Eu, também, sou como um pai para o mundo,
salvando todos do sofrimento e da aflição.
Mas para os seres viventes, embriagados como estão,
eu prego sobre a extinção, embora de fato aqui permaneça.
De outra forma, se constantemente me vissem,
tornar-se-iam crescentemente arrogantes e preguiçosos.
Teimosos e apegados aos cinco desejos,
cairiam nos maus caminhos.
Estou sempre ciente do que fazem os seres viventes.
Aqueles que praticam a Via e aqueles que não praticam.
Eu prego várias Doutrinas em seu benefício,
para salvá-los da maneira apropriada.
Medito constantemente:
‘Como posso levar os seres viventes a adentrar a Via Insuperável e, rapidamente,
adquirir o corpo de um Buda’?”.
Excerto do CAP. 16: A Duração da Vida do Tathagata, pág. 298.
