Sutra do Nirvana – TOMO IV – O Rugido do Leão

“Oh Manjushri! Todos vocês! Disseminem o Grande Dharma em meio às quatro classes de pessoas. Eu agora confio este sutra a vocês. Igualmente, quando Mahakashyapa e Ananda chegarem, confiem-lhes o Dharma Maravilhoso também.” – Buda Shakyamuni ao deixar seu Corpo Transformado.

SUTRA DO NIRVANA - TOMO IV

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Quarto de 4 (quatro) Volumes.

Sutra do Nirvana – TOMO III – As Virtudes Sagradas

“Oh Manjushri! Todos vocês! Disseminem o Grande Dharma em meio às quatro classes de pessoas. Eu agora confio este sutra a vocês. Igualmente, quando Mahakashyapa e Ananda chegarem, confiem-lhes o Dharma Maravilhoso também.” – Buda Shakyamuni ao deixar seu Corpo Transformado.

SUTRA DO NIRVANA - TOMO III

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Terceiro de 4 (quatro) Volumes.

Sutra do Nirvana – TOMO II – Ações Sagradas

“Oh Manjushri! Todos vocês! Disseminem o Grande Dharma em meio às quatro classes de pessoas. Eu agora confio este sutra a vocês. Igualmente, quando Mahakashyapa e Ananda chegarem, confiem-lhes o Dharma Maravilhoso também.” – Buda Shakyamuni ao deixar seu Corpo Transformado.

SUTRA DO NIRVANA - TOMO II

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Segundo de 4 (quatro) Volumes.

O Sutra Diamante – Vajra Prajna Paramita

Comentário do Venerável Mestre Hsüan Hua:

O ensino do Buda Shakyamuni, tomado como um todo, divide-se em Cinco Períodos e Oito Ensinamentos. O Sutra Diamante – Vajra Prajna Paramita – pertence ao quarto período, ou ao período prajna, e entre os quatro primeiros ensinamentos, ele é o terceiro, o ensinamento específico.

O Grande Sutra Prajna que contém o que o Buda disse sobre prajna, compreende cerca de 600 volumes dos quais o Sutra Vajra (ou Sutra Diamante) é apenas um. O Prajna é importante, como pode ser visto pelo fato de que o Buda, tendo pregado prajna por um total vinte anos, declarou que os Sutras Prajna seriam disseminados por toda a terra.

O Mestre Tripitaka Hsüan Tsang, cumprindo parcialmente aquela previsão, traduziu o Grande Sutra Prajna do Sânscrito para o Chinês na Dinastia Tang, no Monastério Ta Hsing Shan, com a ajuda de mais de mil monges e mais de dois mil leigos. Ta Hsing Shan não era um lugar pequeno. Dos aposentos do Abade até o portão frontal havia uma distância de cerca de três milhas, e o monge encarregado da abertura e fechamento do portão frontal normalmente montava um cavalo para cobrir aquela distância num período de tempo razoável. Sendo tão grande, o monastério acomodou facilmente as três ou quatro mil pessoas envolvidas no trabalho de tradução.

Durante o ano em que o Grande Sutra Prajna foi traduzido, os pessegueiros floresceram seis vezes. Aquela ocorrência auspiciosa testificou a importância do Sutra Prajna. É também amplamente sabido que os espíritos das flores, relvas e árvores vieram todos para proteger a grande assembleia do Dharma Maravilhoso.

A preleção de abertura do Sutra Diamante marca o início de outra assembleia do prajna na América. Os eventos que levaram à essa assembleia começaram em 1968, quando um grupo de estudantes ansiosos de Seatle veio à Convenção Budista (Buddhist Lecture Hall) em São Francisco para participar da primeira sessão oficial de meditação de sete-dias realizada na América, diariamente das seis da manhã até as nove da noite, e embora os participantes a tenham considerado muito rigorosa, esta foi realmente muito oportuna. Sessões autênticas de dhyana começam às 3:00 da manhã e vão direto até meia-noite.

Naquela ocasião, aquelas pessoas causaram uma boa impressão em mim e estava claro que eles poderiam trabalhar dentro da disciplina do Buddhadharma. Durante aquela sessão solicitaram a explanação do Sutra Surangama. Diz-se:

Dharma não surge sozinho.

Com base nas condições ele nasce.

A Via não é praticada em vão.

Reunidas as condições, há uma resposta.

Eu atendi à sua solicitação, e durante o verão de 1968 o Sutra Surangama foi prelecionado em sua totalidade. E foi seguido pelo Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa.

Eu vim para a América para criar Grandes Mestres, futuros Patriarcas, Bodhisattvas e Budas. Após ouvirem o Sutra Surangama, vários Americanos desejaram deixar a vida familiar para, sob meus cuidados, ampliar a sua compreensão do Buddhadharma, e para o benefício de todos os outros frutos da Via que lhes seguirão, estou prelecionando o Sutra Flor do Dharma.

No aniversário do dia em que o Bodhisattva Avalokitesvara deixou a vida familiar, várias pessoas solicitaram uma explanação do Sutra Diamante. Eu condescendi e comecei a pregar o sutra em adição às preleções sobre o Sutra Flor do Dharma.

A explanação do Sutra Diamante será simplificada por omissão da discussão usual dos Sete Tipos de Títulos de Sutras e os Cinco Profundos Significados. Apenas abramos a porta e olhemos para a montanha.

O trabalho se divide em três seções:

1.      Explanação Geral do Título;

2.      O Tradutor

3.      Explanação detalhada do texto.

Original

Pearls of Universe – Volume III

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CONTENTS
THE MEDICINE OF THE UNIQUE TASTE ………………………………. 3
THE UNIQUE TASTE OF THE THREE TREASURES ……………………… 4
THE DILEMMA OF DUALITY AND THE MIDDLE PATH ………………… 5
THE BRIGHTNESS AND IGNORANCE …………………………………… 8
THE BUDDHA NATURE WITHIN US ………………………………….. 10
THE CONSCIENCE OF OWNING THE BUDDHA NATURE ……………. 12
THE PARABLE OF THE MANDARIN DUCK AND KACALINDIKAKA …… 13
THE PARABLE OF THE MOON ……………………………………….. 14
THE ETERNAL FULL MOON ………………………………………….. 14
THE TRUE ASPECT OF ORIGINAL KARMA …………………………… 15
THE PARABLE OF THE GOOD SON …………………………………… 17
THE BRIGHTNESS OF THE MOON ……………………………………. 18
THE WONDERFUL CAUSE OF ENLIGHTENMENT ……………………. 18
THE DAWN OF THE GREAT NIRVANA ……………………………….. 19
THE GREAT SKILLED DOCTOR ……………………………………….. 20
THE MASTER OF THE SUPREME ART ……………………………….. 21
THE KING OF THE WIND …………………………………………….. 22
THE SKIN OF THE SNAKE …………………………………………….. 23
THE WISE MINISTER …………………………………………………. 24
THE GREAT NIRVANA IN THE EVIL AGE …………………………….. 25

O Caçador

Siddhartha corta seu cabelo

Siddhartha corta seu cabelo. Click na imagem para site de origem

Então ele pegou uma espada que Chandaka estava segurando. O punho era de ouro e cravejado de jóias; a lâmina era afiada. Com um golpe ele cortou o seu cabelo, e então ele lançou a espada ao ar onde brilhava como uma estrela (super)nova. Os Deuses a pegaram e a seguraram em grande reverência.

Mas o herói ainda estava vestindo o seu suntuoso robe. Ele queria um mais simples, mais adequado para um eremita. Foi quando então um caçador apareceu, vestindo uma roupa grosseira feita de um material avermelhado.  Siddhartha disse-lhe:

“O seu humilde robe é como aqueles usados pelos eremitas; está estranhamente em contraste com o seu arco selvagem. Dê-me sua roupa e pegue as minhas em troca. Elas lhe servirão melhor.”

“Graças a essas roupas”, disse o caçador, “eu posso enganar os animais na floresta. Eles não me temem, e posso matá-los a curta distância. Mas se você tem necessidade delas, meu senhor, dar-lhe-ei de bom grado e pegarei as suas em troca.”

Siddhartha alegremente vestiu a (roupa) grosseira e avermelhada pertencente ao caçador, e o caçador reverentemente aceitou o robe do herói, e então desapareceu no céu. Siddhartha percebeu que os próprios Deuses desejavam presenteá-lo com seu robe de eremita, e alegrou-se. Chandaka ficou cheio de admiração.

Vestido em seu robe avermelhado, o herói sagrado se pôs a caminho do eremitério. Era como o rei das montanhas envolto em nuvens ao entardecer.

E Chandaka, com pesar no coração, pegou a estrada de volta a Kapilavastu.

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

Ao Apartar-se de um Grande Amigo

Kanthaka

Kanthaka, o cavalo do Príncipe Siddhartha, click na imagem para site de origem.

Bravamente, Kanthaka o carregou a uma grande distância. Quando o sol finalmente olhou por entre as pálpebras da noite, o mais nobre entre os humanos viu que ele estava próximo a uma floresta onde habitavam muitos eremitas devotos. Cervos estavam dormindo sob as árvores, e pássaros esvoaçavam destemidamente. Siddhartha sentiu-se descansado, e pensou que não necessitava prosseguir. Ele desmontou e gentilmente acariciou seu cavalo. Havia felicidade em seu olhar e em sua voz quando ele disse a Chandaka:

“Realmente, um cavalo tem a força e a rapidez de um Deus. E você, querido amigo, por fazer-me companhia, provou-me quão grande é sua afeição e a sua coragem. Foi um gesto nobre e muito me agrada. Aqueles que, como você mesmo, possam combinar energia e devoção são realmente raros. Você tem demonstrado que é meu amigo, e não espera qualquer recompensa de mim! No entanto, é geralmente um interesse egoísta que conduz homens juntos. Asseguro-lhe, você me fez muito feliz. Pegue seu cavalo agora e retorne para a cidade. Encontrei a floresta que estava procurando.”

O herói tirou as suas jóias e entregou-as a Chandaka.

“Pegue este colar”, disse ele, “e vá até meu pai. Diga-lhe que acredite em mim e não dê lugar à sua tristeza. Se eu adentrar um eremitério, não é porque estou carente de afeição por meus amigos ou porque meus inimigos provocam a minha ira; nem é porque busco um lugar entre os Deuses. A minha é uma razão digna: destruirei a velhice e a morte. Portanto, não entristeça, Chanda, e não permita que meu pai sinta-se infeliz. Deixei minha casa para livrar-me da infelicidade. A infelicidade nasce do desejo; digno de piedade é o homem que é um escravo das suas paixões. Quando um homem morre, há sempre herdeiros para a sua fortuna, mas herdeiros para as suas virtudes são raramente encontrados, nunca são encontrados.  Se o meu pai disser-lhe: “Ele partiu para a floresta antes do tempo determinado”, você responderá que a vida é tão incerta que a prática da virtude nunca é inoportuna. Diga isto ao rei, oh meu amigo, e dê o melhor de si para fazer-lhe esquecer de mim. Diga-lhe que não possuo virtude nem mérito; pois um homem sem virtude nunca é amado, e aquele que nunca é amado nunca é lamentado.”

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

Os Portões de Kapilavastu

Kanthaka

Siddhartha ao deixar o palácio em seu cavalo Kanthaka. Click na imagem para site de origem.

Ele chamou o seu escudeiro, o rápido Chandaka.

“Traga-me o meu cavalo Kanthaka, imediatamente”, disse ele. “Permanecerei fora, para encontrar a eterna bem-aventurança. Sinto a profunda alegria, a força indomável que agora sustenta a minha vontade, a segurança de que tenho um protetor muito embora esteja sozinho, todas essas coisas me dizem que estou prestes a atingir o meu objetivo. Chegou a hora; estou no caminho para a libertação.”

Chandaka tinha conhecimento das ordens do rei, mas sentiu algum poder superior compelindo-o a desobedecer. Ele foi buscar o cavalo.

Kanthaka era um animal esplêndido; era forte e dócil. Siddhartha acariciou-lhe calmamente, e então disse-lhe numa voz terna:

“Muitas vezes, oh nobre animal, meu pai montou-lhe na batalha e derrotou os seus poderosos inimigos. Hoje, irei à busca da suprema bem-aventurança; empresta-me a sua ajuda, oh Kanthaka! Companheiros nas armas ou nos prazeres não são difíceis de encontrar, e quando nos propomos a adquirir riquezas, nunca carecemos de amigos (logo muitos se apresentam). Mas os companheiros e amigos nos abandonam quando é o caminho da santidade que iremos tomar. No entanto, disto estou certo: aquele que ajuda outro a cometer o bem ou o mal, compartilha daquele bem ou mal. Então saiba, oh Kanthaka, que é um impulso virtuoso que me compele. Empreste-me sua força e sua rapidez; a salvação do mundo, e a sua própria, está em jogo.”

O príncipe falou a Kanthaka como falaria a um amigo. Montou com decisão a sela, e parecia como o sol montado numa nuvem de outono.

O cavalo teve o cuidado de não fazer barulho, pois a noite era clara. Ninguém no palácio ou em Kapilavastu estava acordado. Pesadas trancas de ferro protegiam os portões da cidade, um elefante poderia levantá-las somente com grande dificuldade, mas, para permitir a passagem do príncipe, os portões abriram-se silenciosamente, de sua própria vontade.

Deixando seu pai, seu filho e sua gente, Siddhartha saiu da cidade. Não sentiu arrependimento, e numa voz firme, ele bradou:

“Até que eu veja o fim da vida e da morte, não retornarei à cidade de Kapila.”

Os Potões de Kapilavastu

O Portão Leste, através do qual o Príncipe Siddhartha deixou a vida mundana. Click na imagem para o site de origem.

A vida do Buda, tr. para o francês por A. Ferdinand Herold [1922], tr. para o inglês por Paul C. Blum [1927], rev. por Bruno Hare [2007], tr. para português brasileiro por Marcos U. C. Camargo [2011].

Fonte: Sacred-Texts em http://www.sacred-texts.com/bud/lob/index.htm

Da Raiz ao Ultimado

“Oh bom homem! Com os 37 fatores da Iluminação, não há inversão. Por isso, podemos falar de ‘ação pura’. Oh bom homem! Se qualquer Bodhisattva vem a conhecer a raiz, a causa, o que abarca, o que acrescenta, o mestre, o que leva (conduz), o que é superior, o que é verdadeiro, e o que é ultimado; esse Bodhisattva é alguém de ação pura.”

O Bodhisattva Kashyapa disse ao Buda: “Oh Honrado pelo Mundo! Em qual sentido dizemos que alguém conhece desde a raiz até o ultimado?”

O Buda disse: “Oh bom homem! Bem falado, bem falado! O que você fala, Bodhisattva, concerne a duas coisas. Uma é para o seu próprio bem, e a outra é para o conhecimento dos outros. Agora você sabe, mas uma vez que inumeráveis outros seres ainda não compreendem, então você indaga. Assim, Eu agora o elogio novamente. Muito bem, muito bem! Oh bom homem! A raiz dos 37 elementos concernentes à Iluminação é o desejo. A causa é o toque do brilho; o que abarca é ‘sentimento’; o que acrescenta é ‘pensamento’; o ‘mestre’ é ‘recordação’ (‘mentalização’); o que leva (conduz) é ‘dhyana’ [meditação]; o que é superior é ‘Sabedoria’; o que é verdadeiro é ‘Emancipação’; e o ultimado é Grande Nirvana.

Oh bom homem! (Também), todas as aflições do mundo têm sua origem no desejo. Todas as doenças repousam na comida cozida no dia anterior. Toda a segregação surge de brigas e disputas. Todas as maldades decorrem da falsidade. A situação é assim.”

O Bodhisattva Kashyapa disse: “Oh Honrado pelo Mundo! O Tathagata já estabeleceu neste Sutra que todas as boas coisas estão fundamentadas na não-indolência. Agora você diz (que) ‘desejo’ (é raiz dos 37 elementos concernentes à Iluminação). Como posso compreender isto?”

O Buda disse: “Oh bom homem! Se a causa buscada visa o surgimento de boas coisas, isto é um bom desejo. Se a causa reveladora é buscada, isto é não-indolência. Dizemos no mundo que o resultado depende da semente; dizemos que a semente é a causa do surgimento, e o solo é a causa reveladora. O mesmo é o caso aqui, também.”

O Bodhisattva Kashyapa disse: “Oh Honrado pelo Mundo! O Tathagata diz em outros Sutras que os 37 fatores da Iluminação constituem a base. O que isto implica?”

“Oh bom homem! O Tathagata disse antes que os seres primeiro vêm a saber dos 37 fatores da Iluminação. O Buda é a raiz. O despertar depende do desejo.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 44 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 5.

Sutra do Nirvana – Cap. 40 – Bodhisattva Kashyapa 1

“Oh bom homem! Alguém com Sabedoria sabe que aquilo que um gandhahastin (elefante almiscarado) carrega não pode ser suportado por um burro. Todos os seres fazem inumeráveis coisas. Assim, o Tathagata fala inumeráveis coisas diferentemente. Por quê? Porque os seres possuem várias impurezas. Se o Tathagata falasse somente de uma ação, não poderíamos dizer que o Tathagata fosse perfeito e realizado no poder de ver através das qualidades das raízes de todas as coisas. Assim, Eu digo num sutra: ‘Não falo para os cinco tipos de pessoas os cinco tipos de coisas. Para alguém que não tenha fé, (falo) alguém que não professa a fé correta; para alguém que viole as proibições, (falo) alguém que não enaltece a observância dos preceitos; para o mesquinho, (falo) alguém que não enaltece dana [doação]; para o indolente, (falo) do aprendizado; e para o ignorante, (falo) da Sabedoria.

Por que não? Se uma pessoa sábia fala para esses cinco tipos de pessoas sobre essas cinco coisas, saiba que não se poderá dizer que aquele pregador possui o poder de ver através das qualidades das raízes de todas as coisas; não se poderá dizer que (ele) tenha piedade dos seres. Por que não? Porque esses cinco tipos de pessoas, quando ouvirem essas [coisas], adquirirão uma mente descrente, uma mente irada e, em conseqüência disto, sofrerão dolorosos efeitos cármicos por inumeráveis eras.”

Leia Mais no Sutra do Nirvana, Capítulo 40 – Sobre o Bodhisattva Kashyapa 1.

abstract of nirvana sutra chapter 40.mp3

SUTRA DO NIRVANA - CAPITULO 40

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Conteúdo deste Capítulo:

A Terra Sobre a Unha do Dedo 16

Inumeráveis Nomes para Uma Coisa 19

Um Significado para Inumeráveis Nomes 20

Inumeráveis Significados para Inumeráveis Nomes 20

Inumeráveis Nomes para Um Significado 21

Um Monge Chamado Kutei 33

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