Eu

“Oh bom homem! O Tathagata, quando há razão para [assim] falar, diz que o não-Eu é o Eu. Mas, para dizer a verdade, não há um Eu [ali]. Embora eu fale assim, não há nada [aqui] que seja falso.

Oh bom homem! Por conta das relações causais, estabeleço o Eu como (sendo) o não-Eu e, no entanto, para dizer a verdade, existe o Eu. Ele constitui o mundo. Eu estabeleço [isto] como não-Eu. Mas, nada está errado. A Natureza de Buda é não-Eu. O Tathagata diz ‘Eu’. Porque existe a qualidade do Eterno. O Tathagata é o Eu. No entanto, ele estabelece [isto] como não-Eu. Porque ele tem desimpedimento [isto é, completa e irrestrita liberdade].”

Sutra do Nirvana, Capítulo 33, sobre o Bodhisattva Rugido do Leão 1.

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