A Prajna Literária, a Contemplativa, e a Marca Real

Sutra:

Como ele deveria ser explicado para outros? Sem apego às marcas: assim, assim, imóvel. E por quê?

Todos os dharmas condicionados

são como sonhos, ilusões, bolhas, sombras,

como gotas de orvalho e um lampejo:

contemple-os assim.

Comentário:

Explicá-los extensivamente para outros refere-se à prajna literária. Sem apego às marcas refere-se à prajna contemplativa. Assim, assim, imóvel refere-se à prajna da marca real. A prajna foi discutida no início do sutra, e no fim o texto novamente faz referência à prajna.

Quando você explica um sutra para outros, você não deve apegar-se às marcas. Você não deve pensar: “Eu estou ganhando um bocado de mérito e virtude ao explicar esse verso de quatro linhas para eles”. Embora você esteja certo que seu mérito e virtude são grandes, você não deve nutrir uma marca do seu tamanho. Se o fizer, você adere às marcas e torna-se apegado a elas. Se você for capaz de evitar a adesão às marcas, então o existente é como se não-existente, e o real é como se fosse vazio. Basicamente, alguém com virtude da Via é como se fosse destituído da virtude da Via. Uma pessoa verdadeiramente educada é como se fosse destituída de educação. Isso significa que em todas as ocasiões, em todos os lugares, você deve estar livre da marca de um ‘eu’.

Assim, Assim, Imóvel é a prajna da marca real. É a verdadeira, real sabedoria. Através do princípio da talidade pode-se compreender a sabedoria da talidade, e com a sabedoria da talidade, pode-se compreender o princípio da talidade. Não há dharma que não seja assim: isso é a prajna da marca real.

Sutra Diamante – Capítulo 32 – Os Corpos de Retribuição e de Transformação são Ilusórios.

Original

A Dúvida da Raposa

Comentário:

“Subhuti, você deve saber que se Eu fosse falar em detalhes sobre o mérito e virtude obtido por um bom homem ou boa mulher que receba e ostente os cinco preceitos e cultive as dez boas ações, e que receba, ostente, leia e recite o Sutra Diamante, e se eu fosse elogiar o mérito e virtude do sutra, aqueles que ouvissem os meus elogios não acreditariam. Eles ficariam agitados, confusos, cépticos, e cheios de dúvidas”. Na linguagem Chinesa, a palavra dúvida é expressa por duas palavras: “dúvida da raposa”. A raposa, que parece ser muito esperta, é de fato muito estúpida porque ela existe num perpétuo estado de dúvida. Por exemplo, quando uma raposa atravessa um rio congelado, ela cautelosamente coloca um pé no chão, e então pára para ouvir. Ela espera para ouvir se o gelo quebrará com o peso do seu corpo antes de dar o próximo passo. Duvidando muito a cada passo do caminho, ela meticulosamente faz a sua travessia.

O Buda disse a Subhuti: “Você deve saber que o significado maravilhoso da Prajna da Marca Real não é algo que a mente possa compreender ou que possa ser expresso em palavras. Sendo assim, a retribuição resultante para alguém que receba, ostente, leia e recite o sutra é inconcebível. Se uma pessoa carece de suficientes boas raízes, ela não será capaz de acreditar no sutra quando ouvi-lo em pregação”.

Sutra Diamante – Capítulo 16 – Obstruções Cármicas Podem Ser Purificadas.

Original

A Pessoa Mais Rara

Sutra:

O Buda disse a Subhuti: “É assim, é assim. Se alguém ouve este sutra e não fica amedrontado, ou alarmado, ou aterrorizado, saiba que aquela pessoa é a mais rara. E por quê? Subhuti, o paramita supremo é pregado pelo Tathagata como nenhum paramita supremo, porquanto é chamado paramita supremo.”

“Subhuti, o paramita da paciência é pregado pelo Tathagata como nenhum paramita da paciência. Porquanto é chamado paramita da paciência. E por quê? Subhuti, é como no passado, quando o Rei de Kalinga desmembrou o meu corpo. Naquela ocasião, eu não tinha a marca do eu, nem a marca dos outros, nem a marca dos seres viventes, e nem a marca de uma vida.”

Comentário:

Após o Buda ter ouvido a explanação de Subhuti, ele disse: “É assim, é assim”. Você pensa dessa maneira, e eu penso dessa maneira, também. A doutrina que você prega é correta.

“Se alguém ouve o Sutra Vajra Prajna Paramita e não fica amedrontado, ou alarmado, ou aterrorizado.” Por que assustaria as pessoas? As pessoas comuns são sempre apegadas à marca do eu, de tal forma que se a elas for dito que não há um eu, elas ficam muito assustadas.

“O quê?”, elas exclamam, “Para onde eu vou? Como posso não existir? Estou sempre aqui. Como posso eu próprio não existir?”

Aqueles dos Dois Veículos compreenderam a vacuidade do eu, mas ainda não compreenderam a vacuidade dos dharmas. Quando eles ouvem que “mesmo os dharmas devem ser renunciados”, eles ficam aterrorizados.

Como eu posso conceder os dharmas? Se descarto os dharmas, o que usarei na cultivação? Não terei nada.”

Embora Bodhisattvas plenamente realizados tenham se certificado para a vacuidade do eu e para a vacuidade dos dharmas, eles ainda não obtiveram a vacuidade da vacuidade. Eles não compreenderam (ainda) que o vazio também deve ser esvaziado. Com o vazio remanescente, há um apego a este. O Budadharma ensina não ser apegado ao eu e não ser apegado aos dharmas. Todavia, quando não há (mais) o eu e nem os dharmas, surge o vazio. O envolvimento com o vazio pode levar alguém a ser tomado de assalto por ele. Permanecer no vazio, parado em silêncio, simplesmente guarda-se o vazio dentro do qual se habita. Isto também é um engano. Assim, quando Bodhisattvas que ainda não compreenderam a vacuidade da vacuidade ouvem sobre a marca real, a substância primordial da prajna que sequer admite a vacuidade, eles também ficam alarmados e aterrorizados.

Uma pessoa que ouve o sutra e não fica amedrontada, ou alarmada, ou aterrorizada, compreende o verdadeiro dharma apropriado da prajna paramita. Portanto, o Buda Shakyamuni disse: “Saiba que aquela pessoa é a mais rara.”

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

Em Vila Nova de Famalicão – Portugal.

Sobre Tornar-se Buda

Em razão de Subhuti haver cultivado boas raízes ao longo de ilimitados kalpas, não foi difícil para ele acreditar. Ele percebeu, todavia, que alguém na Era do Fim do Dharma, num tempo quando as pessoas são amantes da luta, que pudesse acreditar, compreender, receber e ostentar o sutra, seria um indivíduo muito raro e supremo. E por quê? Tais pessoas não terão a marca do eu, significando que não têm a cobiça. Nem a marca dos outros, significando que não têm a ira. Nem a marca dos seres viventes, significando que não são estúpidos. Nem a marca de uma vida, significando que não têm desejo. Essas pessoas não têm cobiça, ira, estupidez, ou desejo – esses quatro tipos de apego. As quatro marcas são sem uma marca. Nenhuma marca é marca real. Marca real é nenhuma marca. E por quê? Porque a marca real também é diferente de tudo que não possui marcas. Se você pode obter a marca real, isto é obter a substância primordial da Natureza própria de todos os Budas. Aqueles que renunciaram a todas as marcas são chamados Budas. Portanto, você também pode certamente tornar-se um Buda.

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

Em Vila Nova de Famalicão – Portugal.

As Boas Raízes

“Honrado pelo Mundo, no presente, Eu, Subhuti, ouço o Sutra Vajra Prajna Paramita e com pura fé eu compreendo o dharma maravilhoso da prajna, posso recebê-lo em meu coração, ostentá-lo com o meu corpo, e nunca esquecê-lo. Eu assim o faço sem dificuldade”. Por que foi tão fácil para Subhuti? Porque ele havia plantado boas raízes ao longo de muitos kalpas. Se ele fosse carente de boas raízes, então ao ouvir o dharma maravilhoso da prajna a sua fé teria sido contaminada pela dúvida e pelo cepticismo. Todavia, no passado ele houvera feito oferecimentos para incontáveis Budas e houvera plantado todas as boas raízes das quais há onze tipos:

1.    fé;
2.    pudor;
3.    remorso,

Você deve fazer o bem para produzir um coração que guarde o pudor e o remorso, reconhecendo as suas próprias más ações e transformando o mal em bem. Nesse caminho você planta boas raízes. Carência de pudor e remorso indica carência de boas raízes;

4.    ausência de cobiça;
5.    ausência de hostilidade;
6.    ausência de estupidez;
7.    vigor;
8.    tranquilidade,

que se refere ao suave conforto de sentar-se em Dhyana;

9.    não-lassidão,

que significa não ser descuidado ou preguiçoso, não enfurecer e ser casual. Também significa não desobedecer as regras. Se você não é lasso, então segue as regras;

10.    não-agressividade,

que significa não ferir outras criaturas; e

11.    renúncia,

que significa praticar a doação sem apego à marca da doação.

Esses são os onze bons dharmas dos cinquenta e um dharmas que dizem respeito ao coração.

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

Em Vila Nova de Famalicão – Portugal.

Os Budas da Era do Fim do Dharma

Sutra:

“Honrado pelo Mundo, a marca real é nenhuma marca, no entanto o Tathagata a chama de marca real.”

“Honrado pelo Mundo, agora, ao ouvir este sutra, eu acredito, compreendo, recebo, e o ostento sem dificuldade. Se no futuro, nos últimos quinhentos anos, houver seres viventes que ao ouvir este sutra acreditem, compreendam, recebam e ostentem-no, essas pessoas serão as mais raras e supremas. E por quê? Tais pessoas não terão a marca do eu, nem a marca dos outros, nem a marca dos seres viventes, e nem a marca de uma vida. E por quê? A marca do eu é nenhuma marca. A marca dos outros, a marca dos seres viventes, e a marca de uma vida são nenhuma marca. E por quê? Aqueles que renunciaram todas as marcas são chamados Budas.”

Comentário:

Subhuti disse que alguém que tenha um simples pensamento de pura fé produz a marca real. Marca real é nenhuma marca, embora nada haja que não possua marcas. Nem possui marcas e nem é destituído de marcas.

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

Em Vila Nova de Famalicão – Portugal.

Pureza de Fé

Subhuti ainda disse: “Acredito no que ouço. Honrado pelo Mundo, se alguém ouve o sutra com um sentimento de pura fé”. Existe algo como fé impura? Pura quer dizer uma fé perfeita, destituída de dúvidas. Todos os pensamentos secundários foram renunciados e somente um pensamento de fé claro e puro permanece. Uma pessoa com tal pureza de fé dá origem à prajna da marca real, a sabedoria de nenhuma marca. Sua realização é ultimada e seu mérito e virtude são incomparáveis. Por quê? Porque essa pessoa unificou o seu sentimento de fé e renunciou todas as dúvidas. É através da sua total convicção que ela obtém o princípio e a substância da marca real, e assim torna-se muito rara, acima de tudo.

Sutra Diamante – Capítulo 14 – Extinção Tranquila Isenta de Marcas.

Original

Em Vila Nova de Famalicão – Portugal.

Prajna, a Grande Sabedoria

Vajra (Diamante) é uma analogia. Prajna Paramita (Consecução Plena da Grande Sabedoria) é um dharma. Assim, o título do Sutra é estabelecido com referência ao dharma e à analogia.

Há Três Tipos de Prajna (Sabedoria): a prajna literária; a prajna contemplativa, e a prajna da marca real. A prajna literária se refere ao Sutra. Com a prajna literária você pode dar origem à prajna contemplativa, que por seu turno habilita alguém a penetrar a prajna da marca real. Marca Real é nenhuma marca, mas não é sem marcas. Não é marca e nem sem marcas.

Embora não mais que um tipo de prajna exista, ela pode ser dividida em três aspectos: literária, contemplativa e marca real. Prajna é uma designação para uma substância básica que é vazia em si (como um Cristal Perfeito), que é falsa em si (não substancial), e que é o Caminho Médio em si. Sem apego a ela, ela é vazia. Sem apego à vacuidade, ela é falsa. Residência na vacuidade e falsidade sem apego é o Caminho Médio.

O termo prajna não é traduzido porque incorpora muitos significados.

Sutra Diamante – Capítulo 13 – Receber e Manter o Dharma “Assim”.

Original

Os Dezesseis Corações

Sutra:

“Subhuti, o que você pensa, pode um Srotaapanna ter o segunite pensamento: ‘Obtive o fruto (a fruição) do Srotaapanna.’ ?”

Subhuti disse: “Não Honrado pelo Mundo. E por quê? O Srotaapanna significa Alguém que Entrou no Fluxo, e no entanto ele ainda não penetrou nada. Ele não penetrou as formas, sons, odores, sabores, objetos tangíveis, ou dharmas. Por essa razão ele é chamado Srotaapanna.”

Comentário:

Sabendo que a maioria das pessoas não teriam compreendido ainda a doutrina da prajna da marca real, o Buda Shakyamuni apresentou um outro exemplo.

Um Srotaapanna é o primeiro estágio de um Arhat. A certificação para a primeira fruição do Arhatship, que está dentro do Pequeno Veículo, vem quando as oitenta e oito categorias de visões errôneas são erradicadas. É chamada a Posição da Via da Visão. Através dos dezesseis corações pode-se erradicar as oitenta e oito categorias de visões errôneas e certificar-se para a verdade.

Visões errôneas são o resultado da cobiça e do amor que surge ao ver situações. Antes que se veja algo, não se tem cobiça ou amor concernente àquilo, mas uma vez que se veja a coisa, a cobiça e o amor por ela surge. A produção da cobiça e do amor com relação a esses estados é denominada visão errônea. As oitenta e oito categorias de visões errôneas são erradicadas através dos dezesseis corações que são aspectos das Quatro Nobres Verdades do sofrimento, a acumulação (causa do sofrimento), a extinção (do sofrimento), e a Via (para extinção do sofrimento).

Dentro do domínio do desejo estão oito desses corações:

  1. Paciência com Relação aos Dharmas Envolvidos no Sofrimento.
  2. Sabedoria com Relação aos Dharmas Envolvidos no Sofrimento.
  3. Paciência com Relação aos Dharmas Envolvidos na Acumulação.
  4. Sabedoria com Relação aos Dharmas Envolvidos na Acumulação.
  5. Paciência com Relação aos Dharmas Envolvidos na Extinção.
  6. Sabedoria com Relação aos Dharmas Envolvidos na Extinção.
  7. Paciência com Relação aos Dharmas Envolvidos na Via.
  8. Sabedoria com Relação aos Dharmas Envolvidos na Via.

Os domínios da forma e da não-forma têm oito corações:

  1. Paciência Subsequente com Relação ao Sofrimento.
  2. Sabedoria Subsequente com Relação ao Sofrimento.
  3. Paciência  Subsequente com Relação à Acumulação.
  4. Sabedoria Subsequente com Relação à Acumulação.
  5. Paciência Subsequente com Relação à Extinção.
  6. Sabedoria Subsequente com Relação à Extinção.
  7. Paciência Subsequente com Relação à Via.
  8. Sabedoria Subsequente com Relação à Via.

Os dezesseis corações estão todos localizados nos domínios onde existe apego às marcas. No décimo-quinto dos dezesseis corações, ‘Paciência Subsequente com Relação à Via’, as visões errôneas são erradicadas. Aquele ponto é classificado como Inclinação Para a Primeira Fruição, e é chamada Via da Não-Interrupção. Quando se atinge completamente o décimo-sexto coração, ‘Sabedoria Subsequente com Relação à Via’, isto é certificação para a primeira fruição do Arhatship. É chamada Via da Libertação, pois naquele ponto a delusão é completamente decepada e a libertação é obtida.

Sutra Diamante – Capítulo 9 – Uma Marca Que Não é Marca.

Original

A Prajna sem Marcas

As dez direções são leste, sul, oeste, norte, os pontos intermediários, acima e abaixo. Os três períodos de tempo são o passado, o presente e o futuro. Todos os Budas das dez direções e dos três períodos de tempo, e o dharma da Insuperável, Própria e Plena, Iluminação Correta à qual eles se certificaram emanam da prajna da marca real sem marcas.

Se você está apegado ao Buda, então você está apegado à marca da pessoa. Se você está apegado ao dharma, então você está apegado à marca dos dharmas. Se você está apegado ao vazio, você está apegado à marca do vazio. Isto não é o que se chama varrer todos os dharmas e abandonar todas as marcas. Se você abandona todas as marcas, isto é dharma. Se você não pode abandonar as marcas, você tem apegos e sua face originalmente existente, sua inteligência nativa, o tesouro do seu repositório, a prajna da sua própria natureza não pode se revelar. Se ela não pode aparecer, estará perdida? Não, ela não está perdida. Simplesmente você não pode usá-la (colocá-la em prática). Por exemplo, se num sonho você esquece que você é rico, sua riqueza é inútil. Se você desperta do sonho, então até mesmo o grande sistema de mil mundos estará vazio. A que você poderá se apegar?

Alguém poderá dizer: “Uma vez que o Budadharma não é imutável, por que falar das Seis Perfeições e das Dez Mil Práticas? Por que dizer que as pessoas devem observar os preceitos e cultivar bênçãos? Por que há qualquer dessas necessidades?”

Este ponto de vista está baseado em conhecimento distorcido e visões distorcidas. Por quê? Porque pessoas com tais atitudes guardam apegos em seus corações. Antes que apegar-se às marcas, deve-se contar com o dharma no sentido de cultivar; por exemplo, embora os preceitos sejam mantidos em observância, não deve haver qualquer apego à marca de mantê-los em observância. Embora se tenha bênçãos e virtudes, não se deve apegar-se às suas marcas. Se não se tem apegos, os méritos e virtudes daquela pessoa excedem o espaço vazio e permeiam o reino do dharma.

Mas algumas pessoas dizem que não há necessidade de observar os preceitos, e não observarão sequer os cinco preceitos no sentido de refrear a matança, o roubo, a má conduta sexual, a mentira e o uso de substâncias tóxicas. “O Budadharma não tem leis (dharmas) imutáveis”, eles argumentam, “então a minha matança não é matança, meu roubo não é roubo, minha mentira não é mentira”. Alguém que tenha tais ideias e visões altamente distorcidas certamente cairá nos infernos no futuro. Tenha muito cuidado para não cair numa espécie de vazio total que nega a causa e efeito professando que “ofensas são vazio, bênçãos são vazio, todas as coisas são vazio”. Se você não perpetra ações meritórias e virtuosas, você cria ofensas e um mau carma. A prática correta é fazer boas ações e não ser apegado a elas. É essencial realizar ações meritórias e virtuosas, e manter (em observância) os preceitos. Se você não mantém os preceitos você poderá cair nos infernos. Todos devem estar muito cientes sobre isso.

Sutra Diamante – Capítulo 8 – Com Base no Dharma Eles Surgem.

Original

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