O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 5)

VI.1 – A Dinâmica do Universo de Defeitos em Cristais

Parte 5 – Condições de Contorno para as Equações da Continuidade

As equações (92) e (93) aplicam-se a todas as partes da célula primitiva, exteriores aos sorvedouros internos, às quais chamamos região matriz. Essas equações devem ser resolvidas dentro do volume total da célula, Vc, com condições de contorno do tipo genérico

jLl

=

v

[

c

(

sLl

cLl

)

]

(94)

para as superfícies interiores definidas pelos sorvedouros internos; isto é, as superfícies dadas pelas fronteiras dos sorvedouros. Cada tipo de sorvedouro é denotado pelo símbolo L, o qual é entendido conter toda a informação necessária; isto é, se é uma cavidade ou uma deslocação, de que tamanho é, e assim por diante. O índice l dá a localização de cada sorvedouro, enquanto sLl representa ou a superfície do sorvedouro em si ou, onde aparece como argumento de uma função, a avaliação (influência) do sorvedouro na superfície particular. Essa é a superfície ou zona de influência definida em (1).

As outras grandezas em (94) são:

  1. jLl – a componente do fluxo de defeitos puntiformes ao longo da normal à interface matriz-sorvedouro, dirigida para dentro do sorvedouro;
  2. v – a velocidade de transferência da matriz para o sorvedouro;
  3. vcLl – a taxa de emissão térmica do sorvedouro do tipo L situado em l.

Literalmente, a equação (94) diz que: o fluxo de defeitos puntiformes na direção do sorvedouro do tipo L, localizado em l, é igual à fração dos defeitos que chegam na interface em direção ao sorvedouro; isto é, a taxa de absorção de defeitos dada por vc(sLl) menos a taxa de emissão térmica do sorvedouro dada por v(cLl).

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 1)

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