A Terra Sobre a Unha do Dedo

Então, o Honrado pelo Mundo pegou uma pequena porção de terra e a depositou sobre a unha do seu dedo, dizendo a Kashyapa: “Qual é maior? Esta porção de terra, ou aquela das dez direções?”

O Bodhisattva Kashyapa disse ao Buda: “Oh Honrado pelo Mundo! A terra na unha do seu dedo não pode ser comparada à terra das dez direções.”

“Oh bom homem! Abandona-se o corpo e se obtém um corpo novamente; descarta-se o corpo dos três reinos do infortúnio [isto é, os reinos do inferno, dos espíritos famintos e dos animais] e obtém-se outro corpo. E quando todos os sentidos orgânicos são perfeitos, ganha-se vida num País Central (Lugar Central – ‘Middle Country’), ganha-se a fé correta, e pratica-se bem a Via. Ao praticar bem a Via, uma pessoa de fato pratica a Via Correta. Ao praticar a Via Correta, atinge-se a Emancipação, e então entra-se verdadeiramente no Nirvana. Estes são como a terra sobre a unha do meu dedo. Uma pessoa descarta o próprio corpo, e obtém um (corpo) dos três reinos do infortúnio. Descarta o corpo dos três reinos do infortúnio, e ganha (outro) corpo dos três reinos do infortúnio. Alguém que não seja perfeito em todos os seus sentidos orgânicos, ganha vida num lugar fora-do-caminho [lugar remoto], adquire uma visão de cabeça para baixo da vida, segue um caminho tortuoso, e não atinge a Emancipação e o Nirvana. Estes podem ser comparados à terra das dez direções.

Oh bom homem! Alguém que defenda os preceitos sempre faz esforços, não comete as quatro graves ofensas, não comete os cinco pecados mortais, não usa as coisas que pertencem à Sangha, não se torna um icchantika, e não se afasta das raízes do bem. Essas pessoas que acreditam neste Sutra do Nirvana podem ser comparadas à terra sobre a unha do meu dedo. Aqueles que violam os preceitos, aqueles que são indolentes, aqueles que cometem as quatro graves ofensas, aqueles que cometem os cinco pecados mortais, aqueles que usam as coisas da Sangha, aqueles que se tornam icchantikas, aqueles que cortam todas as raízes do bem, e aqueles que não acreditam neste sutra são tão numerosos quanto a terra nas dez direções. Oh bom homem! O Tathagata conhece bem as qualidades dos seres da alta, média e baixa [posições]. Devido a isso, dizemos que o Buda é perfeito no poder de ser capaz de ver através da raiz de todas as coisas.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 40 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 1.

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Max Karl Ernst Ludwig Planck

Max Planck 1901

Max Plank em 1901 - Imagem via Wikipedia

Max Planck nasceu em Kiel, a 23 de abril de 1858, descendendo de uma família de teólogos e juristas. Com nove anos de idade seguiu com seu pai, professor de direito, para Munique. Enquanto rapaz, suas preferências dividiam-se entre a arte e a ciência. No colégio, sua habilidade com a matemática era tal que, quando o professor dessa cadeira não comparecia, ele era chamado a substituí-lo. E, dentro da arte, o seu maior entusiasmo era pela música, à qual se dedicou com grande paixão. Foi regente da orquestra da Universidade de Munique e também de alguns coros particulares. Foi compositor, tendo deixado, entre outras obras, uma opereta de câmara. Embora sua verdadeira vocação fosse a ciência, a música constituiu um refúgio onde podia esquecer seus problemas, permanecendo até o fim de sua vida como uma fonte de conforto e satisfação.

Outra das distrações de Max Planck era o alpinismo, que praticou até idade avançada. Aos 62 anos escalou o Jungfrau, monte suíço com cerca de 4.000 metros de altura.

Seus estudos superiores na Universidade de Munique sofreram um hiato de um ano, durante o qual teve oportunidade de acompanhar na Universidade de Berlim cursos de física ministrados por Von Helmholtz e Kirchhoff. Nessa época, teve sua atenção vivamente despertada pelo estudo da termodinâmica. De volta a Munique, prosseguiu suas pesquisas nesse campo, não conseguindo, porém, grande sucesso. Apesar disso, laureou-se com uma tese sobre o segundo princípio da termodinâmica.

Na expectativa de conquistar uma cátedra em uma universidade européia, realizou uma série de conferências sobre o ramo científico no qual se havia especializado. Contudo, a cátedra, à qual Planck realmente aspirava, era a de física teórica.

Em 1885, foi nomeado professor de física teórica da Universidade de Kiel e a partir de então começou a projetar-se no mundo científico. Entre seus trabalhos dessa época, destaca-se um estudo sobre a natureza da energia, enviado à Universidade de Göttingen. Dos pesquisadores que remeteram seus trabalhos, Planck foi o único a ser premiado.

Em 1889 a influente amizade de Von Helmholtz valeu-lhe a transferência para a Universidade de Berlim, como sucessor de Kirchhoff. Alguns anos mais tarde, passou a ocupar a cátedra de física teórica – seu grande sonho. Essa permanência em Berlim deu-lhe a possibilidade de conviver com pesquisadores famosos, como Reymond, Mommsen, Nernst, Ostwald, além do grande Helmholtz.

Em fins do século XVIII, uma das dificuldades da física consistia na interpretação das leis que governam a emissão de radiação por parte dos corpos negros.

Tais corpos são dotados de alto coeficiente de absorção de radiações; por isso, parecem negros para a vista humana. Eles possuem a interessante propriedade de emitirem radiações de diferentes comprimentos de onda, à medida que muda a temperatura à qual são levados. Quanto mais alta esta última, mais completa se mostra a gama da radiação emitida, tendendo para a cor branca; quanto mais baixa a temperatura, mais deslocado se mostra o espectro da radiação emitida, que tende então para o vermelho. Sob temperaturas inferiores a certo limite, situado em torno de 5000 C, o corpo negro emite sensivelmente apenas radiações infravermelhas.

Utilizando os preceitos científicos então existentes, podia-se explicar facilmente que um corpo idealmente negro deve ser também um perfeito emissor de radiação: com o tempo, o corpo negro irradia no espaço, sob a forma de radiação térmica, toda a energia que contém.

Não era, porém, possível explicar a distribuição da energia pelos vários comprimentos de onda: a emissão de radiação não se dá em um só comprimento de onda; além disso, o que se desloca com a temperatura é o comprimento de onda correspondente à máxima emissão de energia.

Segundo as teorias vigentes, um átomo estaria em condições de emitir ou absorver radiações com continuidade. Essa foi a primeira dificuldade com a qual Planck deparou quando abordou o problema. Entretanto, com sua imaginação fecunda, percebeu que era possível interpretar a curva de distribuição das radiações emitidas pelo corpo negro simplesmente supondo que cada átomo agia como uma corda vibrante, capaz de emitir, de uma só vez, sob a forma de um pequeno grupo de ondas, toda a energia nele contida. Seria como se a corda vibrante, quando excitada, pudesse descarregar de uma só vez todo o som que é capaz de gerar, ao invés de sofrer uma lenta atenuação em sua vibração.

Planck, seguindo essa linha de raciocínio, supôs que o átomo emitisse radiação em “pacotes”, que denominou, no singular, de quantum. Cada um deles conduziria toda a energia de uma excitação atômica. E mais: todo quantum deveria ser constituído de radiação eletromagnética, com freqüência que dependia de energia nele contida. A hipótese completava-se com as considerações de que a freqüência da oscilação eletromagnética seria proporcional à energia do quantum. Em qualquer quantum do universo, a relação entre a energia contida e a freqüência da radiação emitida deveria apresentar um mesmo valor, isto é, deveria ser uma constante universal.

Essa constante foi indicada pela letra h e hoje é conhecida como constante de, Planck (h = 6,62 x 10-34 J x s).

Em 14 de dezembro de 1900 veio à luz sua teoria sob a forma de uma comunicação à Sociedade Alemã de Física. Os estudos de Einstein e Bohr, posteriormente, vieram complementá-la.

Por quarenta anos Planck lecionou na Universidade de Berlim, da qual foi também reitor, de 1913 a 1915.

Seu pensamento filosófico considerava o materialismo dialético como premissa fundamental de toda pesquisa científica. Embora condenando a intromissão de questões religiosas na ciência, admitia uma função social na religião.

Max_Planck

Selo comemorativo dos 150 anos de nascimento do Físico Max Plank

As inúmeras honrarias que recebeu – foi presidente do Instituto Kaiser Guilherme de Física, membro da Academia de Ciências, Prêmio Nobel de Física em 1918 e inspirador da Medalha Planck em 1929 – não foram suficientes para confortá-lo das muitas mágoas que o atingiram. De dois casamentos havia tido cinco filhos. Uma das filhas casou-se com Max von Laue (Prêmio Nobel por seus estudos sobre raios X), mas dois filhos tiveram sorte trágica. Um tombou em Verdun, durante a I Guerra Mundial, e outro foi morto por agentes da Gestapo, em 1944, por haver participado de um atentado contra a vida de Hitler.

Ao fim da guerra, sua casa em Berlim estava destruída. E também arrasada estava sua preciosa biblioteca. Max Planck, fugindo ao palco da tragédia, retirou-se para Göttingen, onde faleceu a 3 de outubro de 1947. Sua morte passou completamente despercebida no mundo ainda conturbado pelas conseqüências da guerra recém-finda.

Plank com Einstein

Plank com Einstein

Informações obtidas em http://geocities.yahoo.com.br/saladefisica9/. Por razões que desconheço, esse site não está mais disponível.

A Vida, a Cor e a Fama do Bodhisattva

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Bodhisattva Kongo-Haramitsu - Imagem via Wikipedia

“O Bodhisattva-Mahasattva, quando nasce no Céu Tushita, tem três coisas superiores, a saber: 1) vida, 2) cor, e 3) fama. O Bodhisattva-Mahasattva não busca a vida, a cor ou a fama. Ao não buscar [isto], o que ele recebe é superior. O Bodhisattva-Mahasattva busca muito o Nirvana, e na causa do ‘é’, também, ele é superior. Por essa razão, dizemos inconcebível.

Embora o Bodhisattva-Mahasattva supere assim os deuses nestas três coisas, eles não adquirem [sentimento de] ira, inveja, ou arrogância contra o Bodhisattva. Eles são felizes. O Bodhisattva, também, não se torna arrogante contra os deuses. Este é o porquê dizemos inconcebível.

Embora o Bodhisattva-Mahasattva não realize qualquer ação para adquirir vida, ele ganha vida naquele Céu (Tushita) no final das contas. Assim, dizemos que [sua] vida é superior. Embora ele não tenha feito nada em prol da cor, a luz do seu corpo maravilhoso preenche tudo ao redor. Assim, ele é superior aos outros na cor. Vivendo naquele mundo celestial, o Bodhisattva-Mahasattva não busca os cinco desejos. O que ele faz diz respeito ao Dharma. Por conta disto, seu nome ressoa nas dez direções. Isto é como seu nome [reputação, fama] é superior. Isto é como ele é inconcebível.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 39 – Sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 7.

life color and the fame of the bodhisattva.mp3

A Parábola dos Cegos e o Elefante

“Oh bom homem! Por exemplo, existe um rei que diz ao seu ministro: ‘Busque um elefante e mostre-o a alguma pessoa cega’. Então, seguindo a ordem real, o ministro chamou muitas pessoas cegas, às quais ele mostrou o elefante. Todas as pessoas cegas tocaram o elefante com suas mãos. O ministro disse ao rei: ‘Já tenho as pessoas cegas para reconhecer o elefante’.

Então, o rei chamou as pessoas cegas e indagou a cada uma delas: ‘Você viu o elefante’?
‘Sim, senhor! Eu vi o elefante’.
O rei indagou: ‘Como você pensa que o elefante é’?
A pessoa que havia tocado suas presas disse: ‘O elefante é como a raiz de uma goosefoot (planta daninha – espinafre selvagem do gênero Chenopodium) ou de um cogumelo’.
O homem que havia tocado a sua orelha disse: ‘O elefante é como um abano’.
Aquele que havia tocado sua tromba disse: ‘O elefante é como um pilão’.
A pessoa que havia tocado suas patas disse: ‘O elefante é como um moinho feito de madeira’.
Aquele que o havia tocado pelo dorso disse: ‘O elefante é como uma cama’.
O homem que havia tocado a sua barriga disse: ‘O elefante é como uma panela’.
O homem que o havia tocado pela cauda disse: ‘O elefante é como uma corda’.

Oh bom homem! Todas essas pessoas cegas não foram capazes de dizer bem a forma do elefante. E, no entanto, não é que eles não digam nada sobre o elefante. Todos esses aspectos de representação são do elefante. E, excluídos estes (aspectos), não pode haver qualquer elefante.

Oh bom homem! O Rei é comparável ao TathagataArhat-Samyaksambuddha, o ministro (é comparável) ao Sutra Vaipulya do Grande Nirvana, o elefante à Natureza de Buda, e as pessoas cegas a todos os seres que são ignorantes.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 39 – Sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 7.

parable of the blind and the elephant.mp3

England – London – Saint Margaret Street

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Pérolas do Universo – Fascículo VII

“O Bodhisattva não tem nenhum arrependimento em sua mente quando ele vê que os preceitos (shila) que ele observa são inabaláveis. Como não há pesar, existe alegria em sua mente. Como ele tem alegria, sua mente é feliz. Como ele é feliz, sua mente está em paz. Como a sua mente está em paz, lá surge um Samadhi Imutável. Como o Samadhi é Imutável, existe verdadeiro conhecimento e visão. Devido ao verdadeiro conhecimento e visão, existe separação do nascimento e da morte. Apartando-se do nascimento e da morte, ele encontra emancipação [‘vimukti’]. Como uma conseqüência da emancipação, ele vê claramente a Natureza-de-Buda. Isto é o que se quer dizer quando se fala que aquilo que o Bodhisattva conhece, vê e compreende não é algo que se obtém no mundo.”

Leia mais em Pérolas do Universo – Fascículo 7.

pearls of universe 7.mp3

Perolas do Universo 7

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Conteúdo deste Fascículo:

MEDITANDO SOBRE O VAZIO 3

O QUE O BODHISATTVA VÊ E SABE 7

RETRIBUIÇÕES CÁRMICAS NA VIDA PRESENTE 8

AS QUATRO SABEDORIAS SEM-OBSTRUÇÕES 9

O CATIVEIRO DO APEGO 12

AS OBSTRUÇÕES DOS DOIS VEÍCULOS 14

O PORQUÊ PROTEGER A MENTE 16

OS DOIS TIPOS DE VISÃO 16

O SAMADHI IMUTÁVEL 18

O ESPELHO DOS PRECEITOS DE PUREZA 20

ALEGRIA E FELICIDADE 21

O VERDADEIRO BOM MESTRE DA VIA 22

O MESTRE DO DHARMA 22

TATHAGATA 23

MERECEDOR DAS OFERTAS 24

SAMYAKSAMBUDA 25

MYO-GYO-SOKU OU VIDYACARANA-SAMPANNA 26

BEM-AVENTURADO 27

PLENO CONHECIMENTO E COMPREENSÃO DO MUNDO 28

INSUPERÁVEL 29

MELHOR TREINADOR 29

MESTRE DE SERES CELESTIAIS E HUMANOS 31

BUDA 32

LORD 33

Sétimo Tipo de Pessoas

Beyond all coming and going of phenomena: the ...

Tathagata: aquele que está para além de todas as idas e vindas dos fenômenos. Image via Wikipedia

“A sétima pessoa aspira atravessar o grande rio do nascimento e da morte. Mas, sem bem acumulado até aqui, ela afunda em meio às águas. Encontrando-se com um Bom Mestre da Via, ela adquire fé. Este ganho de fé é o que chamamos ‘vir à tona’. Devido à fé, ela protege, recita, copia e expõe os 12 tipos de sutras, e para o benefício dos seres, ela fala extensivamente deles. Ela sente prazer na doação e pratica a Sabedoria. Nascida com a mente aguçada, ela persevera firmemente na fé e na Sabedoria, e não retroage na mente. Como ela não retroage, ela avança. Ao avançar, ela encontra a outra margem. Tendo conquistado as alturas de uma grande montanha, ela agora está apartada do medo e é abençoada com a mais pura paz. Oh bom homem! (Estar no topo da) grande montanha na outra margem pode ser comparado ao Tathagata, paz à Eternidade do Buda, e a grande e alta montanha é o Grande Nirvana.

Oh bom homem! Todas essas pessoas às margens do Rio Ganges possuem mãos e pés, mas elas são difíceis de salvar. É o mesmo com todos os seres, também. Os Três Tesouros do Buda, Dharma e Sangha realmente existem, e o Tathagata sempre expõe o essencial de todas as leis [Dharma]. Há o Nobre Caminho Óctuplo e o Mahaparinirvana. Todos os seres podem obter tudo isso. Isto (Nirvana) não é o que surge de mim, ou daqueles nobres caminhos, ou dos seres. Saiba que todas essas coisas retornam às impurezas. Por essa razão, todos os seres não podem alcançar o Nirvana.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 39 – Sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 7.

seventh kind of people.mp3

Sexto Tipo de Pessoas

“A sexta pessoa aspira atravessar o grande rio do nascimento e da morte. Desprovida de bem acumulado, ela afunda em meio às águas. Aproximando-se de um Bom Mestre da Via, ela adquire fé. Adquirir fé é vir à tona. Devido à fé, ela protege, recita, copia e fala extensivamente a respeito [do Dharma] para o benefício dos seres. Ela sente prazer na doação e pratica a Sabedoria. Nascida com a mente aguçada, ela baseia-se firmemente na fé e na Sabedoria, e sua mente não retroage. Não retroagindo, ela prossegue e finalmente alcança águas rasas. Chegando às águas rasas, ela permanece lá e não se move. Dizemos que ela permanece. Isto significa que o Bodhisattva, com o objetivo de salvar todos os seres, reside lá e medita sobre as impurezas. Ele é como a sexta pessoa às margens do Rio Ganges.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 39 – Sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 7.

sixth kind of people.mp3

Quinto Tipo de Pessoas

“A quinta pessoa é alguém que aspira atravessar o grande rio do nascimento e da morte, mas sem bem acumulado, afunda em meio às águas. Associando-se a um Bom Mestre da Via, ela adquire fé. Isto é vir à tona. Com fé, ela protege, recita, copia, expõe os 12 tipos de sutras e fala expansivamente para o benefício dos seres. Ela sente prazer na doação, e pratica a Sabedoria. Nascida com a mente aguçada, ela persevera firmemente na fé e Sabedoria, e não há retroação em sua mente. Não retroagindo, ela avança. Avançar refere-se ao Pratyekabuda. Embora bom no que concerne à salvação de si próprio, isto não se estende aos outros. Isto é ir embora. Isto é como com a quinta pessoa às margens do Rio Ganges.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 39 – Sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 7.

fifth kind of people.mp3

Quarto Tipo de Pessoas

“A quarta pessoa deseja atravessar o grande rio do nascimento e da morte. Desprovida do bem acumulado, ela afunda em meio às águas. Aproximando-se de um Bom Mestre da Via, ela adquire fé. Isto é vir à tona. Como ela adquire fé, ela protege, recita, copia e expõe, e para o benefício dos seres ela propaga amplamente o Dharma. Ela sente prazer em fazer doação e pratica a Sabedoria. Nascido com a mente aguçada, ela persevera firmemente na fé e na Sabedoria. Não há recuo em sua determinação, e ela olha nas quatro direções ao redor. As quatro direções significam as quatro fruições de um Shramana. Isto é como a quarta pessoa às margens do Rio Ganges.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 39 – Sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 7.

fourth kind of people.mp3

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