Naufrágio nas Profundezas de Samsara

Gentle Giant – Wreck – Tradução Livre de Marcos Ubirajara, adaptada para o contexto do Budismo

“O embicar do navio do mar para o céu, heyeheh, assim vai…
Apenas um grito de lamento e um choro desesperado, heyeheh, assim vai…
Suas vidas passam diante de si antes que morram, heyeheh.

O mar boceja ao redor como um redemoinho do inferno em ebulição, heyeheh, assim vai…
E as almas (tragadas) desaparecem com o dobre daquele sino, heyeheh, assim vai…
Os braços do mar vão arrastando-os para baixo, heyeheh, assim vai…
Perdidos nas aflições e pecados, eles naufragam, heyeheh.

Como é estranho quando você pensa que o mar era o seu caminho;
e uma morte sem sentido é o preço que pagam.
Por suas vidas serem feitas da profundidade,
para manter os seus em conforto e segurança,
todos os seus e lugares onde vivem,
nunca mais serão vistos novamente,
nunca serão afagados em seu último abraço.
E o beijo (da morte) tem um gosto de sal amargo.

Agora tudo que resta é o cruel e profundo mar, heyeheh, assim vai…
E os destroços das coisas que eram, heyeheh, assim vai…
Nenhuma pedra marca o lugar daquela sepultura aquosa, heyeheh, assim vai…
Juntos morrem, tanto os fracos como os fortes, heyeheh, assim vai…”

…. Os braços do mar …. etc, etc.

“The ship’s rising up from the sea to the sky heyeheh Hold on
Just one sorry scream and a desperate cry heyeheh Hold on
Their lives pass before them before they die heyeheh –

The sea yawns around like a boiling hell heyeheh hold on
And souls disappear with the toll of that bell heyeheh hold on
The arms of the sea they are dragging them down heyeheh hold on
And sorrows and sins they are lost as they drown heyeheh –

How strange when you think that the sea was their way;
And a meaningless death is the price they pay
For their living was made from the deep
To their people in comfort and keep
Keep all their people and places there
Never to be seen again, never to be loved and their last embrace –
And the kiss has a salt bitter taste

Now all that remains is the deep cruel sea heyeheh hold on
And wreckage of things that used to be heyeheh hold on
No stone marks the place of that watery grave heyeheh hold on
Together they die both the weak and the brave heyeheh hold on“
The arms of the sea…. etc.

 

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