O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 5)

VI.1 – A Dinâmica do Universo de Defeitos em Cristais Parte 5 – Condições de Contorno para as Equações da Continuidade As equações (92) e (93) aplicam-se a todas as partes da célula primitiva, exteriores aos sorvedouros internos, às quais chamamos região matriz. Essas equações devem ser resolvidas dentro do volume total da célula, Vc,… Continuar lendo O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 5)

Avalie isto:

A Iluminação de Devadatta

“Eu anuncio à Assembléia dos Quatro Tipos de Crentes que, após ilimitados kalpas terem passado, Devadatta tornar-se-á um Buda[1] chamado Tathagata Rei dos Seres Celestiais, Merecedor de Ofertas, de Conhecimento Correto e Universal, de Lucidez e Conduta Perfeitas, um Bem-Aventurado que Compreende o Mundo, Senhor Supremo, um Herói Disciplinado e Justo, Mestre de Seres Celestiais… Continuar lendo A Iluminação de Devadatta

Avalie isto:

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 4)

VI.1 – A Dinâmica do Universo de Defeitos em Cristais Parte 4 – Equações da Continuidade para Defeitos em Cristais Simples Para tal estrutura de rede, é necessário somente considerar as equações de defeitos puntiformes na célula primitiva. Enfatizamos que isto é simplesmente uma questão de conveniência e nada mais. Qualquer número de células primitivas,… Continuar lendo O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 4)

Avalie isto:

O Voto do Rei

Naquela ocasião, o Buda disse aos Bodhisattvas, seres celestiais, humanos e membros da Assembléia dos Quatro Tipos de Crentes: “No passado, ao longo de ilimitados kalpas, eu procurei o Sutra da Flor de Lótus da Lei Maravilhosa sem preguiça ou cansaço. Durante muitos kalpas eu fui um rei devotado a buscar a Suprema Iluminação com… Continuar lendo O Voto do Rei

Avalie isto:

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 3)

VI.1 – A Dinâmica do Universo de Defeitos em Cristais Parte 3 – Séries Periódicas de Sorvedouros Com o que foi colocado acima, o fenômeno da formação de cavidades mostra ser resultante da dinâmica de defeitos em estado de não equilíbrio térmico. Como poderíamos estudá-lo a luz do que já foi visto para o estado… Continuar lendo O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 3)

Avalie isto:

Olhos do Mundo

Bons homens, após a minha extinção, quem poderá receber, ostentar, ler e recitar este Sutra? Agora, na presença dos Budas, façam seu voto.   Este Sutra é difícil de ostentar, se alguém ostentá-lo mesmo que por um instante, eu rejubilarei, bem como todos os outros Budas.   Uma pessoa assim será elogiada por todos os… Continuar lendo Olhos do Mundo

Avalie isto:

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 2)

VI.1 – A Dinâmica do Universo de Defeitos em Cristais Parte 2 – Difusão para Aglomerados Um dos efeitos mais notáveis que podem ocorrer é a formação de cavidades cujo desenvolvimento tem como fenômeno crítico o inchaço dos materiais irradiados que estão no estado sólido e, portanto, são compostos por grãos cristalinos. As cavidades resultam… Continuar lendo O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 2)

Avalie isto:

A Última Barreira

Reforce suas bases de fé, ou o coração deste Sutra[1] irá detê-lo, no ímpeto de alcançar a Sabedoria que Abarca Todos os Fenômenos. Sólido e puro como o diamante, é onde reside o Tathagata.   [1] Sobre o âmago deste Sutra de Lótus, ou o propósito do advento do Buda neste mundo, ler CAP. 02:… Continuar lendo A Última Barreira

Avalie isto:

O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 1)

Introdução A partir da descrição tensorial das tensões e deformações em cristais, através da análise e quantificação da dinâmica da rede, chegamos a resultados cujos significados físicos são de suma importância para a idéia aqui desenvolvida. O fenômeno da dilatação dos corpos, visto agora como um problema da dinâmica de defeitos na estrutura cristalina, é… Continuar lendo O Universo de Defeitos em Cristais (Parte 1)

Avalie isto: