Dia dos Pais

A Física errou ao procurar a origem do “nosso” Universo na tormenta das altas energias. Errou!

Deveria ter-se voltado para o repouso, a quietude dos fenômenos que procura compreender.

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Para bom entendedor, um espermatozóide basta.

Legenda:

Há 13,8 bilhões de anos atrás, alguns segundos antes da criação do nosso Universo.

“Tudo pronto! Vamos acender esse Grande Colisor de Hadrons e ver o que acontece!”

Pierre e Marie Curie

Marie, Pierre and Irene Curie Deutsch: Marie, ...

Marie, Pierre and Irene Curie Deutsch: Marie, Pierre und Irene Curie (Photo credit: Wikipedia)

No ano de 1878, no pequeno laboratório de Schutzenberger, na Escola Municipal de Paris, nascia a precursora da física do estado sólido. Era o resultado de uma longa série de pesquisas levadas a cabo por Pierre Curie e seu irmão Jacques. Certos cristais como o quartzo, por exemplo, têm a propriedade de converter tensões mecânicas em impulsos elétricos e vice-versa: às alterações de um campo elétrico respondem com vibrações. A descoberta da piezeletricidade não encerrou os trabalhos de Pierre. Continuando os seus estudos sobre o estado cristalino, determinou a temperatura acima da qual as substâncias perdem as propriedades ferromagnéticas: o ponto de Curie.

Homem esquivo, Pierre vivia exclusivamente em função da física, dedicando à pesquisa todo o seu tempo. Essa situação mudou, porém, quando conheceu uma jovem polonesa – Marja Sklodowska – que, em 1891, com apenas 24 anos, havia deixado sua cidade natal – Varsóvia – e procurado em Paris um clima mais compatível com sua inteligência e seus ideais científicos. Apesar de uma série de fatores adversos que tivera de enfrentar, matriculara-se na Sorbonne.

Entre Pierre e Marja – agora Marie – as afinidades eram perfeitas, tanto sob o aspecto social, como do ponto de vista científico.

Marie, ao lado do homem, via também um físico eminente a quem poderia pedir opinião. Pierre, por sua vez, reconhecia a inteligência de Sklodowska, seu raciocínio rigoroso e, principalmente, uma acentuada vocação para a pesquisa. Nessa altura Pierre já havia conquistado certo renome científico, tanto na França como no exterior. Marie era apenas uma estudante de física e matemática. Mas, entre os dois, desenvolveu-se uma amizade profunda, consolidada um ano depois com o casamento. Nesse mesmo ano, 1895, Pierre defendia sua tese de doutoramento sobre magnetismo a temperaturas variáveis.

Casada, Marie Curie passou a cuidar do lar, não se descuidando todavia de suas pesquisas. Em 1897 nascia lrène, futuro Prêmio Nobel de Química.

Marie publicava os resultados de suas primeiras pesquisas e preparava sua tese de doutoramento. Foi atraída pelos trabalhos de Becquerel que, dois anos antes, descobrira que um minério de urânio colocado sobre uma chapa fotográfica envolta em papel preto, produzia uma impressão análoga à que poderia produzir a luz. Becquerel percebeu que essa impressão era devida a uma radiação que atravessava o papel. Essa propriedade não dependia de uma insolação preliminar e persistia quando o minério era conservado no escuro durante meses. Mas de onde provinha a energia emitida em forma de radiação pelos minerais de urânio?

Hangar

Hangar da Escola de Física e Química

Instalando num lugar úmido da Escola de Física e Química uma câmara de ionização e alguns instrumentos de detecção criados por Pierre, o casal procurou a resposta. Por meio de um eletrômetro conseguiram medir tais radiações, afirmando que elas eram uma propriedade atômica do elemento urânio. Sua intensidade era proporcional à quantidade de urânio presente na substância, não dependendo do estado de combinação química, nem de circunstâncias exteriores.

O casal Pierre-Marie foi mais além: o urânio não era o único elemento que apresentava tal propriedade. Os sais de tório emitiam radiações análogas.

Como resultado de todo esse longo trabalho, iniciado pelo físico alemão Konrad von Roentgen, continuado por Becquerel e concluído pelo casal, nascia o estudo do fenômeno da radiatividade.

Pierre e sua companheira deram mais um passo à frente. Em uma comunicação à Academia de Ciências, a 12 de abril de 1898, anunciaram que a pechblenda – óxido de urânio – era bem mais ativa que o próprio metal. Tal fato levava a crer que o minério continha, além do urânio, outro elemento.

Conseguiram do governo austríaco uma tonelada de pechblenda, proveniente das minas de Joachimsthal. Quebrar, ferver, filtrar o minério, lutar contra os gases asfixiantes, foi um trabalho árduo, mas compensador. Em julho do mesmo ano informavam que haviam conseguido isolar da pechblenda um metal que, na tabela periódica, seria vizinho do bismuto. Em homenagem à pátria de Marie, foi designado como polônio.

O casal, porém, tinha razões suficientes para acreditar que a presença do polônio não explicava o excesso de radiatividade do minério. Impunha-se repetir toda a tarefa que conduzira à descoberta do polônio. E, novamente, os resultados foram positivos. Não havia mais segredos na radiatividade da pechblenda. Quase no final de 1898, uma comunicação assinada por Marie, Pierre e seu colaborador G. Bémont anunciava a descoberta do segundo elemento radiativo – o rádio.

Perfeitamente identificados em suas pesquisas, tornando assim difícil saber o que pertence a um ou a outro, Pierre e Marie não foram, de início, notados pelos meios científicos. Seus trabalhos eram acolhidos com reservas, pois implicavam a destruição de um conjunto de noções até então plenamente aceitas. E, se a existência do rádio tinha sido comprovada, o seu isolamento ainda não tinha sido concluído. Mas, após quatro anos de luta, o resultado foi feliz: obtiveram 1 decigrama de rádio puro e determinaram o seu pêso atômico: 226. Elemento espontaneamente luminoso, dois milhões de vezes mais radiativo que o urânio, teve seu valor terapêutico rapidamente comprovado. Sua ação sobre o câncer foi testada por Pierre e pelos professores Charles Bouchard e Balthasard.

A essa altura dos acontecimentos, qualquer dúvida sobre o gênio e valor do casal seria gratuita. Em todo o mundo o seu mérito era reconhecido. Mas as maiores honras eram sempre dirigidas a Pierre. O governo francês condecorou-o, e a Sorbonne ofereceu-lhe uma de suas cátedras.

A 25 de julho de 1903, Marie enfrentou o julgamento da Sorbonne. Sua tese Recherches sur tes substances radioo-actives, brilhantemente defendida, concedeu-lhe o título de Doutora em Ciências Físicas, com menção de alto louvor. A Royal Society de Londres solicitou a presença do casal. Nesse mesmo ano foi lançada a segunda edição da memorável tese de Marie, que, juntamente com Pierre e Antoine Henri Becquerel, recebeu o Prêmio Nobel de Física.

A França e o mundo inteiro despertaram para a importância do casal. Criou-se uma cátedra para o cientista na Faculdade de Ciências e Marie foi nomeada chefe de pesquisas do departamento.

Um mês depois nasceu a segunda filha Ève, que seria pianista e, mais tarde, escritora, tendo como obra de maior repercussão a biografia de sua mãe.

A 19 de abril de 1906 um trágico acidente separou o casal: Pierre, ao atravessar a Rua Dauphine, rumo à Sorbonne, foi colhido por uma carruagem.

Marie, profundamente chocada, ocupou a cátedra deixada vaga pelo marido, e, sozinha, continuou sua grande obra científica. Era a primeira vez que uma mulher ocupava tal lugar na Sorbonne.

Em 1908 organizou, reviu e prefaciou as Obras de Pierre. Em 1910 publicou um longo trabalho intitulado Traité de radio-activité.

Nessa época, dividia suas pesquisas entre a física e a química. Em 1911 foi distinguida com um segundo Prêmio Nobel: o de química.

Durante a Primeira Guerra Mundial organizou centros de assistência radiológica para os feridos. Em 1918, restabelecida a paz, Marie retorna às suas pesquisas. Começaram, então, as viagens ao estrangeiro. Em 1921, acompanhada por lrène, visitou os Estados Unidos, onde recebeu das mulheres americanas 1 grama de rádio, que doou ao Instituto Curie de Radioterapia, criado na França. Alguns anos mais tarde chegou mais 1 grama, dessa vez destinado ao Instituto de Rádio de Varsóvia, que Madame Curie dirigia de Paris. Em agosto de 1926, o Brasil também conheceu a famosa cientista.

Pesquisas, viagens e, novamente, o laboratório. Em 1933 publicou Les rayons alfa, bêta et gama des corps radioactifs en relation avec la structure nucléaire: era um esquema de todos os progressos realizados na física nuclear.

Morreu com 67 anos, a 4 de julho de 1934, no sanatório de Sancellemoz, vítima das radiações do próprio elemento que anos antes descobrira. Os precursores da era atômica estavam mortos, mas sua obra não. lrène Curie e seu marido, Fréderic Joliot, assumiriam a responsabilidade de continuar o grande edifício estruturado pelo casal.

Em 1935 receberiam o Prêmio Nobel de Química, pela criação de novos elementos radiativos, isto é, pela descoberta da radiatividade artificial.

Informações obtidas em http://geocities.yahoo.com.br/saladefisica9/. Por razões que desconheço, esse site não está mais disponível.

Distorção do Espaço-Tempo

Sonda espacial da Nasa comprova teoria de Einstein

Cientistas conseguiram provar que Terra distorce ligeiramente o espaço ao seu redor, devido à sua gravidade.

AFP | 04/05/2011 19:03

distorção do espaço-tempo

Foto: NASA

Ilustração da sonda GP-B orbitando a Terra para medir o espaço-tempo, uma descrição de quatro dimensões do universo, incluindo altura, largura, comprimento e tempo.

A força da gravidade dos grandes corpos do Universo distorcem o tempo e o espaço, afirmaram cientistas nesta quarta-feira (4) após uma sonda da Nasa confirmar dois elementos fundamentais da teoria geral da relatividade de Albert Einstein.

blá, blá, blá …

“No Universo de Einstein, o tempo e o espaço são deformados pela gravidade. A Terra distorce ligeiramente o espaço ao seu redor, devido à sua gravidade”, disse, explicando a teoria que o físico judeu alemão observou há quase 100 anos, muito antes de existir a tecnologia necessária para observá-la.

blá, blá, blá …

As medições da sonda se aproximam notoriamente das projeções de Einstein, segundo as descobertas publicadas na revista científica Physical Review Letters.

N.T. Muito bem senhores! Nada mais notório que o conceito de quebra de simetria, o qual também repousa nas idéias de Einstein (“a matéria é uma distorção local”). Mas, quebra de simetria de quê? Distorção de quê? A propósito dos posts anteriores, versando sobre o “Vazio como Não-É”, a Terra, bem como outros corpos estelares e planetários, repousa nesse espaço-tempo (o qual, em si, é uma distorção local). Como o espaço-tempo é não-eterno, a Terra deve ser não-eterna, como já sabemos. Ambos caem na categoria dos Três Tempos, e esse espaço-tempo não é o Vazio sobre o qual falamos, o Trono do Leão, o assento do Tathagata, Sagrado como um Cristal Perfeito, inconcebível Residência Honorífica do Buda.

Marcos Ubirajara, em 04/05/2011.


Cristalino – O Universo de Cristal Perfeito

O Todo-Vazio como Cristal Perfeito

Nenhum fenômeno possui uma natureza própria, que possa ser chamada de ‘eu’. Por quê? Porque eles, os fenômenos, resultam de uma quebra de simetria de uma ordem superior, devida às impurezas. Essa quebra de simetria impõe a discriminação como um aspecto essencial da realidade. Ora, a assim chamada natureza de todos os fenômenos é um produto de relações causais, nada mais, portanto ‘é’; esses fenômenos, pelo aspecto temporário, têm como destino inexorável a sua ‘dissolução’ no Todo-Vazio, portanto ‘não-é’.

Leia Mais em ‘Cristalino’ – O Universo de Cristal Perfeito.

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Cristalino

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Conteúdo deste volume:

A Teoria Geral da Fatalidade. 3

1ª Lei da Fatalidade. 3

Corolário Cósmico da Completeza. 3

Corolário da Fatalidade Intrínseca da Novidade. 3

2ª Lei da Fatalidade. 3

Corolário da Condenação Eterna. 4

Corolário do Esquecimento Newtoniano. 4

I – O Átomo. 5

II – Elementos de Estruturas Cristalinas. 7

Noções do Fenômeno de Transporte em Meios do Estado Sólido. 9

A Luz. 11

Cristais Iônicos. 13

Cristais de Quartzo. 13

Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos. 14

Recombinação de Pares de Defeitos. 14

Recombinação Elétron-Pósitron. 16

Difusão – Aglomerados (sem perda de identidade). 18

Difusão – Sumidouros (com perda de identidade). 20

Precipitação. 21

Distorções Numa Rede. 24

III – Cristalofísica – Noções e Propriedades. 26

Introdução. 26

O Modelo de Tensão de Caráter Expansivo – 1a. Parte. 27

1ª. Parte. 27

2ª. Parte. 29

Propriedades da Física dos Cristais. 31

Propriedades Físicas dos Cristais Descritas com Tensores de 2ª.Ordem. 33

Princípio de Neumann9. 35

Princípio de Curie10. 35

Superfície Característica de um Tensor Simétrico de Segunda Ordem. 36

Propriedades Geométricas. 37

Propriedades Ópticas de Cristais. 37

1ª. Parte. 37

2ª. Parte. 39

Tensões e Deformações em Cristais, Expansão Térmica. 42

Eixos Principais do Tensor de Tensões e Superfícies de Tensões. 43

O Tensor de Tensões como Exemplo de Tensor Campestre. 44

Eixos Principais do Tensor de Deformações e Superfície Característica do Tensor de Deformações.  46

Elipsóide de Deformações. 47

Tensor de Deformações e Princípio de Neumann. 49

Expansão Térmica. 50

Propriedades Elásticas dos Cristais. A Lei de Hooke. 50

A Energia do Cristal Deformado. 51

Módulo de Young, Módulo de Deslizamento e Coeficiente de Poisson. 52

Superfície de Índices dos Coeficientes de Elasticidade. 53

Propriedades Piezoópticas dos Cristais. 53

IV – Dinâmica de Rede. 57

A Equação da Dinâmica. 60

A Hamiltoniana Clássica. 61

O Modelo Vibracional Coletivo. 65

Vibrações em Mecânica Quântica. 65

Vibrações na Forma ou Esfera de Influência. 67

Coordenadas Normais no Sistema Quântico. 70

A Contribuição Anarmônica. 74

V – O Universo de Defeitos em Cristais. 79

Introdução. 79

A Dinâmica de Defeitos em Cristais. 79

A Termodinâmica de Não Equilíbrio. 79

Difusão para Aglomerados. 81

Séries Periódicas de Sorvedouros. 83

Equações da Continuidade para Defeitos em Cristais Simples. 85

Condições de Contorno para as Equações da Continuidade. 86

Eficiência de Absorção, Taxa de Emissão Térmica e Difusividade. 88

As Equações da Difusão. 90

Séries Aleatórias de Sorvedouros. 93

A Dedução de uma Média Geral para as Concentrações de Defeitos. 95

A Equação da Difusão para Séries Aleatórias de Sorvedouros. 97

A Análise Local das Equações da Difusão. 98

O Espaço-Fase de Equações Autônomas. 99

Pontos Críticos no Espaço-Fase. 100

Espaço-Fase Bidimensional. 101

Sistemas Autônomos Lineares. 103

Análise do Ponto Crítico de Sistemas Não-Lineares Bidimensionais. 106

Dificuldade com a Análise Linear. 109

Comportamento de um Sistema Não Linear de Ordem Superior Próximo a um Ponto Crítico Estável. 111

VI – Preparação da Unificação das Interações Fundamentais.  114

Uma Visão Global da Unificação das Interações. 122

Uma Técnica para “Fusão do Vácuo”. 123

As Idéias de Bruno Touschek. 123

As Cores de Oscar Greenberg. 124

A Cromodinâmica Quântica de Sheldon Glashow. 126

Os Limites da Análise nas Idéias de Kogut, Wilson e Susskind. 127

VII – O Pensamento de Behram Kursunoglu. 130

Primórdios da Eletrodinâmica Quântica. 130

A Idéia de Behram Kursunoglu. 131

Uma Nova Carga Magnética. 133

Um Novo Vácuo. 135

Um Novo Spin. 137

Uma Nova Força. 138

Um Novo Papel Para a Força Gravitacional. 140

Uma Nova Energia Própria. 141

Um Novo Universo. 144

A Conclusão de Behram Kursunoglu. 147

VIII – O Cristalino. 149

O Todo-Vazio como Cristal Perfeito. 151

Explosão estelar é vista em 3D pela primeira vez

… essa “estrela”, como todas as outras “estrelas”, nada mais foi que um fenômeno local …

Um novo instrumento no telescópio permite ampliar o conhecimento sobre fenômenos.

Astrônomos utilizando o Very Large Telescope (VLT), do European South Observatory (ESO), conseguiram reconstruir pela primeira vez em três dimensões (3D) a distribuição de matéria causada por uma explosão estelar. Um novo instrumento no telescópio permite ampliar o conhecimento sobre fenômenos como supernovas.

Segundo os astrônomos do ESO, a visualização em 3D permite analisar melhor o lançamento de material, calcular velocidades e direções do despejo. Na concepção artística divulgada ontem pelo ESO, é possível ver como os resquícios da estrela 1987A, localizada na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia-satélite da Via Láctea, se espalharam mais na direção horizontal. O fenômeno aconteceu há 168 mil anos-luz de distância da Terra, na Nebulosa da Tarântula.

Supernova 1987A

Visualização em 3D permite analisar o lançamento do material

Isto sugere a existência de uma Simetria de Campo lá, e que essa “estrela”, como todas as outras “estrelas”, nada mais foi que um fenômeno local, uma distorção, como imperfeições num Campo Cristalino.

Fonte: Diário Catarinense

O Todo-Vazio como Cristal Perfeito

Nenhum fenômeno possui uma natureza própria, que possa ser chamada de ‘eu’. Por quê? Porque eles, os fenômenos, resultam de uma quebra de simetria de uma ordem superior, devida às impurezas. Essa quebra de simetria impõe a discriminação como um aspecto essencial da realidade. Ora, a assim chamada natureza de todos os fenômenos é um produto de relações causais, nada mais, portanto ‘é’; esses fenômenos, pelo aspecto temporário, têm como destino inexorável a sua ‘dissolução’ no Todo-Vazio, portanto ‘não-é’.

Vejamos as imperfeições, ou defeitos, ou falhas em cristais ordinários. E, então, entenderemos o inconcebível Cristal Perfeito, o Todo-Vazio.

O Lótus emerge do lodo da mente de uma pessoa.

Foto em 14/03/2010

Em 18/03/2010.
22:00 hs.

Cultivares de um Sábio para a Sabedoria

Cultivares de um Sábio para a Sabedoria

Cultivares de um Sábio para a Sabedoria

O Cristalino

Não temos a pretensão de inspirar uma nova teoria para a Física. Afinal, para que uma nova teoria? Como fica estabelecido neste estudo, a Física é uma ciência da matéria e forças que atuam sobre esta. Sendo assim, uma teoria da Física impõe a necessidade de um rigoroso formalismo matemático que possibilite, em primeiro lugar, fazer predições sobre o desconhecido; em segundo lugar, comprovar resultados de experimentos da Física clássica, relativista e quântica; em terceiro lugar, geometrizar o fenômeno e suas interações com o “mundo” exterior. Isto significa que uma teoria da Física destina-se a avançar e aprofundar no conhecimento sobre um universo constituído por matéria sujeita a forças, seja no mundo das partículas elementares, seja no macrocosmo.

Do nosso ponto de vista, isto não invalida ou compromete os enormes avanços desta ciência ao descrever a fenomenologia do universo em que vivemos, mas relativiza-os, uma vez que acreditamos no universo como um meio em que matéria e forças se manifestam em “pequenas” regiões do espaço-tempo, onde atuam tensões devidas a descontinuidades ou quebras de simetria; regiões de alta concentração de energia; e fluxos impostos pela simetria da região do espaço-tempo do fenômeno observado. Neste nosso conceito, fazemos a analogia do espaço-tempo com um meio Cristalino Perfeito; e de matéria e forças com defeitos e suas interações com o meio Cristalino, respectivamente. Indo um pouco além, acreditamos num universo cuja percepção esteja potencialmente ao alcance de qualquer pessoa. Enfim, não acreditamos num universo que só possa ser percebido, compreendido e compartilhado entre Físicos e Matemáticos. Todavia, o caminho da análise e posterior síntese das teorias, ainda que consuma muitos milhares de anos, deve conduzir à simplicidade necessária para a compreensão daqueles que, de fato, são os olhos da criação, ou seja, as pessoas comuns. Para essas pessoas, e também para os Físicos, há uma enorme dificuldade para lidar com conceitos como o “vácuo”, tão necessário para sustentar as mais avançadas teorias da Física. Isto significa “impor” aos leigos a idéia de que por trás de toda fenomenologia que observamos há o nada absoluto. Isto é um absurdo! Há algo lá sim, porém, que não pode ser medido pelos métodos da Física que se baseiam na interferência. Mas, “aquilo” está manifesto na simples constatação inicial que aqui fizemos, de que a matéria, rigorosamente, é um imenso vazio; quer pensemos do ponto de vista clássico, e muito mais quando do ponto de vista quântico que introduz as incertezas de encontrar-se algo no lugar onde ele deveria estar. “Aquilo” está manifesto na simetria das zonas de influência dos campos das interações físicas, do mais forte até o mais fraco, o campo gravitacional. Se o campo gravitacional dos corpos estelares é um elipsóide, então, existe uma “ordenação” do espaço circunvizinho cuja simetria é romboédrica? “Aquilo” está manifesto no fenômeno de difusão observado nos corpos do macrocosmo: fluxos de gases e matérias, aglomerações de estrelas, gravitação de galáxias. Em torno de quê? Na direção de quê? Por que, “preferencialmente”, em certas regiões do espaço? Não podemos mais ignorar a existência “Daquilo”. Confessadamente, temos uma grande dificuldade para lidar com o aspecto não-substancial dos fenômenos, e a Física não se propõe a tratá-lo como parte integrante, diríamos essencial, da realidade. Os Físicos chamam de “vácuo” o não substancial extrínseco dos fenômenos, e o definem como “nada absoluto”. Não bastasse chamar algo que sabemos existir de “nada”, não tratam do não-substancial intrínseco a todos os fenômenos de uma forma completa. Por essa razão, quase sabemos o que é uma partícula elementar, mas não sabemos por que ela se manifesta do jeito que se manifesta.

Então, por que não buscarmos compreender esse “vácuo” de uma vez? Mas de que maneira, se como postulado ele é insondável? Não pode ser visto nem ponderado e, o que é pior, ao aceitá-lo como parte integrante e indissociável da realidade, temos que aceitar a existência de uma Lei oculta em suas profundezas, a qual não podemos compreender. Isto não poderia mais chamar “Ciência”, mas “Fé”.

Por que não? Em termos da ciência contemporânea, já não há tanta dificuldade em aceitar que existe algo por trás da fenomenologia observável. Se o Universo tem uma origem, este “algo” já estava aí para sustentá-lo. Não é? E mais, é participante, perfeitamente dotado e parece ser o destino de todas as coisas que transitam pelo Universo observável. E esse destino não é final, pois, extinguindo-se aqui, o fenômeno ressurge ali, num fluxo interminável regido por uma lei oculta. Seu meio de propagação é o Cristalino, um Cristal Perfeito, que também traduzimos como Dharma Correto, ou Sadharma, ou Lei Maravilhosa.

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 1)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 2)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 3)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 4)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 5)


O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 6)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 7)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 8 )

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 9)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 10)

A Conclusão de Behram Kursunoglu

A discussão não matemática da teoria generalizada da gravitação apresentada neste trabalho, mostra que todas as interações fundamentais de partículas elementares podem ser unificadas num campo de força. É agradável ver que tal teoria é livre de todos os infinitos encontrados nas teorias de campo clássica e quântica. A mais fundamental nova idéia é a aparição de uma nova constante física da teoria: a carga magnética g. Essa quantidade g assume um espectro infinito de valores, e este espectro leva à predição de que uma partícula elementar consiste de camadas estratificadas de densidades de cargas magnéticas de magnitudes decrescentes e sinais alternados.

O conhecimento quantitativo da energia de ligação fornece uma base fundamental para a descoberta de uma relação entre a criação da primeira partícula elementar e a origem do Universo. O estado primordial do Universo foi um campo de força com seu próprio campo gravitacional. Este campo, por uma “condensação gravitacional” evoluiu para um estado final onde partículas ou antipartículas foram criadas, e assim, aconteceu o maior fogo cósmico na história da natureza, causando a criação do Universo, que deveria, portanto, ser simétrico com relação à distribuição de matéria e antimatéria.

Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.

Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica

A Idéia de Behram Kursunoglu

Uma Nova Carga

Um Novo Vácuo

Um Novo Spin

Uma Nova Força

Um Novo Papel para a Força Gravitacional

Uma Nova Energia Própria

Um Novo Universo

Cristal Perfeito

Cristal Perfeito

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