Um Novo Vácuo

A estrutura é determinada pelas três interações fundamentais: (1) interação gravitacional no âmago da partícula elementar, cuja intensidade é dada por Gm2/ћc, onde G é a constante gravitacional universal e m é a massa de Planck e é da ordem de 10-5 gramas. As interações gravitacionais têm caráter de longo alcance; (2) interações eletromagnéticas, cuja intensidade é medida por e2/ћc, onde e é a carga elétrica, têm caráter de longo alcance; (3) interações magnéticas, cuja intensidade é medida por gn2/ћ (n = 0,1,2,…), têm caráter de curto alcance. As cargas magnéticas gn, que tendem a zero com o aumento da distância da origem (ou para n→∞), constituem o núcleo dos órbitons (isto é, elétron, próton, elétron-neutrino e muon-neutrino) na forma de camadas estratificadas com sinais alternados e satisfazem a lei fundamental de conservação:

n=0,1,2,…∞gn=0(1) ,

onde

gn<gn-1,n≠0, Lim n→∞gn=0

A lei da conservação (1) implica em sucessivas blindagens da carga magnética das camadas que, por conseguinte, dá como resultado forças de caráter de curto alcance. O resultado implica ainda na ausência de monopolos. Em tudo o que foi posto acima, é assumido que os neutrinos νe e νm têm massas pequenas (mas finitas) comparadas às dos elétrons e prótons. Os órbitons e anti-órbitons têm a mesma carga magnética contida gn, distribuída em seus núcleos de acordo com a lei da conservação, mas diferentes densidades de carga magnética nas camadas estratificadas. Para distâncias grandes comparadas a um raio atômico, o acoplamento entre um elétron e um próton é muito mais devido à atração coulumbiana, e o acoplamento magnético gn2 é deveras pequeno. No caso de um átomo de hidrogênio, a atração coulumbiana é contrabalançada pelas atrações e repulsões magnéticas que aumentam com o decréscimo da distância entre o elétron e o próton. Assim, ambos, elétron e próton induziriam “oscilações magnéticas” um no outro, com o elétron ocupando o estado de maior freqüência de oscilação.

No sentido de discutir estados de ligação mais profundos que os atômicos, nós precisamos definir o “vácuo” em torno dos órbitons. Cada órbiton carrega um vácuo em torno de si, consistindo de pares de órbitons com energia positiva e anti-órbitons com energia negativa.

Parece-nos como o par lacuna- intersticial num arranjo Cristalino onde o átomo oscilando em torno de sua posição de equilíbrio (transitoriedade) deixa atrás de si uma lacuna (não substancialidade), aniquilando-se mutuamente na freqüência de oscilação (caminho médio – vacuidade).

Assim, a energia total, o spin total, a carga elétrica total e a carga magnética total do vácuo são zero. Todavia, deve ser enfatizado que o vácuo tem uma energia gravitacional líquida positiva.

Essas assertivas estão em plena concordância com a idéia de um meio Cristalino “perfeito” em seu estado fundamental.

Este tipo de vácuo é inteiramente diferente daquele obtido na eletrodinâmica quântica, onde a energia total do vácuo não se anula e, de fato, é infinita. Uma das conseqüências indesejáveis da última referência à chamada renormalização de carga, massa e energia própria infinitas, é que esta serve para dissimular as dificuldades fundamentais da eletrodinâmica quântica. Esse estado de coisas, a despeito do sucesso da eletrodinâmica quântica na explicação do fenômeno da radiação eletromagnética, leva à necessidade de esquematizar o núcleo das partículas elementares e, dessa maneira, eliminar a possibilidade de uma real compreensão de sua estrutura.

 

Kursunoglu, B. – A Non-Technical History of the Generalized Theory of Gravitation Dedicated to the Albert Einstein Centennial – Center for Theoretical Studies, University of Miami, Coral Gables, Florida 33124 – USA.

Os Primórdios da Eletrodinâmica Quântica

A Idéia de Behram Kursunoglu

Uma Nova Carga

Um Novo Spin

Uma Nova Força

Um Novo Papel para a Força Gravitacional

Uma Nova Energia Própria

Um Novo Universo

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