A Maldade e a Pureza de um Cristal Perfeito

O Bodhisattva Kashyapa disse ao Buda: “Há quatro tipos de pessoas na Sangha. É como com a manga, que é difícil de saber quando está madura. Como podemos saber a diferença entre violação e não-violação dos preceitos?”

O Buda disse: “Oh bom homem! Baseando-se no Todo-Maravilhoso Sutra do Grande Nirvana, é fácil saber. Como alguém poderá saber olhando o Sutra do Grande Nirvana? Por exemplo: um agricultor planta arroz, e remove o joio no arrozal. Quando olhamos para o campo com os olhos carnais dizemos que é um belo campo. Mas quando vem a colheita, agora vemos que o joio e o arroz são diferentes. Assim, oito coisas mancham de fato o sacerdote. Se as erradicarmos completamente, veremos que ele é puro. Quando uma pessoa observa os preceitos e não os viola, isto é difícil distinguir com os olhos carnais. Se a maldade surge, isto é fácil ver. É como no caso do joio no arrozal, que pode facilmente ser visto. O mesmo se passa com o Monge. Se ele está apto a acabar com as oito impuras serpentes venenosas, o chamamos de puro e um santo Campo de Prosperidade. A ele serão feitos oferecimentos por humanos e deuses. Não é fácil ver claramente a retribuição cármica das ações puras com os olhos carnais”.

Excerto do Sutra do Nirvana, CAP. 08: Sobre os Quatro Fidedignos.

Os olhos carnais, dos mortais comuns, não podem ver a pureza; mas, podem ver a maldade. Isto basta para sabermos o que é puro. Maldades? São meios hábeis dos Budas para revelar a pureza do Dharma. Ai está a profunda doutrina do Cristal Perfeito (Pureza) e seus Defeitos (Impurezas e Imperfeições), sobre a qual tenho meditado nos últimos 30 anos, e que abarca todos os fenômenos.

Marcos Ubirajara.

Em 30/04/2009 às 04:00 hs.

O Mais Profundo dos Ensinos do Buda

“Todos os Budas, Honrados Duplamente Realizados,
sabem que todos os fenômenos são eternamente desprovidos de uma natureza.
A semente do estado de Buda germina das causas e condições;
sendo assim, eles pregam o Veículo Único.

Esta Lei permanece latente e imutável,
residindo eternamente nos aspectos mundanos.
Alcançando a compreensão disto no Lugar da Iluminação,
o Mestre Guia ensina-o através dos meios hábeis“.

Este ensino foi exaltado por todos os Budas das dez direções que com o som Brahma bradaram:

‘Excelente, Oh Shakyamuni,
Supremo Mestre Guia.
Tendo atingido a Lei insuperável,
você segue o exemplo de todos os Budas,
ao empregar o poder dos meios hábeis.
Igualmente, nós também obtivemos essa Lei insuperável,
a mais maravilhosa.
Para os vários tipos de seres viventes,
fizemos distinções e ensinamos os Três Veículos.
Aqueles de pouca capacidade,
que se comprazem nas leis inferiores,
não compreendem que eles podem tornar-se Budas.
Essa é a razão de usarmos os meios hábeis,
para fazer distinções e ensinar os vários objetivos.
Mas, embora Três Veículos sejam ensinados,
o são unicamente em prol da instrução de Bodhisattvas’.

Este é chamado O Giro da Roda da Lei.

Excerto do CAP. 02 – Meios Hábeis, pág. 53.

Muito interessante também, veja
Meios Hábeis do Buda
O Pedido do Brahma Buda
no blog Samsara.

As Águas do Vasto Oceano

Os meios hábeis do Buda são como um profundo e vasto oceano.

Lá desaguam as correntezas do sofrimento,
as correntezas do desejo,
as correntezas da violência,
as correntezas da ira,
as correntezas do delírio de uma paz e alegria ilusórias.

Lá nas suas profundezas, em meio ao lodo,
germina a pérola do Grande Veículo,
o imenso tronco de sândalo da Grande Árvore Bodhi.

Para aqueles de pouca sabedoria,
são águas tormentosas de Samsara.
Mas, para aqueles instruídos no Lótus da Lei Maravilhosa,
são águas que lhes permitirão se conduzirem à outra margem.

São as mesmas águas, e possuem um mesmo sabor.
Para singrá-las, os sábios declamarão louvores ao Provedor da Coragem:

Namu Avalokitesvara Bodhisattva!
Namu Guanshiyin Bossatsu!
Namu Kanzeon Bossatsu!
Homenagem ao Bodhisattva Contemplador dos Sons do Mundo!
Namu Myoho Rengue Kyo!

Marcos Ubirajara, em 22/04/2008, às 23:00 hs.

Leitura Recomendada: CAP. 25: O Portal Universal do Bodhisattva Guanshiyin.

As Águas do Vasto Oceano
Foto de Dôra. Local: sítio da Dôra em 20/04/2008.

Compreendendo os Meios Hábeis dos Três Veículos

“E ele (o Tathagata) lhes diz: ‘Não tenham prazer em residir na casa em chamas do Mundo Tríplice. Não se seduzam por formas vulgares e demoníacas, sons, odores, sabores e formas tangíveis (tato)[1]. Se vocês apegarem-se avidamente a essas coisas e nutrirem amor por elas, serão queimados[2]. Vocês devem urgentemente escapar do Mundo Tríplice e obter os Três Veículos: o veículo do Ouvinte, o veículo do Pratyekabuda, e o veículo do Buda. Eu agora empenho minha promessa nisto, e ela nunca se tornará falsa. Vocês precisam apenas dedicar-se diligente e vigorosamente. O Tathagata, utilizando-se desses meios hábeis, conduz todas as criaturas”.

Ele ainda diz: “Todos vocês devem saber que os Ensinos dos Três Veículos foram enaltecidos pelos sábios. Eles promovem a sua liberdade, desapego e autoconfiança. Perseverando nestes Três Veículos, por meio da erradicação das falhas, da consecução dos poderes, da busca da iluminação, do exercício da boa conduta, das práticas meditativas Dhyana, dos esforços das concentrações, da emancipação, da obtenção de Samadhis, e assim por diante, todos vocês divertir-se-ão e atingirão ilimitadas paz e alegria”.


[1] Todas essas sensações impermanentes, assim como o são os seus agentes.

[2] Nos fogos do nascimento, velhice, doença, morte, dor, miséria, estupidez, indolência e dos Três Venenos (da avareza da ira e da estupidez).

Excerto do CAP. 03 – A Parábola (da Casa em Chamas), pág. 79.

Os Três Veículos em Prol do Veículo Único do Buda

“Então o velho homem teve esta idéia: ‘A casa já está em brasas com o grande incêndio. Se meus filhos e eu[1] não nos retirarmos a tempo, certamente seremos queimados. Deverei então utilizar-me de um meio hábil, de tal forma a evitar esse desastre’”.

 “O pai, conhecendo as predileções dos seus filhos e as preferências de cada um por diversos brinquedos preciosos e brincadeiras raras, aos quais eles respondiam com felicidade, falou-lhes o seguinte: ‘As coisas com as quais vocês realmente gostariam de brincar são raras e difíceis de obter[2]. Se vocês não as aceitarem, certamente arrepender-se-ão mais tarde. Coisas tais como: uma variedade de carros puxados por carneiros, puxados por cervos e por bois[3]; encontram-se agora do lado de fora da casa para o seu divertimento. Saiam todos rapidamente desta casa em chamas e eu darei tudo quanto vocês queiram’”.

 “Então, as crianças, ouvindo seu pai falar desses preciosos brinquedos que correspondiam exatamente aos seus maiores desejos[4], impeliram-se avidamente acotovelando-se uns aos outros em louca disparada, todos brigando para sair da casa em chamas”.

 


[1] “Meus filhos e Eu” significando que o Buda entra no mundo tríplice para salvar seus filhos dos fogos do nascimento, da doença, da velhice e da morte. Nos domínios de Samsara, esse ciclo se perpetua para aqueles de pouca sabedoria.

[2] Essas predileções por brinquedos preciosos e brincadeiras raras significam que os filhos do Buda possuem a sabedoria inata, necessitando apenas das causas e relações para revelá-las. Todavia, a mais rara das oportuninades está em receber, acatar e ter fé na instrução do Pai Benevolente que se utiliza dos meios hábeis para salvar seus filhos.

[3] Constituindo os 3 (três) veículos do Ouvinte, do Pratyekabuda e do Bodhisattva; utilizados então como um meio hábil do Buda para conduzir os seus filhos através da única e estreita porta de saída da casa em chamas; isto é, a Via do Bodhisattva ou Veículo Único.

[4] Neste contexto, desejos são causa para a iluminação. Os veículos do Ouvinte e do Pratyekabuda ainda encontram-se nos domínios dos desejos; pois, ainda constituem uma prática para si. Muitas pessoas, oprimidas pelos sofrimentos e pela delusão, acabam buscando nas Doutrinas do Buda o alívio para suas dores e incompreensões. Em razão das suas incapacidades para compreender a Lei Maravilhosa, os Budas pregam os três veículos, utilizando os desejos dessas pessoas como uma força transformadora em prol da sua própria salvação.

Excerto do CAP. 03 – A Parábola (da Casa em Chamas), pág. 74.

A Verdadeira Conversão ao Lótus da Lei Maravilhosa

Quando pela primeira vez ouvi o Buda pregar,
minha mente encheu-se de grande temor.
Não será Mara (um demônio) disfarçado de Buda,
a perturbar e confundir minha mente? – pensei.

O Buda, através de várias condições,
analogias e palavras engenhosamente articuladas,
tornou a minha mente calma como o oceano.
Ao ouvir-lhe, a malha de minhas dúvidas se desfez.

O Buda disse que no passado,
cada um dos incontáveis Budas, agora extintos,
utilizaram-se serenamente dos meios hábeis,
e também pregaram esta Lei.
Os Budas do presente e do futuro,
em número sem limites,
também se utilizarão dos meios hábeis para proclamar uma Lei como esta,
da mesma forma como agora o Honrado pelo Mundo,
desde o seu nascimento até deixar seu lar,
tendo atingido a Via e girado a Roda da Lei,
também pregou através dos meios hábeis.
O Honrado pelo Mundo prega o verdadeiro caminho.
Demônios não fazem tal coisa;
portanto, eu agora estou certo de que este não é um demônio posando como um Buda.

Em razão de ter caído numa malha de dúvidas,
disse que aquilo que o Buda pregava eram coisas de um demônio.
Ouvindo do Buda a voz complacente,
profunda, de longo alcance, sutil e terna,
proclamando a ampla, clara e pura Lei,
minha mente se enche de grande alegria.
Minhas dúvidas estão eliminadas para sempre,
assim como permaneço resoluto na verdadeira sabedoria.

Estou certo de tornar-me um Buda,
reverenciado por seres celestiais e humanos.
Girarei a insuperável roda da Lei,
para ensinar e converter Bodhisattvas”.

Excerto do CAP. 03 – A Parábola, pág. 64.

O Que Há Para Ser Compreendido

Todos os Budas, Honrados Duplamente Realizados,
sabem que todos os fenômenos são eternamente desprovidos de uma natureza.
A semente do estado de Buda germina das causas e condições;
sendo assim, eles pregam o Veículo Único.
Esta Lei permanece latente e imutável,
residindo eternamente nos aspectos mundanos.
Alcançando a compreensão disto no Lugar da Iluminação,
o Mestre Guia ensina-o através dos meios hábeis.

Excerto do CAP. 02 – Meios Hábeis, pág. 53.

Os Grandes Votos dos Mahasattvas

Não poupando o corpo ou a vida em si,

mas cuidando apenas da Via Insuperável,

nas eras vindouras,

protegeremos e ostentaremos aquilo que o Buda nos confiou.

Como o Honrado pelo Mundo sabe em si,

na era da confusão, Monges maldosos,

desconhecendo os meios hábeis do Buda,

através dos quais a Lei é pregada apropriadamente,

franzirão as sobrancelhas e difamar-nos-ão,

banir-nos-ão repetidamente das torres e templos.

Embora ocorram todas essas muitas maldades,

ainda assim acataremos a ordem do Buda,

e suportaremos esses acontecimentos.

 

Se houver aqueles que busquem a Lei,

nas vilas ou cidades,

iremos àqueles lugares para pregar a Lei a nós confiada pelo Buda.

 

Nós somos assistentes do Buda.

Vivendo destemidamente em meio às multidões,

pregamos a Lei habilmente,

e esperamos que o Buda permaneça em paz.

 

Nós, na presença do Honrado pelo Mundo,

e diante dos Budas que vieram das dez direções,

fazemos votos como esses,

e o Buda em si conhece nossos pensamentos[1]”.

 


[1] Os versos acima representam o voto dos Bodhisattvas Mahasattvas de, numa “era de medo e maldade” após o Buda ter passado à extinção, propagar a verdadeira Lei não importando as dificuldades impostas pelos três poderosos inimigos da Grande Lei, a saber: 1. “Pessoas ignorantes que nos caluniarão com maledicências, ou atacar-nos-ão com espadas ou bastões”; 2. “Monges com visões distorcidas, vaidosos e desonestos, que clamarão terem alcançado o que de fato não alcançaram, tendo suas mentes cheias de arrogância”; 3. “Monges maltrapilhos que residem nas florestas. Embora clamem estar no verdadeiro caminho, eles desprezam aqueles que vivem em meio ao povo”. É importante salientar que essas palavras foram proferidas pelos Bodhisattvas Mahasattvas que faziam o seu voto de propagar o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa e não pelo Buda que encontrava-se em silêncio.

Extraído do CAP. 13:Exortação para Abraçar o Sutra.

Sua Janela, Meu Espelho

O Buda olha, pela janela, seu filho.
Eu olho, pela mesma janela, a mim.

“Da sua janela, o velho freqüentemente vigiava seu filho,

relembrando que ele era tolo,

mesquinho e comprazia-se em trabalho servil.

Então o velho vestiu um robe sujo e surrado,

e segurando uma pá de estrume,

foi para onde seu filho estava.

Habilmente aproximando-se dele,

disse-lhe: ‘trabalhe com diligência[1],

porque aumentarei o seu salário,

dar-lhe-ei óleo para os pés,

abastecer-lhe-ei de comida e bebida,

e dar-lhe-ei uma quente e confortável cama’.

Então ele falou rispidamente, dizendo:

‘Você deve trabalhar duro’!

E num tom mais gentil, acrescentou:

‘Você é como meu próprio filho’.

 

O velho, da sua janela,

eventualmente seguia-o indo e vindo.

Por um período de vinte anos,

ele foi pondo-o a par dos negócios da casa.

Mostrou-lhe seu ouro, prata,

pérolas reais e cristais.

A receita e a despesa de todas essas coisas,

ele foi dando-lhe conhecimento.

Ainda assim o filho vivia para fora dos portões,

residindo numa choupana e meditando sobre sua pobreza:

‘Nenhuma dessas coisas me pertence’.

 

O pai sabia que o pensamento do seu filho,

gradualmente, vinha se expandindo,

e desejando dar-lhe bens e fortuna,

reuniu seus auxiliares,

soberanos e grandes ministros,

Kshatriyas e magistrados,

e em meio a esta grande assembléia,

ele disse: ‘Este é meu filho.

Ele deixou-me e partiu para longe há cinqüenta anos atrás.

Já se completaram vinte anos desde que o vi retornar.

Há muito tempo, em certa cidade, perdi meu filho.

Procurando por ele em toda a parte,

cheguei a este lugar.

Tudo que possuo,

minhas casas e empregados,

todos os meus bens e fortuna,

legarei a ele para que possa usá-los como lhe aprouver’.

 

O filho, relembrando da sua pobreza anterior,

e de suas mesquinhas intenções,

e que agora, na presença do seu pai,

havia obtido essas preciosas jóias,

esses palácios para morar,

e todo o tipo de riquezas,

regozijou-se grandemente,

tendo ganhado o que nunca antes possuíra[2]“.

 


[1] O Buda utilizava-se dos meios hábeis, que são as práticas dos ensinos inferiores, para aproximar-se e encorajar seus filhos. Mas, sua verdadeira intenção é contemplá-los com o Grande Veículo, sua incomensurável fortuna, tornando-os iguais a ele nos benefícios da Lei Insuperável.

[2] O que esta parábola está a nos revelar é que ao encontrarmos o Verdadeiro Ensino, ainda não estamos prontos para “herdar” os benefícios da Grande Lei. Embriagados pelos desejos deste mundo Saha, ainda profundamente iludidos pelas sensações que ele oferece, pelas visões errôneas e pelo apego; buscamos unicamente saciar as nossas necessidades errando nos caminhos das doutrinas inferiores. Mesmo entre os chamados discípulos maiores, a observação dos preceitos e a busca do nirvana consistiam ainda numa prática orientada para si mesmos. Então o Buda, através de meios hábeis, incentiva-nos a cultivar as virtudes de um Bodhisattva. Manifestando-se a nós de diversas formas, às vezes afagando-nos, às vezes tratando-nos com extremo rigor, está sempre presente em nossas vidas, a ensinar a Grande Lei em prol dos Bodhisattvas. Não havendo nenhuma outra razão para o seu advento, sua verdadeira intenção é tornar-nos iguais a ele em seus benefícios e poderes para salvar os seres viventes e purificar as terras do Buda.

Extraído do CAP. 04: Fé e Compreensão

Sua Janela, Meu espelho
Foto de Marcos Ubirajara. Local: Sítio da Dôra em Abril/2007.

A Iluminação dos Seres dos Dois Veículos

Com relação a isto, Shariputra, com alegre entusiasmo, levantou-se, juntou as palmas de suas mãos e fitou reverentemente a face do Honrado pelo Mundo e disse ao Buda: “Agora, tendo ouvido este som da Lei do Honrado pelo Mundo, meu coração alegra-se tendo obtido o que nunca antes obtivera”.

 “Qual é a razão? No passado, eu ouvi uma Lei tal como esta do Buda, e vi os Bodhisattvas receberem profecias da sua consecução do Estado de Buda, mas nós não fazíamos parte disto[1]. Eu estava profundamente magoado por ter perdido a esperança de atingir as ilimitadas sabedoria e visão do Tathagata”.


[1] Referindo-se a ele próprio, Shariputra, e as demais pessoas dos dois veículos (Erudição e Absorção), cuja iluminação foi profetizada pela primeira vez neste Sutra de Lótus, no capítulo dos Meios Hábeis. Ali o Buda esclarece que os dois veículos acima são meros meios hábeis para conduzir os seres ao veículo único (Bodhisattva). A profecia consiste dos últimos versos do capítulo dos Meios Hábeis: “Shariputra, agora você sabe que a Lei de todos os Budas é como esta. Através de milhões de meios hábeis, eu prego a Lei Insuperável de acordo com o que é apropriado. Mas aqueles que não a estudam, nunca virão a compreendê-la. Uma vez que vocês já sabem que todos os Budas, Mestres do Mundo, trabalham através de meios hábeis, vocês não devem mais ter dúvidas. Deixem seus corações encherem-se de alegria; porque agora sabem que atingirão o Estado de Buda”.

Extraído do CAP. 03: A PARÁBOLA

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