O Coração do Anuttara-Samyak-Sambodhi

Sutra:

“E por quê? Quando eu fui decepado membro a membro, se eu possuísse uma marca do eu, uma marca dos outros, uma marca dos seres viventes, ou a marca de uma vida, eu teria sido ultrajado.”

Subhuti, ainda me lembro que no passado, durante quinhentas vidas, eu fui o Paciente Imortal. Durante todas aquelas vidas eu não tinha a marca do eu, nem a marca dos outros, nem a marca dos seres viventes, e nem a marca de uma vida. Por aquela razão, Subhuti, um Bodhisattva deve, ao renunciar todas as marcas, produzir o coração do Anuttara-Samyak-Sambodhi. Ele deve produzir aquele coração sem persistência nas formas. Ele deve produzir aquele coração sem persistência nos sons, odores, sabores, objetos tangíveis, ou dharmas (fenômenos). Ele deve produzir aquele coração que não reside (ou persiste) em lugar algum. Qualquer morada do coração é nenhuma morada. Portanto o Buda diz: ‘O coração de um Bodhisattva não deve persistir nas formas quando ele doa’. Subhuti, o Tathagata é aquele que fala a verdade, que fala o que é real, que fala o que é assim, que não diz o que é falso, que não diz o que não é assim.”

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

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