Lhasa

Atualmente, os visitantes podem adentrar o Tibet a partir da China, Hong Kong ou do Nepal, se tiverem um visto da China. Embora as autoridades chinesas mantenham “fechadas” certas áreas, a maior parte do país é visitável. Na cidade santa de Lhasa, o Palácio Potala do Dalai Lama, assim como muitos monastérios tibetanos, atualmente é um museu estatal. Ao contrário dos inúmeros santuários e monastérios destruídos durante a “Revolução Cultural”, tanto a estrutura como os interiores de Potala estão preservados. Símbolo da proteção de Avalokitesvara e da maior comunidade Budista Tibetana, as torres de Potala são ainda as mais imponentes de Lhasa, e encerram incontáveis tesouros do século 17, incluindo murais, pinturas, mandalas, altares, e a famosa estátua de Padmapani feita de sândalo.

Monastério de Jokhang
O Teto do Palácio de Potala
Imagem obtida de presscluboftibet.org

O monastério de Jokhang, a sudeste de Potala, é o mais sagrado de todos os locais Tibetanos de peregrinações. Tendo sobrevivido às barbaridades da “Revolução Cultural”, Jokhang conserva seus famosos telhados dourados, e as “Quatro Deidades da Luz Radiante” ainda podem ser vistas no seu santuário. Jokhang permanece um monastério ativo; mas pode ser visitado, assim como outros lugares sagrados, como se fosse um “museu”.

Palácio de Potala
O Monastério de Jokhang
Imagem obtida de Wikipedia, a enciclopédia livre.

%d blogueiros gostam disto: