Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 5)

Distorções Numa Rede Chamaremos distorções a todas as tensões, discordâncias (quebras na periodicidade da rede) ou deslocações de planos habitados por deslizamento, que ocorram no estado sólido. Sendo assim, essas distorções poderão resultar de uma série de defeitos estruturais já mencionados aqui, cuja presença dentro de uma estrutura perfeita pode se estender por algumas distâncias… Continuar lendo Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 5)

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Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 4)

Precipitação Quando uma solução em equilíbrio termodinâmico, por um processo qualquer, é aquecida ou resfriada bruscamente, os processos de difusão são acelerados no sentido de a solução encontrar o estado de equilíbrio correspondente à condição final. Um modelo muito simples, mas de larga aplicação, prediz que para processos simples, ou únicos, decorrerá um tempo T… Continuar lendo Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 4)

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Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 3)

Difusão – Sumidouros (com perda de identidade) Certos mecanismos da difusão no estado sólido funcionam como sumidouros de defeitos; isto é, os defeitos simples como lacunas e intersticiais que ali chegam perdem a sua identidade. Citaremos três mecanismos muito aceitos que tentam explicar os fenômenos relacionados com esses sumidouros. Antes, porém, adiantaremos a definição de… Continuar lendo Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 3)

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Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 2)

Difusão – Aglomerados (sem perda de identidade) Experiências com sólidos irradiados (nas quais a criação de defeitos simples em concentrações muito maiores que as encontradas no equilíbrio térmico propicia melhores condições para o estudo do comportamento destes) mostram que lacunas por um lado, e átomos intersticiais por outro, uma vez que tenham mobilidade no meio,… Continuar lendo Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 2)

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Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 1)

Recombinação Elétron-Pósitron A idéia devida a Dirac sobre os buracos de energia, que tem servido de base para as teorias de coexistência de matéria e antimatéria (lembremos a indissociabilidade de matéria e energia), vem agora realimentar a discussão que mantivemos até aqui. Evento já observado em inúmeras experiências, a recombinação de pares elétron-pósitron nos coloca… Continuar lendo Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos (continuação – 1)

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Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos

II.3 – As reações no estado sólido, entre os defeitos até agora mencionados, serão doravante melhor descritas com o objetivo de lançar mais tarde uma visão do macrocosmo por analogia. Os vários tipos de reações e as condições em que essas podem ocorrer no campo microscópico serão lembradas sem qualquer relação hierárquica ou aspecto quantitativo… Continuar lendo Reações do Estado Sólido e Interações Entre Defeitos

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A Luz

II.2 – A Luz Sabemos hoje, graças à intuição de notáveis observadores da natureza, ser a luz um fenômeno ondulatório – ondas eletromagnéticas – cuja interação com os meios materiais dependerá da freqüência ou freqüências do raio luminoso e, portanto, da energia dos fótons que compõem o feixe energético luminoso. A visão humana, limitada que… Continuar lendo A Luz

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Noções do Fenômeno de Transporte em Meios do Estado Sólido

II.1 – Noções do Fenômeno de Transporte em Meios do Estado Sólido Sendo os elétrons portadores da carga elementar g, de cujo movimento tem origem o fenômeno de transporte chamado corrente elétrica, somente átomos portando elétrons em bandas de energia cuja população está fracamente ligada ao núcleo guardarão as propriedades de bons condutores de eletricidade.… Continuar lendo Noções do Fenômeno de Transporte em Meios do Estado Sólido

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Elementos de Estruturas Cristalinas

II – Elementos de Estruturas Cristalinas Iniciaremos por definir uma rede cristalina ordinária como um conjunto de pontos geometricamente distribuídos no espaço, os quais representam a posição de equilíbrio dos átomos constituintes da matéria no seu estado sólido. Numa rede cristalina, os átomos permanecem em constante movimento oscilatório em torno das suas posições de equilibro,… Continuar lendo Elementos de Estruturas Cristalinas

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O Átomo

I – O Átomo Sabemos, da física atômica elementar, ser a matéria constituída de espécies atômicas cuja estrutura nuclear e órbitas eletrônicas as individualizam. No modelo clássico, à semelhança dos sistemas planetários, os elétrons distribuem-se em camadas ou níveis de energia ao redor do núcleo, formando o que se convencionou chamar nuvem eletrônica. Lembrando de… Continuar lendo O Átomo

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