Dia dos Pais

A Física errou ao procurar a origem do “nosso” Universo na tormenta das altas energias. Errou!

Deveria ter-se voltado para o repouso, a quietude dos fenômenos que procura compreender.

aliens3

Para bom entendedor, um espermatozóide basta.

Legenda:

Há 13,8 bilhões de anos atrás, alguns segundos antes da criação do nosso Universo.

“Tudo pronto! Vamos acender esse Grande Colisor de Hadrons e ver o que acontece!”

Distorção do Espaço-Tempo

Sonda espacial da Nasa comprova teoria de Einstein

Cientistas conseguiram provar que Terra distorce ligeiramente o espaço ao seu redor, devido à sua gravidade.

AFP | 04/05/2011 19:03

distorção do espaço-tempo

Foto: NASA

Ilustração da sonda GP-B orbitando a Terra para medir o espaço-tempo, uma descrição de quatro dimensões do universo, incluindo altura, largura, comprimento e tempo.

A força da gravidade dos grandes corpos do Universo distorcem o tempo e o espaço, afirmaram cientistas nesta quarta-feira (4) após uma sonda da Nasa confirmar dois elementos fundamentais da teoria geral da relatividade de Albert Einstein.

blá, blá, blá …

“No Universo de Einstein, o tempo e o espaço são deformados pela gravidade. A Terra distorce ligeiramente o espaço ao seu redor, devido à sua gravidade”, disse, explicando a teoria que o físico judeu alemão observou há quase 100 anos, muito antes de existir a tecnologia necessária para observá-la.

blá, blá, blá …

As medições da sonda se aproximam notoriamente das projeções de Einstein, segundo as descobertas publicadas na revista científica Physical Review Letters.

N.T. Muito bem senhores! Nada mais notório que o conceito de quebra de simetria, o qual também repousa nas idéias de Einstein (“a matéria é uma distorção local”). Mas, quebra de simetria de quê? Distorção de quê? A propósito dos posts anteriores, versando sobre o “Vazio como Não-É”, a Terra, bem como outros corpos estelares e planetários, repousa nesse espaço-tempo (o qual, em si, é uma distorção local). Como o espaço-tempo é não-eterno, a Terra deve ser não-eterna, como já sabemos. Ambos caem na categoria dos Três Tempos, e esse espaço-tempo não é o Vazio sobre o qual falamos, o Trono do Leão, o assento do Tathagata, Sagrado como um Cristal Perfeito, inconcebível Residência Honorífica do Buda.

Marcos Ubirajara, em 04/05/2011.


Cristalino – O Universo de Cristal Perfeito

O Todo-Vazio como Cristal Perfeito

Nenhum fenômeno possui uma natureza própria, que possa ser chamada de ‘eu’. Por quê? Porque eles, os fenômenos, resultam de uma quebra de simetria de uma ordem superior, devida às impurezas. Essa quebra de simetria impõe a discriminação como um aspecto essencial da realidade. Ora, a assim chamada natureza de todos os fenômenos é um produto de relações causais, nada mais, portanto ‘é’; esses fenômenos, pelo aspecto temporário, têm como destino inexorável a sua ‘dissolução’ no Todo-Vazio, portanto ‘não-é’.

Leia Mais em ‘Cristalino’ – O Universo de Cristal Perfeito.

crystalline.mp3

Cristalino

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Conteúdo deste volume:

A Teoria Geral da Fatalidade. 3

1ª Lei da Fatalidade. 3

Corolário Cósmico da Completeza. 3

Corolário da Fatalidade Intrínseca da Novidade. 3

2ª Lei da Fatalidade. 3

Corolário da Condenação Eterna. 4

Corolário do Esquecimento Newtoniano. 4

I – O Átomo. 5

II – Elementos de Estruturas Cristalinas. 7

Noções do Fenômeno de Transporte em Meios do Estado Sólido. 9

A Luz. 11

Cristais Iônicos. 13

Cristais de Quartzo. 13

Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos. 14

Recombinação de Pares de Defeitos. 14

Recombinação Elétron-Pósitron. 16

Difusão – Aglomerados (sem perda de identidade). 18

Difusão – Sumidouros (com perda de identidade). 20

Precipitação. 21

Distorções Numa Rede. 24

III – Cristalofísica – Noções e Propriedades. 26

Introdução. 26

O Modelo de Tensão de Caráter Expansivo – 1a. Parte. 27

1ª. Parte. 27

2ª. Parte. 29

Propriedades da Física dos Cristais. 31

Propriedades Físicas dos Cristais Descritas com Tensores de 2ª.Ordem. 33

Princípio de Neumann9. 35

Princípio de Curie10. 35

Superfície Característica de um Tensor Simétrico de Segunda Ordem. 36

Propriedades Geométricas. 37

Propriedades Ópticas de Cristais. 37

1ª. Parte. 37

2ª. Parte. 39

Tensões e Deformações em Cristais, Expansão Térmica. 42

Eixos Principais do Tensor de Tensões e Superfícies de Tensões. 43

O Tensor de Tensões como Exemplo de Tensor Campestre. 44

Eixos Principais do Tensor de Deformações e Superfície Característica do Tensor de Deformações.  46

Elipsóide de Deformações. 47

Tensor de Deformações e Princípio de Neumann. 49

Expansão Térmica. 50

Propriedades Elásticas dos Cristais. A Lei de Hooke. 50

A Energia do Cristal Deformado. 51

Módulo de Young, Módulo de Deslizamento e Coeficiente de Poisson. 52

Superfície de Índices dos Coeficientes de Elasticidade. 53

Propriedades Piezoópticas dos Cristais. 53

IV – Dinâmica de Rede. 57

A Equação da Dinâmica. 60

A Hamiltoniana Clássica. 61

O Modelo Vibracional Coletivo. 65

Vibrações em Mecânica Quântica. 65

Vibrações na Forma ou Esfera de Influência. 67

Coordenadas Normais no Sistema Quântico. 70

A Contribuição Anarmônica. 74

V – O Universo de Defeitos em Cristais. 79

Introdução. 79

A Dinâmica de Defeitos em Cristais. 79

A Termodinâmica de Não Equilíbrio. 79

Difusão para Aglomerados. 81

Séries Periódicas de Sorvedouros. 83

Equações da Continuidade para Defeitos em Cristais Simples. 85

Condições de Contorno para as Equações da Continuidade. 86

Eficiência de Absorção, Taxa de Emissão Térmica e Difusividade. 88

As Equações da Difusão. 90

Séries Aleatórias de Sorvedouros. 93

A Dedução de uma Média Geral para as Concentrações de Defeitos. 95

A Equação da Difusão para Séries Aleatórias de Sorvedouros. 97

A Análise Local das Equações da Difusão. 98

O Espaço-Fase de Equações Autônomas. 99

Pontos Críticos no Espaço-Fase. 100

Espaço-Fase Bidimensional. 101

Sistemas Autônomos Lineares. 103

Análise do Ponto Crítico de Sistemas Não-Lineares Bidimensionais. 106

Dificuldade com a Análise Linear. 109

Comportamento de um Sistema Não Linear de Ordem Superior Próximo a um Ponto Crítico Estável. 111

VI – Preparação da Unificação das Interações Fundamentais.  114

Uma Visão Global da Unificação das Interações. 122

Uma Técnica para “Fusão do Vácuo”. 123

As Idéias de Bruno Touschek. 123

As Cores de Oscar Greenberg. 124

A Cromodinâmica Quântica de Sheldon Glashow. 126

Os Limites da Análise nas Idéias de Kogut, Wilson e Susskind. 127

VII – O Pensamento de Behram Kursunoglu. 130

Primórdios da Eletrodinâmica Quântica. 130

A Idéia de Behram Kursunoglu. 131

Uma Nova Carga Magnética. 133

Um Novo Vácuo. 135

Um Novo Spin. 137

Uma Nova Força. 138

Um Novo Papel Para a Força Gravitacional. 140

Uma Nova Energia Própria. 141

Um Novo Universo. 144

A Conclusão de Behram Kursunoglu. 147

VIII – O Cristalino. 149

O Todo-Vazio como Cristal Perfeito. 151

Explosão estelar é vista em 3D pela primeira vez

… essa “estrela”, como todas as outras “estrelas”, nada mais foi que um fenômeno local …

Um novo instrumento no telescópio permite ampliar o conhecimento sobre fenômenos.

Astrônomos utilizando o Very Large Telescope (VLT), do European South Observatory (ESO), conseguiram reconstruir pela primeira vez em três dimensões (3D) a distribuição de matéria causada por uma explosão estelar. Um novo instrumento no telescópio permite ampliar o conhecimento sobre fenômenos como supernovas.

Segundo os astrônomos do ESO, a visualização em 3D permite analisar melhor o lançamento de material, calcular velocidades e direções do despejo. Na concepção artística divulgada ontem pelo ESO, é possível ver como os resquícios da estrela 1987A, localizada na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia-satélite da Via Láctea, se espalharam mais na direção horizontal. O fenômeno aconteceu há 168 mil anos-luz de distância da Terra, na Nebulosa da Tarântula.

Supernova 1987A

Visualização em 3D permite analisar o lançamento do material

Isto sugere a existência de uma Simetria de Campo lá, e que essa “estrela”, como todas as outras “estrelas”, nada mais foi que um fenômeno local, uma distorção, como imperfeições num Campo Cristalino.

Fonte: Diário Catarinense

O Todo-Vazio como Cristal Perfeito

Nenhum fenômeno possui uma natureza própria, que possa ser chamada de ‘eu’. Por quê? Porque eles, os fenômenos, resultam de uma quebra de simetria de uma ordem superior, devida às impurezas. Essa quebra de simetria impõe a discriminação como um aspecto essencial da realidade. Ora, a assim chamada natureza de todos os fenômenos é um produto de relações causais, nada mais, portanto ‘é’; esses fenômenos, pelo aspecto temporário, têm como destino inexorável a sua ‘dissolução’ no Todo-Vazio, portanto ‘não-é’.

Vejamos as imperfeições, ou defeitos, ou falhas em cristais ordinários. E, então, entenderemos o inconcebível Cristal Perfeito, o Todo-Vazio.

O Lótus emerge do lodo da mente de uma pessoa.

Foto em 14/03/2010

Em 18/03/2010.
22:00 hs.

O Cristalino

Não temos a pretensão de inspirar uma nova teoria para a Física. Afinal, para que uma nova teoria? Como fica estabelecido neste estudo, a Física é uma ciência da matéria e forças que atuam sobre esta. Sendo assim, uma teoria da Física impõe a necessidade de um rigoroso formalismo matemático que possibilite, em primeiro lugar, fazer predições sobre o desconhecido; em segundo lugar, comprovar resultados de experimentos da Física clássica, relativista e quântica; em terceiro lugar, geometrizar o fenômeno e suas interações com o “mundo” exterior. Isto significa que uma teoria da Física destina-se a avançar e aprofundar no conhecimento sobre um universo constituído por matéria sujeita a forças, seja no mundo das partículas elementares, seja no macrocosmo.

Do nosso ponto de vista, isto não invalida ou compromete os enormes avanços desta ciência ao descrever a fenomenologia do universo em que vivemos, mas relativiza-os, uma vez que acreditamos no universo como um meio em que matéria e forças se manifestam em “pequenas” regiões do espaço-tempo, onde atuam tensões devidas a descontinuidades ou quebras de simetria; regiões de alta concentração de energia; e fluxos impostos pela simetria da região do espaço-tempo do fenômeno observado. Neste nosso conceito, fazemos a analogia do espaço-tempo com um meio Cristalino Perfeito; e de matéria e forças com defeitos e suas interações com o meio Cristalino, respectivamente. Indo um pouco além, acreditamos num universo cuja percepção esteja potencialmente ao alcance de qualquer pessoa. Enfim, não acreditamos num universo que só possa ser percebido, compreendido e compartilhado entre Físicos e Matemáticos. Todavia, o caminho da análise e posterior síntese das teorias, ainda que consuma muitos milhares de anos, deve conduzir à simplicidade necessária para a compreensão daqueles que, de fato, são os olhos da criação, ou seja, as pessoas comuns. Para essas pessoas, e também para os Físicos, há uma enorme dificuldade para lidar com conceitos como o “vácuo”, tão necessário para sustentar as mais avançadas teorias da Física. Isto significa “impor” aos leigos a idéia de que por trás de toda fenomenologia que observamos há o nada absoluto. Isto é um absurdo! Há algo lá sim, porém, que não pode ser medido pelos métodos da Física que se baseiam na interferência. Mas, “aquilo” está manifesto na simples constatação inicial que aqui fizemos, de que a matéria, rigorosamente, é um imenso vazio; quer pensemos do ponto de vista clássico, e muito mais quando do ponto de vista quântico que introduz as incertezas de encontrar-se algo no lugar onde ele deveria estar. “Aquilo” está manifesto na simetria das zonas de influência dos campos das interações físicas, do mais forte até o mais fraco, o campo gravitacional. Se o campo gravitacional dos corpos estelares é um elipsóide, então, existe uma “ordenação” do espaço circunvizinho cuja simetria é romboédrica? “Aquilo” está manifesto no fenômeno de difusão observado nos corpos do macrocosmo: fluxos de gases e matérias, aglomerações de estrelas, gravitação de galáxias. Em torno de quê? Na direção de quê? Por que, “preferencialmente”, em certas regiões do espaço? Não podemos mais ignorar a existência “Daquilo”. Confessadamente, temos uma grande dificuldade para lidar com o aspecto não-substancial dos fenômenos, e a Física não se propõe a tratá-lo como parte integrante, diríamos essencial, da realidade. Os Físicos chamam de “vácuo” o não substancial extrínseco dos fenômenos, e o definem como “nada absoluto”. Não bastasse chamar algo que sabemos existir de “nada”, não tratam do não-substancial intrínseco a todos os fenômenos de uma forma completa. Por essa razão, quase sabemos o que é uma partícula elementar, mas não sabemos por que ela se manifesta do jeito que se manifesta.

Então, por que não buscarmos compreender esse “vácuo” de uma vez? Mas de que maneira, se como postulado ele é insondável? Não pode ser visto nem ponderado e, o que é pior, ao aceitá-lo como parte integrante e indissociável da realidade, temos que aceitar a existência de uma Lei oculta em suas profundezas, a qual não podemos compreender. Isto não poderia mais chamar “Ciência”, mas “Fé”.

Por que não? Em termos da ciência contemporânea, já não há tanta dificuldade em aceitar que existe algo por trás da fenomenologia observável. Se o Universo tem uma origem, este “algo” já estava aí para sustentá-lo. Não é? E mais, é participante, perfeitamente dotado e parece ser o destino de todas as coisas que transitam pelo Universo observável. E esse destino não é final, pois, extinguindo-se aqui, o fenômeno ressurge ali, num fluxo interminável regido por uma lei oculta. Seu meio de propagação é o Cristalino, um Cristal Perfeito, que também traduzimos como Dharma Correto, ou Sadharma, ou Lei Maravilhosa.

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 1)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 2)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 3)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 4)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 5)


O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 6)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 7)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 8 )

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 9)

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 10)

A Conclusão de Behram Kursunoglu

A discussão não matemática da teoria generalizada da gravitação apresentada neste trabalho, mostra que todas as interações fundamentais de partículas elementares podem ser unificadas num campo de força. É agradável ver que tal teoria é livre de todos os infinitos encontrados nas teorias de campo clássica e quântica. A mais fundamental nova idéia é a aparição de uma nova constante física da teoria: a carga magnética g. Essa quantidade g assume um espectro infinito de valores, e este espectro leva à predição de que uma partícula elementar consiste de camadas estratificadas de densidades de cargas magnéticas de magnitudes decrescentes e sinais alternados.

O conhecimento quantitativo da energia de ligação fornece uma base fundamental para a descoberta de uma relação entre a criação da primeira partícula elementar e a origem do Universo. O estado primordial do Universo foi um campo de força com seu próprio campo gravitacional. Este campo, por uma “condensação gravitacional” evoluiu para um estado final onde partículas ou antipartículas foram criadas, e assim, aconteceu o maior fogo cósmico na história da natureza, causando a criação do Universo, que deveria, portanto, ser simétrico com relação à distribuição de matéria e antimatéria.

Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.

Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica

A Idéia de Behram Kursunoglu

Uma Nova Carga

Um Novo Vácuo

Um Novo Spin

Uma Nova Força

Um Novo Papel para a Força Gravitacional

Uma Nova Energia Própria

Um Novo Universo

Um Novo Universo

Devemos agora especular sobre a história, uma muito longa história, da primeira partícula criada, ou partículas, e a construção do nosso Universo. As leis governantes do Universo no nível fundamental, além das interações magnéticas e gravitacionais, incluem agora um número infinito de interações de curto alcance (ou fortes) induzidas pelo espectro infinito de valores de carga magnética. Há correlações entre os valores de g e a correspondente força de curto alcance. De acordo com essa teoria, é assumido que a básica realidade física é agora um CAMPO e foi, no passado “infinito”, também um CAMPO. Assim, a origem do nosso universo presente pode ser discutida do ponto de vista de um “campo primordial”, ao invés de um “átomo primordial”, deduzido da relatividade geral por George Lamaitre e mais tarde generalizada por George Gamow na teoria do “big-bang” do Universo. De acordo com a teoria do “big-bang”, o Universo, há uns 10 ou 18 bilhões de anos, emergiu de um ponto de densidade infinita de matéria a uma temperatura infinita. Em poucos segundos sua temperatura caiu para a faixa de centenas de milhões de graus Kelvin e permitiu a formação de elementos como o Hélio, Hidrogênio e outros, seguidos pela formação de estrelas, galáxias, etc.

No sentido de se ter acesso às implicações cosmológicas desta teoria, vejamos a ordem de grandeza estimada da energia de ligação do próton:

mc2=Mc2-Es

onde se tomarmos m como sendo a massa de Planck, então,

mc2≈1016ergs.

Assim, a temperatura requerida (mínima) no campo primordial teria sido da ordem de T0≈1032K. Assim, T0 é a temperatura requerida para reunir as camadas de carga magnética para produzir um próton e um antipróton. Uma dessas partículas deve ter sido a primeira a ser produzida no campo primordial causando uma “avalanche” ou cascata cósmica, iniciando o processo de criação, quase que simultaneamente, de todas as partículas e antipartículas do Universo que nascia do campo primordial.

No modelo do campo Cristalino deste trabalho, esse evento corresponde a uma fusão local do vácuo; Todavia, discordamos que o evento tenha sido único. Podemos, ainda hoje, observar esses processos na aparição de novas estrelas que, em outras palavras, nada mais são que a fusão local de regiões do campo Cristalino, onde as tensões são tais que a ordem anteriormente existente (simetria) é quebrada, ocorrendo, então, uma amorfização local semelhante a uma ponta de temperatura no sólido, iniciando o primeiro estágio da evolução de um sistema estelar. Pelo que sustenta a teoria do campo Cristalino, torna-se muito pouco provável a existência de sequer dois sistemas estelares idênticos; pois, suas origens serão fortemente dependentes não só da seqüência de precipitação das fases materiais, mas também de todo o histórico da região do Cristalino onde a transformação se verifica.

A teoria do “big-bang” sobre a origem do Universo, baseada na relatividade geral, tem que assumir a existência de uma “singularidade primordial”, isto é, um ponto de infinita densidade de matéria num estado de infinita temperatura. A nova teoria infere o passado do Universo como consistindo de um vácuo do tipo descrito anteriormente, de dimensões infinitas, cuja evolução sob sua própria “condensação gravitacional” culminou na criação de partículas e antipartículas como descrito acima. Assim, a idade do Universo é reconciliada com a idade de seus constituintes fundamentais: as partículas elementares. A formação de matéria em larga escala, e também de antimatéria, e a eventual distribuição desses dois componentes do Universo foi, naturalmente, implementada de acordo com as leis da Física. O encontro de partícula antipartícula leva à aniquilação da qual os produtos resultantes são, principalmente, fótons, ou partículas com massa como os mesons, etc.. A existência material do Universo versus sua transformação completa num campo de radiação pela aniquilação partícula-antipartícula requer que a probabilidade de aniquilação de uma partícula por sua antipartícula seja menor que a probabilidade de seu escape e acumulação em regiões onde existam preponderantemente partículas, ou antipartículas. Na criação de uma partícula ou antipartícula, uma energia equivalente a sua energia de ligação, isto é, 1016ergs, é emitida. Essa imensa energia pode ser explicada parcialmente pela radiação e, principalmente, como a energia cinética da partícula, que a acelera a distâncias de bilhões de anos luz do ponto de sua criação. É claro que temos ainda que conseguir da teoria as probabilidades envolvidas na efetivação da separação da matéria e antimatéria e da acomodação delas no Universo.

Devido à natureza das mensagens (radiação, explosões supernovas, sinais de radio de quasares, etc.) que nós recebemos aqui na terra, não é licito decidir se essas mensagens se originaram de regiões de matéria ou antimatéria. O desvio cosmológico para o vermelho devido ao afastamento dos quasares (objetos quase-estrelas) e seus sinais de radio observados revelam-nos como enormes fontes de energia. Os eventos observados referem-se a processos que ocorreram, presumivelmente, nos primeiros segundos do Universo e, portanto, é perfeitamente admissível que quasares sejam os demonstradores cósmicos da aniquilação de matéria e antimatéria em estados colapsados. Uma partícula ou antipartícula elementar teria, num campo gravitacional muito forte, consumida sua própria energia de ligação e colapsada num “mini-buraco-negro” ou “anti-mini-buraco-negro” de raio 10-33cm e massa de 10-5gramas. A aniquilação de um mini-buraco-negro com um anti-mini-buraco-negro emitiria energia 1018 vezes maior que a energia emitida num encontro entre um próton e um anti-próton. Assim, o fenômeno do quasar pode, presumivelmente, ser usado como possível evidência para a existência em grande escala de matéria e antimatéria no Universo.

Algumas evidências mais sobre a existência de matéria e antimatéria no Universo são encontradas na radiação dominante observada no Universo. A razão do número de fótons para o número de partículas com massa é observada ser da ordem de 109. A discussão acima sobre a origem do Universo apresenta uma explicação muito mais razoável para essa radiação dominante que a teoria do “big-bang”. Além disso, a recente observação de uma “radiação fóssil” ou “microonda de fundo” de 2.7 K deixa como um resultado que a expansão e o resfriamento do Universo não estão, se interpretados corretamente, em conflito com a presente teoria. Isto é o porquê do “princípio de correspondência” da teoria que a reduz à relatividade geral para a região além do horizonte de cargas magnéticas.

 

Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.

Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica

A Idéia de Behram Kursunoglu

Uma Nova Carga

Um Novo Vácuo

Um Novo Spin

Uma Nova Força

Um Novo Papel para a Força Gravitacional

Uma Nova Energia Própria

Uma Nova Energia Própria

Na introdução do conceito de energia própria, foi elaborado e também mostrado ser ele um muito importante problema não resolvido da Física. Nesta teoria ele tem em vez do valor infinito obtido na eletrodinâmica quântica, um valor finito. Ele emerge da definição de massa de uma partícula na forma de:

±M=(1/2)m±2Es/c2 (12)

onde Es é a energia eletromagnética própria que é finita. A razão do valor finito de Es na equação (12) é devida à existência de uma carga magnética g. De fato, para g=0, Es torna-se infinita, como é descoberto na eletrodinâmica quântica. Os sinais de + e em (12) referem-se à existência de partículas e antipartículas que foram anteriormente preditas, por via de outras teorias, por Dirac no início dos anos 20. Todavia, nesta teoria o conceito antipartícula, em vista da inclusão do campo gravitacional, assume um papel mais fundamental que aquele predito por Dirac. Na próxima seção é apresentada, como conseqüência cosmológica da presença de antipartículas, uma predição para a existência em larga escala de antimatéria no Universo.

Foi assinalado anteriormente que tanto a teoria da relatividade especial como a geral não permitem uma extensão mecânica rígida para um objeto; e, portanto, o único modelo possível para uma partícula elementar era a descrição dela como um evento num ponto do espaço-tempo. Na teoria que está sendo apresentada aqui, o modelo do ponto é substituído por uma estrutura que tem uma extensão no espaço-tempo e está também em completo acordo com os princípios da relatividade geral. A razão fundamental para isto reside na indeterminância no espaço do número infinito de superfícies de densidade de carga magnética neutra. Essa indeterminância se estende ao comprimento de onda de Compton28 do próton ou do nêutron que é dado por ђ/mc, onde ђ é a constante de Planck dividida por 2П. Nesta teoria, a rigidez, incompatível com o princípio da relatividade, é substituída pelo princípio da indeterminância (o único compatível com o princípio da covariância geral) e esta é a única maneira compatível com a relatividade de se introduzir uma partícula de núcleo estendido. A predição da indeterminância para a distribuição de cargas magnéticas neutras no âmago das partículas pela teoria é, na opinião de Kursunoglu, o mais significante resultado e, num senso geral, faz um primeiro contato com o comportamento teórico-quântico da natureza. Kursunoglu compreende que isto é a solução final do problema crônico da energia própria, bem como uma solução para incorporá-la numa partícula de âmago de estrutura estendida.

A estrutura composta da partícula demonstra que num processo de espalhamento é natural esperar uma dependência da seção transversal S(E,gn), n=1,2…, da carga magnética contida numa camada e de sua espessura média. Por exemplo, duas partículas idênticas podem se espalhar pela interpenetração de suas respectivas camadas estratificadas de densidade de carga magnética. A carga magnética g assume um espectro de valores, e o total da carga magnética em cada camada é conservado de tal maneira que a soma da distribuição total nas camadas estratificadas é zero. Portanto, no espalhamento de duas partículas idênticas, a máxima interação ocorrerá sempre que o encontro for entre camadas idênticas da distribuição de carga magnética, em cujo caso a força é repulsiva. O encontro entre camadas de sinais opostos leva à atração magnética e essa força é, em geral (para partículas idênticas), menor que as forças de repulsão. A freqüência com a qual forças atrativas ou repulsivas ocorrem, dependerá da energia. A interação de camadas iguais requisitará uma crescente quantidade de energia no sentido de atravessar de uma camada para outra. Cada cruzamento de uma barreira neutra, na direção das camadas mais internas, requisitará uma escala de energia ainda maior. Quantum mecanicamente, o encontro entre duas camadas idênticas contribuirá para um efeito “exchange” de espalhamento.

Assim, em geral, essa teoria prediz, para altas energias, diferentes comportamentos para o espalhamento de próton de próton, próton de nêutron, e nêutron de nêutron. Além disso, a produção e a distribuição angular de mesons destes vários processos de espalhamento será diferente.

 

Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.

Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica

A Idéia de Behram Kursunoglu

Uma Nova Carga

Um Novo Vácuo

Um Novo Spin

Uma Nova Força

Um Novo Papel para a Força Gravitacional

Um Novo Universo

Um Novo Papel Para a Força Gravitacional

No sentido de ilustrar a produção de partículas nesta teoria, nós consideramos, por exemplo, experiências de um “storage ring” onde colisões de feixes de e e e+ produzem várias partículas-estado. Assim, o caso mais simples envolve a produção do par νe e νe do vácuo e leva à reação:

e++e(e+e)+(νene)=(e+νe)+(eνe)=ρ++ρ(9)

onde os pions ρ+e ρ são estados profundamente ligados de dois órbitons, isto é,

ρ+=(e+νe), ρ=(eνe)(10)

O próximo estado superior corresponde à energia de colisão do feixe onde ambos os pares (νe, νe) e (νμ, νμ) podem ser criados do vácuo e combinar (por várias leis de conservação) com e+e e para produzir:

e++e(e+e)+(νeνe)+(νμνμ)=

(e+νeνμ)+(eνeνμ)=μ++μ(11)

onde os muons μ+ e μ são criados como estados profundamente ligados de três órbitons.

Um significado teórico adicional para o modelo de partículas elementares acima, pode ser visto a partir da teoria considerando-se g=0. A relatividade geral e a eletrodinâmica são válidas somente em cima ou além do horizonte magnético (onde g=0). A região abaixo do horizonte magnético é o âmago da partícula e é descrita pela teoria da gravitação generalizada. Essa região é formada pela “condensação gravitacional” das cargas magnéticas parciais gn. Assim, a força gravitacional, indiferente de quão fraca ela possa ser, assume o papel de um “fermento” (levedura) para a formação de uma partícula. Para g=0, todos os resultados da teoria existente são recuperados (princípio da correspondência) desta teoria geral quando o âmago da partícula (em vista dos infinitos discutidos anteriormente) é excluído da consideração e seu papel é representado ou por um esquema de “renormalização” ou pela teoria dos quarks e partons de partículas elementares.

 

Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.

Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica

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