Paris, Ile-de-France, France

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Brussels, Brussels Hoofdstedelijk Gewest, Belgium

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Osaka, Japan

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Vrsac, Belgrade, Serbia

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Cascais, Lisboa, Portugal

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Mensagem de Ano Novo 2015

Assim é Cristal Perfeito:
Nada fora do lugar, em todos os lugares.
Translúcido, Transparente,
por onde toda a Luz se transmite.
Nenhuma direção, todas elas.

Corpo sem sê-lo, sem marca nem selo.
Nirvana, antes de tudo que é, futuro será,
eternamente Próprio de quem não o vê.
Aquele mortal assim deparou
com o seu Próprio Portal da Libertação.

Em 18/12/2014
01:30 hs.

Foto de Marcos Ubirajara  em 19/12/2014.

Foto de Marcos Ubirajara em 19/12/2014.

O Livro de Ouro de Cristal Perfeito

Prezado seguidor de Cristal Perfeito,

Aqui, assinam entidades e instituições que, como você, apreciam as matérias das quais trata o nosso blog. Digo nosso porque muitos de vocês não encontrarão a própria assinatura, e poderão pensar serem menos importantes. Não! Aqui é o lugar onde finalmente nossas almas se juntam num todo harmonioso, e tornam-se unas. O critério de seleção apenas das entidades e instituições teve como objetivo a reafirmação do conceito de Sangha legado pelo Honrado pelo Mundo, e que constitui-se de Monges, Monjas, Leigos e Leigas; sem distinção de raças, cores, gêneros, inclinações políticas, e o que mais possa estabelecer qualquer desigualdade entre os seres. Caso contrário, macularia o exato âmago do insuperável Mahayana.

Livro de Ouro

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Simetria Pura

Em ‘Simetria Pura’

PI, a Simetria Pura é uma propriedade do Cristal Perfeito, portanto, inconcebível. O Cristal Perfeito não tem bordas ou arestas, nem peso, nem medida em quaisquer direções, nem discordâncias, nem impurezas, nem lugares próprios, nem lacunas ou intersticiais; portanto, inconcebível.

Simetria Pura é Equanimidade que, para nós humanos, é inconcebível. Como já mencionada aqui, a equanimidade é uma das quatro mentes ilimitadas, a saber:

“Existem as ações puras, que são: amor-benevolente [‘maitri’], compaixão [‘karuna’], intenção amável (acolhedora) [‘mudita’], e equanimidade [‘upeksha’].”

Isto pertence ao mundo dos Budas e Bodhisattvas. A passagem do Sutra do Nirvana abaixo nos lembra disto:

Quando o Bodhisattva-Mahasattva pratica a mente de equanimidade, ele atinge o estágio do Todo-Vazio Todo-Igual, e torna-se como Subhuti. Oh bom homem! Quando o Bodhisattva-Mahasattva reside no ‘bhumi’ do Todo-Vazio Todo-Igual, ele não mais vê pais, irmãos, irmãs, filhos, parentes, bons amigos da Via, inimigos, aqueles que são hostis ou amigáveis, aqueles que nem são amigáveis e nem antagônicos, até os cinco skandhas, os dezoito reinos, as doze esferas, seres, e vida. Oh bom homem! Como uma ilustração, é como o espaço, no qual não vemos pais, irmãos, esposa e filhos, até seres e vida. O mesmo é o caso com relação a todas as coisas. Não pode haver pais e vida. Assim o Bodhisattva-Mahasattva vê todas as coisas. Sua mente é toda-igual (equânime) como o espaço. Por quê? Porque ele pratica completamente o Dharma do Vazio [‘shunyata’].”

Sutra do Nirvana, Capítulo 22 – Sobre Ações Puras 2.

Selo Comemorativo

A História do Interlocutor Zen e o Principiante Incauto

Essa é uma edição comemorativa dos 7 anos de Cristal Perfeito no WordPress.com, os quais se completaram a 17 de janeiro de 2014. Por que comemorativa? Porque foi difícil, e naquela ocasião o Principiante Incauto era eu.

Em meados do ano de 2006, quando concluí a tradução do Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa, enviei um e-mail para muitas pessoas relacionadas com o Budismo no Brasil anunciando a conclusão do trabalho e a criação de um blog chamado Cristal Perfeito sobre Budismo e Reflexões acerca dos paralelos deste com a Física do Estado Sólido. Desnecessário dizer, o retorno foi pífio, poucos responderam. Mas vejam que interessante essa breve troca de mensagens:

<gustavomokusen@…br> 28 de julho de 2006 17:00
Para: muccamargo@…br
marcos,
o que há de comum entre a física e o budismo?
g.

muccamargo@…br escreveu:
Gustavo,
O vazio imponderável inerente a todos os fenômenos.
Marcos Ubirajara.

<gustavomokusen@…br> 28 de julho de 2006 17:38
Para: muccamargo@…br
se o vazio é imponderável, como você pôde ter me dado essa resposta?
g.

muccamargo@…br escreveu:
Parece que a palavra “imponderável” sobrou na minha resposta. Mas, também não faz falta.
O vazio inerente a todos os fenômenos.
Se preferir, exclua uma a uma daquelas palavras e você chegará à resposta final.
Marcos.

<gustavomokusen@…br> 28 de julho de 2006 21:04
Para: muccamargo@…br
então por que você me respondeu?
g.

E esse diálogo deu origem ao primeiro episódio do Interlocutor Zen e o Principiante Incauto, cuja edição na forma de livro me traz a lembrança daqueles momentos iniciais.

Os demais episódios seguiram essa linha e foram agrupados numa antiga categoria do blog Cristal Perfeito chamada “A Física do Estado Insólito”. Agora dá para entender, não é?

Espero que gostem!

Marcos Ubirajara de Carvalho e Camargo.

Selo Comemorativo

Marcas e Visões

Sutra:

“Subhuti, se alguém disser que a visão de um ‘eu’, a visão dos outros, a visão dos seres viventes, e a visão de uma vida são pregadas pelo Buda, o que você pensa, Subhuti? Aquela pessoa compreende o significado dos meus ensinamentos?”

Não Honrado pelo Mundo, aquela pessoa não compreende o significado dos ensinamentos do Tathagata. E por quê? A visão de um ‘eu’, a visão dos outros, a visão dos seres viventes, e a visão de uma vida são pregadas pelo Honrado pelo Mundo como nenhuma visão do ‘eu’, nenhuma visão dos outros, nenhuma visão dos seres viventes, e nenhuma visão de uma vida. Porquanto são chamadas a visão do ‘eu’, a visão dos outros, a visão dos seres viventes, e a visão de uma vida”.

“Subhuti, aqueles que devotaram seus corações ao Anuttara-Samyak-Sambodhi devem assim conhecer, assim ver, assim acreditar e compreender todos os dharmas, e não produzir as marcas dos dharmas. Subhuti, as marcas dos dharmas são pregadas pelo Tathagata como nenhuma marca dos dharmas; porquanto são chamadas marcas dos dharmas”.

Comentário:

Subhuti disse que alguém que mantenha a opinião de que o Buda pregou uma visão do ‘eu’, dos outros, dos seres viventes, e de uma vida não compreende a doutrina que o Buda ensinou. Aquela pessoa não alcançou uma compreensão da doutrina da vacuidade das pessoas, dos dharmas, e da vacuidade em si encontrada no ensinamento da prajna, que expressa o princípio da vacuidade.

Anteriormente, o Buda havia pregado sobre as “marcas” do ‘eu’, dos outros, dos seres viventes, e de uma vida; então, neste ponto ele falou da visão do ‘eu’, dos outros, dos seres viventes, e de uma vida. Qual é a diferença entre marcas e visões? Marcas são objetos externos (tangíveis) com os quais nos envolvemos através do olho orgânico. Visões, por outro lado, são discriminações da mente às quais nos tornamos apegados e às quais nos prendemos. Visões são apegos sutis; marcas são apegos grosseiros. As marcas superficiais externas são fáceis de descartar, mas é muito difícil obliterar os apegos sutis da consciência mental. Portanto, o Buda menciona ambos, para capacitar as pessoas a não somente subjugar seus corações e abandonar as marcas, mas também subjugar as suas mentes e erradicar as visões. Quando se liberta das visões, pode-se realmente chegar ao estado de vacuidade das pessoas, dos dharmas, e da vacuidade em si.

Mas o Buda pregou sobre aquelas visões apenas do ponto de vista da verdade comum. Se explicado em termos da verdade real, elas não são visões. Quando expressas do ponto de vista do Caminho Médio, porquanto são chamadas a visão do ‘eu’, a visão dos outros, a visão dos seres viventes, e a visão de uma vida. Originalmente não há marcas e nem visões, mas no Dharma Maravilhoso da Prajna o Buda lhes dá falsos nomes.

Não apenas as visões do ‘eu’, dos outros, dos seres viventes, e de uma vida; mas todos os dharmas devem assim ser conhecidos. Assim ver, assim acreditar e compreender todos os dharmas, e não produzir a marca dos dharmas. Isto significa não ser apegado a quaisquer dharmas.

Todo o dharma pregado pelo Buda

foi em prol dos corações dos seres viventes;

Se não houvesse corações,

de que utilidade seria o dharma?

As marcas dos dharmas são pregadas pelo Tathagata como nenhuma marca dos dharmas; porquanto são chamadas marcas dos dharmas. A elas são meramente dados falsos nomes.

Sutra Diamante – Capítulo 31 – Nem Conhecimento e Nem Visão são Produzidos.

Original

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