Os Grandes Mestres dos Últimos Dias da Lei

“Além disso, Manjushri, na futura era dos últimos dias, quando a Lei estiver para extinguir-se, o Bodhisattva que receber, ostentar, ler ou recitar este Sutra não nutrirá sentimentos de inveja, vaidade ou ilusões. Ele também não ridicularizará ou caluniará aqueles que estudam a Via do Buda, e nem apontará as suas qualidades ou fraquezas. Se houver Monges, Monjas, Leigos e Leigas que busquem tornarem-se Ouvintes, Pratyekabudas, ou que busquem a Via do Bodhisattva, ele não os atormentará ou lhes causará dúvidas dizendo-lhes: ‘Vocês todos estão muito longe do Caminho e nunca obterão a sabedoria de todas as espécies. Por que não? Porque vocês são descuidados e preguiçosos na prática da Via’. Além disso, ele não discutirá frivolamente a Lei em consideração a argumentos”.

“Ele nutrirá sentimentos de grande compaixão por todos os seres viventes, considerará todos os Tathagatas como pais compassivos, e todos os Bodhisattvas como Grandes Mestres. Sempre, ele reverenciará profundamente e respeitará a todos os grandes Bodhisattvas das dez direções. Ele pregará a Lei em igual medida para todos os seres viventes. De acordo com a Lei, ele não pregará nem muito e nem pouco; mesmo para aqueles que amam profundamente o Dharma, ele não pregará em demasia”.

“Manjushri, na era futura, quando a Lei estiver para extinguir-se, será impossível incomodar ou confundir um Bodhisattva Mahasattva que tenha em observância esta terceira regra de conduta para a prática bem sucedida, quando ele estiver pregando a Lei. Ele ganhará pupilos bons companheiros com os quais ele poderá ler e recitar este Sutra. Grandes assembléias se reunirão para ouvi-lo e aceitá-lo. Tendo ouvido, eles aceitá-lo-ão; tendo aceito, eles recitá-lo-ão; tendo recitado, eles estarão aptos a pregá-lo; tendo pregado; eles estarão aptos a copiá-lo; a fazer outros copiarem-no; a fazer-lhe oferecimentos; a reverenciá-lo, honrá-lo e elogiá-lo”.

Excerto do CAP. 14: Conduta Para a Prática Bem Sucedida, pág. 260.

Cultivando Pensamentos Pacíficos

“Se alguém estiver expondo o Sutra oralmente ou lendo o Sutra para si mesmo, não deverá comprazer-se falando das falhas das outras pessoas ou doutrinas, nem ter outros Mestres da Lei em desrespeito, nem falar das boas ou más qualidades, das capacidades ou fraquezas dos outros. Com respeito aos Ouvintes, não deverá fazer-lhes menção pelo nome para falar de suas falhas, e nem para tecer-lhes elogios por suas qualidades. Não deverá guardar ressentimentos ou ciúme”.

“Em razão de aquela pessoa cultivar habilmente tais pensamentos pacíficos e de felicidade, ela não terá a oposição de idéias dos seus ouvintes. Se interrogado sobre questões difíceis, ele não deverá responder recorrendo à Lei do Pequeno Veículo, mas usar tão somente o Grande Veículo na sua explanação, o que fará com que seus ouvintes adquiram a sabedoria que abarca todas as espécies”.

Excerto do CAP. 14: Conduta para a Prática Bem Sucedida, pág. 257.

Pensamentos Pac�ficos
Foto de Dôra. Local: Orto Botanico de Florença-It em 14/06/2008.

Sravasti ou Savatthi, A Morada do Buda Shakyamuni

Sravasti ou Savatthi está localizada às margens do rio Aciravati (agora chamado rio Rapti). Ela era a capital do reino de Kosala, e o seu rei era chamado Pasenadi, que foi um discípulo do Buda. É uma bela cidade com muita agricultura e diversidade. Segundo Buddhaghosa, um comentarista do Budismo Theravada do século 5, nos dias do Buda, existiram 57.000 familias em Savatthi, e ela era a principal cidade do país de Kasi Kosala, o qual possuia uma extensão de 300 léguas e oitenta mil aldeias. Ele afirmou que a população de Savatthi era de cerca de 180 milhões de habitantes. A estrada de Rajagaha (antiga Rajagriha) para Savatthi passava por Vesali, tendo como locais de descanso, entre as duas cidades, Setavya, Kapilavatthu, Kusinara, Pava e Bhoganagara. Mais tarde, existiu uma estrada interligando o sul de Savatthi entre Saketa e Kosambi. Entre Saketa e Savatthi estava localizada Toranavatthu.

O Buda Shakyamuni passou a maior parte da sua vida monástica em Savatthi. Sua primeira visita a Savatthi foi a convite de Anathapindika, a quem ele conheceu em Rajagaha. Os principais monastérios em Savatthi eram o de Jetavana e o de Pubbarama. Em Savatthi também ficava o monastério de Rajakarama, construído por Pasenadi, em frente a Jetavana. Não muito longe da cidade encontrava-se uma densa floresta chamada Andhavana, onde alguns monges e monjas passaram a viver. Para fora dos portões da cidade de Savatthi encontrava-se uma aldeia de pescadores com cerca de 500 familias.

Jetavana
Jetavana em Savatthi

Savatthi é o lugar onde ocorreu o Duplo Milagre (em Pali: Yamaka Patihara), no qual o Buda fez uma demonstração dos seus poderes transcendentais com a finalidade de silenciar certos fiéis de outras religiões que proclamavam que o Buda era incapaz de realizar milagres sobrenaturais. Comentários da tradição Budista dizem que Savatthi é o cenário do Duplo Milagre de cada Buda; tendo o Buda Shakyamuni, Siddharta Gautama, realizado estes milagres sob a árvore Gandamba.

Torre de Anathapindika
Torre de Anathapindika em Savatthi

Textos e imagens obtidos de Wikipedia, a enciclopédia livre.

Kumarajiva, O Grande Tradutor do Sutra de Lótus

Kumarajiva (344-409), menos freqüentemente chamado Kamarajiva, foi um monge Budista Indiano e um dos maiores tradutores do mundo. Ele foi o provedor de competentes traduções de importantes escrituras Budistas para o Chinês, até então proferidas em Chinês a partir de traduções grosseiras ou versões até incoerentes. Da sua condição de Monge e de grande estudioso do Budismo, tornou-se, além de renomado tradutor, um dos maiores precursores do ensino Mahayana, cristalizado no Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa.

Kumarajiva nasceu na cidade de Kucha, na Ásia Central, filho de um Brahman Indiano e uma Princesa de Kucha. Quando ele tinha 7 anos, sua mãe tornou-se uma Monja Budista, e ele passou os próximos anos da sua vida seguindo-a e estudando a doutrina Budista em Kucha, em Kashmir e em Kashgar. Ele foi ordenado Monge no palácio real de Kucha aos 20 anos de idade. Em Kashgar ele converteu-se do Budismo Hinayana para o Mahayana. Tornou-se conhecido como um Monge brilhante e parece ter sido muito bem versado nos ensinamentos Budistas das escolas então em vigor no Norte da India.

Tradutor e Professor

As traduções de Kumarajiva em Ch’ang-an, na China, foram feitas a partir de um esforço coletivo. Ele comandou uma equipe de especialistas Chineses diante de uma audiência de centenas de Monges. Enquanto ia sendo traduzido, ele respondia questões acerca do texto, e algumas de suas respostas foram incluídas, provavelmente por acidente, na tradução Chinesa. Evidentemente, há incorreções e omissões, mas, no geral, Kumarajiva e seus auxiliares produziram traduções muito confiáveis de textos muito difíceis de uma lingua (sânscrito) para a outra (chinês), as quais diferiam entre si de todas as formas linguísticas imagináveis.

Uma das razões para esse sucesso talvez tenha sido o vasto conhecimento de Kumarajiva: sua visão filosófica incluia toda a doutrina Mahayana, e ele não tinha qualquer interesse em distorcer o texto para ajustá-lo à alguma escola sectária. Trabalhos de sua própria autoria são raros, sendo que o mais importante para a compreensão do seu pensamento é o seu comentário ao Vimalakirtinirdesasutra; suas cartas para Hui-yüan, escritas talvez após 405, também são interessantes.

Fonte: Answer.com

O Voto dos Mahasattvas, O Rugido do Leão

Naquela ocasião, o Honrado pelo Mundo olhou para os oito bilhões de Nayutas de Bodhisattvas Mahasattvas. Todos aqueles Bodhisattvas eram Avaivartikas que giraram a irreversível Roda da Lei e que tinham obtido todos os Dharanis. Eles imediatamente levantaram-se dos seus assentos, vieram para diante do Buda, e com o pensamento único e as palmas das mãos unidas, pensaram: “Se o Honrado pelo Mundo ordenasse-nos a manter e pregar este Sutra, seguiríamos a instrução do Buda e vastamente proclamaríamos esta Lei”. Eles ainda pensaram: “O Buda agora se encontra em silêncio e não dará ordens. O que faremos”?

Então, todos os Bodhisattvas reverentemente atenderam ao desejo do Buda, e desejando cumprir seus próprios votos do passado, foram diretamente para diante do Buda e emitiram o rugido do leão proclamando este voto: “Honrado pelo Mundo, após a extinção do Tathagata, circularemos através das dez direções para induzir os seres viventes a copiar este Sutra, receber, manter, ler, recitar e expor o seu significado, praticar de acordo com a Lei e conservá-lo apropriadamente em seus pensamentos. Tudo isso faremos através do poder transcendental do Buda. Somente rogamos que o Honrado pelo Mundo, embora residindo em uma outra direção, conceda-nos de longe a sua proteção”.

Excerto do CAP. 13: Exortação para Abraçar o Sutra, pág. 246.

O Voto dos Sábios, Sobre Ostentar o Corpo do Buda

“Eu, em prol da Via do Buda,
através de ilimitadas terras,
desde o princípio até agora,
tenho amplamente exposto todos os Sutras,
e em meio a todos os outros,
este Sutra é superior.
Se alguém puder ostentá-lo,
aquela pessoa estará ostentando o corpo do Buda.

Bons homens,
após a minha extinção,
quem poderá receber, ostentar,
ler e recitar este Sutra?
Agora, na presença dos Budas,
façam seu voto.

Este Sutra é difícil de ostentar,
se alguém ostentá-lo mesmo que por um instante,
eu rejubilarei,
bem como todos os outros Budas.

Uma pessoa assim será elogiada por todos os Budas:
‘Isto é coragem!
Isto é diligência,
isto é o que se chama observar os preceitos e praticar Dhutas’.

Essa pessoa obterá rapidamente a suprema Via do Buda.
Se, no futuro,
alguém puder ler e ostentar este Sutra,
essa pessoa será então um verdadeiro discípulo do Buda,
residindo num estado de pureza e benevolência.

E alguém que, após a extinção do Buda,
puder compreender o seu significado,
será como olhos para todos os seres celestiais e humanos no mundo.

Na era do terror,
alguém que possa expô-lo mesmo que por um instante,
será merecedor de oferecimentos de todos os seres celestiais e humanos”.

Excerto do CAP. 11: O Aparecimento da Torre de Tesouro, pág. 228.

Kushinagar, o Parinirvana do Buda

Os restos da Torre do Parinirvana e do Templo do Parinirvana, quando redescobertos, encontravam-se sob um monte de 40 pés de tijolos, circundado por uma densa e espinhosa floresta. Após E. Buchanan, um oficial da Companhia do Leste da India, ter chegado em Kasia durante seu trabalho de inspeção, H.H. Wilson, em 1854, sugeriu que a antiga Kushinagar e Kasia eram os mesmos lugares. O trabalho restringiu-se ao período de 1861-1862, quando o General Alexander Cunningham, um inspetor arqueológico, teria comprovado ser aquele o lugar do passamento do Buda Sidharta Gautama. Um oficial inglês chamado Mr. A.C.L. Carlleyle convenceu-se disto. Assim, as escavações começaram no final dos anos 1800 e muitos dos mais importantes resquícios dos principais lugares, como o Matha Kuar e a Torre de Ramabhar foram revelados.

Hoje, Kushinagar é um local de peregrinação muito freqüentado por turistas Indianos e estrangeiros, e muitos templos têm sido construídos por Budistas Indianos, Chineses, do Sri Lanka, Birmaneses, Sul Coreanos, Tibetanos e Japoneses; ao lado das ruínas dos monastérios e torres dali. Kushinagar é um dos 4(quatro) principais locais de peregrinação relacionados com a vida do Buda Sidharta Gautama. Os outros três são Lumbini, Bodh Gaya, e Sarnath.

Os dois lugares mais freqüentemente visitados em Kushinagar são: a Torre do Mahaparinirvana, que está construída no local do Grande Parinirvana do Buda,

Mahaparinirvana
Torre e o Templo do Mahaparinirvana do Buda.

e o local da cremação do seu corpo, distante 1,6 km dali. A Torre do Mahaparinirvana está cercada de ruínas de antigos monastérios.

Local de Cremação
Makutabandhana, local da cremação do corpo do Buda.

Próximo à Torre do Mahaparinirvana está localizada uma imagem de cerca de 1500 anos do Buda em seu Parinirvana.

mahaparinirvana
Imagem do Buda em seu Parinirvana.

Todas as informações e imagens obtidas de Wikipedia, a enclopédia livre. Visite o link.

Cem Anos da Imigração Japonesa no Brasil

Carta aos Imigrantes Japoneses

Sou brasileiro, afro-descendente e, vejam, Budista. Acredito muito que o budismo mudará o Brasil e, por essa razão, dou tanta importância para o centenário do desembarque do budismo em terras brasileiras, através dos muitos japoneses que aqui aportaram em 18 de junho de 1908 com a chegada do navio Kasato Maru no porto de Santos-SP.


Em conseqüência das causas e relações recentemente estabelecidas com os muitos descendentes de segunda, terceira e até quarta geração daqueles pioneiros, vim a conhecer o Budismo em 1978; ou seja, setenta anos após a chegada do Kasato Maru. No Budismo, relações recentes podem restabelecer profundas relações de um passado distante, muitas vezes, fazendo-nos lembrar dos nossos votos pretéritos. Assim, coube-me levar ao cabo a primeira tradução brasileira do Sutra de Lótus em sua íntegra, reputado como o mais elevado dos ensinos do Buda Shakyamuni. Essa tradução transformou-se no livro que pode ser acessado e lido neste espaço de forma gratuita, ou na forma impressa mediante a publicação que veio à luz neste ano de 2008, exatos cem anos após a chegada dos pioneiros. Evidentemente, isto se dá em benefício de incontáveis seres viventes no presente, projetando-se tais benefícios para o futuro desse país da esperança, como um Lótus em profusão.


Desnecessário dizer que, para mim, essa data comemorativa se reveste da maior importância. Gostaria, dessa forma, de render as minhas mais sinceras homenagens ao povo japonês.

Namu-Myoho-Rengue-Kyo.

Flor de Lótus
Foto de Dôra no Orto Botanico de Florença-Itália, em 14/06/2008.

Veja no link abaixo a relação dos imigrantes do Kasato Maru.

KASATO MARU – ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO.

Momento de Decisão

“Para a grande assembléia, eu digo:
‘Após a minha extinção,
quem poderá proteger e ostentar,
ler, expor e recitar este Sutra’?
Agora, na presença dos Budas,
esta pessoa deverá fazer o seu voto.

O Buda Muitos Tesouros,
embora há longo tempo extinto,
através do seu grande voto,
emite o rugido do leão.
O Tathagata Muitos Tesouros,
bem como eu mesmo,
e os Budas que são emanações aqui reunidos,
desejamos saber esta vossa decisão.
Dentre todos vocês discípulos do Buda,
quem poderá proteger esta Lei?
Façam um grande voto assegurando que a Lei perdure por longo tempo.
Aqueles que puderem proteger a Lei deste Sutra,
estarão assim fazendo oferecimentos para mim e para o Buda Muitos Tesouros.

O Buda Muitos Tesouros,
residindo na Torre de Tesouro,
constantemente viaja através das dez direções,
em prol deste Sutra.

Além disso, aquelas pessoas estarão fazendo oferecimentos para todos os Budas que são emanações aqui presentes,
e que adornam com esplendor todos os mundos (das dez direções).
Se houver quem exponha este Sutra,
essa pessoa então verá a mim,
ao Tathagata Muitos Tesouros,
e a todos os Budas que são emanações.

Todos vocês, bons homens,
pensem a respeito cuidadosamente!
Este é um assunto difícil,
e requer de vocês um grande voto”.

Excerto do CAP. 11: O Aparecimento da Torre de Tesouro, pág. 225.

Momento de Decisão
Dôra diante do Lótus em Florença-It, em 14/06/2008.

Nesta viagem à Florença, Dôra foi portadora de um exemplar do Sutra de Lótus, o qual enviei para a minha amiga Ivone que, morando na Inglaterra, encontrar-se-ia com Dôra em Florença na Itália. Ao visitar o Orto Botanico de Florença, eis o que ela encontrou.

O Paradoxo de Zenon no Budismo

Realizar metade do caminho para um objetivo, mesmo que o faça todos os dias, jamais levará uma pessoa à consecução do mesmo”. Eis o paradoxo de Zenon [1].

Contribuir para a realização do trabalho do Buda não confere distinção a uma pessoa. Pelo contrário, remete-a à condição de igualdade em relação a todos os seres e fenômenos.

Esse é o grande triunfo do ser sobre os aspectos transitórios da experiência individual: os aspectos da distinção, da honra, do orgulho desmedido, da lisonja e dos méritos tangíveis. Todos estes, só fazem retroceder ao cárcere aberto de Samsara.

No outro sentido, dessa mesma direção, pode-se experimentar o aspecto da pureza do ser e da verdadeira libertação.

Se escolheres trilhar a Grande Via, o Caminho dos Sábios, não retrocedas, não olhes para trás. Busque a realização em sua totalidade, todos os dias. Eis o saber que não se esgota.

Marcos Ubirajara.

Em 12/06/2008, às 00:00 hs.

[1] Zênon de Eléia (século V a.C.), ou seja, próximo à época de Buda, especializou-se em paradoxos. Aliás, paradoxo era sua filosofia. Assim, embora não exista um “Paradoxo de Zenon”, o mais famoso de todos, um paradoxo de movimento, recebeu esse nome. – Filosofia e Idéias

Paradoxo de Zenon
Troféu Medalha de Ouro à Qualidade do Brasil, Rio de Janeiro-RJ, 1987.

O Outro Sentido
O outro sentido, em André do Mato Dentro-MG, junho de 2006.

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