VI.1 – A Dinâmica do Universo de Defeitos em Cristais Parte 3 – Séries Periódicas de Sorvedouros Com o que foi colocado acima, o fenômeno da formação de cavidades mostra ser resultante da dinâmica de defeitos em estado de não equilíbrio térmico. Como poderíamos estudá-lo a luz do que já foi visto para o estado… Continuar lendo O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 3)
Categoria: O Budismo e a Física do Estado Sólido
O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 2)
VI.1 – A Dinâmica do Universo de Defeitos em Cristais Parte 2 – Difusão para Aglomerados Um dos efeitos mais notáveis que podem ocorrer é a formação de cavidades cujo desenvolvimento tem como fenômeno crítico o inchaço dos materiais irradiados que estão no estado sólido e, portanto, são compostos por grãos cristalinos. As cavidades resultam… Continuar lendo O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 2)
O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 1)
Introdução A partir da descrição tensorial das tensões e deformações em cristais, através da análise e quantificação da dinâmica da rede, chegamos a resultados cujos significados físicos são de suma importância para a idéia aqui desenvolvida. O fenômeno da dilatação dos corpos, visto agora como um problema da dinâmica de defeitos na estrutura cristalina, é… Continuar lendo O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 1)
A Contribuição Anarmônica
V.4 – A Contribuição Anarmônica O truncamento da expressão do potencial no termo de grau 2 feito em (27) significa uma aproximação harmônica que deixa a desejar quando fenômenos como a dilatação dos corpos necessitam ser explicados. Para simplicidade de notação, reescrevamos a hamiltoniana da seguinte forma: H = p2 2m + mω2 2 (x-xo)2… Continuar lendo A Contribuição Anarmônica
Coordenadas Normais no Sistema Quântico
V.3 – Coordenadas Normais no Sistema Quântico De acordo com o princípio da correspondência, é sempre possível recuperar as equações clássicas do movimento da mecânica quântica, contanto que cada variável clássica tenha sido substituída pelo valor esperado do correspondente operador quântico. Consideremos o estado estacionário de n-fônon ׀n>, e admitamos a variável Q deslocada de… Continuar lendo Coordenadas Normais no Sistema Quântico
Vibrações na Forma ou Esfera de Influência
V.2 – Vibrações na Forma ou Esfera de Influência Por analogia com a gota líquida, suponhamos que a célula possa suportar oscilações na forma. A forma de uma gota líquida, sendo de densidade constante em toda a sua extensão, é definida pela especificação do raio r(θ) como função do ângulo. Por sua vez, r(θ) é… Continuar lendo Vibrações na Forma ou Esfera de Influência
O Modelo Vibracional Coletivo
V – O Modelo Vibracional Coletivo Este modelo baseia-se na analogia da célula com uma gota líquida. A determinação do momento no movimento dos átomos em torno de suas posições de equilíbrio, pelo princípio de Heisenberg, deixa-nos total incerteza em suas posições. Resulta que, mesmo no caso do sólido monoatômico, tal analogia com uma gota… Continuar lendo O Modelo Vibracional Coletivo
Preparação da Unificação das Interações Fundamentais – Parte 3
Parte 3 Nosso vácuo (que é por definição o estado de energia zero, momento zero, carga zero, etc.) está em algo polarizado e nossa experiência corrompida: nós medimos a energia de repouso do fóton e encontramos zero, enquanto a energia do weakon é de 80 GeV. Todavia, se fôssemos fazendo experiências para energias muito maiores… Continuar lendo Preparação da Unificação das Interações Fundamentais – Parte 3
Preparação da Unificação das Interações Fundamentais – Parte 2
Parte 2 “As teorias de Gauge são similares. Elas são teorias nas quais há um princípio de invariância que logicamente requer a existência de forças em si. Todavia, nas teorias de Gauge, o princípio da invariância ou a simetria – usa-se as palavras como intercambiáveis – não é a simetria espacial com a qual estamos… Continuar lendo Preparação da Unificação das Interações Fundamentais – Parte 2
Preparação da Unificação das Interações Fundamentais – Parte 1
VII – Preparação da Unificação das Interações Fundamentais Parte 1 A Física é a ciência da matéria e forças; no passado, seus principais avanços foram ou as descobertas das subestruturas (e isto se relaciona à matéria) ou a compreensão de que duas forças muito diferentes são a manifestação de uma simples interação (e isto é… Continuar lendo Preparação da Unificação das Interações Fundamentais – Parte 1
