Subhuti, o Buda Aparência do Nome

Subhuti (do sânscrito: su: “bom/boa”, bhūti: “existência”) foi um dos Dez Maiores Discípulos do Buda Shakyamuni e, de acordo com algumas fontes Mahayana, um contemporâneo de famosos Arhats como Shariputra , Mahakashyapa, Maudgalyayana e Vimalakirti. Talvez ele seja melhor conhecido como o discípulo a quem o Buda fala quando transmite o Sutra Diamante, um importante ensinamento integrante dos textos do Prajnaparamita. Este, juntamente com o Sutra Coração, está entre os mais bem conhecidos sutras, tanto entre os praticantes como não-praticantes do Budismo. No Budismo Theravada, Subhuti é muito menos proeminente.

Subhuti, o Buda Aparência do Nome

Subhuti, o Buda Aparência do Nome

Subhuti foi discípulo de Buda. Ele foi capaz de compreender o potencial da vacuidade, em que nada existe exceto na sua relação de subjetividade e objetividade. Certo dia, num estado de sublime vacuidade, Subhuti estava descansando sob uma árvore quando flores começaram a cair sobre ele.

“Estamos louvando-lhe pelo seu discurso sobre a vacuidade,” os deuses sussurraram para Subhuti.

“Mas eu não falei sobre o vazio”, respondeu Subhuti.

“Você não falou sobre o vazio, nós não ouvimos sobre o vazio,” responderam os deuses. “Este é o verdadeiro vazio.” As flores manifestaram mediante Subhuti como chuva.

Subhuti foi um dos maiores discípulos de Buda. Ele foi instruído pelo Buda no Sutra de Lótus: “ouçam atentamente em pensamento único.”

Fonte: Wikipedia, a enciclopedia livre.

A seguir, a profecia da iluminação de Subhuti no Sutra de Lótus:

Naquela ocasião, o Honrado pelo Mundo, desejando enfatizar este princípio, falou em versos, dizendo:

“Monges aqui reunidos,
eu agora vos falarei,
ouçam atentamente em pensamento único,
o que estou para dizer.
Meu grande discípulo, Subhuti,
tornar-se-á um Buda chamado Aparência do Nome.
Após fazer oferecimentos a incontáveis miríades de milhões de Budas,
seguindo as práticas dos Budas,
ele gradualmente percorrerá a Grande Via.
Na sua última encarnação ele obterá Trinta e Duas Marcas distintivas,
tornando-se altivo e belo como uma montanha de jóias.

Sua terra de Buda será insuperável em pureza e beleza.
Todos os seres viventes que o virem,
deleitar-se-ão nele.
E como um Buda,
ele salvará incontáveis multidões.
Dentro da sua Lei de Buda estarão muitos Bodhisattvas,
todos de faculdades apuradas,
girando a roda da não-regressão.
Essa terra será sempre adornada com Bodhisattvas;
a assembléia dos Ouvintes será para além de todas as contas;
todos tendo ganhado as Três Compreensões,
estarão sempre exercitando os seis Poderes Transcendentais,
perseverando nas Oito Emancipações,
e sempre possuindo grandes e surpreendentes virtudes.

Quando este Buda pregar a Lei,
ele manifestará ilimitados poderes transcendentais e transformações inconcebíveis.

As pessoas, tanto os seres celestiais como os humanos,
numerosas como as areias do rio Ganges,
todas juntarão as palmas das suas mãos para ouvir e aceitar aquelas palavras do Buda”.

Excerto do CAP. 06: Concessão de Profecias, pág. 139.

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