mundo, a marca real é nenhuma marca, no entanto o Tathagata a chama de marca real.”

“Honrado pelo Mundo, agora, ao ouvir este sutra, eu acredito, compreendo, recebo, e o ostento sem dificuldade. Se no futuro, nos últimos quinhentos anos, houver seres viventes que ao ouvir este sutra acreditem, compreendam, recebam e ostentem-no, essas pessoas serão as mais raras e supremas. E por quê? Tais pessoas não terão a marca do eu, nem a marca dos outros, nem a marca dos seres viventes, e nem a marca de uma vida. E por quê? A marca do eu é nenhuma marca. A marca dos outros, a marca dos seres viventes, e a marca de uma vida são nenhuma marca. E por quê? Aqueles que renunciaram todas as marcas são chamados Budas.”

Comentário:

Subhuti disse que alguém que tenha um simples pensamento de pura fé produz a marca real. Marca real é nenhuma marca, embora nada haja que não possua marcas. Nem possui marcas e nem é destituído de marcas.

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

Em Vila Nova de Famalicão – Portugal.

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