“De acordo com o sutra, se a mente das pessoas é impura, sua terra também será impura. Pelo contrário, se suas mentes são puras, assim será a sua terra. Em uma palavra, não há duas terras – pura e impura – ao mesmo tempo. A diferença está na mente, boa ou má, das pessoas. Pelo… Continuar lendo O Espelho das Verdades Imutáveis
Sobre “Ensaio Sobre a Cegueira” de José Saramago
Cego é aquele que vê! A limitada visão humana nada enxerga aquém do infravermelho (ondas de calor) e nada além do ultravioleta (radiações de alta energia). Isto equivale a dizer que o ser humano anda na companhia de demônios, e também de seres celestias, mas não pode enxergá-los. Os Olhos Búdicos transpõem essas barreiras. Em… Continuar lendo Sobre “Ensaio Sobre a Cegueira” de José Saramago
Sobre Atingir a Via do Buda
“Eu, em prol da Via do Buda, através de ilimitadas terras, desde o princípio até agora, tenho amplamente exposto todos os Sutras, e em meio a todos os outros, este Sutra é superior. Se alguém puder ostentá-lo, aquela pessoa estará ostentando o corpo do Buda. Bons homens, após a minha extinção, quem poderá receber, ostentar,… Continuar lendo Sobre Atingir a Via do Buda
O Eu Búdico
Que Eu é este? Qualquer fenômeno [dharma] que é verdadeiro [satya], real [tattva], eterno [nitya], soberano/autônomo/auto-governado [aisvarya], e cuja base/fundamentação é imutável [asraya-aviparinama], é denominado ‘Eu’ [atman]. Isto é como no caso do grande Doutor que compreendia bem a medicina do leite. O mesmo é o caso com o Tathagata. Para o benefício de todos… Continuar lendo O Eu Búdico
Werner Karl Heisenberg
O Princípio da Incerteza no Budismo: “Quando você se preocupa unicamente em estabelecer o “eu samsarico”, a sua existência individual, nada mais saberá sobre o “Eu cósmico”, o “Ser totalizante”, ou sobre o sentido da sua existência que é um caminho-médio entre o Ser e o nada-Ser (o vazio dentro do seu próprio fenômeno existencial)”.… Continuar lendo Werner Karl Heisenberg
O Mais Profundo Eu
Semelhante fato ocorre com as pessoas que procuram os verdadeiros ensinos do Buda, os encontram neste Sutra, mas continuam atribuladas com as questões mundanas. Enquanto isto ocorre, o Buda permanece oculto. Isto significa que o único Buda que uma pessoa pode “ver” é aquele que reside no espaço vazio sob si mesma, em seu próprio… Continuar lendo O Mais Profundo Eu
A Parábola da Água-Marinha
“Sei que tudo aquilo que vocês aprenderam até agora sobre não-eterno e sofrimento não é verdadeiro. Na primavera, por exemplo, as pessoas vão banhar-se numa grande lagoa. Elas estão se divertindo, velejando num barco, quando deixam cair uma gema de água-marinha nas profundezas da água, após o que ela não pode mais ser vista. Então… Continuar lendo A Parábola da Água-Marinha
Impermanência
“Sempre, desde minha infância, tenho estudado com um pensamento em mente. A vida de um ser humano é pateticamente fugaz. O homem dá seu último suspiro sem esperança de encontrar uma outra existência. Nem mesmo o orvalho levado pelo vento basta para descrever essa transitoriedade. Ninguém, sábio ou tolo, jovem ou idoso, pode escapar da… Continuar lendo Impermanência
Marcelo Damy de Souza Santos
Marcelo Damy de Souza Santos foi meu grande Mestre de Física Nuclear na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a PUCSP, entre os anos de 1974 e 1976. Ensinou-me a interpretar “secção de choque” como “tempo de sobrevôo” de uma partícula em relação ao alvo. Isto quebrou a estrutura rígida do meu pensamento. Ela, a… Continuar lendo Marcelo Damy de Souza Santos
As Quatro Inversões do Dharma
Então, todos os Monges disseram ao Buda: “Não somente praticamos a meditação sobre o altruísmo, mas ainda outras meditações, a saber: todas aquelas relativas ao Sofrimento, à Impermanência, e ao Altruísmo. Oh Honrado pelo Mundo! Uma pessoa quando embriagada, a mente gira, e todas as montanhas, rios, castelos, palácios, o sol, a lua e as… Continuar lendo As Quatro Inversões do Dharma
