O Tensor de Tensões como Exemplo de Tensor Campestre

O tensor de tensões é próximo, por seu sentido, à força aplicada ao cristal. Por isso, o tensor de tensões não depende da simetria do cristal, tendo sentido tanto para estes, como para os corpos isotrópicos sob tensão. Para distingui-los de tensores materiais que descrevem as propriedades físicas de cristais, e que estão vinculadas a… Continuar lendo O Tensor de Tensões como Exemplo de Tensor Campestre

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Eixos Principais do Tensor de Tensões e Superfícies de Tensões

O tensor de tensões é simétrico, podendo ser reduzido aos eixos principais com t1, t2 e t3 sendo chamadas tensões principais. t1 0 0 0 t2 0 0 0 t3 Os eixos principais do tensor têm uma peculiaridade: nas áreas perpendiculares a eles, as componentes da tensão tangencial estão ausentes. A superfície característica de segunda… Continuar lendo Eixos Principais do Tensor de Tensões e Superfícies de Tensões

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Tensões e Deformações em Cristais, Expansão Térmica

III.2.2 – Tensões e Deformações em Cristais, Expansão Térmica O estado de tensão homogêneo de um corpo, em certo ponto, pode ser representado por nove componentes do tensor de tensões em um sistema de coordenadas escolhido arbitrariamente, ou seja:     t11 t12 t13 tij = t21 t22 t23     t31 t32 t33 Neste… Continuar lendo Tensões e Deformações em Cristais, Expansão Térmica

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Propriedades Ópticas de Cristais – 2a. Parte

2ª. Parte A indicatriz óptica tem uma propriedade importante que é a seguinte: se do seu centro traçarmos uma reta OP, ao longo da direção em que se propaga a frente de onda, a secção central perpendicular a essa direção será uma elipse; os índices de refração de ondas que se propagam ao longo de… Continuar lendo Propriedades Ópticas de Cristais – 2a. Parte

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Propriedades Ópticas de Cristais – 1a. Parte

Propriedades Ópticas de Cristais 1ª. Parte O caráter da passagem da luz através de uma substância está determinado por suas propriedades dielétricas nas freqüências ópticas. O índice de refração da luz n = (eμ)1/2 = c/v , onde e é a permeabilidade dielétrica relativa do meio; c é a velocidade da luz no vácuo; v… Continuar lendo Propriedades Ópticas de Cristais – 1a. Parte

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Propriedades Físicas dos Cristais Descritas com Tensores de Segunda Ordem

III.2.1 – Propriedades Físicas dos Cristais Descritas com Tensores de Segunda Ordem Permeabilidade magnética e dielétrica; impermeabilidade e susceptibilidade; eletrocondutibilidade e resistividade; condutividade e expansão térmica; efeito piezocalorífico etc.; descrevem-se nos cristais mediante o tensor de segunda ordem. Num sistema de coordenadas ortogonal, a lei diferencial de Ohm4 para os cristais será: J1 = S11E1… Continuar lendo Propriedades Físicas dos Cristais Descritas com Tensores de Segunda Ordem

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Propriedades da Física dos Cristais

III.2 – Propriedades da Física dos Cristais Já em 1916, Einstein havia afirmado que a gravidade, talvez, não fosse uma força, mas sim uma das propriedades observáveis do próprio espaço-tempo. Indo um pouco além, especulou que o que chamamos “matéria” é, na realidade, apenas um fenômeno local exibido por regiões onde a energia do campo… Continuar lendo Propriedades da Física dos Cristais

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O Modelo de Tensão de Caráter Expansivo – 2a. Parte

2ª. Parte Existem evidências de que a luz apresenta constância na velocidade de propagação em todas as direções no meio ao qual nos referimos como “vácuo absoluto”. De acordo como modelo que estamos construindo, e sendo a luz o nosso observador, essa constância não é uma propriedade da luz, mas do meio. Conseqüentemente, o que… Continuar lendo O Modelo de Tensão de Caráter Expansivo – 2a. Parte

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O Modelo de Tensão de Caráter Expansivo – 1a. Parte

III.1 – O Modelo de Tensão de Caráter Expansivo 1ª. Parte Uma onda luminosa potente origina no meio que atravessa uma pressão suficientemente grande, devido à qual o meio se densifica e, portanto, aumenta o índice de refração do espaço local onde atua essa radiação potente. Dessa maneira, esse trabalho considera indescartável numa melhor explicação… Continuar lendo O Modelo de Tensão de Caráter Expansivo – 1a. Parte

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Cristalofísica – Noções e Propriedades

III – Cristalofísica – Noções e Propriedades Introdução Embora tenhamos abordado apenas superficialmente os conceitos básicos do universo material do estado sólido, de posse desses, empreenderemos “viagem” através de uma estrutura cristalina. Escolhamos para nosso veículo o fóton. Nosso universo agora é um conjunto de lugares ordenados ocupados pela essência universal no seu estado energético… Continuar lendo Cristalofísica – Noções e Propriedades

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