Vai

Por quê,  Vai?

Vai

Foto de Paula Niquini, no sítio da Dôra. OPS!, Aliás, como corrigiu Paula, foto de Diego Raphael. Eh Diego, hein!!!

Era 03/05/2011. A Catula, uma autêntica e pura RI de origem (raça indefinida), teve seis filhotes em sua primeira cria. Esse ai era muito diferente e, não sei se por inexperiência ou rejeição, ela deitou em cima dele e o asfixiou. Quando senti falta de um dos filhotes, à força, puxei-a para fora da casinha. Lá estava ele, feito uma bolacha, frio.

“Olhe o que você fez Catula! Você matou o cachorrinho”, exclamei!

Pensei comigo: Bom, já está morto mesmo, então vou fazer massagem. E comecei, mas, tocou a campainha. Deixei o pobre cachorrinho esperando na casinha e fui atender. Ninguém no portão. Voltei e continuei as massagens e, enquanto o fazia, dizia “Vai cachorrinho, Vai cachorrinho!”

Alguns minutos, e ele fez Puf! Puf! Soltou uma secreção pela boca. Puf!

Eu não acreditava, mas ele reagiu às massagens, voltou. Devolvi para o “ninho” e Catula o aceitou, amamentou. Dôra chegou cerca de 10 minutos após.

“Dôra, você não acredita!”, disse. “O quê, Marcos?”, ela perguntou. “Eu ressuscitei esse cachorrinho, Dôra! Ele estava morto!” E blá, blá, blá….

“Não vou dá-lo a ninguém! Ele vai se chamar ‘Vai’! Agora, quase fala, é nosso xodó.

Marcos Ubirajara.

Em 15/04/2012.

%d blogueiros gostam disto: