A Vacuidade dos Fenômenos

ORROZORROZ andava tristonho, introspectivo, já não era o mesmo. Onde quer que estivesse ou fosse, sentia-se no Tribunal da Equanimidade. Ouvia vozes, falava sozinho, mas agora menos que outrora. Ali, onde se sentia estar, não havia direções, nem mesmo as de cima ou abaixo. Não havia lados de dentro ou fora. Era um sumidouro de formas, um grande vazio. Um silêncio ensurdecedor dizia-lhe coisas sobre a vacuidade dos fenômenos, a qual jamais compreendera ou encontrara nas letras. Sentia-se só.

A solidão era tanta que, certo dia, ORROZ cochilou em pleno tribunal. Acordou em sobressalto de um sonho e bradou:

– Quem são vocês, afinal?

Veio a resposta:

– Somos muitos, mas não algo que se possa contar. Somos muitos, mas não algo que se possa distinguir uns dos outros.

– Como assim? Indagou ORROZ.

– É porque somos um, ORROZ. E o lugar onde você esteve, bem como onde se encontra agora, é o Vazio.

O Regresso de PI

Em ‘Um Diálogo Frívolo Acerca da Grande Lei’

Então, PI partiu em busca de IZ. Não era uma tarefa fácil encontrá-lo, uma vez que somente em uma direção de aproximação o seu agora “Bom Amigo da Via” poderia ser reconhecido. Pois, como ele próprio, IZ era um ideograma, o qual não se reconhece pelo flanco, conforme dito antes. Diz-se que essa busca durou séculos, até que certo dia um mercador de ‘letras vulgares de pouco significado’ lhe apontou a direção de um Ideograma Sábio, reconhecido no mundo das letras, e que prelecionava sobre um ensino superior chamado Grande Nirvana. Seu nome era IZ. Com incontida alegria, PI seguiu a direção apontada pelo mercador e o encontrou. Prestou homenagem ao seu Mestre, acomodou-se entre os demais, e ouviu a seguinte preleção.

14/01/2014.

O Vazio Como ‘Não-É’

O Bodhisattva Kashyapa disse ao Buda: “Oh Honrado pelo Mundo! No mundo, não temos os negativos apropriados [opostos, antônimos] dos quatro grandes elementos. No entanto, dizemos que existem os quatro grandes elementos. Por que não podemos chamar algo que existe de impertinência do Vazio?”.

O Vazio Como ‘Não-É’ – Nirvana

O Buda disse: “Oh bom homem! Você pode dizer que Nirvana não cai na categoria dos Três Tempos e desse modo é Vazio. Mas isto não é assim. Por que não? ‘Nirvana é uma existência, algo visível, aquilo que é verdadeiro, matéria, a pegada (impressão do pé), a sentença e a palavra, aquilo que é, características, o por causa, o refúgio que se toma, quietude, luz, paz, e a outra margem’. Esse é o porquê podemos dizer que ele não cai dentro da categoria dos Três Tempos. Com a natureza do Vazio, não há nada assim. Esse é o porquê dizemos ‘não-é’. Caso houvesse qualquer outra coisa senão isto (um ‘não-é’), poderíamos perfeitamente dizer que ele cai na categoria dos Três Tempos. Se a Vacuidade fosse uma coisa do ‘é’, ela não poderia ser outra coisa senão algo da categoria dos Três Tempos. Oh bom homem! As pessoas do mundo falam da vacuidade como não-matéria, como algo que não tem oposto, e é invisível. O caso é assim. Se ela não é matéria, algo sem oposto, e invisível, ela deve ser caitasika [ou cetasika = fatores mentais: São os fatores mentais que estão associados e que surgem em concomitância com a consciência (citta=viññana) e que são condicionados pela  presença desta. Enquanto que nos sutras todos os fenômenos da existência são agrupados em 5 agregados: forma (rupa), sensação (vedana), percepção (sañña), formações mentais(sankhara), consciência (viññana), o Abhidhamma, como regra, trata os fenômenos sob um aspecto mais filosófico em três aspectos: consciência (citta), fatores mentais (cetasika) e forma (rupa). Dessa forma, os fatores mentais compreendem a sensação, percepção e 50 outros fatores, o que no todo resulta em 52 (cinquenta e dois) fatores mentais. Se a Vacuidade é da categoria dos caitasika, ela não pode ser diversa da categoria dos caitasika. Se for da categoria dos Três Tempos, não pode ser diversa dos quatro agregados [skandhas]. Portanto, com exceção dos quatro agregados, não pode haver Vacuidade.

O Vazio Como ‘Não-É’ – Luz

Também, além disso, oh bom homem! Todos os tirthikas dizem que o Vazio é luz. Se for luz, é matéria. Se o Vazio é matéria, ele é não-eterno. Se não-eterno, ele cai na categoria dos Três Tempos. Como os tirthikas podem dizer que ele não é dos Três Tempos? Se for dos Três Tempos, não é o Vazio. E como alguém pode dizer que o Vazio é não-Eterno?

O Vazio Como ‘Não-É’ – Lugar

Oh bom homem! E alguém diz que o Vazio é um lugar onde se vive. Se for um lugar onde se vive, é matéria. E todos os lugares são não-sencientes e caem na categoria dos Três Tempos. Como poderia o Vazio não ser Eterno e não cair na categoria dos Três Tempos? Se há algum lugar sobre o qual falar, dever-se-ia saber que não pode existir o Vazio [lá].

O Vazio Como ‘Não-É’ – Gradual

Também, algumas pessoas dizem que o Vazio é gradual. Se for gradual, pode ser um caitasika (fator mental). Se for contável (mensurável), ele cai na categoria dos Três Tempos. Se ele pertence aos Três Tempos, como ele pode ser Eterno?

O Vazio Como ‘Não-É’ – Três Coisas

Oh bom homem! Também, algumas pessoas dizem: ‘Ora, o Vazio nada mais é que essas três coisas: 1) Vazio, 2) Real, e 3) Vazio-Real’. Se dissermos que isto é o Vazio, dever-se-ia saber que o Vazio é não-eterno. Por quê? Porque ele não tem um lugar efetivo para existir. Se for dito que ele realmente é isto, devemos saber que o Vazio é não-eterno. Por quê? Porque não é nulo (vago). Se dissermos ‘Vazio-Real’, podemos saber que o Vazio é não-eterno. Por quê? Porque nada pode existir em dois lugares. Por isso, o Vazio é nulo.

O Vazio Como ‘Não-É’ – Desimpedimento

Oh bom homem! As pessoas do mundo podem dizer: ‘Qualquer lugar do mundo onde não haja impedimento [obstáculo] é o Vazio’. Um lugar onde não há nada para obstruir é um completo ‘é’. Como pode qualquer existência ser parcial? Se for um completo ‘é’, pode-se saber que não há Vazio em outros lugares. Se for parcial, isso é uma coisa contável. Se contável, é não-eterna.

O Vazio Como ‘Não-É’ – Co-Existência

Oh bom homem! Uma pessoa pode dizer: ‘O Vazio co-existe com o ‘é’ desobstruído’. Ou alguém pode dizer: ‘O Vazio existe dentro de uma coisa. É como o fruto dentro de um recipiente’. Nenhum deles é o caso. Há três tipos de co-existência, a saber: 1) coisas feitas diferentemente tornam-se unas, como no caso dos pássaros voando que se juntam numa árvore; 2) duas coisas comuns entre si tornam-se unas, como no caso de duas ovelhas que entram em contato; 3) co-existência de pares daqueles que se reúnem para existir no mesmo lugar. Dizemos ‘diferentes coisas se juntam’. Há dois tipos de diferenças. Um é uma ‘coisa’ (objeto), e o outro é o Vazio (como no caso do par lacuna-intersticial). Se a Vacuidade se junta com a coisa, essa Vacuidade deve ser não-eterna. Se uma coisa se junta com o Vazio, a coisa deixa de ser unilateral (individual, desigual, assimétrica). Se já não há nada que seja unilateral, novamente é não-eterno.

O Vazio Como ‘Não-É’ – Eterno

Uma pessoa pode dizer: ‘O Vazio é eterno; e a sua natureza é imóvel. Esta (natureza) se junta com o que se move’. Mas, isto não é assim. Por que não? Se o Vazio é eterno, a matéria, também, deveria ser eterna. Se a matéria é não-eterna, o Vazio, também, deve ser não-eterno.

O Vazio Como ‘Não-É’ – Dual

Uma pessoa pode dizer: ‘O Vazio é, também, tanto o eterno como o não-eterno’. Isto está em desacordo com a razão. Uma pessoa pode dizer que coisas com partes comuns se juntam. O caso não é assim. Por que não? O Vazio é onipenetrante. Se ele junta-se com o que é criado, o que é criado também deveria tornar-se onipenetrante. Se ele penetra, tudo deve ser penetrante. Se tudo for onipenetrante, tudo pode ser juntado em um. Não podemos dizer que ambos possam existir, junção e não-junção. Uma pessoa pode dizer: ‘Aquilo que esteve junto, junta-se novamente, como no caso de dois dedos que se unem’. Mas, isto não é assim. Por que não? A união não pode preceder (anteceder). A união surge depois. Se o que não existia antes vem a existir, isto é nada mais que o não-eterno. Por isso, não podemos dizer: ‘O Vazio é aquilo que já esteve junto e [que agora] se junta’. O que se obtém no mundo é aquilo que não existia antes, mas que depois surge. Isto é como com uma coisa que não tem eternidade. Se o Vazio se situa numa coisa como o fruto dentro de um recipiente, se for assim, ele também deve ser não-eterno. Uma pessoa pode dizer que se o Vazio se situa numa coisa, ele é como o fruto num recipiente. Mas, isto não é assim. Por que não? Onde o Vazio em questão poderia existir, não tendo o recipiente às mãos? Se há qualquer lugar [para ele] existir, o Vazio teria que ser muitos. Se muitos, como diríamos eterno, uno, e onipenetrante? Se o Vazio existe em lugares fora do Vazio, então uma coisa poderia perfeitamente subsistir sem o Vazio. Assim, saiba-se que não pode haver tal coisa (dual) como (sendo) o Vazio.

O Vazio Como ‘Não-É’ – Direção

Oh bom homem! Se uma pessoa diz: ‘O lugar que se pode apontar é Vazio’, saiba que o Vazio é algo não-eterno. Por quê? Temos quatro direções para apontar. Se há os quatro quadrantes, saiba que o Vazio, também, deveria possuir as quatro direções. Tudo o que é eterno não tem direção para apontar. Ter direções significa que o Vazio, por conseguinte, é não-eterno. Se não-eterno, não está distante dos cinco skandhas. Se alguém dissesse que certamente há separação dos cinco skandhas, não haveria lugar para (ele) existir. Oh bom homem! Se existe alguma coisa através de relações causais, podemos saber que tal coisa é não-eterna. Oh bom homem! Por exemplo, todos os seres e árvores se apóiam no chão. Como o chão é não-eterno, o que se apoia no chão é, por conseguinte, não-eterno.

O Vazio Como ‘Não-É’ – Elemento

Oh bom homem! A terra está sobre a água. Como a água é não-eterna, a terra, também, é não-eterna. A água paira sobre o vento, e como o vento é não-eterno, a água, também, é não-eterna. O vento repousa sobre o espaço, e como o espaço é não-eterno, o vento, também, é não eterno. Se é não-eterno, como podemos dizer: ‘O Vazio é eterno e preenche o espaço’? Como o Vazio é nulo, ele não tem passado, futuro ou presente. Como os chifres de uma lebre não são uma coisa, eles não têm passado, futuro ou presente. As coisas são assim. Portanto, Eu digo: ‘Como a Natureza de Buda é eterna, ela não cai dentro da categoria dos Três Tempos. Como o Vazio é Vazio, ele não cai dentro da categoria dos Três Tempos’.

Oh bom homem! Eu nunca brigo com o mundo. Por que não? Se o conhecimento mundano diz ‘é’, Eu digo ‘é’; se o conhecimento mundano diz ‘não-é’, Eu, também, digo ‘não-é’.”

Sutra do Nirvana – Capítulo 42 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 3.

PI ficou encantado. Se outrora houvesse aguardado pelo ensino, não teria divagado por tantos séculos neste mundo. Não continha a sua alegria e, no dia seguinte, antes mesmo do alvorecer, entrou no Grande Salão das preleções. Embora já decidido a empreender esforços em prol da Via, PI continuava o mesmo: Boca!

Selo Comemorativo

Absoluta Mente Nada

Delta Do Amazonas Camargo A mão direita está dizendo nada, além de denunciar as oitavas altas do piano, desafinadas. No entanto, a mão esquerda balbucia como a criança de colo arriscando palavras. Deixou de ser nada!

Marcos Camargo Pois é Sergio, a mão esquerda é o baixo que tanto amamos, meu guia na escuridão.

Delta Do Amazonas Camargo Tenho à minha frente, “O Livro Sobre Nada” de Manuel de Barros. Quase tudo que ele chamou de nada, está lá, a nos dizer tantas coisas.

Por exemplo:

“Carrego meus primórdios num andor.
Minha voz tem vicio de fontes.
Eu queria avançar para o começo.
Chegar ao criançamento das palavras.
Lá onde elas ainda urinam na perna.
Antes mesmo que sejam modeladas pelas mãos.
Quando criança garatuja o verbo para falar o que não tem.
Pegar no estame do som.
Ser a voz de um lagarto escurecido.
Abrir um descortínio para o arcano.”

Meu irmão, a sua coragem, ousadia e humildade me comoveram às lágrimas.

Tenho orgulho de você!

Delta Do Amazonas Camargo Sua mão esquerda, chega “ao criançamento das palavras.”

Marcos Camargo Nada, nada mesmo guiava as minhas mãos sobre o piano, diga-se desafinado. Um instrumento que não conheço, não tenho a menor noção, você sabe! Mas, deixei minhas mãos , cansadas da escrita, descansarem sobre ele. Acredite, não há cortes, não houve edição de NADA. Terminou tudo por si, assim como começou.

Delta Do Amazonas Camargo Eu notei!

Talvez por sentir o seu cansaço, nas suas mãos e na sua mente, li o que escrevera no teclado.

 

Uma Balsa para Atravessar o Mar do Sofrimento

Quanto a esse princípio, o Buda muitas vezes disse aos monges: “Vocês devem saber que o dharma que eu prego é como uma balsa”. A balsa é utilizada para atravessar o mar do sofrimento – do nascimento e da morte. Antes de ter escapado do (ciclo do) nascimento e da morte, você usa a balsa na cultivação. Uma vez que você tenha acabado com o (ciclo do) nascimento e da morte, você deve deixar a balsa de lado. Se você não deixa a balsa de lado, isso é apego. Se você não põe o dharma de lado, você tem um apego.

O apego aos dharmas infecta uma pessoa como uma doença. Usando o dharma que ensina a vacuidade dos dharmas como remédio, a doença pode ser curada. Uma vez curada, se a pessoa falha em compreender que ela está bem e continua a tomar o remédio, então ela desenvolve um apego sem sentido ao remédio, e que corresponde a uma outra doença. Aqueles que perceberam a vacuidade das pessoas e a vacuidade dos dharmas devem abandonar também o apego à não-existência dos dharmas.

As marcas dos dharmas devem ser deixadas de lado. Quando se acaba com o nascimento e a morte, deve-se deixar os dharmas de lado. Pessoas e dharmas são vazios. Deve-se deixar de lado até mesmo o dharma verdadeiro e apropriado, quanto mais então a não-existência dos dharmas. Deve-se abandonar todos os apegos remanescentes.

Sutra Diamante – Capítulo 6 – A Crença Apropriada é Rara.

Original

O Vazio de Todos os Fenômenos

Essas pessoas perceberam o vazio das pessoas e assim não possuem a marca do eu, dos outros, dos seres viventes ou da vida. Não possuir eu significa ver o eu como vazio. Não possuir marca dos outros significa ver as pessoas como vazio. Sendo ambos vazios, o eu e as pessoas, os seres viventes também são vazios. Naturalmente, quando os seres viventes tornam-se vazios, então não há marca de uma vida, que se refere à busca contínua pela imortalidade bem como à busca contínua de todas as coisas que se ama e não se pode ver através delas.

Ao perceber a vacuidade das pessoas deve-se também perceber a vacuidade dos dharmas (fenômenos), bem como abandonar a marca da não-existência dos dharmas (fenômenos). Quando não há qualquer dharma correto ou incorreto, chega-se à substância básica dos dharmas.

Se os corações daqueles seres viventes apegam-se às marcas, se eles se atêm à marca das pessoas, eles ainda agarram-se às quatro marcas e não obtêm a libertação. Eles não demoliram todas as coisas genuinamente. Se eles apegam-se à marca dos dharmas (fenômenos), eles ainda estão atados às quatro marcas; se apegam-se à marca da não-existência dos dharmas, eles também estão atados às quatro marcas, porque eles não vêem através delas e lhes destrói. Eles ainda não perceberam a vacuidade das pessoas, dos dharmas e a vacuidade de si próprios.

Sutra Diamante – Capítulo 6 – A Crença Apropriada é Rara.

Original

Pérolas do Universo – Fascículo XVI

“A causa do carma é o toque da ignorância. Devido ao toque da ignorância, os seres vêem ‘existência’. A relação causal da existência é ‘desejo’. Devido à relação causal do desejo, uma pessoa perpetra as três ações do corpo, da boca, e da mente.”

Leia mais em Pérolas do Universo, Fascículo 16.

Perolas do Universo 16

Click na imagem para leitura on-line ou download.

Conteúdo deste Fascículo

OS SETE TIPOS DE FRUIÇÕES      3

FRUIÇÃO ATRAVÉS DOS MEIOS                3

FRUIÇÃO DOS DÉBITOS DE GRATIDÃO  3

FRUIÇÃO DA AMIZADE 4

FRUIÇÃO DAQUILO QUE PERDURA         4

FRUIÇÃO EQUÂNIME    5

FRUIÇÃO DA RECOMPENSA       5

FRUIÇÃO DA SEGREGAÇÃO        6

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’             6

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – NIRVANA     6

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – LUZ 7

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – LUGAR          7

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – GRADUAL    8

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – TRÊS COISAS              8

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – DESIMPEDIMENTO  9

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – CO-EXISTÊNCIA         9

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – ETERNO        10

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – DUAL             10

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – DIREÇÃO      11

O VAZIO COMO ‘NÃO-É’ – ELEMENTO  12

COMO O UTPALA – O LÓTUS AZUL         13

MEDITAR SOBRE IMPUREZAS    14

OS SKANDHAS DO SÁBIO            16

A IMPUREZA DO DESEJO – O PRECONCEITO       17

AS IMPUREZAS DA IGNORÂNCIA            18

O REMÉDIO TODO-MARAVILHOSO DOS HIMALAYAS     19

MEDITAR SOBRE IMAGEM          20

MEDITAR SOBRE A CAUSA DA IMAGEM               21

MEDITAR SOBRE O DESEJO         22

MEDITAR SOBRE O CARMA        24

MEDITAR SOBRE A CAUSA DO CARMA  25

MEDITAR SOBRE O RESULTADO CÁRMICO          25

O CARMA IMACULADO                26

MEDITAR SOBRE O SOFRIMENTO            26

%d blogueiros gostam disto: