Segundo Tipo de Pessoas

“A segunda pessoa aspira atravessar o grande rio do nascimento e da morte, mas, desprovida do bem acumulado, afunda e é incapaz de sair. Falamos de ‘sair – vir à tona’. Isto diz respeito ao Bom Mestre da Via, através do qual se ganha fé. Por fé entende-se acreditar que dana [doação] evoca a fruição do dana, que qualquer ação que possa ser chamada boa acarreta a fruição do bem, e a ação do mal (evoca) o que é do mal; é acreditar no sofrimento do nascimento e da morte, e acreditar na impermanência e desintegração. Isto é fé. Ao adquirir a fé, a pessoa pratica os puros preceitos, protege, recita, copia e expõe [os sutras]. Ela sempre faz doações e pratica bem a Sabedoria. Se for estúpida, a pessoa encontra um mau amigo. Ela é incapaz de aprender como praticar os preceitos do corpo e a Sabedoria da mente. Ela dará ouvido aos maus ensinamentos. Ou pode acontecer de ser visitada por um mau período de tempo e nascer num mau lugar (país), e ser desenraizada das boas ações. Desenraizada da benevolência, ela sempre afunda no nascimento e na morte. Seu caso é como aquele da segunda pessoa às margens do Rio Ganges.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 39 – Sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 7.

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