O Poder das Penetrações Espirituais

Se você leu: “O Despertar do Grande Coração Compassivo

Leia, então, e ouça:

Jorge da Capadócia

Com Racionais Mc’s

Autoria: Jorge Ben

Jorge sentou praça
na cavalaria
E eu estou feliz porque eu também
sou da sua companhia

Eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge.
Para que meus inimigos tenham pés
e não me alcancem.
Para que meus inimigos tenham mãos
e não me toquem.
Para que meus inimigos tenham olhos
e não me vejam.
E nem mesmo um pensamento eles possam ter
para me fazerem mal

Armas de fogo
meu corpo não alcançarão
Facas e espadas se quebrem
sem o meu corpo tocar.
Cordas e correntes arrebentem
sem o meu corpo amarrar.

Pois eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge

Jorge é de Capadócia
Salve Jorge!
Salve Jorge!

Jorge é de Capadócia
Salve jorge!
Salve jorge!

E perceberá o quê temos falado o tempo todo, sem nenhum tempo, quase, para falar.

Lugares Sagrados do Budismo

Um livro para guardar no coração!

Lugares Sagrados

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O Diário de um Tolo

A Volta Final

ORROZ, você disse: “As pessoas guardarão na lembrança a imagem de um presidente do STI – Supremo Tribunal da Iniquidade conservador, imperial, tirânico, que não hesitava em violar as normas quando se tratava de impor à força a sua vontade”, a respeito de seu antecessor. O que diz agora diante do espelho das verdades imutáveis, e diante deste Tribunal da Equanimidade?

Oh, ORROZ ! Quando o dedo em riste aponta para o acusado, o polegar aponta para os céus (de onde se aguarda a justiça), e os outros três apontam para si.

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Conteúdo

02/05/2014 – O Cenário 7

Ato I – Antes do Rolê 9

27/01/2014 – A Charada 11
27/01/2014 – A Lenda de ORROZ 11
28/01/2014 – Visão Distorcida 12
29/01/2014 – O Espelho das Verdades Imutáveis 12
29/01/2014 – O Direito de Defesa 13
30/01/2014 – Pelos Campos do País 13
29/01/2014 – O Domínio dos Fatos 14
29/01/2014 – O Gozo das Aparências 15
31/01/2014 – O Rolê de ORROZ 16
02/02/2014 – A Armadilha da Presunção 17
04/02/2014 – O Tribunal do Horror 18

Ato II – Depois do Rolê 19

05/02/2014 – A Vacuidade dos Fenômenos 21
09/02/2014 – O Fator Tempo 21
10/02/2014 – A Senhora dos Olhos Vendados 22
13/02/2014 – Equanimidade 23
13/02/2014 – A Razão Última do Debate 24
15/02/2014 – OTNOT 25
18/02/2014 – Sobre a Boa Lei 26
19/02/2014 – O Cabo das Tormentas 27
19/02/2014 – A Cidadela 28

Ato III – O Outro Lado 29

20/02/2014 – O Outro Lado 31
21/02/2014 – O Dharma da Equanimidade 32
25/02/2014 – A Farsa Desnudada 33
25/02/2014 – De Volta ao Caminho Médio 34
27/02/2014 – Em Tempos de Carnaval 35
28/02/2014 – A Imagem do Alazão 35
10/03/2014 – A Trilha à Esquerda 38
10/03/2014 – O Corpo e a Sombra 40
25/03/2014 – As Fases da Sombra 41

Ato IV – De Volta ao Ostracismo 43

25/04/2014 – A Hipótese da Dualidade 45
06/05/2014 – Os Túneis para o Céu 46
13/05/2014 – O Efeito Túnel 47
14/05/2014 – A Trilha à Direita 48
14/05/2014 – O Sétimo Túnel 49
15/05/2014 – O Duplo Mágico 51
21/05/2014 – O Agente Fotosensitizante 52
23/05/2014 – O Turfe em Copa 53
11/06/2014 – A Volta Final 54

O Turfe em Copa

O Turfe em Copa[1]

E assim, via-se ORROZ girando nas três raias. Na raia 1 parecia alado, feito de cristal; na raia 2 parecia empacado, prisioneiro de suas próprias visões; na raia 3, aquela dos seis mundos, fulgurava sob os raios do sol escaldante de Samsara e, cada vez que puxado pelas rédeas da reflexão, relinchava um ‘não’ acentuado pelo reluzir de um dente de ouro. Tudo isto, aos olhos dos sábios que secretamente sabem quem vencerá. Quanto aos mortais comuns, poderão arriscar seus palpites aqui.


 

[1] Aqui com o sentido de ‘fechar-se em copa, calar-se amuado’. – em http://www.dicio.com.br/copa/

Réquiem

Meus filhos, na minha tradução, essa canção chama-se “Eu e Minha Vida”. Deve ser tocada bem alto em meu réquiem, deixada ao vento, partir.

Neither One Of Us Nenhum de Nós
It’s sad to think, we’re not gonna make it
And it’s gotten to the point where we just can fake itFor some unGodly reason we just won’t let it down (let it down)
I guess neither one of us (neither one of us)
Wants to be the first to say good byeI keep on wondering (wondering)
What I’m gonna do with out ya (do without you)
And I guess you must be wondering that same thing too
So we go on go on together living our lives (living our lives)
Because neither one of us (neither one of us)
Wants to be the first to say good byeEverytime I find the nerve to say I’m leavin’ (leavin’)
Oh, memories, those old memories get in my way
Lord knows it’s only me only knows it’s only me
That I’m deciving
When it comes to say good bye
That’s a simple word that I just cannot say
There can be no way (be no way)
This can have a happy ending (happy ending)
So we just go on (we go on) hurting and pretending
And convincing ourselves to give it just one more try (one moretry)
Because neither one of us (Neither one of us)
Wants to be the forst to say
Neither one of us (neither one of us) Wants to be the first tosay
Neither one of us (Neither one of us) wants to be the first tosay
Fairwell my love, goodbye (goodbye)
É triste pensar que não vamos conseguir,
e chegou ao ponto em que simplesmente não podemos fingir mais.Por alguma incrível razão simplesmente não deixamos isso morrer,
porque acho que nenhum de nós quer ser o primeiro a dizer adeus.

Fico pensando o que vou fazer sem você (vida),
e acho que você deve estar pensando a mesma coisa também.

Assim, seguimos juntos vivendo a nossa mentira.
Porque nenhum de nós quer ser o primeiro a dizer adeus.

 

Todas as vezes que encontro coragem de dizer que estou indo embora,
as lembranças, as velhas lembranças, me atrapalham.
Deus sabe que é apenas a mim que estou enganando.
Quando se trata de dizer adeus, essa é uma simples palavra que não consigo dizer.

 

Parece não haver jeito que isso possa ter um final feliz.
Assim, seguimos nos magoando e fingindo,
e prometendo a nós mesmos tentar só mais uma vez,
apenas porque nenhum de nós quer ser o primeiro a dizer adeus.
Porque nenhum de nós quer ser o primeiro a dizer adeus.
Porque nenhum de nós quer ser o primeiro a dizer adeus.
Porque nenhum de nós quer ser o primeiro a dizer adeus.

 

O Interlocutor Zen e o Principiante Incauto – O Livro

PI, esse conhecimento que conduz à Sabedoria Insuperável vem por si próprio. É fruto da observação, meditação e apreensão dos ensinamentos budistas. A raiz desse conhecimento está na da pessoa que procura um Bom Mestre da Via, acata e respeita as injunções que lhe são impostas, e pratica a meditação, seja essa meditação ativa ou passiva (silenciosa). Tudo isto acontece se a pessoa tiver uma grande

IZ e PI

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  Selo Comemorativo

Cultivares de um Sábio para a Sabedoria Insuperável

Em ‘Cultivares de um Sábio para a Sabedoria Insuperável’

PI, quando você fala conhecimento, pode dar a impressão de que se trata de algum grau de desenvolvimento intelectual, ou algo que se possa encontrar em obras literárias mundanas, ou até mesmo nos sutras.

PI, esse conhecimento que conduz à Sabedoria Insuperável vem por si próprio. É fruto da observação, meditação e apreensão dos ensinamentos budistas. A raiz desse conhecimento está na da pessoa que procura um Bom Mestre da Via, acata e respeita as injunções que lhe são impostas, e pratica a meditação, seja essa meditação ativa ou passiva (silenciosa). Tudo isto acontece se a pessoa tiver uma grande . Por quê? Porque a prática requer esforços continuados, para os quais, nem sempre, se obtém uma resposta na forma de benefícios conspícuos. Portanto, .

O cultivo de uma genuína requer Coragem. Por quê? Porque a Prática da Via Sagrada abre os olhos da pessoa, e apura os seus demais sentidos, expondo-lhe uma verdade nunca dantes conhecida, e que pode desfazer as muitas ilusões que acalentam os sonhos daquela pessoa. Todavia, e dentro das Quatro Nobres Verdades, a Prática da Via expõe-lhe o caminho para uma Felicidade verdadeira e duradoura.

Por que Paciência? Porque essa Sabedoria vem por si própria. E aqui, oportunamente, gostaria de citar uma passagem do Sutra do Grande Nirvana, a qual diz respeito à consecução do Brilho da Sabedoria.

O Brilho da Sabedoria

“Oh bom homem! A pessoa sábia pensa profundamente sobre o mundo. Ela vê: ‘Ele não é um lugar para se refugiar, para adquirir Emancipação, quietude, amor, não é a outra margem, e nada tem do Eterno, Êxtase, do Eu, e do Puro. Se eu procurar o mundo avidamente, como posso afastar-me dele? Isto é como com um homem que, abominando a escuridão, busca a luz e, no entanto, volta novamente para a escuridão. A escuridão é o mundo; a luz é o Supramundano. Se eu aderir ao mundo, mergulharei na escuridão e me afastarei da luz. Escuridão é ignorância, e luz é o Brilho da Sabedoria. A causa do Brilho da Sabedoria é a imagem onde não se sente qualquer expectativa de deleitar-se nas coisas mundanas. Toda a cobiça nada mais é que o laço da impureza. Agora buscarei avidamente a luz da Sabedoria, e não o mundo’. A pessoa sábia medita assim. Essa é a imagem onde não se busca (nada) para si.”

Sutra do Nirvana, CAP. 44 – O Bodhisattva Kashyapa 5.

 

Selo Comemorativo

Simetria Pura

Em ‘Simetria Pura’

PI, a Simetria Pura é uma propriedade do Cristal Perfeito, portanto, inconcebível. O Cristal Perfeito não tem bordas ou arestas, nem peso, nem medida em quaisquer direções, nem discordâncias, nem impurezas, nem lugares próprios, nem lacunas ou intersticiais; portanto, inconcebível.

Simetria Pura é Equanimidade que, para nós humanos, é inconcebível. Como já mencionada aqui, a equanimidade é uma das quatro mentes ilimitadas, a saber:

“Existem as ações puras, que são: amor-benevolente [‘maitri’], compaixão [‘karuna’], intenção amável (acolhedora) [‘mudita’], e equanimidade [‘upeksha’].”

Isto pertence ao mundo dos Budas e Bodhisattvas. A passagem do Sutra do Nirvana abaixo nos lembra disto:

Quando o Bodhisattva-Mahasattva pratica a mente de equanimidade, ele atinge o estágio do Todo-Vazio Todo-Igual, e torna-se como Subhuti. Oh bom homem! Quando o Bodhisattva-Mahasattva reside no ‘bhumi’ do Todo-Vazio Todo-Igual, ele não mais vê pais, irmãos, irmãs, filhos, parentes, bons amigos da Via, inimigos, aqueles que são hostis ou amigáveis, aqueles que nem são amigáveis e nem antagônicos, até os cinco skandhas, os dezoito reinos, as doze esferas, seres, e vida. Oh bom homem! Como uma ilustração, é como o espaço, no qual não vemos pais, irmãos, esposa e filhos, até seres e vida. O mesmo é o caso com relação a todas as coisas. Não pode haver pais e vida. Assim o Bodhisattva-Mahasattva vê todas as coisas. Sua mente é toda-igual (equânime) como o espaço. Por quê? Porque ele pratica completamente o Dharma do Vazio [‘shunyata’].”

Sutra do Nirvana, Capítulo 22 – Sobre Ações Puras 2.

Selo Comemorativo

PI e o Pé de Feijão – Episódio 5

Em ‘PI e o Pé de Feijão – Episódio 5’

Chamamo-la Lei do Carma. É inexorável no sentido que aparte das relações causais, o meio-ambiente se assim o prefere, não há nenhum ser sobre o qual falar, e há sim uma interdependência entre todos os seres através do passado, do presente e do futuro. Essa interdependência também pode ser atribuída à Lei do Carma, ou Lei da Causalidade, ou Lei da Causa e Efeito.

Só não concordo com a ideia de que o ciclo se fecha inexoravelmente. Isto ocorrerá sempre nas vidas dos mortais comuns, atados ao ciclo do nascimento e da morte pelo desejo, e que não conseguem atravessar o mar do sofrimento. Mas, podemos dizer que saímos da semente e terminamos no Nobre Caminho Óctuplo, não podemos? Aí o ciclo se abre, rompem-se as amarras da ilusão, atinge-se a outra margem, escapa-se do sofrimento e servidão do ciclo do nascimento e da morte. Esse é o ensinamento consubstanciado aqui, nesta simples história em quadrinhos protagonizada por dois simples ideogramas.

Sabe! Estou bem como um simples ideograma, PI.

Selo Comemorativo

PI e o Pé de Feijão – Episódio 4

Em ‘PI e o Pé de Feijão – Episódio 4’

(*) Então, a boa semente é resultado de uma boa relação entre a fruta e os cinco elementos. De novo o meio-ambiente? Sim, e mais os cuidados com a seleção do tempo certo para a colheita, o qual deverá estar em harmonia com os cinco elementos. Sem dúvida, essa harmonia deve ser buscada significando, então, uma ação correta. Nihi!!!

E novamente você falou bem, PI! Seleção do Tempo. Há o tempo correto para o plantio, para a irrigação, adubação, escoramento e todas as demais ações de proteção; bem como o tempo correto para a ceifa, colheita, secagem e acondicionamento. O cultivador sábio conhece esse tempo.

Também o Bodhisattva, como cultivador da Via, conhece bem o tempo. A passagem abaixo fala dessa sabedoria:

“Oh bom homem! O Bodhisattva-Mahasattva conhece bem o tempo para meditação, o tempo para a Sabedoria, e o tempo para a equanimidade; ele sabe bem o que não é oportuno. Isto é como o Bodhisattva pratica bem a Via do Bodhi.”

Sutra do Nirvana – Capítulo 38 – Sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 6.

Na nossa analogia do cultivo da Via Sagrada, esse conhecimento do tempo é imprescindível para a Ação Correta que, neste caso, representa o Nobre Caminho Óctuplo, exultado por todos os Budas. Mais uma vez, recorro aos ditos dourados para respaldar essa afirmação:

“Oh bom homem! Como uma ilustração: um homem está viajando através do deserto e sente sede, quando ele depara com um poço. Este é muito profundo, de tal forma que ele não pode ver a água. Mas, podemos nos certificar de que existe água lá. Se a pessoa encontrar os meios de capturar a água com uma corda e um balde, a água seguramente estará lá. É o mesmo, também, com a Natureza de Buda. Todos os seres a possuem. Mas somente através da prática do imaculado Nobre Caminho Óctuplo[1] alguém poderá realmente vê-la”.

Sutra do Nirvana – Capítulo 39 – Sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 7.


[1] Nobre Caminho Óctuplo: Pensamento Correto, Fala Correta, Ação Correta, Meio de Vida Correto, Esforço Correto, Atenção Correta, Concentração Correta.

Selo Comemorativo

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